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História do Doomsday Clock é reescrita em nova HQ da Mulher Maravilha

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A matéria contém spoiler da HQ Mulher Maravilha #750

Como anunciado anteriormente, a Mulher Maravilha é agora o primeiro super-herói da primeira geração, na linha do tempo revisada do Universo DC.

Durante a Feira Mundial de 1939, em Nova York, a Mulher Maravilha salvou o presidente dos EUA, Franklin Delano Roosevelt, de um assassino. A estréia da heroína foi a inspiração que levou Alan Scott a usar seu anel para se tornar o primeiro Lanterna Verde e formar a Sociedade da Justiça. O problema é que essa versão dos eventos bate de frente com os acontecimentos em Doomsday Clock.

Primeiramente, em Doomsday Clock, o Superman é estabelecido como o primeiro super-herói em 1938. Porém, as inúmeras redefinições da linha do tempo fizeram com que a chegada do Superman à Terra fosse um pouco mais tarde.

Ainda assim, mesmo sem o Super-Homem, Alan Scott se tornou o Lanterna Verde em 1940 e formou a Sociedade da Justiça com outros heróis da primeira geração como Flash de Jay Garrick. Já em Doomsday Clock, o Doutor Manhattan impede Scott de encontrar seu Lanterna Verde, eliminando assim a primeira geração de heróis da DC, estabelecendo que o herói é uma figura crucial para unir o grupo.

Na décima edição do Doomsday Clock, a Sociedade da Justiça tira uma foto do grupo em sua primeira reunião em 1940, no qual Alan Scott afirma que todos os membros da equipe estão presentes, onde não está a Mulher Maravilha.

Com a redefinição de que a Mulher Maravilha estreia em 1939 (Mulher Maravilha #750), a heroína deveria estar na foto que foi tirada, já que ela, por ser a inspiração do Alan Scott e outros heróis, teria sido convidada a participar da equipe.

Espera-se que nas próximas edições seja esclarecido essa diferença de cronologia na linha do tempo.

Mulher Maravinha #751 tem data de lançamento marcada para o dia 12 de fevereiro.

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Divulgado pela DC Comics as primeiras imagens de Núbia: Real One

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Em fevereiro de 2021, a autora L.L. McKinney e a artista Robyn Smith colocarão um novo e contemporâneo toque na personagem Núbia — irmã gêmea da Mulher Maravilha — apresentando vozes autênticas para ela em Núbia: Real One (Núbia: Aquela Verdadeira, em tradução livre).

A Graphic Novel Núbia: Real One (Núbia: Aquela Verdadeira, em tradução livre) marcará como sendo o primeiro trabalho de McKinney, autora de vários trabalhos aclamados, incluindo a trilogia A Blade So Black (Uma Lâmina tão Preta, em tradução livre), com a DC Comics.

Defensora da igualdade e inclusão na publicação, ela disse “Fui convidada para lançar outra coisa, mas tomei a decisão ao escrever o próprio lançamento para adicionar em Núbia. Sou fã desde o nascimento, e a vi se mudar e aparecer em várias iterações, nenhuma delas me tocando da mesma forma que a original dela. Quero dizer, esta era a irmã gêmea da Mulher Maravilha, tão forte, tão rápida, se não mais forte e mais rápida. E ela era NEGRA! Então, eu a adicionei ao meu discurso para o outro projeto. Acho que algo sobre ela ficou com a equipe porque me enviaram um e-mail e essencialmente pediram um discurso sobre Núbia.”.

Continuando, McKinney relata: “Quando a caça da artista começou, eu sabia que queria outra mulher negra neste projeto. A DC estava a bordo desde o início e sugeriu Robyn, cuja arte eu imediatamente me apaixonei. Robyn deu vida a esta história e a esses personagens, e não seria tão poderosa sem ela. Todo mundo ama Núbia, todos queremos fazer o certo por ela, pelos leitores que têm procurado por ela da mesma forma que eu. Espero que os fãs se afastem dessa história sabendo disso antes de tudo.”.

Smith é uma cartunista jamaicana, que se encontra atualmente em Nova York, sendo mais conhecida por seu “mini quadrinho” The Saddest Angriest Black Girl in Town (A garota negra mais triste da cidade, em tradução livre) e por ilustrar o dia cômico de Jamila Rowser. A Graphic Novel Nubia: Real One também será seu primeiro projeto com a DC Comics.

“Como artista afro-caribenho, sempre me esforcei para centralizar a comunidade negra nos quadrinhos que faço então ser contratado para ilustrar Núbia foi um sonho“, disse Smith.

