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Brasil Game Show anuncia área Meet & Greet com patrocínio oficial da Canon

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Visitantes da BGS terão acesso gratuito ao espaço, onde poderão encontrar, pegar autógrafos e tirar fotos com personalidades do universo dos games, streamers, influenciadores digitais e celebridades

 

A décima edição da Brasil Game Show (BGS), maior feira de games da América Latina, que será realizada entre os dias 11 e 15 de outubro no Expo Center Norte, em São Paulo, e promete ser a maior e melhor de todos os tempos, terá um espaço exclusivo de interação entre visitantes, personalidades do mundo dos games, influenciadores digitais e celebridades. Trata-se da área “Meet & Greet Canon” que pela primeira vez será patrocinada pela Canon, líder mundial em soluções de imagem digital e referência em fotografia.

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No espaço de 110 m², as centenas de milhares de visitantes – a expectativa do evento é superar a marca de 300 mil pessoas – poderão tirar fotos, conversar e pegar autógrafos de seus ídolos. Os convidados da área “Meet & Greet Canon” já estão sendo revelados pela BGS e podem ser conhecidos no site oficial do evento (www.brasilgameshow.com.br/meet-greet/). Até o momento, Nolan Bushnell, criador do Atari, e Hector Sanchez, que foi produtor das séries Mortal Kombat e Injustice, e que atualmente está na Annapurna Interactive, responsável pelos jogos Ashen e The Artful Escape, anunciados recentemente, são nomes confirmados, mas o público pode esperar por mais surpresas.

Essa será a décima edição da BGS e para comemorar estamos empenhados em oferecer aos visitantes a melhor experiência possível. A feira terá atrações para todos os gostos, estilos e preferências, e a “Meet & Greet Canon” com certeza permitirá momentos inesquecíveis para o público”, afirma Marcelo Tavares, CEO e fundador da Brasil Game Show. “Estamos muito felizes por ter a Canon conosco. A Canon é uma referência em fotografia, tem produtos excelentes e vai patrocinar uma área que tem tudo a ver com o DNA da empresa. Temos certeza que essa parceria terá vida longa e que a Meet & Greet Canon será um sucesso”.

Além de patrocinar o Meet & Greet, a Canon terá um estande na área, onde vai mostrar seus produtos, inclusive alguns dedicados aos influenciadores digitais. “Levaremos o kit EOS youtuber T6i, que contempla câmera, lente, microfone, tripé, livros e cartões de memória. Estamos certos que com esses produtos os criadores de conteúdo terão os melhores equipamentos em mãos, explica Tânia Abe, supervisora de marketing da Canon do Brasil. “Nossa expectativa com a estreia na Brasil Game Show é enorme, por se tratar do maior evento de games da América Latina. Sabemos que os visitantes da feira são exigentes, buscam o que há de mais inovador no mercado e queremos mostrar os produtos da Canon para eles.

Além da Canon, a BGS já confirmou presença da Dazz Maxprint, DXRacer, Gigabyte, HyperX, Piticas, Razer, RedFox, Saraiva, TNT Energy Drink, ACE, Ambize Studio, Among Giants, Anguis Studio, Atitude Point, Behold Studios, Big Head Store, Cat Nigiri, Cogumelo Corp, Copag, Crazzy Arcade, Dark Paladin, Dreaminside Studio, FlipFlop Lab, GAMEscola, Gamemax, Games X, Geek 42, Gênio Quiz, Genos Studio, GPD GamePad Digital, Hexa Games, Incomm, JokenPô, Lady Snake Rock Wear, McFly, Mad Mimic, MBR Editorial, Onanim Studio, Rixty, Online IPS (International Processing Solution), RMAL, Pro Simuladores, Seagate, ServerLoft, Square12, StreamSoft Games, The Suns Store, The Duel Brasil, Toys Collection, Vneta Studios, Void Studios, World of Collectibles e XFire Gamers e até o início do evento revelará diariamente pelo menos uma nova atração.

A décima edição da Brasil Game Show promete ser a maior e melhor de todos os tempos e contará com cerca de 250 marcas. Duas atrações internacionais já foram anunciadas: Nolan Bushnell, criador do Atari, e Hector Sanchez, produtor de jogos das séries Mortal Kombat e Injustice, e que atualmente está na Annapurna Interactive, responsável pelos jogos Ashen e The Artful Escape, anunciados recentemente. Até outubro, outras oito serão reveladas.

