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Depois de se desligar de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, Scott Derrickson (que dirigiu o primeiro filme do Mago Supremo) encontrou um novo projeto: o diretor assumiu o comando da continuação de Labirinto – A Magia do Tempo, clássico dos anos 80 estrelado por David Bowie Jennifer Connelly (Expresso do Amanhã).

As informações obtidas pelo Deadline dão conta de que Derrickson irá comandar a produção após a saída de Fede Álvarez (A Morte do DemônioO Homem nas Trevas). O roteiro neste momento está sendo reescrito por Maggie Levin (Into the Dark).

No longa de 1986, vemos a adolescente Sarah (Connelly) frustrada por ter de cuidar do irmão caçula enquanto seus pais estão fora e sonha em se livrar da criança, que não para de chorar. Atendendo seu pedido, o Rei dos Duendes (Bowie), personagem de um dos livros de Sarah, ganha vida e sequestra o bebê. Arrependida, a menina terá de enfrentar um labirinto e resgatar o irmão antes da meia-noite para evitar que ele seja transformado em um duende. Veja o trailer do filme original:

A sequência de Labirinto não tem data de lançamento prevista.

Publicitário, designer gráfico e nas horas vagas um entusiasta de filmes, séries, animes, tokusatsus e HQ's desde os anos 90... Sem essa de Marvete ou DCnauta: o esquema é ter histórias boas para serem contadas! #FicaDica

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cinema

Mulan pode ter arrecadado US$ 260 milhões com lançamento no Disney+

Dados de analistas apontam que 29% dos assinantes da plataforma adquiriram o longa.

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Apesar das críticas recentes, algumas informações dão conta de que o Disney+ pode ter arrecadado uma bela quantia com a ida de Mulan para a plataforma via on-demand. Analistas relataram para o Yahoo! que cerca de 29% dos assinantes – no momento, por volta de 9 milhões de lares – adquiriram o longa no valor de 30 dólares. Assim, o remake poderia ter arrecadado US$ 261 milhões somente nos EUA.

Em comparação com filmes que entraram somente no circuito de cinemas tradicionais, a estratégia parece ter sido a mais acertada para a empresa: Tenet, o novo filme de Christopher Nolan, obteve US$ 29,5 milhões no mesmo período de tempo, por exemplo. Entretanto, a nova produção da Disney está com dificuldades em arrecadar uma boa bilheteria na China – um dos principais mercados para o lançamento. Na estreia em território chinês, onde os cinemas foram reabertos, o live-action somou somente US$23,2 milhões.

Roteirizado por Rick Jaffa, Amanda Silver, Elizabeth Martin e Lauren Hynek, a produção comandado pela diretora Niki Caro (Encantadora de Baleias) tem a atriz chinesa Liu Yifei na versão em carne e osso da protagonista. Jet Li (Os Mercenários) é o Imperador da China, enquanto que Donnie Yen (Rogue One) interpreta Tung – um mentor e professor da heroína – e Gong Li (Memórias de Uma Gueixa) encarna uma nova vilã feiticeira. Utkarsh Ambudkar, de A Escolha Perfeita, e Ron Yuan (Marco Polo) também estão no elenco.

Assim como no original, o épico irá mostrar a jornada da jovem destemida que se disfarça de homem para combater (no lugar de seu pai) os guerreiros vindos da Mongólia, que invadiram o norte da China. Entretanto, esta adaptação seguirá um tom mais sóbrio e ‘realista’ do que a animação, fugindo de elementos cômicos e musicais vistos neste último, o que despertou a ira de alguns fãs do desenho.

Mulan está disponível no Disney+ via on-demand.

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cinema

Filmagens de Batman foram retomadas no Reino Unido

Não há notícias, no entanto, de que Robert Pattinson voltou ao set.

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Ao que tudo indica, as gravações de Batman foram retomadas no Reino, de acordo com informações obtidas pelo Deadline. As filmagens haviam sido interrompidas há 15 dias, quando Robert Pattinson – que protagoniza o longa – foi diagnosticado com o coronavírus. Não há, até o momento, notícias de que o ator se recuperou e está de volta ao set.

O novo filme, dirigido pelo cineasta Matt Reeves (Planeta dos Macacos), mostra o mascarado em seu segundo ano como vigilante e está tentando resolver uma série de assassinatos misteriosos. O elenco de Batman terá Pattinson no papel-título, Zoë Kravitz  (Big Little Lies) como a Mulher-Gato, John Turturro (de O Grande Lebowski e Transformers) como o mafioso Carmine Falcone e Paul Dano (Sangue Negro) como o vilão Charada. Jeffrey Wright, o Bernard de Westworld, será o Comissário James Gordon, Colin Farrell (Dumbo; Animais Fantásticos) como Pinguim e Andy Serkis (Pantera Negra) viverá Alfred Pennyworth, mordomo e tutor do bilionário Bruce Wayne.

