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Monument Valley vai virar filme

Eduardo Feuer

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O game indie, de puzzle, irá para as telonas em breve. Paramount, que já está produzindo um filme do Sonic, será a responsável para trazer Monument Valley para o cinema.

Patrick Osborne, ganhador do Oscar de melhor animação em 2014, irá dirigir esse longa. De acordo com o diretor, a trama envolve personagens reais, em live-action, que são transportadas para o incrível e confuso mundo de Monument Valley.

O game possui um impressivo número de downloads, mais de 160 milhões. Na terceira temporada de House of Cards, o jogo apareceu por alguns momentos; o que trouxe grande popularidade para o jogo.

Monument Valley está disponível para as plataformas mobile: iOS, Android e Windows Phone.

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Todo o amante de cinema deveria lutar pela Snyder Cut

O movimento não é sobre um filme de quadrinhos, mas sim de liberdade no cinema.

Edi

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Já se passaram alguns anos desde que a versão desmantelada da Liga da Justiça foi lançada nos cinemas – um filme que teve inicialmente nas mãos de Zack Snyder e depois, devido o suicídio de sua filha, foi substituído por Joss Whedon.

Depois disso, o longa foi refilmado com acréscimos de cenas mas, no geral, o trabalho original de Snyder foi destruído.

E independente do quanto você possa amar ou odiar o cineasta, uma coisa é fato: o movimento na web pela “Snyder Cut” da Liga da Justiça está atingindo patamares incríveis.

Recentemente, o ator Ryan Reynolds (Deadpool) curtiu um post sobre o pedido pela versão do diretor. A atriz indiana Huma Qureshi também manifestou seu apoio.

Jason Momoa (Aquaman) disse que viu a versão de Zack Snyder da Liga da Justiça. Isso nos leva a crer que o filme de certa maneira está pronto, porém pode ser que não esteja totalmente finalizado. O movimento nas entrelinhas é muito mais do que um grupo de fãs birrentos: Um filme para ser feito precisa de muitas aprovações e isso envolve produtores, executivos e investidores. O que na prática torna os filmes muitas vezes um não-retrato puramente artístico do diretor e do roteirista.

Nos filmes do Marvel Studios – como já bem sabemos – Kevin Feige é o homem que põe dedo em todas produções, o que tira um pouco da liberdade artística dos diretores e roteiristas… Na Disney então, nem se fala! Enquanto isso, a DC teve clássicos casos de interferência em Batman v Superman, Esquadrão Suicida e na Liga da Justiça. Consequentemente, todos estes filmes que a Warner mexeu foram mal de desempenho nas bilheterias.

É verdade que Christopher Nolan e alguns diretores tiveram carta branca para fazerem o filme que quiserem com os personagens da editora, porém essa liberdade artística se limita a seleto grupo. Assim, o movimento ‘Snyder Cut’ não sobre um filme de quadrinhos, mas sobre a liberdade no cinema.

Para meu espanto, já vi críticos de cinema de nome no Brasil, desconsiderando este movimento. Na minha cabeça não entra a ideia de que amantes de cinema são os maiores defensores de censura, justamente na área que atuam.

Em recente debate no Twitter com o jornalista Thiago Romariz, disse que por mais que Batman v Superman tenha sido um filme que não tenha tido a aceitação esperada, ele ao menos foi uma tentativa de fazer algo diferente do que a Marvel vinha fazendo (que nas palavras do cineasta Martin Scorsese “não é cinema”).

E atualmente – com excessão recente de Coringa – temos “duas Marvel” no cinema uma vez que, por mais que Aquaman tenha feito seu bilhão, isso se deve graças à fórmula desenvolvida por Feige, do qual o longa dirigido por James Wan bebeu bem.

Não importa qual a sua editora favorita. O importante é entender que todo o artista precisa de liberdade criativa e é disso que o movimento ‘Snyder Cut’ se trata. Todo o artista deveria ter direito de promover e exibir sua obra conforme ele imaginou.

A visão de Zack talvez nem melhore o filme… talvez seja uma versão pior do que a exibida nos cinemas (o que duvido muito), mas as pessoas precisam entender que o movimento vai além disso.

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Coringa | Forbes confirma que filme passa do US $ 1 Bilhão hoje

Coringa é o primeiro filme da historia para maiores de 18 anos a atingir o marco.

Edi

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Ao entrar em seu sétimo fim de semana, Coringa tem um novo total doméstico de US $ 316.692 milhões e uma soma global de cerca de US $ 998 milhões em todo o mundo. Então, hoje deve ser o dia em que o Coringa vai ultrapassar a marca de US $ 1 bilhão segundo a revista Forbes. 

