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Nos últimos dois anos, a Marvel Comics, liderada pelo editor-chefe Axel Alonso, vem ganhando novos fãs e impulsionando a sua linha por diversificar as suas histórias em quadrinhos. A Marvel passou a publicar quadrinhos do zero liderado por mulheres de 2012 até este ano. As mudanças têm sido um assunto de intenso debate entre alguns fãs de quadrinhos, mas principalmente pela decisão de entregar o martelo de Thor para uma mulher e a criação de um super-heroína adolescente muçulmana chamada Miss Marvel.

Alonso é imperativo para criar histórias em quadrinhos, estrelada por mulheres que poderiam vender e colidiu com a inquietação do escritor Jason Aaron, que queria encontrar um novo rumo surpreendente para Thor, um dos super-heróis da Marvel mais importantes. Nas histórias, o martelo mágico de Thor, chamado Mjolnir, pode ser levantado apenas por quem seja digno. Aaron decidiu que Thor não era mais o qualificado para tal proeza. “Eu gostei da ideia de Thor como um deus que estava sempre questionando sua própria dignidade”, diz Aaron. “Eu gosto de pensar nele acordando todos os dias e olhando para o martelo e pensando se poderia levantar”

No cinema, Thor, interpretado por Chris Hemsworth, ajudou a Marvel Studios em um sucesso arriscado. Aaron pegou sua ideia para um dos retiros semestrais da Marvel Comics, onde dezenas de escritores e editores se reúnem para traçar o próximo ano. Seu passo era simples. O martelo de Thor tinha sido entregue brevemente no passado para um extraterrestre e até mesmo um anfíbio. Então os fãs não deveriam ver que uma mulher poderia ser capaz de levantar a arma?

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“Eu acho que se nós podemos aceitar Thor como um sapo e ou um ET, então devemos aceitar que uma mulher é capaz de pegar o martelo e exercê-lo por um tempo” ele diz.

O impulso para diversos personagens começou com Thor. Nos últimos dois anos, Alonso e sua equipe lançaram 16 novos títulos estrelados por mulheres. Um dos movimentos mais importantes foi a transferência do manto de Miss Marvel, uma heroína que apareceu pela primeira vez em 1967 para Carol Danvers, que tinha sido suplente da Ms. Marvel.

A diretora de conteúdo e desenvolvimento da Marvel, Sana Amanat. foi a força de Alonso, que também chamou G. Willow Wilson, uma escritora conceituada, que passa a ser uma das poucas mulheres muçulmanas no negócio de HQs. Em fevereiro de 2014, eles introduziram uma nova Miss Marvel: Kamala Khan, uma menina muçulmana de 16 anos de idade. Alguns fãs criticaram a nova linha da história e alguns até acusaram Amanat e Wilson de ajudarem de alguma forma a promover o jihad, mas o livro rapidamente ganhou um lugar na lista do New York Times de best-sellers gráficos de bolso.

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Wilson disse sobre a recompensa. “Eu pensei que eles iam precisar de um estagiário para abrir todas as cartas de ódio”, diz ela. “Agora eu vejo pessoas me mandando cartas falando como a Miss Marvel os ajudou, porque eles eram ridicularizados na escola por serem diferentes.”

Hoje ainda temos retratos de intolerância vindas em formas de criticas nada construtivas, reservamos a ideia de que muitas vezes as criticas feitas a artigos escritos por nossas colunistas mostram um certo caráter de machismo, aonde não se ataca as ideias e nem o conteúdo, aonde simplesmente se ataca a ideia, mas a ideia vinda de uma mulher. Uma vez em um grupo enorme no Facebook sobre o mundo nerd e principalmente sobre a Marvel e a DC, fiz um comentário e somente uma pessoa comentou, as demais curtiram, depois de uma semana fizemos o mesmo comentário mas pelo perfil fake de uma mulher, recebeu críticas a respeito da ideia, “ta falando m..” “lixo de comentário”, mas ora, foi a mesma ideia apresentada antes por um homem mas quando foi uma mulher gerou uma reprovação grotesca

Como bem dito acima por Jason Aaron, indicando que até mesmo ETs e um anfíbio levantaram o martelo de Thor, por que não uma mulher?

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cinema

Kevin Smith apoia Ray Fisher e diz que Joss Whedon descartou versão de Snyder

Segundo Kevin Smith Joss Whedon estava determinado a mudar toda a versão de Snyder.

