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“Let It Snow” vai virar filme

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O livro YA Let It Snow co-escrito por John Green, Maureen Johnson, e Lauren Myracle será transformado em filme pela Universal.

O estúdio anunciou quinta-feira que o filme vai estar nos cinemas em 09 de dezembro de 2016 com um script de Kay Cannon.

Let It Snow “segue três romances inesperados que acontecem ao longo de uma véspera de Natal”, de acordo com a Universal o filme terá três historias diferentes.

Direitos de filmagem do livro foram comprados pela Universal em setembro passado após o enorme sucesso do primeiro livro de Green “A Culpa é das Estrelas”

Enquanto isso, a adaptação do livro “Cidades de Papel” estará nós cinemas mês que vem, graças a 20th Century Fox.

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Crítica | Rebecca – A Mulher Inesquecível “erra até onde imita”

Por mais que a função crítica não seja comparar, em um filme que evoca tanto de uma outra obra sem querer deixar isso explícito é difícil se eximir da sobreposição.

Davi Alencar

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Alfred Hitchcock é um gênio da sétima arte. Seu trabalho é grandioso e diversas de suas obras são consideradas clássicos do cinema. Fora a constante referencia, vez ou outra algum cineasta ousa recontar alguma de suas histórias. Em 1998 Gus Van Sant tentou a sorte com Psicose (1960) e, mais recentemente, Ben Wheatley trouxe Rebecca, A Mulher Inesquecível (1940) de volta para os holofotes.

A questão é que, diferente da proposta de Gus Van Sant de recriar quadro por quadro, a nova versão do ganhador do Oscar de Melhor Filme de 1941 só se apropria de um amontoado de momentos da obra original para distorcer a narrativa e suprimir temas importantes. O resultado não poderia ser diferente, um filme tão recortado que não consegue nem se estabelecer como homenagem nem como uma visão diferente ou releitura do livro fonte.

O mais revoltante é que Wheatley parece tentar se esquivar do “plágio” quando interliga de uma maneira completamente diferente as cenas que rouba de Hitchcock. Ele ignora o fato desse material ter sido pensado para cumprir um determinado propósito na narrativa. Um exemplo disso é a relação com a arquitetura que, em 1940, foi filmada de cima para baixo resultando na impressão de grandeza, solidão e opressão. Em contrapartida, a filmagem de 2020 transporta a câmera ao nível do olhar e transforma o suspense social e físico em algo macabro e sobrenatural.

Esse é o problema, tentar contar o mesmo roteiro sem se ater aos significados que Alfred interligou a ele através da linguagem. E, como se isso já não fosse o suficiente, piora quando imagina que o espectador carregará consigo algumas das percepções que o filme de 40 traz. Por exemplo, o Maxim De Winter de Armie Hammer não transborda a mesma ausência só por ter menos tempo de tela no meio do filme. Ele deixa vazio o constante senso de partida que o Maxim De Winter de Laurence Olivier levava consigo. Em suma, erra até onde imita.

A criação e adoração de um mito cotidiano é mais um aspecto extraordinário que acaba perdendo relevância aqui. Rebecca é um ídolo cultuado por todos que a cercam, essa noção é amplificada quando ela é distanciada tanto das personagens quanto do espectador sem ter nenhuma característica estética visível atrelada ao seu ser. A partir do momento que ela ganha uma trajetória mundana, vide quando Sra. Danvers cita sua adolescência, ela perde impacto. A cena em que é possível visualizar partes de seu cadáver ser retirado do mar prega de vez o caixão do significado que sustenta o filme e deixa para trás apenas uma história de vingança, romance e enganação.

Inclusive, a Sra. Danvers, que é uma das personagens mais fascinantes do original, acaba sendo ofuscada. O antagonismo cego e louco advindo da obsessão que guiava seus atos foi substituído por uma certa vilania com uma percepção racional dos seus arredores. Isso é evidenciado nas suas diferentes mortes: enquanto a original morre no fogo do quarto em que preservava a última presença de Rebecca, a atual se sacrifica no mar em uma tentativa de se igualar ao ídolo, a adoração cede lugar ao companheirismo.

De fato, o filme acaba focando no que tem de menos interessante. A personagem de Lily James, a “nova” Sra De Winter, ganha uma capa mais sorrateira (para não dizer malandra) no terceiro ato. A fatídica frase “Você envelheceu tanto em poucas horas” deixa de ser um retrato do peso que a realidade implica na percepção de mundo do indivíduo para se tornar uma mera transformação do olhar em algo “malicioso”. A encarada possessiva que ela entrega no último quadro do filme distorce não só o romance, que é bem mais desenvolvido nesse filme, como também acaba com a inocência da personagem que foi jogada em um ambiente nocivo.

