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Especial Irmandade da Adaga Negra: Nossos Livros Preferidos!

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Para dar continuidade ao nosso especial dessa semana, eu (Letícia) e a Francine hoje vamos abrir nossas mentes e corações para vocês queridíssimos e contar tudo o que sentimos e o porque de amarmos a série mas, em especial, aquele livro da série que mexeu conosco. Para você que já conhece a série, seja bem-vindo, sente-se, relaxe e venha relembrar com a gente. Para você que ainda não leu nenhum, ou está no meio da série, CUIDADO. Este post pode conter spoilers do destino de um dos seus personagens favoritos.

Começaremos por um dos livros mais sofridos, e o que mostra mais confusão e pressão social do mundo Vampiro; principalmente, da alta classe de figurões chamada Glymera, influenciando a vida de Blaylock e Quinn em Amante Finalmente.

Desde a primeira vez em que apareceram, nos primeiros livros da série, como dois membros de famílias da Glymera que foram admitidos no programa de treinamento da Irmandade, Blaylock e Quinn se tornaram muito amigos do protegido da Irmandade e irmão da rainha da raça, John Matthew. Bem rápido ao longo dos livros os três começam a finalmente entenderem o que seus corpos pós-transição podem fazer, e os problemas chegam ao trio tão rápido, que rapidamente Quinn se vê expulso de casa, surrado até quase a morte, nomeado como Ahstrux Nohtrum (uma espécie de guarda-costas de John) e depois “liberado do cargo” muito rapidamente, o que claramente afeta seu comportamento normal e irrita Blaylock, que se sente incomodado ao ver Quinn dormir com literalmente qualquer ser vivo que se mexa, seja homem ou mulher, mas não ligar para suas investidas tímidas.

Como J R Ward adora fazer, em livros anteriores já havíamos tido vislumbres de como seria difícil a vida de Blaylock por ser obrigado a observar seu amado se autodestruir, e de como Quinn se odiava tanto por levar em consideração a opinião de todos ao seu redor. O que Quinn não entende é que são justamente seus olhos de cores diferentes, que o tornam tão odiado pela Glymera, que fizeram com que Blay se atraísse afeiçoasse a ele.

Ao perceber o quanto sente falta do amigo, e o quanto daquele amor que ele achava que era amizade na verdade era amor, Quinn já havia perdido Blay para seu próprio primo Saxton; e teve sofre com a ideia de não ser merecedor do amor que poderia ter tido com o ruivo.

Tudo se torna apenas mais complicado ao Quinn auxiliar a Escolhida Layla em seu cio. Layla fica grávida, e os dois se vêem finalmente completos por terem algo somente seu no mundo, mas isto apenas aprofunda mais o problema entre Quinn e Blaylock, até o momento em que todo o peso emocional que Quinn carrega contra si mesmo e o sofrimento por ter perdido Blay se tornam pesados demais, e depois de muito lutar contra, o ruivo se vê finalmente se entregando ao seu amante.

O livro é maravilhoso por tratar de todos os tipos de preconceitos presentes na sociedade vampírica(e obviamente também na nossa sociedade atual). Para os vampiros, “não ser perfeitamente saudável” e ter um defeito nos olhos como Quinn tem é visível e abominável, o que o fez sofrer e se sentir indigno desde sempre. Quinn se vê preso aos esteriótipos e acorrentado à sua diferença, sempre querendo se proteger, porém o amor vence seu medo e ele finalmente consegue se unir à quem realmente ama.

 

Bem agora chegou a minha vez de falar sobre o meu livro favorito da série; uma coisa que por sinal é muito difícil de fazer, ainda mais porque cada um dos personagens tem a sua particularidade. Mas o Zsadist, do livro Amante Desperto, foi para mim o personagem que mais me envolveu.

Zsadist é um homem temido por todos à sua volta, inclusive pelos seus Irmãos da Irmandade.