“Quando soube que L. L. McKinney era a escritora, fiquei ainda mais animada. Trabalhar juntos tem sido ótimo, especialmente porque nossos objetivos artísticos parecem ser os mesmos: tudo preto. Na Núbia, eu queria focar minhas ilustrações em criar algo leve e emocionalmente ressonante. A maior parte do meu trabalho é fortemente influenciada pelo Archie de Harry Lucey, então encontrar uma maneira de incorporar esse charme e sentimento alegre em uma história centrada em questões mais sérias era importante para mim. Espero que os fãs que lêem Núbia e sintam o mesmo tipo de emoção que senti ilustrando os personagens e suas lindas histórias trabalhadas.”

Sinopse

“Você pode ser um herói… se a sociedade não te vê como uma pessoa?”

Núbia sempre foi um pouco… diferente. Quando bebê, ela mostrou a força de uma amazona empurrando uma árvore para resgatar o gato do vizinho. Mas, apesar de suas habilidades similares, o mundo não tem problema em dizer a ela que ela não é a Mulher Maravilha. E mesmo que ela fosse eles não a iriam querer. Toda vez que ela vem para o resgate, ela se lembra de como as pessoas a vê: uma ameaça. As mães dela fazem o possível para mantê-la segura, mas Núbia não pode negar o fogo dentro de si, mesmo que ela seja um pouco estranha às vezes. Mesmo que signifique que as pessoas assumam o pior.

Quando a melhor amiga de Núbia, Quisha, for ameaçada por um garoto que acha que é dono da cidade, Núbia arriscará tudo – sua segurança, sua casa e sua paixão  – para se tornar a heroína que a sociedade diz que ela não é.

Com escrita de L. L. McKinney e artes de Robyn Smith, Núbia: Real One (Núbia: Verdadeira, em tradução livre) estará a venda em 2 de Fevereiro de 2021.

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DC Comics cancela 22 reimpressões de quadrinhos

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Segundo o site Newsarama, a DC Comics cancelou 22 quadrinhos reimpressos, incluindo dezoito da linha Dollar Comics e quatro da linha Facsimile.

Mesmo sem o anunciamento do motivo oficial para os cancelamentos, acredita-se que isso se deve a pandemia do novo Corona vírus.

Os títulos de Facsimile cancelados são:

Lanterna Verde #76

Batman #321

Man-Bat #1

O Flash #135

Os títulos da Dollar Comics são:

Batman #13 (2013)

Batman #450

Batman #663

Mulher Gato #1 (2002)

Mulher Gato #1 (2011)

Xeque-mate #1 (2006)

Detetive Comics #826

Lanterna Verde #1 (2011)

Dark Nights: Metal #1

Lanterna Verde #29 (2008)

Manhunter #1 (Caçador – 2004)

Stars and S.T.R.I.P.E. #1

Mulher Maravilha #212

Mulher Maravilha #14 (2005)

Mulher Maravilha #206 (1987)

Clássicos da DC: Liga da Justiça #50

Clássicos da DC: Saga da Coisa do Pântano #21

Clássicos da DC: Legião dos Super-Heróis #1 (1989)

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East of West: A Batalha do Apocalipse promete ser sensação da Devir

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East of West: A Batalha do Apocalipse será o próximo lançamento da livraria Devir e nós do Cabana do Leitor contaremos o que você deve esperar dessa nova história. Claro, essa resenha não terá spoilers.

East of West é um aguardado quadrinho do escritor Jonathan Hickman (Guerras Secretas, Dawn of X), que conta a história dos Cavaleiros do Apocalipse.

A história se passa em 2064, após a Guerra de Secessão americana que dividiu o continente em sete nações diferentes. Começamos descobrindo que mesmo com essa guerra entre os indígenas, chineses e brancos, grande parte do acontecimento se ligava aos Cavaleiros do Apocalipse.

Somos apresentados aos cavaleiros em uma das suas ressurreições, quando apenas três dos quatros cavaleiros encarnam: A Guerra, Fome e Conquista, o que adia o Apocalipse. Irritados com o acontecido, os três cavaleiros decidem ir atrás da desaparecida Morte, que decidiu seguir uma missão própria.

Intrigante, não? E se eu te dissesse que não para por ai? Mesmo com a “paz” instalada, os líderes dessas sete nações participam de um culto para orquestrar o fim do mundo.

A qualidade da arte deste quadrinho é absurda. O trabalho e cuidado que o Nick Dragotta teve em detalhar as cenas é um dos motivos que faz a leitura ser tão suave e rápida.

Vale ressaltar que a Devir está de parabéns em trazer para o Brasil essa história tão interessante. A edição contará com 152 páginas pelo valor de 55 reais.

Vale ou não a pena?

Essa é a pergunta mais esperada. Vale sim a pena dar uma investida nessa história, independente se você gosta ou não de faroeste. O enredo é muito mais que só essa classificação. Aqui tem suspense, matança, drama e religião. Um prato cheio para os fãs e não fãs do Jonathan Hickman.

East of West: A Batalha do Apocalipse vol.1 está marcada para lançamento no mês de Junho pela Devir. Para mais informações é só clicar aqui e você será encaminhado para o site oficial.

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