Por mais que a função crítica não seja comparar, em um filme que evoca tanto de uma outra obra sem querer deixar isso explícito é difícil se eximir da sobreposição. Talvez essa seja a prova de que Hollywood precisa deixar o trabalho de grandes diretores envelhecer como vinho ao invés de suprimi-los com releituras medianas.

Rebecca – A Mulher Inesquecível esta disponível na Netflix.

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Zack Snyder’s Justice League | Jared Leto vai voltar a interpretar o Coringa

O novo corte de Zack Snyder na Liga da Justiça está recebendo algumas risadas matadoras.

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O novo corte de Zack Snyder na Liga da Justiça está recebendo algumas risadas matadoras.

Jared Leto, que interpretou o vilão clássico da DC, Coringa, em Esquadrão Suicida de 2016  juntou-se às refilmagens de “Snyder Cut”, é o que informa o THR.

O projeto, oficialmente intitulado Zack Snyder’s Justice League está sendo supervisionado pela HBO Max, que está financiando a nova rodada de filmagens e a conclusão de muitas cenas inacabadas, e irá ao ar como uma série de eventos de quatro episódios no próximo ano.

As filmagens estão em andamento com Ben Affleck, Ray Fisher e Amber Heard, entre os envolvidos em cima como Leto. Não está claro quais outros atores estão envolvidos.

Enquanto as filmagens avançam, dois produtores que estavam envolvidos com o filme nos cinemas estão afastados. Jon Berg e Geoff Johns, então executivos do estúdio que supervisionaram o filme e a refilmagem de Joss Whedon, não receberão créditos de produtor no Corte de Snyder, dizem as fontes.

Zack Snyder’s Justice League estreia em 2021.

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Velozes e Furiosos 11 será o último da franquia

Segundo um artigo da Deadline, a Universal Pictures está planejando encerrar de vez a franquia Velozes e Furiosos com dois filmes

Davi Alencar

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Segundo um artigo da Deadline, a Universal Pictures está planejando encerrar de vez a franquia Velozes e Furiosos com dois filmes. A saga que se tornou uma das mais lucrativas da história do cinema, terá seus últimos capítulos dirigidos por Justin Lin, diretor responsável por Velozes e Furiosos 3, 4, 5 e 6, que atualmente trabalha na pós produção do nono filme.

Ainda é muito cedo para afirmar qualquer coisa, mas ao que tudo indica uma grande história focada no personagem de Vin Diesel será a linha guia para os filmes 10 e 11. Também se espera o retorno de Michelle Rodriguez, Tyrese Gibson, Chris “Ludacris” Bridges, Jordana Brewster, Nathalie Emmanuel e Sung Kang para o elenco.

Velozes e Furiosos 9 continua a história das personagens originais com a adição de Charlize Theron, John Cena, Helen Mirren, Cardi B e Ozuna. E, enquanto as últimas peças começam a se encaixar para o encerramento, a especulação é se Dwayne Johnson e Jason Statham (donos do spin-off Hobbs & Shaw) voltam para o final. Talvez essa seja a oportunidade perfeita para reunir, em uma espécie de Vingadores das pistas, todas as estrelas que já fizeram parte da franquia.

Velozes e Furiosos é um clássico absoluto dos anos 2000. Com um crescimento catatônico, a série de filmes se tornou não só uma das mais lucrativas como uma das mais presentes na cultura pop. Sobrevivendo até a morte de um de seus protagonistas, acompanhamos a progressão de um grupo de corredores de rua que atualmente lidam com ameaças globais de terrorismo. Não poderia ser melhor!

Fora Lin na direção, V & F 9 ainda conta com produção de Vin Diesel, Jeff Kirschenbaum, Lin, Neal Moritz, Joe Roth, Clayton Townsend e Samantha Vincent.

Mas esse não parece ser o fim da franquia. Já foram encomendadas diversas séries e spin-offs em diferentes plataformas para manter os pneus da saga aquecidos. Mesmo assim, ainda podemos esperar um bom tempo para que esses dois últimos filmes saiam do papel.

Velozes e Furiosos 9 chega aos cinemas dia 28 de maio de 2021.

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