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Harley Quinn decepa braço de Hera Venenosa em nova edição de ”Harley Quinn & Poison Ivy”

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AVISO: SPOILERS DE ‘ HARLEY QUINN & POISON IVY #4 A SEGUIR

Harley Quinn e Poison Ivy são um dos casais mais perigosos da DC, mas agora elas estão fugindo. Enquanto as duas passam boa parte de suas vidas lutando comntra o morcegão, as duas anti-heróis viajam pelos desertos do sudoeste da América em Harley Quinn e Poison Ivy # 4.

Como eles evitam a vegetação luxuriante enquanto fogem de Jason Woodrue, o Homem Florônico, Harley vê uma armadilha turística chamada Dino World pelo caminho, ela convence uma Ivy ressecada e irritada a fazer um pequeno desvio. Mas o Dino World não é o que parece. Harley e Ivy logo se encontram frente a frente com um amante de dinossauros chamado Dracorex e seus infelizes capangas mastigadores de salada.

Harley e Hera venenosa contra o icônico Homem Florônico

Harley e Ivy fazem um breve trabalho com Dracorex e seus companheiros, poupando um monte de turistas presos no parque temático no processo. No entanto, essa é a menor das preocupações deles, quando Jason Woodrue (o Homem Florônico) usa seus poderes baseados em plantas para emergir dos estômagos dos capangas de Dracorex, usando sua salada meio digerida como um canal.

Depois que eles escapam do Mundo Dino, Ivy percebe que o Homem Florônico os está seguindo pelo braço, e ela pede a Harley para cortá-lo com um facão próximo.

Mas não se preocupe, depois que o corpo humano de Ivy foi morto no início de Heroes in Crisis, ela foi revivida com um novo corpo vegetal antes do final da série.

Foi estabelecido que Ivy é capaz de se regenerar – ou melhor, de se regenerar como as plantas que ela controla. Ela é uma planta viva que até voltou a crescer dentre os mortos, como reiterado em Harley Quinn e Poison Ivy # 1. Mas Ivy ainda está aprendendo sobre seu corpo recém-crescido e imprevisível, que – como se vê – tem agido como um farol para o homem florônico segui-la, pois ela absorveu seus monstros vegetais na edição 3.

Então, quando o Homem Florônico começa a usar o braço de Ivy para se manifestar, há apenas uma coisa que Harley pode fazer para detê-lo – e Ivy insiste. Harley relutantemente corta o braço de Ivy com um facão e eles o jogam pela janela bem a tempo. Enquanto o braço já está começando a crescer novamente, isso ainda gera algumas perguntas.

Se Woodrue foi capaz de se manifestar através de uma salada ou de um dos membros de Ivy, não está claro o que o impede de passar por outra parte do corpo dela. Ivy é uma planta viva, e Woodrue tem o poder de enviar seus avatares para plantar matéria, então pode levar apenas uma questão de tempo até que ele volte a aparecer. E da próxima vez, Harley pode ter que cortar mais do que apenas um braço.

Carioca amante da mitologia Tolkien, Fã N°1 do Batman, Inimigo N°1 da Warner. Marvel ou DC? Pra que escolher só uma? u.u

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Resenha | Deapool – O Senhor dos Trolls (A Guerra dos Reinos)

Atenção: O texto pode conter spoilers.

Jacqueline Cristina

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Nove reinos foram devastados pelos poderosos aliados de Malekith, o Rei dos Elfos Negros, restando apenas Midgard – o último reino de pé, o qual as forças do vilão invadiram através de um portal em Nova York, se espalhando rapidamente pelo globo terrestre.

Os Trolls foram enviados para a Austrália, devido ao relevo e a variedade de criaturas nativas os lembrarem de sua terra natal. Contudo, diante de tal cenário, qual herói poderia salvar os australianos dessa terrível situação?

