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Game of Thrones: T8 EP 5 – Fogo e Sangue (resumo comentado)

Daenerys surpreende Cersei com a “bandeira” da casa Targaryen.

Rodrigo Roddick

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Tudo ou nada. Desde o início dessa última temporada, os ânimos dos personagens – e inclusive dos espectadores – se inflamaram para a conclusão do conflito milenar entre as Casas dos Sete Reinos e os Targaryen, protagonizado no presente momento pela Daenerys e Cersei Lannister. Foi notável a necessidade de se encerrar uma história de qualquer jeito (pela rapidez dos acontecimentos), mas a execução deste processo, mesmo com os detalhes acertados, foi muito falha e destoante do tônus que abarca Game of Thrones.

Este quinto episódio começa com a sentença de morte de Lorde Varys. Acho que era claro para todos os espectadores da série que Tyrion não se voltaria contra Daenerys tão facilmente. Ele acreditava que sua rainha tinha bom discernimento para governar. É bom lembrar que ele esteve ao lado dela em Mereen e acompanhou sua gestão. Lorde Varys também, mas ele sempre está um passo a frente. Sempre conjecturando os caminhos que uma escolha desastrosa pode acarretar para o povo, por qual ele sempre lutou. Foi um fim coerente ao seu tipo de pessoa e coeso com estilo de Daenerys.

Até esse momento parecia que tínhamos um bom episódio nas mãos, mas fomos enganados.

DAENERYS

Apesar de Daenerys não estar errada em inferir que Sansa fez de tudo para inclinar Jon a ao Trono de Ferro, a recente tendência dela em procurar traidores onde não existem a aproxima bastante do pai dela. É bom lembrar que já vimos essa marca de caráter acontecer em alguns momentos da série. Contudo, ainda que ela tenha esse fascínio por governar – porque acredita ter nascido para isso, devido aos fatos que permeiam sua trajetória – ela era até então uma pessoa que também sempre pensava naqueles que ninguém pensa, exceto Varys: o povo.

Sua conduta enlouquecida e furiosa que assistimos passou longe de sua trajetória, mas teve tudo a ver com esta temporada. Desde que Daenerys chegou no Norte, ela sentiu sua reivindicação ser abalada por três fatores: 

1 – O povo ama mais Jon Snow.

2 – Sansa duvida do discernimento de Daenerys porque ela não quer abrir mão do Norte, mesmo apaixonada pelo irmão dela. Para Sansa, Daenerys é apenas uma mulher com sede de poder, não tão diferente de Cersei.

3 – A descoberta que o Jon Snow é o herdeiro legítimo.

Abalada por essa falta de clamor que ela estava acostumada em Essos, Daenerys sente seu reinado ameaçado. Ela começa a adotar uma postura ofensiva para defender o que é dela por direito e isso a conduz para um novo desvio de caráter: a loucura. Ela não é como o pai. Não é louca. Mas a sede de poder é uma loucura que faz sua visão ficar turva. E isso culmina neste episódio, provocado por um estopim que ela não esperava.

Missandei é decapitada no episódio anterior gritando “Dracarys”, ou seja, “Burn them All” (Queimem todos eles!) a mesma frase proferida pelo pai de Daenerys a Jamie Lannister e que acabou se tornando suas últimas palavras. Este pequeno sentido constitui uma conclusão poética e reafirma o desvio de caráter de Dany, que se aproxima gradativamente de quem Aerys II era.

Alguns criticam que Missandei não teria tanto impacto na vida de Dany para ela ficar enlouquecida, e estão certos. Ela foi o ápice do conflito que a Mãe dos Dragões estava vivendo não o motivo. Era até onde Daenerys podia aguentar. Ver uma amiga muito próxima que ela libertou da escravidão e jurou proteger morrer diante de seus olhos inflamaria qualquer um.

O ataque dela em King’s Landing não foi algo fora dos padrões, muito menos incoerente com a história. Era um dos caminhos para o qual a personagem Daenerys foi criada, embora um no qual não acreditávamos muito. Foi uma surpresa pequena. Tragável, mas com sabor ruim. O ataque marca claramente as palavras de sua família: Fogo e Sangue.

Daenerys afirmou que quebraria a roda, mas não King’s Landing inteira.

