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“Eu queria que fosse agora,” diz George R.R. Martin

Edi

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George R.R. Martin diz que ele está trabalhando muito para publicar The Winds of Winter até 2016.

“Eu queria que fosse agora,” diz Martin, acrescentando que sempre priorizou publicar o livro antes da temporada de 6 de Game of Thrones .

George RR Martin

Martin, que se tornou lendário por manter os fãs à espera do próximo capítulo A Song of Ice and Fire, admite que ele pode ser “excessivamente otimista sobre a rapidez com que eu possa terminar.” Mas ele está fazendo tudo que pode para facilitar a chegada do seu livro.

“Eu cancelei duas aparições em convenções, eu estou cancelando muitas entrevistas “, o autor relaciona.

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Livros

Férias de Verão: 10 filmes que vieram de livros e você não sabia

Prova de que os livros muitas vezes antecedem as produções milionárias.

Mylla Martins de Lima

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A adaptação de uma obra literária para o cinema é um desafio imenso, até porque nem tudo que é atrativo em um funciona com o outro. Mas existem histórias tão bem repassadas para as grandes telas que ninguém diz que o roteiro saiu de uma primeira ideia. Conheça filmes que saíram dos livros e você talvez não saiba.

1. Uma dobra no tempo

A ficção científica escrita por Madeleine L’engle em 1962, chegou às livrarias brasileiras em 2018 pela DarkSide Books com uma HQ magnífia do primeiro volume e pela Harper Collins Brasil com livros em formato tradicional da trilogia completa.

No mesmo ano, a Disney contempla seus fãs com um filme cheio de magia e grandes nomes como Oprah Winfrey e Reise Witherspoon.

2. Alita: Anjo de Combate

Muito antes do filme de ação futurista que chegou nos cinemas em fevereiro de 2019, o thriller já fazia sucesso no formato mangá. Este foi escrito em 1990 por Yukito Kishiro e finalizado em 1995 com um total de nove volumes.

Aqui no Brasil, o mangá ainda é comercializado pela editora JBC.

3. Garota Exemplar

O suspense premiado pelo Critic’s Choice Awards por melhor roteiro adaptado em 2015 também surgiu do best-seller de Gillian Flyn, publicado em 2012 e impresso pela editora Intrínseca. O mesmo já havia rendido prêmios à autora, como o Edgar de melhor romance e o Goodreads Choice Awards best of the best e melhor estreia de autor.

4. Blade Runer

Falando em adaptações, Blade Runer foi inspirado em Androids sonham com ovelhas elétricas? publicado em 1968 e escrito pelo mestre da ficção científica Philip K. Dicks. O livro foi trazido para o Brasil pela editora Aleph.

Este é tão amado no meio cinematográfico que foi ao ar em três edições, sendo Blade Runer – o Caçador de Androides, de 1982, Blade Runer 2049, 2017, e Blade Runer Black out 2022 no mesmo ano.

5. Mogli: O menino lobo

Esse é conhecido tanto como uma clássica animação dos estúdios Disney de 1967, quanto o live action de 2016. Mas o que poucos sabem é que Mogli é um dos seis contos do livro The Jungle Book (Os Livros da Selva) escrito em 1894 por Rudyard Kipling e ilustrado pelo seu pai, John Lockwood Kipling.

Aqui no Brasil, a obra foi trazida pela editora Zahar.

6. Shrek

Pois é! Muito antes da primeira vez do Ogro mais fofo do cinema aparecer em alguma tela, 2001, existiu um livro publicado em 1990, escrito e ilustrado por William Steig. A estética dos personagens nas páginas são ainda mais bizarras e divertidas.

O livro é publicado no Brasil pela Editora Companhia das Letrinhas.

7. JUMANJI

O livro de fantasia infantil escrito e ilustrado por Chris Van Allsburg foi originalmente publicado em 1981, e sua primeira adaptação cinematográfica foi em 1995. Anos após o primeiro filme, agora em 2017, a continuação da franquia voltou aos cinemas e, com o seu sucesso, a editora DarkSide Books desenterra o livro com uma edição capa dura e muito próxima da original.