O filme da DC Films, orçado em US $ 62,5 milhões, ultrapassa a marca de US $ 1 bilhão em bruto global. Obviamente, será o primeiro filme com classificação R (para maiores de 18 anos nos EUA) a atingir esse marco e o terceiro filme que não é da Disney / Universal a fazê-lo em menos de um ano. 

Antes da Warner Bros. Aquaman (US $ 1,048 bilhão em 2018/2019) e Homem-Aranha da Sony : Longe de Casa (US $ 1,031 bilhão em 2019), nenhum filme que não seja da Disney ou da Universal ultrapassou o marco de US $ 1 bilhão desde Transformers: Age of Extinction da Paramount em 2014.

Para ser justo, alterar as taxas de câmbio apenas entre 2012 e 2014 impediu a Warner Bros. com os últimos dois filmes do Hobbit passarem do marco em 2013 e 2014, mas US $ 2,931 bilhões em três filmes não são uma mudança radical. 

A propósito, em 2012, tivemos quatro geradores de bilhão de dólares em um ano, sendo dois da WB ( O Cavaleiro das Trevas Ressurge e O Hobbit: Uma Jornada Inesperada ), um da Disney ( Os Vingadores ) e um da Sony ( Skyfall ). Dois deles foram filmes em 2D e nenhum deles ganhou mais de US $ 86 milhões na China. Dark Knight Rises (US $ 52 milhões), The Hobbit (US $ 58 milhões), Skyfall (US $ 59 milhões) e Os Vingadores (US $ 86 milhões) trataram a China como essencialmente um bônus.

Na medida em que existe um padrão, especialmente desde 2015, estamos falando de filmes de super-heróis PG-13 com grande pontuação na China, remakes da nostalgia da Disney ou toons da Disney que não precisam necessariamente da China, filmes de Star Wars que não precisam precisam da China, filmes de Universal que não precisam da China, filmes como Jurassic World que não precisam da China e filmes de Velozes e Furiosos que apresentam um desempenho desproporcional na China. 

Coringa é um drama com classificação R, ação e violência, baseado em uma história em quadrinhos, mas que nem sequer foi exibido na China e não veio da Disney ou da Universal.

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Crítica – Dora e a Cidade Perdida “filme bobo e previsível”

Com orçamento baixo e personagens animados, o filme não tem um CG muito bom e passa longe de ser crível em seu enredo, mas creio ser um grande sucesso entre as crianças.

Thalita Heiderich

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Em tempos de live action, por que não um do famoso desenho bilíngue e educativo da Nickelodeon?

Dirigido por James Bobin (Alice Através do Espelho) e estrelado por Isabela Moner, Dora e a Cidade Perdida apresenta Dora deixando a floresta para estudar na cidade grande, fazendo novos amigos e sendo mais uma vez levada à floresta em busca dos pais desaparecidos. Se não bastasse essa viagem, ela e os “amigos” são raptados por caçadores de tesouros e agora, além de tentar encontrar os pais, ela precisa fugir dos caçadores e encontrar a cidade perdida de Parapata.

Amigos cinéfilos: esse não é o seu filme. Mas acho que você já chegou aqui sabendo disso. 

Dora e a Cidade Perdida é um filme bobo e previsível, com roteiro fraco e muita piada de pum e cocô no meio. É pra criança. E no que se propõe… ele até que faz bem.

Traz um elenco de apoio legal, como Eva Longoria, Benicio del Toro e Danny Trejo e referencia o desenho o tempo inteiro.

Isabela Moner está entregue ao papel. Faz todas as caretas e canta feliz todas as músicas toscas do filme, parece realmente feliz em estar ali. 

Com orçamento baixo e personagens animados, o filme não tem um CG muito bom e passa longe de ser crível em seu enredo, mas creio ser um grande sucesso entre as crianças.

Cenas como a do cocô, a da animação e a da areia movediça podem levar o adulto a pensar além, mas as crianças não vêem maldade, então muita coisa do roteiro passa batido. E no final… é engraçado.

Bebe muito da fonte de Indiana Jones e chega a ser quase uma cópia de um dos filmes no final. E ele sabe que está copiando, chega a brincar com isso durante o filme.

Não vou dizer que saí da sessão satisfeita, mas confesso que pensei que sairia muito mais incomodada e no fim..

Ai, gente, deixem as crianças se divertirem num filme inocente e educativo.

Então juntem os filhos, sobrinhos, afilhados e a cambada toda e assista ao filme sem expectativas além da risada dos seus acompanhantes.

Dora e a Cidade Perdida estreia dia 14 de novembro nos cinemas.

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