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Missão: Impossível – Efeito Fallout “Eleva a franquia ao seu auge”

Tassiana Chagas

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Missão Impossível” é uma das franquias de ação de maior sucesso no cinema. Muito desse êxito se deve a estrela de Tom Cruise que conseguiu, como ator protagonista e produtor, levar a adaptação da série televisiva dos anos 60 e 70 para os cinemas na década de 90.

Seis filmes depois e passando pelas mãos de Brian de Palma (Missão: Impossível 1), John Woo (Missão: Impossível 2), J.J. Abrams (Missão: Impossível 3), Brad Bird (Missão: Impossível – Protocolo Fantasma) e agora com Christopher McQuarrie (Missão: Impossível – Nação Secreta) – o primeiro a dirigir dois filmes da franquia – a franquia eleva-se ao seu auge.

No sexto episódio da franquia de espionagem, após uma missão fracassada em Berlim, o agente secreto Ethan Hunt e sua equipe, uma subdivisão da CIA denominada IMF (Impossíble Mission Force), correm contra o tempo para recuperar três artefatos nucleares antes que caiam nas mãos de uma perigosa organização terrorista, “Os Apóstolos”, chefiada por Solomon Kane (Sean Harris).

Supervisionado pela chefe da CIA, Erica Sloane (Angela Basset), Hunt é obrigado a trabalhar com um agente indesejado, August Walker (Henry Cavill). Em meio a isso, atormentado com conflitos internos mal resolvidos, deixando-o exposto e vulnerável em terreno inimigo.

O elenco coadjuvante é formado por Simon Pegg (Benji), Rebecca Ferguson (Ilsa Faust), Ving Rhames (Luther), Sean Harris (Solomon Kane), Angela Bassett (Erica Sloane), Vanessa Kirby (Viúva Branca), Michelle Monaghan (Julia Meade) e Alec Baldwin (Alan Hunley). O entrosamento entre os atores funciona na tela e a afinidade com o público se mantém.

No elenco, destaca-se a personagem Ilsa Faust, interpretada por Rebecca Ferguson. Agente britânica do MI6, Ilsa atua como um contraponto feminino de Ethan Hunt. Altiva e misteriosa, sua presença é marcante em cena.

Christopher McQuarrie, além de dirigir, produz e também assina o roteiro. Como uma trama inteligente e produção impecável, entrega como produto final o filme mais sombrio e também o mais ambicioso da franquia. Sem sinal de desgaste, “Fallout” é um deleite para os fãs da saga e entregam sequências de ação de tirar o fôlego, tiros, pancadaria, belos carros e motos e muitas reviravoltas. As cenas de ação são eletrizantes e sobra pouco tempo para respirar. Destacam-se as cenas de luta no banheiro e a de perseguição de moto na capital parisiense.

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Tom Cruise contou que fez questão de gravar todas as cenas do filme, dispensando o uso de dublês. As intensas cenas de ação fez com que o ator fraturasse o tornozelo após saltar de um prédio para o outro, forçando a interrupção das gravações por sete semanas. No sexto episódio, o ator mostra uma grande entrega, estando no auge do personagem e do espírito de Missão Impossível.

Com duas horas e meia de duração, as reviravoltas marcam presença e são bem orquestradas, sem subestimar o público e sem deixá-lo confuso demais. Intrigante, tenso e empolgante, “Missão: Impossível – Efeito Fallout” não é apenas o melhor filme de ação do ano, é o melhor filme de toda a franquia.

Missão: Impossível – Efeito Fallout esta em exibição nos cinemas.

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A Snyder Cut pode ser anunciada a qualquer momento

Gal, Affleck e Fischer exigem o corte do diretor do filme no Twitter. #ReleaseTheSnyderCut

Edi

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Já se passaram dois anos desde que a versão desmantelada da Liga da Justiça foi lançada nos cinemas – um filme que teve inicialmente nas mãos de Zack Snyder e depois, devido o suicídio de sua filha, foi substituído por Joss Whedon.

Hoje o movimento pela liberação do corte do diretor para o filme esta movimentando o Twitter e a Liga da Justiça em peso (os atores) estão pedindo o corte do diretor do filme nas redes sociais.

Com excessão do ator Ezra Miller (que não possui redes sociais) todos os membros do elenco estão pedindo o corte do diretor. Henry Cavill por questões contratuais não postou nada também, tendo em vista que ele esta divulgando a série The Witcher para a Netflix.

Gal Gadot, a própria Mulher Maravilha, juntou-se à chamada “Release the Snyder Cut“, também conhecido como o corte da Liga da Justiça de Zack Snyder, que os fãs zelosos da DC exigem desde o lançamento do filme em 2017.

Gadot postou no Instagram e no Twitter no meio do domingo com uma foto em preto e branco de si mesma, além de uma mensagem simples: “#ReleaseTheSnyderCut”.

Ray Fisher também postou mais cedo no seu Twitter uma foto do seu personagem no filme Liga da Justiça pedindo que o filme tivesse o corte do diretor liberado.

Ben Affleck, que nem faz mais parte oficialmente do universo DC Comics nos cinemas também pediu o corte do diretor no Twitter:

O diretor Zack Snyder agradeceu aos atores que aderiram no seu Twitter através de RTs nas publicações.

A ex presidente da DC Enterniment também pediu pelo corte do diretor:

O produtor principal da série da HBo Watchmen pediu no Instagram pela versão do diretor da Liga da Justiça.

O diretor David Ayer, de Esquadrão Suicida também foi no Twitter pedir a liberação do filme.

