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Jogadora da G2 Gozen é acusada de racismo após derrota para Team Liquid no VCT Game Changers 2025

A jogadora amy, da G2 Gozen, foi acusada de racismo após usar emoji de macaco em publicação sobre derrota para a Team Liquid no Game Changers Championship 2025.

Isabelly Corrêa
2 Min Ler

O início do VCT 2025 Game Changers Championship foi marcado por polêmica: a jogadora Amy “amy” Lai, da G2 Gozen, foi acusada de racismo após publicar no X um emoji de macaco ao comentar a derrota para a Team Liquid Brazil.

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De acordo com o site The Spike, amy publicou no X (antigo Twitter) um comentário sobre o confronto acompanhado de um emoji de macaco — gesto interpretado pela comunidade como uma referência depreciativa à equipe brasileira. A publicação veio logo após a jogadora lamentar o round final, em que Natália “daiki” Vilela garantiu um clutch contra três oponentes e selou a vitória da Liquid no último mapa.
A última rodada vai me assombrar até nos meus sonhos”, escreveu amy.

 G2 Gozen
Equipe G2 Gozen, Amy “amy” Lai é a do meio.

A postagem gerou forte indignação entre fãs brasileiros, que rapidamente começaram a denunciar o conteúdo como racista. A pressão fez com que amy apagasse o tweet cerca de cinco horas depois. Em seguida, ela publicou uma nova mensagem afirmando que “não sabia do contexto por trás do emoji”.

Diretor executivo da G2 Gozen ataca brasileiros

A situação escalou ainda mais quando Carlos “Ocelote” Rodriguez, diretor executivo da G2 Esports, também foi acusado de usar emojis de macaco para se referir a brasileiros. Em postagens posteriores, ele teria chamado brasileiros de “animais”, “amebas de baixo QI” e feito insultos homofóbicos ao comentar a repercussão negativa.

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https://twitter.com/Carlos_ROcelote/status/1993783659451863059?s=20

Até o momento, a Riot Games não se pronunciou oficialmente sobre o caso, deixando a comunidade à espera de possíveis sanções ou medidas disciplinares contra a jogadora e o dirigente.

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