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“Insurgente” melhor que ‘Divergente’

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Você pode votar no filme também atribuindo uma nota sua a ele, logo abaixo da nota do CDL para o filme, você pode escolher quantas estrelas daria a Insurgente 

Insurgente é o segundo filme da Série Divergente e é um filme  melhor do que o seu antecessor.

Eu admito e fui surpreendido por isso.  Minhas expectativas para Insurgente não poderiam ser mais baixas após a contratação de Robert Schwentke como diretor. Dele vieram dois filmes RED e RIPD que foram desastres colossais, ele não parecia ser a pessoa certa para dirigir a série.

Tudo em Insurgente é bom e ao mesmo tempo não é brilhante, mas poderia ter sido muito pior. Embora esta série ainda não dispõem de um bom filme, mesmo não sendo tão bom quanto Jogos Vorazes, Insurgente prova que a série é interessante o suficiente por conta própria.

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Pegando muito perto de onde Divergente parou, Insurgente começa com Tris (Shailene Woodley) escondida com o namorado Quatro (Theo James), seu irmão Caleb (Ansel Elgort), e seu grande aliado Peter (Miles Teller). Jeanine (Kate Winslet) os considerou fugitivos depois de culpa-los sobre os acontecimentos que tiveram lugar no final do filme anterior.

É importante colocar essa sequência começando totalmente do ponto para provar o quanto louca Jeanine é e como suas ações fazem pouco sentido. Em Divergente ela atacou e derrubou Abnegação, um ato que tirou uma peça importante no sistema de facção, mas ao longo deste filme inteiro, ela está dizendo que os Divergentes devem ser parados, porque eles são uma ameaça sobre o sistema de facção – por alguma razão que nunca é explicado.

Insurgente tem um monte de momentos como este. Eu quero dizer que o enredo faz apenas o suficiente para alguém que não tenha lido o livro ser capaz de segui-lo, mas, na realidade, o enredo não faz qualquer sentido. Isso não é necessariamente uma coisa ruim. Este é um filme que não está especialmente preocupado com detalhes da trama.

insurgente-Shailene Woodley--teo-james-Ansel Elgort-

“Eu sei que não faz qualquer sentido, mas você tem que confiar em mim” é uma linha real de diálogo que sai da boca Tris ‘. Às vezes, esses momentos servem como uma alegoria, como descrito no parágrafo anterior, e outras vezes há momentos que apenas deixam a coisa seguir “… hein?” Por exemplo, e isso não é um spoiler, personagens parecem fazer e quebrar alianças aparentemente de forma aleatória. Esses momentos fazem empurrar a história para a frente, mas que muitas vezes parecem não fazerem muito sentido dentro da trama.

No entanto, estes momentos não funcionam por outras razões. Uma das grandes forças de Insurgente é o quão bem ele utiliza seu elenco. Em Divergente , alguns personagens foram criminalmente sub-utilizados. Miles Teller é um dos grandes que vem à minha mente. Em Insurgente , Teller finalmente tem a chance de respirar  a energia tão necessária para o filme. Quase todos os outros personagem é de uma melancolia quase insuportável, mas Schwentke fez a escolha ideal para deixar Teller ser Teller e o impacto que o seu desempenho completamente sarcástico faz no filme é perfeito. Outro personagem coadjuvante que felizmente ficou bem é Ansel Elgort, que brilha quando Schwendtke deixa ele ser seu mais adorável personagem.

Parece, no entanto, que Theo James não rendeu tão bem como em Divergente. Ele é definitivamente um presente na edição anterior, mas seu personagem parece menos arredondado. Embora muitas vezes ele tente ser o macho alfa em Insurgente, ele não chega a mostrar os elementos humanos compatíveis com isso. Seu físico é definitivamente adequado para esse tipo de performance, mas ele conseguiu provar que era capaz o suficiente de atuar nos momentos mais dramáticos.

