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Guia CDL – Como começar a ler as HQs de Esquadrão Suicida

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Vamos começar uma série sobre como conhecer, através dos quadrinhos, a história dos principais heróis ou grupos, tendo em vista a necessidade de que muitos não sabem por onde começar a ler, sendo um dos grandes fatores de desânimo para o início da leitura.

Iremos fazer um guia por semana, elaboraremos seções e traremos indicações de HQs e arcos. E não poderíamos deixar de trazer algo sobre Esquadrão Suicida. Vamos lá?

O Esquadrão Suicida, também conhecido como Task Force X (o nome de uma organização intimamente relacionada, mas independente de uma supervisão), são os nomes de duas organizações fictícias que aparecem nas histórias em quadrinhos americanos publicados pela DC Comics. A primeira versão estreou em The Brave and the Bold # 25 (1959), e a segunda versão, criado por John Ostrander, estreou em Legends # 3 (1987).

Na encarnação moderna, o Esquadrão Suicida, é uma equipe “equipe de ataque” de anti-heróis que estão presos ou no corredor da morte. Agindo nas sombras, como ativos secretos do governo dos Estados Unidos, se aventuram em missões de alto risco em troca da redução de suas penas. O grupo opera a partir da penitenciária de Belle Reve, sob a supervisão e direção de Amanda Waller.

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Várias encarnações do Esquadrão Suicida têm existido ao longo do Universo DC, e fora representado em várias séries de quadrinhos, desde as suas origens na Era de Prata dos Quadrinhos, a sua moderna pós-crise, para a versão atual que foi introduzida em 2011 no evento chamado New 52, que deu uma reinicialização no Universo DC.

Esquadrão Suicida apareceu em seis edições de The Brave and the Bold (vol. 1), bem como Action Comics (vol. 1) # 552. Embora esta seja a primeira encarnação da equipe (criado pelo escritor Robert Kanigher e pelo artista Ross Andru), as histórias não tinham as armadilhas de espionagem dos esquadrões posteriores. Eram mais contos pessoais de Rick Flag.

Antes de mais nada, vale lembrar que cada arco tem sua história praticamente fechada, ou seja, você pode começar a ler o arco que mais lhe agrade, mas se quiser entender tudo, então, recomendamos que você leia o máximo possível que você puder encontrar.

Primeira Dica de Leitura – The Brave and the Bold

Este é bem o início mesmo. As histórias do Esquadrão Suicida original giravam em torno de um quarteto de aventureiros que lutavam contra adversários super poderosos. Suas aventuras, muitas vezes, envolviam conflitos com dinossauros gigantes e outras criaturas monstruosas.

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Segunda Dica de Leitura – Legends

Basicamente, Darkseid, o senhor de Apokolips, tendo uma conversa com o Vingador Fantasma, advertiu que as Lendas da Terra (no caso, os super-heróis) não se manteriam perseverantes se a população se voltasse contra eles. Darkseid então elaborou um plano para desacreditar todos os super-heróis da Terra, fazendo o planeta mais vulnerável a uma invasão posterior sua. Ele enviou a Terra um servo chamado Glorioso Godfrey, que tinha a habilidade de cativar suas vítimas com sua voz. Godfrey disfarçou-se como G. Gordon Godfrey, e elaborou uma extensa campanha publicitária contra os superseres, afirmando que eles só traziam maus exemplos, que incentivavam a violência, que a população não deveria confiar sua segurança a mascarados e que os supervilões não existiriam se não fossem os heróis. A população revoltou-se contra a comunidade heroica. O Presidente (Ronald Reagan), temendo pânico em alta escala, proibiu por decreto a atividade de superseres durante o episódio.

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Amanda Waller atribui a Rick Flag a liderança de um reformado Task Force X ou Esquadrão Suicida, no início Arrasa-QuarteirãoTigre de Bronze, Capitão Bumerangue, Pistoleiro e Magia, formaram a primeira formação da Task Force X. A primeira missão do Esquadrão fora eliminar Brimstone, um agente de Darkseid.

Terceira Dica de Leitura – Origens Secretas (vol. 2)

Durante a Segunda Guerra Mundial, uma série do Exército riffr raff, são montados em uma unidade que é altamente dispensável e, portanto, apelidado de Esquadrão Suicida. Várias dessas equipes existiam, mas sua história em quadrinhos, de um grupo específico só se tornam evidentes quando Rick Flag assume a liderança (e mesmo assim, apenas algumas aventuras deste pelotão são mostradas). Após o término da guerra, a equipe (em conjunto com o grupo Argent) é colocada sob a organização da Task Force X. Após a morte de seu pai, Rick Flag Jr. continua a liderar o grupo que é destaque em The Brave and the Bold (vol. 1).

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Equipe Moderna do Esquadrão Suicida

O primeiro volume do Esquadrão Suicida da forma moderna como as pessoas em geral conhecem hoje, foi escrita e criada por John Ostrande, com a primeira edição lançada em maio de 1987, pouco depois a equipe foi introduzida no evento conhecido como Legends (como vimos acima). Durou 66 edições mensais, juntamente com um anual e um especial (Patrulha do Destino e Esquadrão Suicida Especial # 1), ambos publicados em 1988.