Batman chega aos cinemas em 2021.

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cinema

Crítica | Tenet “Nolan vai explodir sua mente”

Em Tenet sair de um relacionamento abusivo é tão complicado quanto salvar o mundo.

Gabriele Bitencourt

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Com a estreia adiada várias vezes por causa da pandemia de Covid-19, Tenet, que já foi lançado nos Estados Unidos e na Europa, está com estreia indefinida no Brasil. O filme é dirigido por Christopher Nolan e estrelado por John David Washington, Robert Pattinson, Elizabeth Debicki, Dimple Kapadia, Michael Caine, e Kenneth Branagh.

Nolan, assim como em Amnésia, A Origem, Interstellar explora os conceitos e significados do tempo. Cada um desses filmes aborda a temática temporal de uma forma diferente, entretanto Tenet não foge da fórmula de Nolan: ainda é um quebra cabeça audiovisual, apenas com mais peças (talvez mais do que deveria).

Tenet é um filme de espionagem nos moldes de 007 com dilemas temporais. Devido à isso, parece ter sido idealizado para ser assistido duas vezes pois a experiência só parece estar completa se “voltarmos no tempo” para reassistir o primeiro ato do filme. Ao fim da sessão tem-se a impressão de que algumas informações faltam para se montar a imagem geral. Pois o filme começa a fazer sentido para o espectador somente quando o mecanismo temporal passa a ser inteiramente compreendido pelo Protagonista.

Nolan decidiu pontuar com rimas as metáforas a respeito do livre-arbítrio, do determinismo e da vontade. As cenas conversam umas com as outras até além daquilo que é esperado pelo espectador a partir do que é estabelecido sobre a estrutura da trama. O protagonista é o Protagonista (John David Washington) que se determina e se afirma na história, na sua história. A terceira guerra mundial precisa ser evitada por ele através de uma “guerra fria” (entre… americanos e russos) temporal.

É no vilão Andrei Sator (Kenneth Branagh), que encontramos o maior ponto negativo do filme. O roteiro deixa sua motivação muito rasa, tentando deixar suas ações apenas satisfazerem seu ego, ou somente serem malignas por si. Além disso, o ator irlandês que o interpreta, não convence nem como russo, nem como alguém capaz de arquitetar e colocar em prática seu plano (que em um roteiro relativamente complexo, parece não ter havido um esforço em encaixá-lo devidamente na trama), mas por outro lado, convence bem no papel de um homem possessivo que torna miserável a vida de sua parceira.

Um dos pontos fortes, apesar dos diálogos resmungados, é a parceria entre o protagonista e Neil, personagem de Robert Pattinson. Em uma primeira vez que assistimos criamos facilmente um vínculo com eles, muito provavelmente pelas atuações carismáticas de Robert e John, assim como eles facilmente criaram vínculo um com o outro. Em uma segunda vez, percebemos que essa relação vai além do que percebemos em um primeiro momento e também o quão vital é o papel dessa amizade para o desenrolar dos fatos.

O segundo ponto forte também é uma amizade, entre o protagonista e a personagem Kat (Elizabeth Debicki), a personagem que está completamente em um relacionamento com o vilão. É através dessa amizade que eles apoiam e encorajam um ao outro para vencer os desafios, desafios tão grandes quanto salvar o mundo ou sair de um relacionamento abusivo.

Essa obra está longe de ser morna, o ritmo mantém o espectador atento e interessado desde os primeiros momentos. A fotografia em alguns momentos é utilizada para servir ao propósito didático com cenas ora mais azuladas, avermelhadas ou amareladas, ao mesmo estilo das cenas recorrentes, que são marca registrada do diretor.

As cenas de ação são dinâmicas e inteiramente críveis, mesmo não fazendo parte da nossa realidade. Os personagens se desenvolvem de maneira fluida e cada segundo do filme é extremamente essencial para a trama.

Tenet ainda não tem uma data de estreia definitiva no Brasil.

*A autora do texto reside na Polônia, país que o filme já foi lançado, em uma sala de cinema higienizada, respeitando o distanciamento social, devidamente protegida com mascara e com sistema de ventilação especial.

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