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Insurgente repousa total e completamente sobre os ombros capazes de Shailene Woodley. Mais uma vez, ela prova que ela é uma das melhores e mais brilhantes jovens atrizes que trabalham em Hollywood hoje. Ela teve que fazer muito mais nesta edição e ela agarrou com tudo, desde os poderosos momentos dramáticos  até as sequências de ação fisicamente exigentes.

As sequências de ação em Insurgente são mais extravagante do que em Divergente e Schwentke surpreendentemente não exagerou ( vide RED). Em seus dois filmes anteriores, RED e RIPD, a ação não era o único problema, mas a ação foi um problema. Não há nada de muito espetacular sobre a ação em Insurgente, mas é sólida o suficiente para eu considerar um bom trabalho.

Veronica Roth, ela deve muito de seu sucesso no cinema às performances fantásticas de Shailene Woodley e Miles Teller e com uma série de reviravoltas interessantes mo final, Insurgente faz um bom trabalho de criação e nos das vontade de seguir a historia até a sua próxima continuação.

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Crítica | Os 7 de Chicago “falha em transportar o roteiro para a tela”

O recorte de Sorkin soa muito mais como um apelo por empatia sem justificativa e nem razão narrativa para existir.

Davi Alencar

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O ano é 1968 e os Estados Unidos fervilham com o ritmo da sangrenta Guerra do Vietnã. Em meio a esse ambiente, movimentações estudantis começam a agir contra o recrutamento de jovens para o campo de batalha. Os 7 de Chicago, novo lançamento de Aaron Sorkin pela Netflix, conta a história de sete réus acusados de conspiração, formação de quadrilha e incitação de revolta pelo governo estadunidense ao organizar uma manifestação que não acabou nada bem.

O filme marca a segunda tentativa de Sorkin na direção e visivelmente pega emprestado muito da estrutura de A Rede Social (David Fincher, 2010), filme no qual ele é roteirista. A tática de se apoiar em um julgamento para desenrolar fatos passados é interessante, mas ele não consegue obter o mesmo êxito de Fincher e falha em trazer para a tela a complexidade e o ritmo que seu roteiro inspira.

Infelizmente, essa parece ser a sina do diretor. Enquanto sua habilidade de escrita é impecável, principalmente o modo que ele usa os diálogos para arquitetar o desenrolar de uma cena, sua proficiência em coordenar a estética e a linguagem do filme são bem rasas. Seu trunfo é sempre a fala e a impressão que fica é de que suas histórias só funcionam efetivamente como cinema quando tem alguém para “controlá-lo”. Em suma, sua dificuldade é transformar o roteiro em fotografia.

Essa conclusão é bem frustrante já que tanto o cenário quanto a história que escolheu contar são fascinantes. O Vietnã foi um período muito marcante dentro do imaginário popular dos EUA e usar isso para evidenciar como a força policial pode ser ainda mais nociva quando defende os interesses do estado tem um significado bem rico. O filme não passa nenhum sinal dessa opressão a não ser quando efetivamente cumpre o clichê.

Inserir algumas imagens reais dos protestos de 68 é o máximo de personalidade que aspira ter. Spike Lee faz algo bem parecido em Destacamento Blood (2020) e, enquanto a sua versão é uma pausa no filme para honrar a imagem e os nomes de negros que morreram em decorrência dessa guerra sangrenta, o recorte de Sorkin soa muito mais como um apelo por empatia sem justificativa e nem razão narrativa para existir.

O final é tão clássico quanto pode. Uma cena com um teor altamente inspirador encerra a obra com uma série de letreiros para indicar o que aconteceu depois. Uma mesma versão disso ocorre no começo, quando cada personagem recebe uma breve descrição em tela com seu nome e função. Isso é uma prova de que nem o roteiro é tão irretocável e, mesmo com sua verborragia, não consegue desenvolver o básico desses seres sem apelar para um recurso gráfico.

Pode-se dizer que um dos seus pouco acertos é na figura do antagonista. O juíz Julius Hoffman é tão odioso quanto alguém que personifica os interesses do estado deve ser. Ele é uma peça chave onde o filme funciona melhor e sabe criar no tribunal esse senso de causa perdida. De uma maneira muito superficial dá para lembrar de Filadélfia (Jonathan Demme, 1993) no embate entre duas forças tão diametralmente opostas.