Sim, pensaram certo, pois o mercenário tagarela, amado por muitos, Deadpool, foi incumbido, segundo ele pela Capitã Marvel, de lutar ao lado de heróis locais, em defesa do país e de seus habitantes. O que poderia dar errado?

Bom, muitas coisas podem dar errado, de uma maneira cômica, quando o Deadpool está “liderando” uma equipe, principalmente em outro país, fato esse evidenciado pelo roteirista Skottie Young, juntamente com o artista Nic Klein, os quais mostram o mercenário tagarela em seu jeito usual, quebrando a quarta parede ao conversar com Skottie, sem contar o seu jeito debochado de lidar com a situação e os inimigos que está enfrentando.

Outro ponto a se destacar é o estilo de traço e pintura de Klein, que apesar de leve, consegue transmitir bem as facetas do mercenário, assim como dos personagens presentes.  Sem contar as capas de ambas as edições que lembram aos leitores, jogos de RPG medieval, assim como há a presença de referências das franquias O Senhor dos Anéis e O Hobbit, principalmente no que diz respeito à primeira.

Portanto, Deapool – O Senhor dos Trolls (A Guerra dos Reinos), traz outra perspectiva ao conflito que Malekith, o Rei dos Elfos Negros, iniciou em Midgard, principalmente por termos um narrador tão ilustre como o mercenário tagarela. Ah, não podemos deixar de lado, o gancho que a edição deixa para a história de Carnificina Absoluta.

Deapool – O Senhor dos Trolls (A Guerra dos Reinos) está presente nas edições #12 e #13 do herói, que se encontram a venda no site da Panini.

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Grande revelação para Tony Stark em Homem de Ferro 2020 #4

Muitas surpresas por vir para Tony Stark em Homem de Ferro 2020.

Jacqueline Cristina

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Durante o maior período da história da Marvel Comics, Tony Stark tem sido o homem sob a armadura do Homem de Ferro, o qual sempre lidou com problemas profundamente humanos.

Atenção: Os parágrafos a seguir contém spoilers do Homem de Ferro 2020 #4 por Dan Slott, Christos Gage, Pete Woods, Celeste Woods e Joe Caramagna.

Desde a reconstrução de seu corpo após os eventos devastadores da Segunda Guerra Civil, Tony tem vivido uma crise de identidade, temendo que tenha perdido toda ou parte de sua humanidade durante o processo de revitalização. Seus medos se aprofundaram ao ficar preso dentro de um mundo virtual, em que um sistema operacional chamado Motherboard disse-lhe que não havia nenhum traço genético do Tony Stark original em seu novo corpo.

No entanto, Stark acabou de saber, em Homem de Ferro 2020 #4, que os comentários da Motherboard não eram inteiramente precisos, uma vez que a medida que o Homem de Ferro chegava em seu fim, ele percebeu que era humano, afinal.

Quando a revelação da Motherboard ainda ressoava em seus ouvidos, Tony remotamente pilotou uma armadura nano tecnológica do Homem de Ferro em seu próprio corpo, descobrindo assim que suas células estavam estampadas com etiquetas de fabricação microscópicas. Abalado por tal descoberta, o herói anunciou ao mundo que o Tony Stark original estava morto e que ele agora não passava de uma construção de I. A. em um corpo artificial.

Aproveitando a confusão de Tony, seu irmão adotivo, Arno Stark, ao lado de seu parceiro de negócios Sunset Bain, tomou o controle da Stark Unlimited, adquirindo todos os recursos de Tony, incluindo o nome e armadura do Homem de Ferro, restando para o herói apenas a posse de sua armadura original, se intitulando de “Mark One”, em homenagem à mesma.

Abraçando totalmente seu novo status, Mark One tornou-se parte da revolta do Homem de Ferro 2020, liderando o movimento ao lado de Aaron Stack, o Homem Máquina, colocando Tony em total oposição contra Arno, que acreditava que um cataclismo estava se aproximando e a subjugação da vida artificial era a única maneira de evitar a destruição.