Esta série detalha as operações secretas do moderno momento pós-crise do Esquadrão Suicida, criado e dirigido por Amanda Waller. É celebrado até hoje por fãs ao trazer o Capitão Boomerang e Pistoleiro à proeminência; este último recebeu o seu próprio tie-in em uma minissérie de 1988, co-escrito por Ostrander e Kim Yale, que provavelmente será usado no filme do Esquadrão Suicida, em forma de Flashbacks. O Esquadrão Suicida também apresenta um contexto moderno para o líder da equipe de campo Rick Flag Jr. e atividades modernas com seu envolvimento no Esquadrão Suicida da Era de Prata. A ex-Batgirl, Barbara Gordon, faz sua primeira aparição com a cadeira de rodas sendo inclusive a Oráculo.

Esquadrão Suicida – Vol. 1

Esquadrão Suicida (vol. 1) se esforça para humanizar seu elenco relativamente obscuro (ou seja, se você já ouviu dizer que humanizar vilões será uma coisa ruim em Esquadrão Suicida, peça a essa pessoa que leia os quadrinhos antes de comentar algo por favor).

Vários arcos de Esquadrão Suicida faziam referência ao real clima político da época, incluindo hostilidade ao Médio Oriente, organizações terroristas, a Guerra Fria e as respostas americanas secretas com apoio a ditaduras internacionais.

Esquadrão Suicida – Vol. 2

Esquadrão Suicida (vol. 2), foi publicado em 2001 e escrito por Keith Giffen, com a arte de Paco Medina.  Nesta nova fase do Esquadrão, o líder Sgt. Rock recruta novos membros, a maioria dos quais morreram durante as missões que assumiram. A série chegou ao fim rapidamente depois de 12 edições, devido as poucas vendas.

Esquadrão Suicida –  Vol. 3

Esquadrão Suicida (vol. 3), foi uma minissérie de oito edições em 2007. Ele contou com o retorno do escritor John Ostrander, com arte de Javier Pina. A história é centrada no retorno de Rick Flag Jr., e a formação de um novo grupo para o propósito de atacar uma empresa responsável pelo desenvolvimento de arma biológica.

Esquadrão Suicida – Vol. 4

Esquadrão Suicida (vol. 4) estreou como parte de toda a linha da DC Comics dos New 52, uma reinicialização de todo o Universo DC. O livro relançado foi escrito por Adam Glass, com arte de Federico DALLOCCHIO e Ransom Getty. Amanda Waller, mais uma vez dirige o grupo por trás dos bastidores; Pistoleiro, Harley Quinn e Tubarão-Rei tem um lugar de destaque nesta versão do Esquadrão Suicida. Esta série foi concluída em 2014, com a edição # 30.

Novo Esquadrão Suicida

Novo Esquadrão Suicida, foi lançado em julho de 2014. Escrito por Sean Ryan e com a a arte de Jeremy Roberts, a nova série continua a apresentar Pistoleiro, Harley Quinn, tendo o Exterminador, Arraia Negra e a filha do Coringa adicionados à mistura, sob a direção de Amanda Waller. Mais tarde, a equipe incluiu Flash Reverso e Parasita.

DC Rebirth

Agora no DC Rebirth a equipe retorna, novamente sobe a supervisão de Amanda, e já tem as primeiras imagens da edição, com a chefe do grupo discutindo com Barack Obama.

Este é o Guia do CDL, compartilhe este artigo para o seu amigo que quer muito conhecer o Esquadrão Suicida mais afundo, mas não sabe por onde começar. Na próxima semana, vamos falar de Guardiões da Galáxia.

Revisado por: Bruna Vieira.

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Hulk e Juggernaut se enfrentam em nova edição

Prévia da nova edição solo do Juggernaut mostra um grande combate corpo a corpo.

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Melhor do que uma grande luta corpo a corpo é uma luta corpo a corpo com dois dos personagens mais parrudos da Marvel Comics.

Nesta segunda edição do quadrinho solo do Juggernaut teremos o escritor Fabian Nicieza (Deadpool) e o artista Ron Garney (Captain America!) na equipe criativa, para trazer o que há de melhor (ou pior) dos dois personagens.

Sinopse

QUEBRE OU SEJA ESMAGADO! Juggernaut não é o único que deixou a destruição em seu rastro, e ele acha que é hora do HULK IMORTAL assumir a responsabilidade por suas ações!

Confira a prévia abaixo:

Juggernaut #2 está previsto para lançar no dia 21 de outubro.

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Anunciado pela Valiant, uma nova história de Bloodshot

Preparem-se para muita ação no título de Tim Seeley, Brett Booth e Pedro Andreo.