Os 7 de Chicago é uma grande isca pro Oscar e marca a tentativa da Netflix em vencer mais prêmios. Infelizmente, por mais que a história seja boa, ele não sabe utilizar a cinematografia para criar um resultado favorável e acaba atingindo uma superficialidade decepcionante. Em um paralelo com outro grande lançamento da plataforma, Estou Pensando Em Acabar Com Tudo (Charlie Kaufman, 2020), falta transformar esse amontoado de ideias legais em um filme propriamente dito.

Os 7 de Chicago esta disponível na Netflix.

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Michael B. Jordan será produtor do novo filme do Super Choque

Nesta sexta-feira (16) a Warner Bros anunciou que a grande estrela Michael B. Jordan será produtor do longa através de sua produtora Outlier Society.

Davi Alencar

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A produção do novo filme de Super Choque começa a ganhar forma. Nesta sexta-feira (16) a Warner Bros anunciou que a grande estrela Michael B. Jordan será produtor do longa através de sua produtora Outlier Society.

O longa anunciado no DC Fandome também terá Reginald Hudlin ao lado de Jordan.

“Estou orgulhoso de ser parte desse novo universo centrado em super heróis negros. A nossa comunidade merece isso.” Disse o ator em uma entrevista para o The Hollywood Reporter. “A Outlier Society se compromete em trazer conteúdos com diversidade dos quadrinhos para todas as demais plataformas e estamos animados pela união com Reggie e a Warnes Bros para esse primeiro passo.”

Super Choque conta a história de Virgil Hawkins, um menino negro que ganha poderes eletromagnéticos depois de ser exposto a um gás desconhecido. Ele tem que experienciar as problemáticas disso se relacionando diretamente com o ambiente urbano que habita.

Fora os dois produtores, inclusive Hudlin está responsável pela próxima série de quadrinhos do heróis, ainda não foi revelado nada da produção. Ao que tudo indica, esse pode ser o início de um novo selo de filmes de herói a Warner, mas ainda é muito cedo para afirmar qualquer coisa.

Mesmo assim, os fãs não deixam de especular e os mais cotados para o papel de Virgil são Jaden Smith (À Procura da Felicidade) e Caleb McLaughlin (Stranger Things).

Por enquanto ainda não há uma data de estreia para as eletrizantes aventuras de Super Choque nas telonas do cinema.

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A Voz Suprema do Blues | Último filme de Chadwick Boseman ganha posters

Nesta última quinta-feira (15) a Netflix liberou uma série de posters individuais das personagens de seu novo filme, A Voz Suprema do Blues.

Davi Alencar

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Nesta última quinta-feira (15) a Netflix liberou uma série de posters individuais das personagens de seu novo filme, A Voz Suprema do Blues.

Confira a sinopse: Chicago, década de 1920. A tensão só aumenta entre os músicos que aguardam em uma claustrofóbica sala de ensaio a lendária e revolucionária “Mãe do Blues”, Ma Rainey. Atrasada para a sessão de gravação, Ma trava uma batalha com seu produtor e empresário branco em defesa do controle sobre sua música. Enquanto a banda espera, o ambicioso trompetista Levee – interessado na namorada de Ma e determinado a trilhar seu próprio caminho na indústria da música – faz o clima esquentar entre os músicos com uma profusão de verdades e mentiras que mudarão para sempre o rumo da vida de todos.

Com direção de George C. Wolfe e roteiro de Ruben Santiago-Hudson, o filme ainda conta com a produção de Denzel Washington e Todd Black e a trilha do ganhador do Grammy, Branford Marsalis. O elenco é de peso com nomes como Chadwick Boseman, Viola Davis, Colman Domingo, Glynn Turman, Michael Potts, Taylour Paige e Dusan Brown.

O filme foi o último de Boseman antes de partir precocemente por um câncer de cólon. A cereja do bolo de uma carreira irretocável que deixou muitas saudades.

A Voz Suprema do Blues chega na Netflix 18 de dezembro.

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