Quando Arno anunciou que planejava introduzir um código no mundo capaz de acabar com o componente de livre arbítrio da Inteligência Artificial, Tony e seus aliados correram para detê-lo. Descobrindo infelizmente, que era uma armadilha que culminou com Arno enfrentando Mark One em uma armadura muito superior, levando Tony a ser expulso da Torre Bain e presumidamente morto.

No entanto, em Homem de Ferro 2020 #4 foi revelado que a assistente de Tony, F.R.I.D.A.Y., tirou sua consciência de seu corpo e baixou-a para o mundo virtual momentos antes de seu corpo bater no chão. Mesmo grato por estar vivo, Tony ainda acredita que é pouco mais do que uma construção robótica, ficando com raiva quando a assistente insiste em chamá-lo de Tony Stark.

F.R.I.D.A.Y. garante a Tony que ele é real e diz-lhe que o processo de reconstrução não mudou isso mais do que um quadril substituto faria. Ela então o confronta com várias versões anteriores de si mesmo que são armazenadas na dimensão virtual, que são capazes de fazê-lo entender que ele não é apenas o único verdadeiro Homem de Ferro, mas que ele ainda é Tony Stark.

Em vista do ocorrido, Tony declara que é hora de começar a trabalhar, uma vez que além de descobrir seu status com a robo-revolução da qual já faz parte, Stark provavelmente terá que criar uma nova armadura ou alguma outra peça de tecnologia que seja capaz de derrotar a armadura que seu irmão usou contra ele. Ainda o herói terá que chegar a um plano para readquirir sua empresa e ativos, o que pode ser ainda mais complicado.

Apesar de tudo isso, o leitor pode se animar, visto que as chances parecem estar a favor de Stark, que está se sentindo como ele mesmo novamente, estando pronto para voltar à ação.

Homem de Ferro 2020 #4 já se encontra a venda nas lojas físicas e digitais dos EUA.

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Resenha | O Espetacular Homem-Aranha #15 – Carnificina Absoluta

Nova história e antigos vilões para o Homem-Aranha enfrentar.

Jacqueline Cristina

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Muitos leitores devem estar se perguntando o que os aguarda em Carnificina Absoluta, nova HQ da Marvel Comics, que mostrará o retorno de um dos mais sanguinários vilões de seu Universo, que tem em sua mira, todos aqueles que já possuíram uma ligação com um simbionte.

ATENÇÃO: Os parágrafos a seguir podem conter spoilers.

Bom, para aqueles ansiosos por resposta, não é necessário esperar mais, uma vez que na edição #15 de O Espetacular Homem-Aranha, o leitor já tem um vislumbre dos acontecimentos de Carnificina Absoluta, pela perspectiva do amigão da vizinhança, Homem-Aranha (Peter Parker).

Sabe-se bem que quando o assunto é simbionte, Peter é quase um especialista, visto o seu passado com o “ser”, contudo, nesta nova história, o roteirista Nick Spencer consegue fazer com que o herói demonstre que os fatos transcorridos estão mais presentes do que nunca, na forma da culpa que ele carrega, sem contar o medo do que está por vir nessa nova fase em que vimos antigos vilões voltando com novo poderio de luta, sem contar as alianças recém-formadas.

Claro que não podemos deixar de lado o ótimo trabalho de Ryan Ottley nos desenhos, sem contar a arte-final de Cliff Rathburn e a coloração de Nathan Fairbairn, que trazem um toque especial e na medida certa para a história.

É notório que muito ainda está por vir para Peter, restando ao leitor torcer para que o herói enfrente seu medo, deixando o passado e a culpa de lado, para que assim tenha uma chance de sobreviver para proteger e salvar Nova York, que está prestes a ganhar novos tons de vermelho-sangue.

O Espetacular Homem-Aranha #15 – Carnificina Absoluta já se encontra a venda no site da Panini.

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