O terceiro filme estreia esse mês aqui no Brasil.

8. O exorcista

O glorioso filme de 1974, dirigido por William Friedkin e detentor do Oscar nas categorias de Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Mixagem de Som, também teve suas origens nas páginas de um livro. O romance assustador foi publicado em 1971, escrito por William Blatty, trazido pela Harper Collins Brasil, e ainda esse, tem como inspiração um segundo de nome Exorcismo, escrito por Thomas B. Allen, um historiador americano que baseou-se em documentos do primeiro relato oficial de exorcismo, publicado pela DarkSide Books.

9. Psicose

Um dos sucessos de Hitchcock, o clássico suspense Psicose, tem suas raízes literárias. A obra foi escrita por Robert Bloch em 1959, publicada pela DarkSide Books aqui no Brasil, e já recebeu duas adaptações nas telonas.

10. Hellraiser

Hellraiser é um dos exemplos que o autor do livro é, também, o roteirista. Clive Barker publicou a obra em 1986 dando origem ao filme em 1987, sequenciando mais nove filmes da mesma franquia.

A DarkSide Books tem uma excelente edição, com capa de couro e detalhes dourados.

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Livros

Christopher Tolkien, filho de JRR Tolkien, morre aos 95 anos

A Tokien Society deu a notícia hoje mais cedo para confirmar que o jovem de 95 anos faleceu.

Edi

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Hoje, o fandom da Terra-média lamentou a perda de um de seus maiores campeões. Há pouco tempo notificais foram divulgadas confirmando a morte de Christopher Tokien, filho de JRR Tolkien, que escreveu O Senhor dos Anéis.

A Tokien Society deu a notícia hoje mais cedo para confirmar que o jovem de 95 anos faleceu.

Em 1975, Christopher Tolkien deixou sua bolsa de estudos no New College, Oxford, para editar o legendário legado de seu falecido pai. A perspectiva era assustadora. O medievalista de 50 anos se viu confrontado com 70 caixas de obras não publicadas. Milhares de páginas de anotações, fragmentos e poemas, algumas datadas de mais de seis décadas, foram colocadas ao acaso nas caixas. 

Os textos manuscritos foram rabiscados às pressas a lápis e anotados com um amontoado de notas e correções. Uma história inicial foi redigida em um caderno de exercícios do ensino médio.

Uma grande parte do arquivo dizia respeito à história do mundo ficcional de JRR Tolkien, a Terra-média. As anotações continham uma imagem mais ampla de um universo, apenas sugerido nos dois romances mais vendidos de Tolkien, O Hobbit (1937) e O Senhor dos Anéis (1954-55). 

Tolkien pretendia trazer essa imagem à tona em uma longa e solene história que remonta à própria criação, mas ele morreu antes de concluir uma versão final e coerente.

Christopher decidiu editar esse livro, publicado em 1977 como O Silmarillion. Ele então se voltou para outro projeto extraído dos papéis de seu pai, e depois outro – finalmente publicando poesia, obras acadêmicas, ficção e uma história de 12 volumes da criação da Terra-média. The Fall of Gondolin, publicado em agosto, é o 25º livro póstumo que Christopher Tolkien produziu nos arquivos de seu pai.

Uma nova série produzida pelo Amazon esta chegando antes que o filho de Tolkien pudesse contempla-la.

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Resenha

Resenha | Café da manhã dos campeões

“Um livro sobre dois homens brancos, um escritor mal sucedido e um louco”

Mylla Martins de Lima

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Dentre os lançamentos de novembro da editora Intrínseca, a divertida comédia ácida de Kurt Vonnegut – autor de Matadouro Cinco – ganha seu espaço no coração dos leitores.