Editora de Games e E-Sport do site, jornalista, amante das causas minoritárias, participante ativa do movimento negro brasileiro e do feminismo. Para sugestões de pauta enviar para: anaschuchd@hotmail.com

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Brasil Game Show 2020 é cancelada por conta da pandemia

Próxima edição do evento será realizada em outubro de 2021.

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Mais um evento cancelado em 2020: a organização da Brasil Game Show anunciou na última sexta (19) que a edição deste ano do evento não será realizada devido à pandemia causada pelo Covid-19. Confira o comunicado:

Adiar a 13ª edição da BGS para 2021 foi uma decisão difícil. Foram ouvidos visitantes, expositores, parceiros, patrocinadores, colaboradores e equipe interna”, afirma o comunicado.

De acordo com os realizadores, os visitantes que tinham adquirido os ingressos para a BGS 2020 terão suas entradas garantidas para a 13ª edição do evento, que agora será realizada entre os dias 08 e 12 de outubro de 2021. Além disso, o site oficial revelou que estes visitantes também contarão com “bônus e benefícios exclusivos”, que serão anunciados em breve.

A BGS 2020 seria realizada em outubro.

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BGS 2019 – Ed Boon veio prestigiar a etapa brasileira da Pro Kompetition

Tekken Master agora segue em terceiro lugar no top 16 da kompetição para tentar garantir sua vaga na final.

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 Durante o final de semana da Brasil Game Show 2019 (BGS), a WB Games realizou a etapa brasileira da Pro Kompetition, torneio oficial de Mortal Kombat 11, que contou com a narração de Victor Hugo Buiu e Jean Aluhandri do Kombat Klub e a presença de Ed Boon, co-criador da franquia, para prestigiar os jogadores durante os dois dias de competição.

No sábado (12), foram realizadas as fases qualificatórias – em disputas de melhor de três – que envolveram vários jogadores de alto nível, incluindo nomes conhecidos do cenário internacional. Mais de 160 kompetidores lutaram, mas somente 16 tiveram a honra de serem parabenizados no palco do estande da WB Games por Ed Boon.

Já no Domingo (13), diretamente do palco principal da BGS, os jogadores disputaram partidas – melhor de cinco – acirradas do início ao fim. Não demorou muito para o público comparecer em massa para acompanhar cada luta.

Próximo ao final, o único brasileiro sobrevivente na competição, Bruno “KillerXinok” Henrique, estava na loosers bracket dando tudo de si para chegar à final e não ser eliminado. Porém, Tyrese “DizzyTT” Carl acabou levando a melhor contra o Baraka e em seguida enfrentou Sayed “Tekken Master” Hashim que, apesar de seu nick,seconsagrou vencedor da Pro Kompetition na BGS 2019 em uma mirror match de Sonya por 3 a 0.

A premiação foi separada da seguinte maneira:

  • U$5,000 para o primeiro;
  • U$3,000 para o segundo;
  • U$2,000 para o terceiro;
  • U$1,500 para o quarto;
  • U$600 para o quinto.

Tekken Master agora segue em terceiro lugar no top 16 da kompetição para tentar garantir sua vaga na final. O Final Kombat, previsto para março de 2020 acontecerá em Chicago, Illinois.

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BGS 2019 – Entrevistamos Diana Zambrozuski durante o evento

Diana Zambrozuski destaca a importância das mulheres no mundo dos games e deixa um recado muito legal para todas que estão iniciando no mundo de streamer.

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Durante a Brasil Game Show desse ano tivemos a honra de entrevistar Diana Zambrozuski, ela que é gaucha e é uma das maiores streamers do Brasil. Sua pagina no Facebook tem cerca de 1,3 milhões de curtidas e suas diversas lives durante o dia anima a galera e diverte muito seu publico com alguns jogos.

Me fala um pouco da sua história. Como você começou no mundo Games e se alguém te influenciou?