A incongruência, porém, reside nas intenções dela. Nos episódios anteriores ela vivia reafirmando a necessidade de recuperar a Capital dos Sete Reinos porque quem a dominava, podia se decretar “Rei” ou “Rainha”. Mas ao chegar nela, o que ela faz? Destrói tudo, inclusive o próprio castelo de sua família. Claro, ela pode reerguê-lo ou pode morar em Dragonstone, ela estava cega de poder ou com ódio por Missandei morrer… podemos dar a justificativa que quisermos, isso não vai apagar a fragilidade do roteiro neste ponto.

ARYA STARK

A preferida do público para matar Cersei não conclui sua missão. Ela viaja ao lado de Sandor Clegane até King’s Landing, mas quando chega lá ela é transformada por um lado de seu companheiro que ela não conhecia: ele fala como um pai, como Ned Stark falaria com ela. Isso enfraquece sua necessidade de assassinar Cersei, até porque ela morreria de qualquer jeito, a julgar pelas circunstâncias. Do ponto de vista técnico, nada está errado, mas é claro que isso desperdiçou a oportunidade de causar uma sensação catártica nos espectadores.

Algo insuportável de assistir foi Arya no jogo do “morre-não-morre”. Foi chato demais. Tudo bem que mostrá-la junto ao povo da Capital completou o crescimento da personagem, pois na primeira vez que ela estava no meio deles foi para assistir à morte de seu pai. Naquele momento ela queria destruir King’s Landing inteira, mas agora quando isso finalmente acontece, sua postura é outra: ela percebe que o povo não tem culpa de nada. Foi genial essa sacada, porém o exagero tornou as cenas maçantes.

CERSEI LANNISTER

O ponto mais odioso deste episódio – e eu acredito que todo mundo compartilha deste sentimento comigo – foi assistir Cersei morrendo aos braços de Jamie enquanto o castelo desabava sobre eles. Poeticamente este fim satisfaz o desejo dela que sempre reafirmou que eles deveriam ficar juntos porque vieram ao mundo juntos. Satisfaz também a profecia da bruxa que diz que ela vai ser Rainha até uma nova rainha chegar e tomar tudo o que ela tem. Além disso, constrói o delicioso sentido “o reino que vocês lutaram tanto para manter nas mãos dos Lannister desaba sobre suas cabeças”. Mas a morte de Cersei não poderia ter sido executada de outra forma? Poderia.

Possível finais para Cersei:

1 – Drogon poderia tê-la devorado ou ateado fogo nela.

2 – Arya poderia tê-la matado, disfarçada – com a face – de Jamie Lannister.

3 – Jon Snow poderia tê-la decapitado ao chegar com o exército na Fortaleza Vermelha (se Dany não a tivesse destruído)

4 – Jamie, observando que Cersei não se redimiria, como último recurso, mataria a própria irmã e desenrolaria uma cena de amor e dor.

5 – Tyrion poderia ter entrado no castelo e tê-la matado como fez ao pai (apesar de ser pouco provável porque Cersei estava grávida e Tyrion não mata inocentes).

6 – Cersei poderia ter fugido com Jamie e, de repente, eles são interceptados por cavaleiros nortenhos fieis a Sansa que os levariam perante ela. Sansa então os executaria.

7 – Sor Gregor poderia ter matado Cersei, dando um soco nela e fazendo-a voar da Fortaleza Vermelha no momento em que mata Qyburn.

8 – Cersei poderia tentar fugir junto ao povo, mas o povo a reconheceria e a mataria como tentaram fazer com Jofrey.

9 – Cersei se suicidaria.

10 – Por que Varys, que domina a arte dos sussurros, não infiltrou alguém na Fortaleza Vermelha e matou Cersei de alguma forma antes mesmo de Daenerys ir à Capital? Com certeza ele é muito mais habilidoso que Qyburn.

Mas não. Nenhum desses finais, que seriam toleráveis, foram abordados. Os roteiristas preferiram uma morte piegas e ridícula para uma tirana humanizada que era Cersei.

Algo interessante, porém, nos momentos predecessores a sua morte foi ela chorar, demonstrar sua fraqueza. Cersei nunca foi uma personagem forte e inteligente, mas era mestre na arte de esconder sua fraqueza. Talvez por isso muitas pessoas se identificaram com ela, contudo quando todas as suas máscaras (exército, frota, castelo, coroa) caíram, revelou-se a verdadeira face dela: fraqueza.

Cersei era apenas uma mulher egoísta com poder. Tudo o que ela tinha a fazia sustentar a máscara de “mulher fodona”.

