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Daiane de Mário

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Em apenas algumas semanas, Peter Parker (Tom Holland) e seus amigos farão uma viagem à Europa para o que deveria ser um período de férias. Infelizmente para o grupo de estudantes, a viagem deles é virada de cabeça pra baixo graças a um grupo de criaturas elementais gigantes e um “herói” de fala suave chamado Mysterio (Jake Gyllenhaal). Isso não é o tipo de férias que Peter queria depois de acordar do estalo de Thanos em Vingadores: Ultimato, no entanto ele sente que tem um espaço para preencher com a ausência do Homem de Ferro.

Um novo comercial – voltado para o público chinês – de Homem-Aranha: Longe de Casa foi lançado nesta terça (04), mostrando um pouco das cenas do filme. Confira abaixo:

O vídeo começa com muitas cenas já vistas antes, mas também permite aos fãs conhecer alguns segredos até então não revelados. Por exemplo, agora sabemos qual a função dos óculos que Peter foi visto usando no trailer, que por acaso parecia muito com os de Tony. Muitos teorizaram que um holograma de Stark apareceria nos óculos, enviando uma mensagem para Parker. No entanto, descobre-se que Sexta-Feira, a inteligência artificial assistente de Tony, está ativa e ajuda o jovem herói uma vez que ele coloca os óculos, recebendo um pouco mais de informações sobre seus professores e colegas de classe do que ele inicialmente esperava.

A prévia do filme inclui uma homenagem ao figurino original do Aranha de Ferro, presente nas HQs. O vídeo mostra Peter criando um novo uniforme no que parece ser o workshop secreto de Stark. Enquanto ele trabalha com vários designs, um deles parece ser o visual original do Aranha de Ferro.

Nos quadrinhos, o personagem usou o uniforme do Aranha de Ferro quando lutou ao lado de Tony Stark durante a saga Guerra Civil. Ele descartou o uniforme quando mudou para o lado do conflito do Capitão América.

No cinema, o traje foi sugerido pela primeira vez nas cenas finais de Homem-Aranha: De Volta ao Lar.

Peter o vestiu em Guerra Infinita, enquanto ele estava sendo levado para o espaço. O uniforme nas telas usa as tradicionais cores vermelhas e azuis do herói, mas Peter considerando (aparentemente) uma nova versão, usando o vermelho e o dourado do Homem de Ferro, pode ser um sinal dele considerando uma maneira de homenagear seu mentor.

Enquanto Peter lutará para viver de acordo com o legado de Tony, o diretor Jon Watts diz que ele não será um Homem-Aranha “mais sombrio” no filme.

“[Isso] não é o começo de uma fase nova e sombria para Peter”, disse Watts à revista Total Film. “Mesmo que ele tenha passado por todos esses eventos dramáticos e traumáticos, ele ainda é o mesmo Peter Parker que conhecemos e amamos. É ver como ele lida com essas coisas que são interessantes para mim.”

Tony não estará por perto para aconselhar Peter em Longe de Casa, mas sua influência ainda estará lá. “Sua presença é muito sentida. E [Peter] ainda obviamente faz referência a este é o traje que Tony deu a ele ”, disse o produtor Eric Carroll à imprensa durante uma visita ao set. “Tony e Happy o ajudam de muitas maneiras ao longo deste filme – ele está muito presente.”

Homem-Aranha: Longe de Casa estreia nos cinemas brasileiros no dia 04 de Julho.

professora de História, mãe em tempo integral e amante de tudo que envolve super heróis, desde chaveiros até filosofia! Fã incondicional da Mulher Maravilha e Sandman, mesmo sendo DcNauta criou um filho Marvete.

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cinema

Crítica | Os 7 de Chicago “falha em transportar o roteiro para a tela”

O recorte de Sorkin soa muito mais como um apelo por empatia sem justificativa e nem razão narrativa para existir.

Davi Alencar

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O ano é 1968 e os Estados Unidos fervilham com o ritmo da sangrenta Guerra do Vietnã. Em meio a esse ambiente, movimentações estudantis começam a agir contra o recrutamento de jovens para o campo de batalha. Os 7 de Chicago, novo lançamento de Aaron Sorkin pela Netflix, conta a história de sete réus acusados de conspiração, formação de quadrilha e incitação de revolta pelo governo estadunidense ao organizar uma manifestação que não acabou nada bem.

O filme marca a segunda tentativa de Sorkin na direção e visivelmente pega emprestado muito da estrutura de A Rede Social (David Fincher, 2010), filme no qual ele é roteirista. A tática de se apoiar em um julgamento para desenrolar fatos passados é interessante, mas ele não consegue obter o mesmo êxito de Fincher e falha em trazer para a tela a complexidade e o ritmo que seu roteiro inspira.

Infelizmente, essa parece ser a sina do diretor. Enquanto sua habilidade de escrita é impecável, principalmente o modo que ele usa os diálogos para arquitetar o desenrolar de uma cena, sua proficiência em coordenar a estética e a linguagem do filme são bem rasas. Seu trunfo é sempre a fala e a impressão que fica é de que suas histórias só funcionam efetivamente como cinema quando tem alguém para “controlá-lo”. Em suma, sua dificuldade é transformar o roteiro em fotografia.

Essa conclusão é bem frustrante já que tanto o cenário quanto a história que escolheu contar são fascinantes. O Vietnã foi um período muito marcante dentro do imaginário popular dos EUA e usar isso para evidenciar como a força policial pode ser ainda mais nociva quando defende os interesses do estado tem um significado bem rico. O filme não passa nenhum sinal dessa opressão a não ser quando efetivamente cumpre o clichê.