Meu nome é Diana, e eu faço Live jogando já faz uns 5 anos e hoje eu vivo só disso. As Lives são minha principal profissão. Eu trabalho com todo esse meio de influencer e games, mas principalmente as Lives. 

Eu comecei porque eu me identifiquei muito com a personagem Catarina de League of Legends  eu era muito fã e todo mundo me dizia que era muito parecida com a personagem, como o cabelo vermelho, e ela tem uma personagem forte e é muito legal aquela mulher de faca na bota. Então eu já gostava muito de desenhar e fiz trabalhos artísticos, então pensei: ‘Nossa, seria muito louco fazer um trabalho cosplay, nunca fiz isso antes, mas decidi experimentar e deu certo. Comecei a ir nos eventos cosplay, e foi maravilhosa. Eu era uma pessoa super tímida, muito fechada, e achava até estranho eu ser aquela pessoa que gostava de cosplay, nesse meio todo de animes, jogos, etc. Na minha turma isso ainda era meio a parte, mas nesses eventos eu consegui me abrir, quando eu me vestia de alguma personagem eu me sentia a vontade para fazer o que eu quisesse, eu podia dançar, podia fazer coisas que eu normalmente eu não veria por vergonha ou timidez. Então, foi muito libertador e eu gostei bastante e continuei fazendo e melhorando meu cosplay, até que um dia resolvi criar uma página no Facebook, e comecei a ir em eventos e ter seguidores e a ser chamada para os eventos. Até que um dia me perguntaram por que eu não fazia uma Live para unir essas coisas que eu já gostava que é comunicar, é jogar, é estar ali na comunidade. Então decidi fazer um Live e já de cara adorei e comecei a fazer Lives e foi um grande processo né. No início eu fazia mais por amor, mais como um Hobby secundário e não dava retorno, mas de uns tempos pra cá começamos a colher frutos, e começamos colocar isso como primeiro plano na vida e estamos aí até hoje. 

Antes do mundo de cosplay de LOL você teve alguma influencia para entrar no mundo dos games?

Meu pai sempre foi muito ligado a tecnologia e ele sempre quis ter um computador sempre gostou de jogar, eu vivi a vida inteira vendo ele jogar Battlefield 2 em casa bem viciado, olhando para a tela girando a cabeça conforme os movimentos do game, então ele sempre gostou muito e sempre nos proporcionou esse acesso a tecnologia. Eu morava numa zona rural bem afastada e mesmo assim fazia de tudo pra ter um computador e internet, ele traçou um fio de 100 metros no sitio pra conseguir pegar internet de uma CPU lá em cima até lá em baixo, mas ele fez o possível e conseguiu nos dar internet e nos dar esse acesso, porque ele achava importante e sempre valorizou muito isso. Eu acho que essa foi a maior influencia que eu tive, porque as minhas amigas e todas as pessoas em minha volta ninguém tinha um video-game, ninguém costumava jogar, ou até mesmo a gente escutava que isso não era coisa de menina, então maioria das meninas que eu conheço que jogam e porque tinham primo, irmão, um pai ou uma figura masculina que trouxeram um console ou um computador pra dentro de casa, é muito difícil uma menina da minha geração ter vindo por conta, ter tido uma mãe alguém assim ou até mesmo por conta ter tido um video-game, então graças ao meu pai que eu tenho essa bagagem gamer desde pequena.

Sabemos que o machismo ainda infelizmente ainda é presente dentro das lives femininas, queríamos saber de você como você conseguiu lidar com isso?

Eu comecei a fazer lives por que eu já fazia muito parte dos grupos do Facebook, da minha pagina e tal, então eu já convivia numa comunidade e eu  já sabia que era bem arisco o ambiente, naquela época ainda era pior do que hoje, por que hoje mudou um pouquinho, as pessoas tem um pouco mais de cuidado né, o assunto está mais a tona, mas naquela época era bem mais arisco e eu via que as meninas que divulgavam as lives sempre sofriam um grande hate, mas eu quis fazer minhas lives mesmo assim e comecei divulgando em grupos, ouvindo muito a ponto de 7 a cada 10 comentários se referindo ao por que a gente ta divulgando uma foto pra promover a nossa live, sendo que todo mundo faz isso, mas por que a gente é mulher parece que ta usando nossa aparência, para se promover, chamar atenção, dos nerds.