Hoje também a jornalista Grace Randolph, divulgou a informação de que o corte do diretor esta a caminho, o que significa que a Warner esta discutindo a possibilidade de liberar o corte do diretor.

“IMPORTANTE – nada será anunciado hoje. Há … discussões acontecendo. Você não está apenas deixando claro que existe um grande público para isso, mas você está dando ao Zack o poder de negociação para conseguir tudo o que deseja. É disso que se trata hoje”

No Brasil, até o perfil de humor esportivo, Desimpedidos, pediu pela liberação do corte do diretor.

O ator de Aquaman, Jason Momoa, disse à MTV News que havia visto o Snyder Cut, acrescentando que acha que o público precisa vê-lo e que estava feliz como fã por ter visto.

O artista do DCEU Jay Oliva também compartilhou recentemente a arte conceitual de uma batalha entre Superman e Lobo da Estepe, juntamente com a mesma hashtag #ReleaseTheSnyderCut.

Anteriormente alguém também comprou um cartaz “Liberte o corte de Snyder” na Times Square durante a Comic Con de Nova York em outubro passado. Assim como fizeram diversos anúncios em lugares da cidade de NY.

O site THR diz que apesar da onda e especulações de que a Warner Bros. possa lançar o filme no serviço de streaming HBO Max, fontes dizem que nenhum anúncio de um lançamento da Snyder Cut esta programado. O site chamou a versão do diretor de “fabula”.

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Marvel anuncia datas dos seus próximos lançamentos para a Fase 5

Entre as apostas estão Pantera Negra 2 e muitos outros.

Daiane de Mário

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Antes mesmo da estreia da Fase 4 com o lançamento de Viúva Negra nos cinemas em 2020, a Marvel Studios já anunciou as possíveis datas dos seus longas que entrarão para a Fase 5 do estúdio entre 2022 e 2023.

Especula-se que entre os títulos dessa Fase 5 possam estar as sequências de Pantera Negra, Capitã Marvel e Guardiões da Galáxia e por que não sonharmos com a estreia de Quarteto Fantástico e X-men no MCU.

A Fase 4 chega aos cinemas com Viúva Negra em de Maio de 2020.

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Todo o amante de cinema deveria lutar pela Snyder Cut

O movimento não é sobre um filme de quadrinhos, mas sim de liberdade no cinema.

Edi

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Já se passaram alguns anos desde que a versão desmantelada da Liga da Justiça foi lançada nos cinemas – um filme que teve inicialmente nas mãos de Zack Snyder e depois, devido o suicídio de sua filha, foi substituído por Joss Whedon.

Depois disso, o longa foi refilmado com acréscimos de cenas mas, no geral, o trabalho original de Snyder foi destruído.

E independente do quanto você possa amar ou odiar o cineasta, uma coisa é fato: o movimento na web pela “Snyder Cut” da Liga da Justiça está atingindo patamares incríveis.

Recentemente, o ator Ryan Reynolds (Deadpool) curtiu um post sobre o pedido pela versão do diretor. A atriz indiana Huma Qureshi também manifestou seu apoio.

Jason Momoa (Aquaman) disse que viu a versão de Zack Snyder da Liga da Justiça. Isso nos leva a crer que o filme de certa maneira está pronto, porém pode ser que não esteja totalmente finalizado. O movimento nas entrelinhas é muito mais do que um grupo de fãs birrentos: Um filme para ser feito precisa de muitas aprovações e isso envolve produtores, executivos e investidores. O que na prática torna os filmes muitas vezes um não-retrato puramente artístico do diretor e do roteirista.

Nos filmes do Marvel Studios – como já bem sabemos – Kevin Feige é o homem que põe dedo em todas produções, o que tira um pouco da liberdade artística dos diretores e roteiristas… Na Disney então, nem se fala! Enquanto isso, a DC teve clássicos casos de interferência em Batman v Superman, Esquadrão Suicida e na Liga da Justiça. Consequentemente, todos estes filmes que a Warner mexeu foram mal de desempenho nas bilheterias.

É verdade que Christopher Nolan e alguns diretores tiveram carta branca para fazerem o filme que quiserem com os personagens da editora, porém essa liberdade artística se limita a seleto grupo. Assim, o movimento ‘Snyder Cut’ não sobre um filme de quadrinhos, mas sobre a liberdade no cinema.

Para meu espanto, já vi críticos de cinema de nome no Brasil, desconsiderando este movimento. Na minha cabeça não entra a ideia de que amantes de cinema são os maiores defensores de censura, justamente na área que atuam.

Em recente debate no Twitter com o jornalista Thiago Romariz, disse que por mais que Batman v Superman tenha sido um filme que não tenha tido a aceitação esperada, ele ao menos foi uma tentativa de fazer algo diferente do que a Marvel vinha fazendo (que nas palavras do cineasta Martin Scorsese “não é cinema”).

E atualmente – com excessão recente de Coringa – temos “duas Marvel” no cinema uma vez que, por mais que Aquaman tenha feito seu bilhão, isso se deve graças à fórmula desenvolvida por Feige, do qual o longa dirigido por James Wan bebeu bem.

Não importa qual a sua editora favorita. O importante é entender que todo o artista precisa de liberdade criativa e é disso que o movimento ‘Snyder Cut’ se trata. Todo o artista deveria ter direito de promover e exibir sua obra conforme ele imaginou.

A visão de Zack talvez nem melhore o filme… talvez seja uma versão pior do que a exibida nos cinemas (o que duvido muito), mas as pessoas precisam entender que o movimento vai além disso.

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