Inserir algumas imagens reais dos protestos de 68 é o máximo de personalidade que aspira ter. Spike Lee faz algo bem parecido em Destacamento Blood (2020) e, enquanto a sua versão é uma pausa no filme para honrar a imagem e os nomes de negros que morreram em decorrência dessa guerra sangrenta, o recorte de Sorkin soa muito mais como um apelo por empatia sem justificativa e nem razão narrativa para existir.

O final é tão clássico quanto pode. Uma cena com um teor altamente inspirador encerra a obra com uma série de letreiros para indicar o que aconteceu depois. Uma mesma versão disso ocorre no começo, quando cada personagem recebe uma breve descrição em tela com seu nome e função. Isso é uma prova de que nem o roteiro é tão irretocável e, mesmo com sua verborragia, não consegue desenvolver o básico desses seres sem apelar para um recurso gráfico.

Pode-se dizer que um dos seus pouco acertos é na figura do antagonista. O juíz Julius Hoffman é tão odioso quanto alguém que personifica os interesses do estado deve ser. Ele é uma peça chave onde o filme funciona melhor e sabe criar no tribunal esse senso de causa perdida. De uma maneira muito superficial dá para lembrar de Filadélfia (Jonathan Demme, 1993) no embate entre duas forças tão diametralmente opostas.

Os 7 de Chicago é uma grande isca pro Oscar e marca a tentativa da Netflix em vencer mais prêmios. Infelizmente, por mais que a história seja boa, ele não sabe utilizar a cinematografia para criar um resultado favorável e acaba atingindo uma superficialidade decepcionante. Em um paralelo com outro grande lançamento da plataforma, Estou Pensando Em Acabar Com Tudo (Charlie Kaufman, 2020), falta transformar esse amontoado de ideias legais em um filme propriamente dito.

Os 7 de Chicago esta disponível na Netflix.

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cinema

Michael B. Jordan será produtor do novo filme do Super Choque

Nesta sexta-feira (16) a Warner Bros anunciou que a grande estrela Michael B. Jordan será produtor do longa através de sua produtora Outlier Society.

Davi Alencar

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A produção do novo filme de Super Choque começa a ganhar forma. Nesta sexta-feira (16) a Warner Bros anunciou que a grande estrela Michael B. Jordan será produtor do longa através de sua produtora Outlier Society.

O longa anunciado no DC Fandome também terá Reginald Hudlin ao lado de Jordan.

“Estou orgulhoso de ser parte desse novo universo centrado em super heróis negros. A nossa comunidade merece isso.” Disse o ator em uma entrevista para o The Hollywood Reporter. “A Outlier Society se compromete em trazer conteúdos com diversidade dos quadrinhos para todas as demais plataformas e estamos animados pela união com Reggie e a Warnes Bros para esse primeiro passo.”

Super Choque conta a história de Virgil Hawkins, um menino negro que ganha poderes eletromagnéticos depois de ser exposto a um gás desconhecido. Ele tem que experienciar as problemáticas disso se relacionando diretamente com o ambiente urbano que habita.

Fora os dois produtores, inclusive Hudlin está responsável pela próxima série de quadrinhos do heróis, ainda não foi revelado nada da produção. Ao que tudo indica, esse pode ser o início de um novo selo de filmes de herói a Warner, mas ainda é muito cedo para afirmar qualquer coisa.

Mesmo assim, os fãs não deixam de especular e os mais cotados para o papel de Virgil são Jaden Smith (À Procura da Felicidade) e Caleb McLaughlin (Stranger Things).

Por enquanto ainda não há uma data de estreia para as eletrizantes aventuras de Super Choque nas telonas do cinema.

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cinema

A Voz Suprema do Blues | Último filme de Chadwick Boseman ganha posters

Nesta última quinta-feira (15) a Netflix liberou uma série de posters individuais das personagens de seu novo filme, A Voz Suprema do Blues.

Davi Alencar

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Nesta última quinta-feira (15) a Netflix liberou uma série de posters individuais das personagens de seu novo filme, A Voz Suprema do Blues.

Confira a sinopse: Chicago, década de 1920. A tensão só aumenta entre os músicos que aguardam em uma claustrofóbica sala de ensaio a lendária e revolucionária “Mãe do Blues”, Ma Rainey. Atrasada para a sessão de gravação, Ma trava uma batalha com seu produtor e empresário branco em defesa do controle sobre sua música. Enquanto a banda espera, o ambicioso trompetista Levee – interessado na namorada de Ma e determinado a trilhar seu próprio caminho na indústria da música – faz o clima esquentar entre os músicos com uma profusão de verdades e mentiras que mudarão para sempre o rumo da vida de todos.

Com direção de George C. Wolfe e roteiro de Ruben Santiago-Hudson, o filme ainda conta com a produção de Denzel Washington e Todd Black e a trilha do ganhador do Grammy, Branford Marsalis. O elenco é de peso com nomes como Chadwick Boseman, Viola Davis, Colman Domingo, Glynn Turman, Michael Potts, Taylour Paige e Dusan Brown.

O filme foi o último de Boseman antes de partir precocemente por um câncer de cólon. A cereja do bolo de uma carreira irretocável que deixou muitas saudades.

A Voz Suprema do Blues chega na Netflix 18 de dezembro.

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