No passado Z foi abusado sexualmente e, além disso, foi escravo de sangue, vivendo a vida de tal modo que ele achava que não era digno de ter alguém ao seu lado. Ao conhecer Bella, ele tenta de todas as formas ficar longe dela, mas era tarde demais, Bella estava decidida a conquistar o coração daquele homem que tinha muitas cicatrizes no seu corpo e na sua alma.

Acho que por ser um personagem que teve uma história muito complicada no passado, Z fez eu me encantar por ele. A forma como a Ward fez da Bella uma personagem com uma personalidade muito forte foi um fator importantíssimo para que eu escolhesse este livro como um dos meus favoritos. O amor dela por Z, mesmo sabendo de todo o seu passado, foi lindo de se ler e viver em cada página.

A cena em que Zsadist consegue romper suas inseguranças pelo fato de ter sido abusado e desfrutar de todo amor e carinho que Bella tem por ele, foi uma das cenas que mais gostei nesse livro. Como sempre a Ward conseguiu descrever uma situação que se tem uma carga muito pesada, a tornando algo romântico e sucinto.

De forma geral, todos os livros dessa série são especiais para mim, cada personagem com a sua essência,  uma história diferente a ser contada e o mundo criado por J.R. Ward que torna todos eles sensacionais.

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Resenha

Resenha | Descender – Vol. 1 Estrelas de Lata

Robôs podem sonhar? Com o que sonharia uma máquina? Que propósito daria sentido a sua existência?

Rodrigo Roddick

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Muitas obras de ficção-científica já deram conta de histórias sobre o apocalipse tecnológico, em que a humanidade perece nas mãos dos robôs. Descender, a princípio, parece ser mais uma visão sobre este assunto até o momento em que o leitor se depara com uma novidade, que também é uma pergunta: robôs sonham?

Descender é uma HQ escrita por Jeff Lemire e desenhada por Dustin Nguyen, dois ganhadores do Prêmio Eisner 2019 em, respectivamente, Melhor Roteirista e Melhor Desenhista. Ela foi anunciada na Comic Com San Diego de 2014 e lançada em março de 2015 pela Image Comics. No Brasil, a novela gráfica ganhou cores em novembro pela editora Intrínseca, que vem investindo neste seguimento com Black Hammer, Oblivion Song e Deuses Americanos, para citar alguns exemplos.

A história já começa com a chegada de robores imensos que possuem uma diretriz bem clara: eliminar os humanos. Eles os identificam como inimigos e começam o massacre, o que posteriormente produz um sentimento antirrobô nos humanos. Paralelamente a isso, um robozinho – na forma de um garoto – projetado para ser o companheiro de crianças, acorda e começa a baixar suas memórias. Outras criaturas ao redor da galáxia são alertados sobre sua existência e descobrem que sua matriz robótica carrega a mesma assinatura dos robozões que destruíram a raça humana. Aí se inicia a missão. 

O que sobrou da CGU, uma confederação das noves cidades-embaixadas (que na verdade são planetas), leva o criador do robozinho ao seu encontro na tentativa de descobrir como a matriz de um androide criado para satisfazer a raça humana foi a responsável por sua aniquilação. Entretanto eles enfrentam algumas adversidades porque não foram os únicos sobreviventes a descobrir a existência dele. O robozinho com o nome Tim-21 acaba se tornando, além de raro, muito valioso.

Enquanto isso, o universo assiste a um confronto entre humanos e robôs. 

Um dado sobre a obra é que toda forma de vida senciente é considerada humana. Esta escolha dos autores merece destaque porque traduz uma tentativa – além de criticar – de igualar todas as pessoas enquanto cidadãos, enquanto indivíduos, enquanto vidas; o que vai ao encontro da teoria que não estamos sozinhos no universo.

Embora a história explore a diversidade cultural interplanetária que outras construções célebres como Star Wars e Jornadas nas Estrelas já fizeram, Descender tem algo de único, que é justamente a investigação sobre o aperfeiçoamento da inteligência artificial.