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Kevin Smith, um dos diretores mais influentes da DC Comics, acaba de dizer que apoia Ray Fisher sobre as alegações de abuso que atores e a equipe criativa sofreram do diretor Joss Whedon durante as gravações da Liga da Justiça.

No episódio mais recente do podcast Fatman Beyond, de Kevin Smith, ele confirma os comentários Fisher falando de conversas que teve com membros da equipe de The Rise of Skywalker, que também trabalhou nas duas versões da Liga da Justiça.

Kevin Smith e o escritor Marc Bernardin estavam discutindo a situação quando Smith abriu uma conversa que ele teve com uma equipe de efeitos especiais da Liga da Justiça , que lhe disse que Joss Whedon estava totalmente contra a versão de Zack Snyder para o filme, negando até mesmo informações anteriores de que Zack Snyder teria escolhido Whedon para a cadeira de diretor e também que ele iria apenas finalizar algumas coisas para o filme. O diretor ressalta que ele não ficou sabendo de tudo antes, mas definitivamente o que ele sabe se alinha às recentes acusações de Ray Fisher.

“Reduziu, descartou e foi negativo sobre a versão de Zack que ele viu que toda a equipe de efeitos especiais [essas pessoas] fizeram juntos”.

 Um rumor antigo dava conta que a diretora de Mulher-Maravilha, Patty Jenkins, não queria mais que Gal Gadot trabalhasse com a personagem nos filmes que o diretor poderia se envolver no futuro da DC, Joss Whedon também foi muito criticado quando o seu roteiro de Mulher-Maravilha vazou, ao qual foi classificado como e machista.

Afastado do filme por conta do suicídio da sua filha, Zack e sua esposa Deborah Snyder – que também produziu o longa – não chegaram a finalizar totalmente o projeto.  Joss Wheldon, diretor de Vingadores e Vingadores: Era de Ultron, foi chamado pela Warner para refilmar boa parte da produção, mudando assim acontecimentos previstos no roteiro original do filme, assim como refazer cenas importantes da trama. Snyder revelou recentemente que jamais viu a versão que saiu para o cinema, sempre dando a entender que gostaria de exibir ao público a sua visão dos heróis.

Liga da Justiça recebeu críticas mistas da mídia especializada na época de seu lançamento, com destaque positivo às atuações de Gadot (Mulher-Maravilha) e Ezra Miller (Flash), as sequências de ação e os efeitos visuais, enquanto que o enredo, a narrativa, o ritmo, o vilão e o excessivo uso de efeitos especiais foram recebidos de forma negativa. 

Arrecadando mais de US$ 657 milhões mundialmente, sendo assim o décimo quarto longa-metragem de maior bilheteria daquele ano, ficou abaixo das expectativas do estúdio (com perdas estimadas entre US$ 50 e US$ 100 milhões) e é o título de menor receita do então universo estendido da DC Comics no cinema.

Liga da Justiça: Snyder Cut estreia em 2021 na HBO Max.

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cinema

Produtor da Liga da Justiça nega que acobertou abusos de Joss Whedon

O fotografo Jason Laboy também confirmou que Gal Gadot se recusou a gravar cena que Flash cai sobre ela.

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Mais cedo o ator Ray Fisher acusou no Twitter o diretor de Vingadores de comportamento abusivo no set da Liga da Justiça, e que os produtores Geoff JohnsJon Berg, permitiram os abusos do cineasta.

A revista Variety, Jon Berg, se defendeu da acusação de Fisher em um curto comunicado, afirmando que as palavras do ator são “Mentiras categóricas” ele também disse que Fisher ficou bravo com um dos pedidos feito a ele:

“Eu lembro que ele ficou bravo porque queríamos que ele dissesse ‘booyah’, um bordão conhecido do Cyborg nas animações”

Liga da Justiça também foi amplamente criticado por cenas controversas incluindo Gal Gadot, a interprete de Mulher-Maravilha aparece em uma cena mostrando suas nádegas, em uma delas, Ezra Miller (Flash) cai sobre ela, a cena foi gravada com uma duble, pois Gal se recusou a gravar, Joss para obrigar a dublê a filmar o momento teria fechado a porta do seu camarim. A informação foi confirmada pelo fotógrafo Jason Laboy.