Egoísta? Sim. Cersei só se importava com seu umbigo. Sua família era a única coisa que ela valorizava, mas não podia ser assim, ela era Rainha dos Sete Reinos! Ela poderia ter feito de Westeros inteira sua família, mas preferiu seguir as lições do pai e usar o terror e medo para governar. No momento que aparece alguém inspirando amor, as pessoas param de temer. Enfim, talvez o final de Cersei nos ensine alguma coisa: “amai-vos uns aos outros como eu vos amei”. Sou ateu, mas concordo com Jesus neste pensamento, qual a humanidade vem pecando desde sempre em alcançar.

SANDOR CLEGANE

Finalmente ele consegue destruir seu irmão. A única coisa que mantinha Sandor vivo era dar um fim àquela monstruosidade feita a Sor Gregor. Mesmo percebendo que irmão ficou tão feio por fora como era por dentro, Clegane não o deixaria daquele jeito, nem que para isso precisasse morrer com ele. E na morte, os dois se tornaram irmãos.

Um ponto muito positivo do personagem na trajetória dele é o fato de Sandor Clegane sempre afirmar que não é nem quer ser um cavaleiro. Ele viveu na pele que os cavaleiros não são cavalheirescos e isso o marcou para sempre. Ele usou o aprendizado para viver da forma correta, como um verdadeiro cavaleiro deveria ser, não como eles de fato eram.

OUTRAS CONSIDERAÇÕES

Euron Greyjoy finalmente morre, pelas mãos – ou deveria dizer “mão” – de Jamie Lannister. Seu fim foi apenas um alívio para o público porque ele é um personagem que incomoda. A Companhia Dourada é incinerada por Daenerys que, enganando Tyrion, ataca os portões de King’s Landing com o fogo do dragão. Com o ataque a Capital, o Fogo Vivo explode, coerente a um detalhe da história em que é revelado que a substância está por todo território.

Game of Thrones Season 8, Episode 5

Um ponto extremamente positivo, que acontece durante toda a série, foi ela evidenciar a vida comum nos momentos pré-guerra, na guerra e pós-guerra. É muito interessante tirar um pouco o foco dos poderosos – que é minoria – e ver como o povo reagia nessas situações antigamente. Até porque Game of Thrones se baseia nos livros “Crônicas de Gelo e Fogo” e “crônicas” nos induz a participar da vida cotidiana da época retratada.

O QUE VAI ACONTECER NO ÚLTIMO CAPÍTULO?

Vimos Tyrion, Jon Snow e Arya Stark desapontados com Daenerys. Vimos Verme Cinzento consumido pelo ódio. Vimos com clareza um conflito. É a partir disso que o final surgirá. 

Tyrion talvez não saia vivo porque Daenerys finalmente virou “Rainha das Cinzas” e pode executá-lo por traição. Ele libertou um prisioneiro da rainha.

Game of Thrones Season 8, Episode 5

Jon Snow não mataria Daenerys, mas poderia facilmente abadoná-la e reivindicar o Norte para Sansa, o que suscitaria uma nova guerra. Arya, observando que o irmão a abandonou, poderia facilmente se disfarçar de Jon ou alguém próximo de Dany e matá-la.

Ou Jon Snow pode sucumbir. Verme Cinzento gravou bem em sua mente a imagem de Jon Snow impedindo seus homens de massacrarem os Lannister. Se tudo der errado, ele conta isso para a rainha e ela o executa.

De qualquer forma, o final parece seguir essa linha de desastre que este episódio se revelou, mas o que vai ser intolerável é se Daenerys Targeryen permanecer no poder. Goerge R. R. Martin disse que o final era agridoce, mas não amargo e ridículo. É melhor não esperarmos grandes acontecimentos.

Todavia…

Varys, antes de morrer, escreveu uma mensagem. Sabemos o conteúdo dela, mas para quem ele a enviaria?

Cidadela? E assim os meistres formariam um conselho para definir que Jon deveria assumir o reino?

Illyrio Mopatis? Como rico comerciante, ele poderia ser o banco de Jon Snow, garantindo um exército para apoiar sua reivindicação?

Ou os dois?

O fim, meus amigos, será no próximo domingo. 

Saberemos se vamos ter um desfecho épico ou apenas uma conclusão qualquer. Se o final for ruim, só nos restará esperar pela chegada dos livros, torcendo para que seja muito mais interessante.