O público já viu que as IAs podem ser o novo “monstro” da era tecnológica, justamente pelo fato de evoluir, aprender como os seres humanos fazem. Esta mesma temática pode se encarada não apenas como visão etnocêntrica, mas como aprimoramento puro, pelo simples fato de evoluir.

Tim-21 se torna tão importante não apenas para trama (ou seja, não apenas por conter dentro de sua matriz a resposta para construção dos robozões), mas também para enriquecer a discussão sobre as IAs. Elas podem evoluir a tal ponto de começarem a desenvolver sonhos?

Sonho, algo misterioso encarado como particularidade de seres animais, principalmente humana, pode resultar de uma mente sintética fabricada pelo ser humano? Que tipo de sonhos uma máquina teria?

É interessante abarcar essa teoria, pois são os sonhos que dão sentido à existência humana, empregando-na com um propósito que vai conduzi-la e identificá-la até a hora da morte. O que poderia ser o motivo de existir para um robô?

Com essas questões, os autores nos convidam a nos colocarmos no lugar do protagonista e, ao fazer isso, observar que somos nada mais nada menos que máquinas executando operações que um grande cérebro sintético – e fictício – criado por nós nos obriga. E ao mesmo tempo que fazemos isso, vamos deixando nossos sonhos de lado.

Descender faz jus ao Prêmio Eisner não apenas por propor essas discussões cada vez mais urgentes, mas também por trazer inovações artísticas em traços mais esboçados e cores suavizadas. Sua qualidade visual é de dar inveja a muito ilustrador.

Descender tem os direitos para audiovisual comprados pela Sony Pictures. Será que teremos um filme nos próximos anos?

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Resenha

Resenha | Ada Batista, Cientista

O livro faz parte da coleção Jovens Pensadores, que encoraja crianças a descobrirem sua habilidades.

Mylla Martins de Lima

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Ada Batista, Cientista é um dos quatro livros da coleção Jovens Pensadores, publicada pela editora Intrínseca neste ano. Ela reúne a escrita dinâmica de Andrea Beaty e a divertida ilustração de David Roberts.

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Ada Batista é uma menina curiosa desde quando aprendeu a andar. Mais importante que andar, era explorar. O livro fala sobre as pequenas primeiras descobertas de Ada, que sempre tem as perguntas na ponta da língua e pais que não conseguem saná-las cem por cento. Através de experiências nem sempre tão boas, mas mesmo assim muito engraçadas, a menina tenta coletar provas para uma possível resposta final de absolutamente tudo.

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A obra não poderia ser mais especial, já que a origem do nome da protagonista Ada Maria Batista foi uma homenagem a duas mulheres. A primeira é Marie Curie, cientista responsável pela descoberta de dois elementos químicos, além de laureada com o Prêmio Nobel de Química em 1911. Sua pesquisa foi usada como base para a criação do raio X.

A segunda homenageada é Ada Lovelace, uma matemática e escritora inglesa. Hoje, ela é mais conhecida por ser a primeira programadora da história, tendo escrito o primeiro algoritmo para ser processado em uma máquina.

“Desde que a ciência existe e é praticada, as mulheres já eram cientistas. Elas faziam perguntas e buscavam respostas para os segredos do universo. A Terra e as estrelas. As estalactites e os cavalos-marinhos. As geleiras e a gravidade. O cérebro e os buracos negros. Os segredos de todas as coisas”

A série Pequenos Pensadores conta com outros livros como Paulo Roberto, Arquiteto; Sofia Pimenta, futura Presidenta e Rita Bandeira, Engenheira. Todos os títulos, apesar de infantis, conquistam também os corações adultos com sua premissa de que ninguém é pequeno demais para sonhar alto. Não há quem resista a livros que colaboram com o futuro de quem pode revolucionar o mundo. Cheia de lições valiosas para pais e filhos, esse é o presente de Natal mais incrível para uma criança.

“E foi o que fizeram, pois é isso que precisa ser feito quando seu filho tem uma paixão e para ela leva jeito.