Até agora apenas Fisher se manifestou sobre estes abusos supostamente cometidos, um rumor antigo dava conta que a diretora de Mulher-Maravilha, Patty Jenkins, não queria mais que Gal Gadot trabalhasse com a personagem nos filmes que o diretor poderia se envolver no futuro da DC, Joss Whedon também foi muito criticado quando o seu roteiro de Mulher-Maravilha vazou, ao qual foi classificado como e machista.

Afastado do filme por conta do suicídio da sua filha, Zack e sua esposa Deborah Snyder – que também produziu o longa – não chegaram a finalizar totalmente o projeto.  Joss Wheldon, diretor de Vingadores e Vingadores: Era de Ultron, foi chamado pela Warner para refilmar boa parte da produção, mudando assim acontecimentos previstos no roteiro original do filme, assim como refazer cenas importantes da trama. Snyder revelou recentemente que jamais viu a versão que saiu para o cinema, sempre dando a entender que gostaria de exibir ao público a sua visão dos heróis.

Liga da Justiça recebeu críticas mistas da mídia especializada na época de seu lançamento, com destaque positivo às atuações de Gadot (Mulher-Maravilha) e Ezra Miller (Flash), as sequências de ação e os efeitos visuais, enquanto que o enredo, a narrativa, o ritmo, o vilão e o excessivo uso de efeitos especiais foram recebidos de forma negativa. 

Arrecadando mais de US$ 657 milhões mundialmente, sendo assim o décimo quarto longa-metragem de maior bilheteria daquele ano, ficou abaixo das expectativas do estúdio (com perdas estimadas entre US$ 50 e US$ 100 milhões) e é o título de menor receita do então universo estendido da DC Comics no cinema.

Liga da Justiça: Snyder Cut estreia em 2021 na HBO Max.

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cinema

Ray Fisher denuncia comportamento “abusivo” de Joss Whedon

O ator disse que o diretor recebeu apoio dos produtores Geoff Johns e Jon Berg.

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O ator Ray Fisher da Liga da Justiça, que interpretou Cyborg, denuncia comportamento longe do profissional do diretor que finalizou o longa Liga da Justiça.

Sem entrar em detalhes o ator escreveu um tweet em que alega que o direto Joss Whedon dos Vingadores e Vingadores: Era de Ultron tratou com desrespeito o elenco e profissionais ligados ao filme.

O tratamento que Joss Wheadon deu ao elenco e a equipe da Liga da Justiça foi grosseiro, abusivo, pouco profissional e completamente inaceitável. Ele foi habilitado, de várias maneiras, por Geoff Johns e Jon Berg. Responsabilidade > Entretenimento

Até agora apenas Fisher se manifestou sobre estes abusos supostamente cometidos, um rumor antigo dava conta que a diretora de Mulher-Maravilha, Patty Jenkins, não queria mais que Gal Gadot trabalhasse com a personagem nos filmes que o diretor poderia se envolver no futuro da DC, Joss Whedon também foi muito criticado quando o seu roteiro de Mulher-Maravilha vazou, ao qual foi classificado como e machista.

Afastado do filme por conta do suicídio da sua filha, Zack e sua esposa Deborah Snyder – que também produziu o longa – não chegaram a finalizar totalmente o projeto.  Joss Wheldon, diretor de Vingadores e Vingadores: Era de Ultron, foi chamado pela Warner para refilmar boa parte da produção, mudando assim acontecimentos previstos no roteiro original do filme, assim como refazer cenas importantes da trama. Snyder revelou recentemente que jamais viu a versão que saiu para o cinema, sempre dando a entender que gostaria de exibir ao público a sua visão dos heróis.

Liga da Justiça recebeu críticas mistas da mídia especializada na época de seu lançamento, com destaque positivo às atuações de Gadot (Mulher-Maravilha) e Ezra Miller (Flash), as sequências de ação e os efeitos visuais, enquanto que o enredo, a narrativa, o ritmo, o vilão e o excessivo uso de efeitos especiais foram recebidos de forma negativa. 

Arrecadando mais de US$ 657 milhões mundialmente, sendo assim o décimo quarto longa-metragem de maior bilheteria daquele ano, ficou abaixo das expectativas do estúdio (com perdas estimadas entre US$ 50 e US$ 100 milhões) e é o título de menor receita do então universo estendido da DC Comics no cinema.

Liga da Justiça: Snyder Cut estreia em 2021 na HBO Max.

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