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5 motivos para assistir Gabby Duran: Babá de Aliens, da Disney

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Ser uma babá de crianças alienígenas disfarçadas de humanos é a temática principal da nova série do Disney ChannelGabby Duran: Babá de Aliens. A produção conta com a atriz Kylie Cantrall como a protagonista Gabby Duran, uma jovem que se muda para uma nova escola e encontra seu momento de brilhar ao conseguir um emprego na casa do diretor. O que Gabby não imagina é que essas crianças são seres de outro mundo e que sua missão será proteger suas identidades secretas.

Para conhecer melhor a personagem e se apaixonar pela série, confira alguns motivos para não perder os episódios desta nova produção que passa diariamente, às 18h30, no Disney Channel:

GIRL POWER

As meninas estão com tudo! Gabby Duran é uma garota aventureira, fashionista e divertida. Na vida real, Kylie Cantrall é quem dá a vida à babá e, assim como sua personagem, a atriz também possui similaridades com a protagonista, como a espontaneidade, a afeição por moda e a descendência latina. Kylie ama cantar e dançar e é possível conferir várias músicas da atriz no YouTube.

MÚSICAS QUE GRUDAM NA CABEÇA

A série conta com diversas músicas e videoclipes divertidos para dançar e se divertir. “I Do My Thing” é uma das músicas de destaque, que inclusive é interpretada pela própria Kylie Cantrall na abertura da série.

SERES APAIXONANTES

Será impossível não se apaixonar pelas crianças extraterrestres que Gabby Duran cuidará. Entre elas, o destaque vai para Jeremy, um jovem Gor-Monite disfarçado de sobrinho do diretor Swift. Ele é uma criança esperta, que aparenta ser incontrolável, mas que se torna grande amigo de Gabby. Sua forma alienígena se parece com uma grande bolha azulada.

TEM BRASILEIRO NA ÁREA

Gabby tenta conquistar e chamar a atenção do seu “crush”, Jace – interpretado pelo brasileiro Ricardo Ortiz – que estuda na mesma escola dela.

A IMPORTÂNCIA DA FAMÍLIA

Gabby precisará lidar com conflitos internos ao ver sua mãe, Dina Duran, bem-sucedida, e sua irmã, Olivia Duran, mais nova e inteligente, enquanto ela se sente perdida e incerta sobre seu futuro. Entender a importância da família e o papel de cada membro no meio familiar é um assunto que a série aborda expondo que – apesar das diferenças – a família sempre será influente na vida de cada um.

https://www.youtube.com/watch?v=vsgBlpMRY-w&list=PLITcWu36oOU9zhCXOObY8hOSj4RbrtITJ&index=27&t=0s

A nova produção da Disney vai ao ar de segunda a sexta, às 18h30

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Colecionáveis

New York Toy Fair revela produtos Star Wars em primeira mão

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Este ano, a Força é forte com os fãs que querem celebrar seu amor pelo universo de Star Wars™ através dos novos produtos ligados às histórias e personagens foram revelados na New York Toy Fair – feira internacional de brinquedos que acontece até 25 de fevereiro em Nova York.

Com lançamentos inspirados na famosa série do Disney+, The Mandalorian (criada por Jon Favreau e produzida por Dave Filoni, Kathleen Kennedy e Colin Wilson), a maior expectativa da feira é por brinquedos, produtos colecionáveis, livros, artigos de decoração, roupas, jogos e acessórios inspirados no personagem mais novo (e provavelmente mais bonito) da galáxia, The Child, carinhosamente chamado de ‘Baby Yoda’.

Os novos produtos chegarão ao varejo ainda este ano acompanhados de outros itens que serão lançados em breve.

Encontrar maneiras de envolver e surpreender o público com essa nova história de Star Wars tem sido uma tremenda oportunidade”, disse Jon Favreau – criador de The Mandalorian. “E deixar o desenvolvimento dos produtos após a estreia deu a todos a chance de descobrir mais sobre o personagem carinhosamente conhecido pelos fãs como ‘Baby Yoda’. Isso é algo especial na era dos spoilers. Aprecio muito a parceria com as equipes da Lucasfilm e da Disney que estão traduzindo esses personagens em produtos para os fãs gostarem.”