Eles reorganizaram seu mundo e, com muito tato, ajudaram Ada a distinguir a ficção do fato .

Ela faz muitas perguntas. É sempre uma nova conquista. E como não fazê-las? É a essência de todo jovem cientista.”

Andrea Beaty compreende seu público e o cativa. Em parceria com David Roberts, detentor de duas medalhas de honra literárias – Carnegie Medal e Kate Greenaway Medal – conseguiram o mais que merecido Goodreads Choice Awards na categoria de Melhor Livro Ilustrado.

Ada Batista, Cientista dá um show de criatividade e beleza, além de ser lúdico, divertido e encorajar o autoconhecimento da criança. É impossível não tornar o livro um dos queridinhos!

Aproveite o que existe de melhor nos pequenos e lembre-se: livro é o melhor presente.

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Livros

Aniversário do Kindle: dispositivo completa 12 anos

E-reader da Amazon revolucionou modo de consumir livros nos últimos tempos.

Gustavo Carvalho Cardoso

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O Kindle está completando 12 anos como uma plataforma digital para ler milhares de livros a hora que quiser com conforto e praticidade. Além de conquistar o coração dos leitores, ele também evoluiu o mercado literário de forma gradual em mais de uma década. A plataforma revolucionou por ser a leitura mais democrática do globo, além de ser a mais rápida para se adquirir qualquer tipo de livro no catálogo.

O primeiro Kindle foi lançado em 2007 como resultado do problema em se criar um dispositivo funcional. Não demorou muito para que o primeiro protótipo, que era um “tijolão”, evoluir para o que conhecemos hoje, totalmente touchscreen, iluminado e prático. Este ano é o momento da Amazon celebrar as inovações que ela trouxe durante esses 12 anos com o dispositivo.

A primeira grande revolução foi o acesso rápido à leitura. O que antes era burocrático e lento, agora ficou prático e rápido, apagando a distância entre o leitor e o livro. Tudo passou para a palma da mão, tanto no celular e tablet, como nos aparelhos da Amazon. O Kindle surgiu com uma plataforma virtual que é fácil de mexer e é acessível a todos com acesso à internet.

O tamanho compacto do dispositivo também foi uma inovação, pois com ele foi possível levar a leitura para qualquer lugar, sem a dificuldade de ler um livro pesado e denso nem a preocupação de estragá-lo por levá-lo na mochila. O vício em ler nunca foi tão acessível antes.

O medo de não conseguir ler um livro que não está mais sendo impresso também era um grande problema no passado, mas agora tudo está digitalmente no catálogo. É possível encontrar livros tanto de famosos quanto daqueles menos conhecidos, de nicho ou que não tiveram tanto marketing, assim como as histórias dos autores em ascensão.

A plataforma auxiliou novos autores a se consagrarem através de uma ferramenta de autopublicação chama Kidle Direct Publishing. Nela, qualquer autor pode publicar a obra e incluí-la no catálogo da loja gratuitamente. Isso auxilia tanto o autor independente, quanto o leitor que busca novos ares.

Tudo é bastante acessível na plataforma e passa a sensação da leitura de um livro impresso, mas que podemos consumir ao nosso gosto. O controle sobre a iluminação e o tamanho das letras ajudam bastante leitores que tem problema de visão ou que estão cansados por um longo dia de trabalho, além de conferir um ambiente mais pessoal.

Existe um dicionário instantâneo para que o leitor não fique boiando quando se deparar com palavras e vocábulos de outras línguas. Além de percorrer o conteúdo do livro, pode-se aprender outro idioma através da mesma leitura.

Esse pacote de recursos e facilidades tem um preço acessível. O consumidor também pode contar com plano de assinatura Kindle Unlimited. Ele disponibiliza mais de 1 milhão de obras por apenas R$19,90 por mês.

Agora não há mais desculpa para não ler aquele livro que te deu vontade. Experimente o Kindle e diga-nos como foi sua experiência “litera-virtual”.

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