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Originalmente publicado em 1973, Café da manhã dos Campeões é atemporal devido à sua escolha de palavras e bom-humor. Foi publicado como uma comemoração de 50 anos de Vonnegut e era fiel às temáticas mais pesadas, contudo quis apostar em uma possível reinvenção, provando que é capaz de atingir diferentes públicos sem deixar seus fãs “raíz” na mão.

“Fui programado para me comportar de forma imatura aos 50 anos – insultando o hino americano, desenhando bandeiras nazistas, e um cu e um monte de coisas com uma caneta com ponta de feltro. Para dar uma ideia do grau de maturidade das ilustrações que eu fiz para este livro, eis o meu desenho de um cu: “

A trágica comédia conta com a história de dois homens que levavam suas vidas de maneiras muito diferentes, Kilgoure Trout e Dwayne Hoover. O primeiro é um escritor mal sucedido que já escreveu muitos histórias de ficção científica, mas que não são publicados no formato de livros e sim em revistas pornográficas que utilizam suas obras apenas para preencher buracos. O segundo é um homem rico, dono de uma agência automobilística e muito mais; o seu único problema é estar à beira da loucura, precisando de pouca coisa para levá-lo à total perda de sã consciência.

Acontece que Dwayne descobre um dos contos de Trout onde o autor fala que apenas uma pessoa possui o livre arbítrio e essa vive em meio à máquinas que foram programadas para cumprir determinadas funções. Isso o leva a pensar que só ele possui a consciência humana e assim se desencadeia sua insanidade. O livro é sobre o início, meio e fim desse encontro.

“Trout e Hoover eram cidadãos dos Estados Unidos da América, um país chamado simplesmente de Estados Unidos para abreviar. Este era o seu hino nacional, que era a mais pura baboseira, bem como tantas outras coisas que se esperava que eles levassem a sério”

O livro é recomendado para alienígenas desde o seu prefácio, como um manual, e por isso o autor dá ênfase à significados óbvios das palavras. Além dessa loucura, o livro tem diversos desenhos originais do Kurt, que vem para completar essas palavras.

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Temas como guerra, sexo, política e racismo viram críticas durante a narrativa. O autor traduz o estilo de vida americano e sua política racial de maneira que o leitor se sinta mal por escapar uma risada, mas que seja impossível não o fazer. O humor distorcido é, sem dúvidas, o destaque do best-seller, dotado de piadas muito inteligentes que Kurt traz em forma de protesto.

“– Será que a rena está ouvindo? – disse Harry

– Foda-se a rena! – Grace acrescentou em seguida – Não, a rena não está ouvindo.”

Rena era o código que eles usavam para se referir à sua empregada negra que, naquele momento, estava bem longe, na cozinha. Era o código que eles usavam para se referir aos negros em geral. Aquilo permitia que falassem sobre o problema dos negros na cidade, um problema bem grande, por sinal, sem ofender nenhum negro que por ventura os ouvisse.

– A rena está dormindo. Ou lendo a Revista dos Panteras Negras – disse Grace”

De uma simplicidade inigualável, o autor não trabalha com segredos nas entrelinhas, tudo é exposto de maneira nua e crua, o que facilita o seu reconhecimento por um público novo. O mesmo se intitula o Deus daquele universo, bem como narrador da história. Isso com certeza o aproxima dos leitores, que se divertem enquanto Vonnegut fala sobre o futuro do personagem com o próprio personagem.

Café da manhã dos Campeões é de uma leitura rápida e reflexiva, diferente de tudo o que já se viu. O livro é dividido em blocos que separam as histórias principais de sub-histórias que são contadas pelo caminho. Suas páginas são de folhas amareladas, apesar do corte branco. A capa é dura com a arte bem parecida com a do livro anterior.

Escrito durante a crise de um homem de meia idade, o livro não deixou nada a desejar. Indicação para quem entende sátiras e gosta de uma boa crítica.

Essa obra é de extrema inteligência. Um livro que literalmente brinca com a loucura.

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