Jacqueline Cristina

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Divulgado pela Valiant Entertainment, o novo quadrinho Bloodshot: One Last Shot, que será iniciado em janeiro de 2021, o qual contará com o escritor do New York Times, Tim Seeley, ao lado dos talentosos artistas Brett Booth e Pedro Andreo, para assim despertarem todo o tipo de caos, ao mesmo tempo em que o personagem luta contra um novo inimigo junto a Wilfred Wigans e KT!

“Saindo do enredo de Burn, Bloodshot sente que deveria finalmente deixar-se na escuridão e não voltar, mas então Wigans liga para ele e diz que precisa dele”, brincou Seeley. “Toda vez que ele vira as costas para a humanidade, ele tem outra razão para voltar a ela.”

Seeley adorou construir um passado para Wigans, indicando que a próxima narrativa terá um rosto familiar para os fãs de longa data do personagem. Wigans é um gerador de histórias e podemos ligar sua história de volta ao passado com nosso vilão, que eu não vou estragar para todos. É um aceno, trazendo de volta uma nova versão de um dos bandidos.”

Confira abaixo as imagens divulgadas do título:

Bloodshot #10, Parte 1 de “One Last Shot”, estará à venda nas lojas físicas e digitais dos EUA, em 13 de janeiro de 2021.

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Superman ganha novo super vilão cósmico

O mais novo inimigo do herói é uma potência prestes a se expor no Universo da DC Comics.

Jacqueline Cristina

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Muitos leitores sabem que Superman é famoso por seus inimigos ameaçadores e até divinos, como por exemplo, Darkseid e Rogol Zaar. Entretanto, na nova edição comemorativa lançada este mês nos EUA, o Universo DC é apresentado ao mais recente poder alienígena, que chega com o intuito de testar a bravura do Homem de Aço.

Atenção: Os parágrafos a seguir podem conter spoilers.

De um planeta próximo de Krypton, temos o personagem Synmar, que possui o nome de sua terra natal, os quais confiam em inúmeros deuses da luz, devido a forte religiosidade estabelecida pelos líderes locais. Inseridos logo depois do extermínio de Krypton, é mostrado que os habitantes tem acompanhado toda a situação, apesar de não terem certeza sobre como ocorreu a explosão.

Após determinar que Synmar estava fora do raio de perigo da explosão, um grupo seleto iniciou o processo de registro da calamidade em sua história. Sendo neste momento que a nave do bebê Kal-El surge nas projeções holográficas.

Atordoados com a realidade de o habitáculo estar carregando um bebê, a liderança de Synmar debateu sobre a possibilidade de captura da nave, para darem assim uma moradia ao ocupante, entretanto, resolveram deixar que ele prosseguisse para o seu destino.

Confiando na decisão de quem mandou a criança, o grupo notou que a ida do kriptoniano para o planeta Terra o tornaria um “Deus-Luz”, além de presumirem que ele conquistaria o local, transformando em uma nova Krypton repleto de Deuses-Luz. Ainda que tivessem pensado na interceptação da nave, a ideia foi velozmente desmantelada, graças ao pensamento de que perturbar o kriptoniano, conduziria a iria dos Senhores da Luz sobre eles.  

Todavia, entra em cena Eisno Alkor, um guerreiro de Synmar, que é mostrado aniquilando, “dedo a dedo” inúmeros Thanagarianos, assim como demonstrando a real força de sua espécie, antes dos líderes de seu mundo, ir conversar com ele, para lhe dar a oportunidade de ser algo mais: “Um guerreiro verdadeiro para representar mais do que apenas o eu”.

Honrado com o convite, Eisno o aceita imediatamente, visando auxiliar o interesse de seu povo. Posteriormente, é exposto que os líderes de Synmar ainda observam o Superman, agora adulto, que luta contra a vilania em geral.  

Embora não entendam a razão da atitude heroica de Clark, o alienígena mantem o plano, apresentando definitivamente, Synmar Utopica (Eisno Alkor) a população. O próprio guerreiro demonstra estar mais observador do que orgulhoso, uma vez que não explicaram o motivo de apenas ele ter sido selecionado, assim como a ausência de outros soldados para proteger o planeta.

Não obstante, a única resposta adquirida por Synmar, foi o nome de seu futuro adversário, Superman. Mais tarde, em uma comemoração, Eisno se afasta de todos, a fim de pensar sobre sua situação, até que recebe uma súplica de socorro e, ao responder, ele se depara com vários de seu povo, mortos ou moribundos, rodeados por imagens de Clark Kent. Após todo esse cenário devastador, tudo o que o guerreiro pode perguntar foi “O que é… o Superman?”.

Apesar de não ter uma explicação para seu questionamento, Synmar Utopica está agora, ao encalço da pessoa, que seus líderes desejam que ele enfrente o Superman. Infelizmente, não foram apresentados detalhes dos poderes do “vilão”, contudo, tem-se a certeza de que ele, com certeza, ficará na lista junto a outros titãs enfrentados pelo herói no passado.

Superman #25 já se encontra a venda nas lojas físicas e digitais dos EUA.

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