No ano passado, os produtos baseados em The Mandalorian rapidamente se tornaram alguns dos presentes mais procurados e os que eram inspirados em The Child foram intencionalmente retidos para manter a grande revelação do personagem. À medida que novos espectadores descobriam a aclamada série, a demanda por eles continuava a crescer. Tanto é que ‘Baby Yoda’era o resultado principal na pesquisa da palavra “baby” no Google, nos Estados Unidos, e as encomendas de produtos do personagem atingiram o primeiro lugar em e-commerce’s de varejo como Amazon, Walmart.com e Target.com. Além disso, recentemente, a Funko anunciou seu Pop Bobblehead ‘The Child’ que foi a action figure mais vendida em todos os tempos na pré-venda.

Também foram revelados lançamentos inspirados na série animada vencedora do Emmy, Star Wars: The Clone Wars, que também é produzida por Dave Filoni e está voltando para a sétima e última temporada exclusivamente no Disney+. Em comemoração à estreia, a Hasbro revelou um Mandalorian DARKSABER LIGHTSABER, além de produtos adicionais com os personagens favoritos da série como parte de sua nova linha de veículos e figuras de ação Mission Fleet, incluindo ANAKIN SKYWALKER JEDI STARFIGHTER, AHSOKA TANO AQUATIC ATTACK e CAPTAIN REX CLONE COMBAT.

A temporada final de 12 episódios de Star Wars: The Clone Wars estreia no dia 21 de fevereiro no Disney+ com novos episódios sendo transmitidos toda sexta-feira. Os fãs podem esperar mais revelações de produtos inspirados na série ao longo do ano. O aplicativo de streaming da Disney chegará em breve no Brasil.

Outros produtos ligados a momentos marcantes da saga, como o lançamento de Star Wars: Ascenção Skywalker e o 40º aniversário de Star Wars: O Império Contra-Ataca também chegarão às prateleiras em 2020.

De personagens inovadores como o The Child à saga Skywalker, a franquia Star Wars tem a capacidade de se conectar com fãs geração após geração“, disse Ken Potrock, President, CPC, Disney Parks, Experiences and Products. “É uma honra poder oferecer produtos e experiências que permitem que nossos fãs de todo o mundo celebrem seus personagens e histórias favoritos 365 dias por ano.”

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Nova temporada de Disney Bia estreia em 16 março no Disney Channel

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Na segunda-feira, 16 de março, a segunda temporada da produção original do Disney Channel Latin America Disney Bia estreia no canal para revelar segredos e apresentar novos romances e reviravoltas na trama.

A nova temporada da série conta a história de Bia, Chiara, Celeste, Manuel e os demais integrantes do “Fundom” enquanto percorrem seus caminhos criativos, consolidam amizades e romances e descobrem mais sobre suas verdadeiras identidades e destinos. O público encontrará as irmãs Ana e Bia juntas, vivendo uma conexão muito especial através da música. Com o apoio de suas amigas Chiara e Celeste, Bia começará a investigar o que aconteceu no acidente que separou o Urquiza dos Gutierrez. A verdade surpreenderá a todos, gerando novos confrontos familiares e colocando “Binuel” em constante perigo. Por outro lado, Manuel entra em crise para descobrir um segredo sobre sua identidade e Alex passa por uma profunda mudança, encontrando apoio em Carmín. Além disso, Marcos tentará destruir o Fundom, mas os meninos da BeU, mais unidos que nunca, o desafiarão repetidamente, sem imaginar que um novo começo mudará suas vidas para sempre.

Na contagem regressiva para a estreia, os fãs podem curtir a música da nova temporada: já estão disponíveis “¿Cuándo pasó?” e “Sentirse bien”, duas das canções que integram a história e fazem parte do terceiro álbum da série, que será lançado digitalmente em março deste ano. A playlist de Disney Bia pode ser encontrada na lista de reprodução oficial das principais plataformas digitais.

Disney Bia é um projeto com um forte componente digital que expande a ficção linear, por meio de uma estratégia de narrativa transmídia, ampliando-a, enriquecendo-a e conectando-a com o público onde quer que esteja. Os personagens têm perfis no Instagram para que o público possa conhecê-los, ver o que fazem, sentem e pensam, além de interagir por meio de comentários.

Os fãs podem se conectar ao mundo de Disney Bia através dos vários produtos de consumo inspirados na série e disponíveis na região, como a bicicleta e o ukulele da Bia, o skate de Alex, conjuntos de arte, roupas, acessórios e cuidados pessoais, revistas e livros.

Disney Bia – 2ª temporada Estreia 16 de março e vai ao ar de segunda a sexta, às 19h, no Disney Channel.

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