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O ator Mark Ruffalo utilizou sua conta na rede social X para rebater acusações de antissemitismo. O astro dos cinemas declarou que criticar o governo de Israel e a fusão de grandes empresas de mídia não significa um ataque ao povo judeu.
A manifestação ocorreu após o artista se opor publicamente à fusão entre as empresas Paramount e Warner Bros. O negócio envolve a família Ellison e a Oracle, gigante da tecnologia que mantém contratos civis e militares com o governo israelense.

Defendendo sua posição, Mark Ruffalo pontuou a necessidade de separar política de religião. “Criticar as ações do primeiro-ministro israelense, um contrato de tecnologia militar ou os executivos que o fornecem não é o mesmo que criticar o povo judeu”, escreveu.
Além disso, o ator alertou para os impactos da transação estimada em US$ 111 bilhões. Segundo o astro, o acordo colocaria o controle de grandes veículos de comunicação sob uma única família, trazendo consequências reais sem a devida transparência editorial.

A controvérsia envolve o cofundador da Oracle, Larry Ellison, e seu filho David Ellison, atual CEO da Paramount. No passado, executivos da Oracle confirmaram o fornecimento de recursos tecnológicos para apoio às forças militares de Israel em suas ações locais.










