O aguardado jogo GTA 6 está previsto para ser lançado em novembro deste ano. No entanto, o preço dessa grande superprodução parece envolver um enorme custo humano, lembrando condições de trabalho análogas à escravidão para os seus funcionários.
De acordo com as recentes informações divulgadas pelo conhecido insider Reece “Kiwi Talkz” Reilly na rede social X (o antigo Twitter), a desenvolvedora Rockstar Games teria colocado a sua equipe em um severo período de crunch.
Essa prática abusiva na indústria dos games envolve jornadas de trabalho extremamente exaustivas. Os profissionais são submetidos a horas extras obrigatórias, varando noites e sacrificando seus fins de semana antes do lançamento do jogo.

O crunch é amplamente visto como uma prática prejudicial, pois sacrifica completamente a saúde mental e o bem-estar dos trabalhadores em prol da produtividade e dos prazos. Segundo o jornalista, essa exploração estaria ocorrendo de forma mais cruel na unidade da Rockstar Games da Índia, onde essa cultura é muito mais explorada.
Além dessa crise no continente asiático, a famosa empresa também foi recentemente denunciada no Reino Unido. A produtora realizou demissões em massa de diversos desenvolvedores que atuavam na linha de frente do estúdio britânico.

Os profissionais desligados acusam formalmente a Rockstar Games de forte perseguição interna. Eles alegam que as repentinas demissões ocorreram logo após os desenvolvedores iniciarem um grande movimento de sindicalização no local.
Em resposta à grave polêmica, a empresa desenvolvedora de GTA 6 negou as acusações trabalhistas. A corporação alegou que as demissões aconteceram estritamente por conta de vazamentos sigilosos, que foram identificados internamente como tendo sido causados por esses ex-funcionários.