Muitas mulheres usam um nick masculino ou unissex para fugirem do rage e da toxicidade, queríamos saber de você Diana se em algum momento você usou um nick diferente ou sempre deu cara a tapa?

Eu sempre dei a cara a tapa e usei meu nome, mas a gente acaba vivendo o 8 ou 80, sendo paparicada e assediada até demais com frases “ Ah gatinha, manda mensagem”, eles ficam pedindo seu contato e dando muito atenção e às vezes você não quer, você só quer jogar ali, ou o oposto, quando eles falam “ Seu lugar não é aqui, vai para o fogão” então estamos sempre vivendo os extremos, uma atenção exagerada ou um ódio só por você ser mulher. 

Sobre o nickname, o pessoal estava fortalecendo a campanha “ My Name, My Game” e eu achei isso super bacana, várias pessoas com influência começando a jogar com nome feminino só pra ver a diferença que isso causa e a diferença é surpreendente. Só por você ser mulher e ter seu nick feminino você vai ser super assedia ou xingada. 

E não é um xingamento com relação ao jogo, o que seria normal, ou com relação a alguma jogada errada que você fez, é xingar por você ter um nick feminino. Quando você é xingado por isso, acaba perdendo aquele seu momento de lazer e diversão e pensa o quanto é chato isso. Você só quer jogar e respeito como um ser humano normal. E justamente isso que acaba afastando muitas meninas desse meio.

As vezes, tivemos um dia cheio e vamos jogar e acabamos recebendo esses tipos de comentários completamente injusto, não tem condições e muitas meninas acabam se afastando do meio.

O que você mais gostou dessa BGS?

Eu já venho na BGS, há um tempo e é muito legal, vemos o evento crescer, enquanto crescemos junto. Esse ano estou com o Facebook Gaming é a primeira vez que eles estão na BGS e estou fazendo muita atividade com ele, estive no palco ontem e estou dando muitas entrevistas e acho muito bacana, porque além disso eles sempre buscam a representatividade e querem ter meninas no seu show, eles sempre gostam de colocar um porta voz feminino e não só deixar os meninos já que esse espaço já é deles. 

Com relação aos comentários tóxicos, geralmente eles são anônimos, mas o Facebook acaba diminuindo isso, porque a pessoa tem uma foto e um perfil então não esse anonimato e a toxicidade diminui bastante. 

Diana Zombrozuski ainda deixou um recado a todas as garotas que querem entrar no mundo do stream.

Em todas as áreas com relação a tecnologia, as mulheres são uma extrema minoria e nos games isso não é diferente, mais não pode ser assim, nós temos que mudar isso e é difícil mudar, porque a gente que está aqui tentando tem o dobro do trabalho, enquanto tentamos não se importar com o que está sendo dito, então dá muito mais trabalho do que deveria ser, mas vale muito a pena, porque a gente está fazendo uma mudança e se não nos mexermos vai continuar do jeito que está e isso é muito injusto, porque as meninas tem que ter o direito de jogar junto e se divertir junto. 

Jogos sempre foram presentes de todas as formas, desde antes da tecnologia, os jogos são os que nos fazem pensar, raciocinar, nos ajudam, porém, agora com essa avanço da tecnologia, os jogos viraram uma febre absurda e o mercado já mostra isso, ele aumentam a cada ano, então já está na hora de mudarmos isso e provar que esse espaço também é nosso e mudar esse jogo. Para isso precisamos do apoio de todas as meninas pra mudar esse cenário, dela tá ali assistindo, ouvindo, firme e forte e ter muito orgulho de você como menina estar ali, mesmo ouvindo e passando por essas coisas da galera que ainda não aprendeu a nos respeitar como um ser humano normal, temos que estar nesse espaço, sim e insistir!

Para receber as notificações das lives da Diana é só clicar aqui. Ela faz lives de alguns jogos como GTA V, Fornite e alguns outros, além disso ela é parceira do Facebook Gaming. Claramente as mulheres deveriam ganhar cada vez mais seu espaço no mundo dos games em geral.

Entrevista transcrita por Lucas Soares e Wendy Stefani, Conduzida por Janaina Franhan.

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