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Morram, civis!

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Vendo dia desses o site babaca do Omelete e diversos seguidores em fóruns  que ao  comentarem sobre o sucesso Vingadores Era de Ultron não se restringem somente a qualidade do filme, que é boa. Insistem em vir atacar a Warner DC dizendo que os Vingadores, os heróis mais poderosos da terra são tão heróicos que salvaram todos os habitantes de uma cidade ao contrário do Superman de Man of Steel que detonou um monte de canto durante a luta Superman vs Zod.

Quem estiver lendo essa postagem, eu detesto o fator “tô nem aí” do Man of Steel, foi algo péssimo que qualquer herói poderia fazer( de não se tocar pra destruição deixada por onde passasse) mas não o herói que inspira todos os demais. PQP!!! O Kal-el foi um escroto naquele filme em não ter se preocupado com a segurança do povo de Metropolis , tudo pro filme não ficar babaca demais, escoteiro demais. pecou pelo excesso.

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Mas também não venham me dizer que os Vingadores são exemplo  de preocupação não. Até parece. Na batalha de NY lá no Avenegers de 2012,com certeza os Chitauri fizeram vítimas, a série do Demolidor  mostra claramente isso. Ou vocês acham que aqueles prédios todos estavam evacuados? Claro  que não.

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Mas Avengers Age of Ultron mostra uma cidade inteira sendo salva e aí fica tudo bem né?

Não mesmo.

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Sabe por que a cidade foi salva inteira? Pelos seguintes motivos:

1º) queriam mesmo cutucar a Warner. e alguns fãs retardados da Marvel servem para fazer o que a Disney/Marvel quer;

2º) No contexto da história, o Homem de Ferro seria o culpado por todas as mortes que ocorressem pois Ultron foi de certa forma, criação do Tony. Muita coisa que o Tony fez naquele filme, num mundo real daria uma dor de cabeça danada após a batalha de Sokóvia. Mas no filme, o Stark se aposenta e sai de boa. O Hulk é citado no filme, estava sendo tomada alguma atitude para prende-lo após a zona em Wakanda. Por que o Hulk ia responder sim. Aí o danado fugiu no fim do filme.

Se os sokovianos morressem em grande escala ia ser culpa do Tony sim.

Na hq que inspirou a cena da batalha de Sokóvia, a Ultron Ilimitado, O Ultron ataca um país pequeno. A Eslorênia é atacada por Ultron, sua população dizimada e transformada em necrociborgues. isso seria foda(sim, cadáveres reanimados ciberneticamente como tropa pessoal do Ultron), mas aí a censura dos cinemas não permitiria né? Mas seria melhor sem dúvidas!

Veja abaixo, as imagens da zona que o Ultron faz e os corpos a seus pés. Épico.

 

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Então deixem de ir na onda do Omelete ou da própria Marvel em acreditar que  civis são prioridade. Na verdade quanto mais civis morrem (na ficção), melhor. Vide Independence Day, Guerra Mundial Z, Guerra dos Mundos e claro, Man of Steel.

Para não ver ninguém morrer, bora ver filme da Barbie mesmo.

Físico, nerd, quadrinheiro e dono do Enquadrinhados - enquadrinhados.blogspot.com.br Sua frase preferida é “Só pode haver um”. Qualquer dia desses ele perde a cabeça.

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Guilherme Briggs responde a Warner sobre troca de dubladores

Guilherme Briggs, respondeu a Warner Bros. sobre a troca de dubladores nas animações da DC Comics aqui no Brasil.

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Um dos maiores dubladores do país, Guilherme Briggs, respondeu a Warner Bros. sobre a troca de dubladores nas animações da DC Comics aqui no Brasil.

Popularmente conhecido como dublador do Superman aqui no Brasil, o artista vem se queixando já a algum tempo sobre as vozes novas nas animações na DC e por não ter sido chamado (ele e os demais dubladores já conhecidos de outros personagens da DC Comics aqui no Brasil) e não só ele, os fãs também estão chateados com a mudança que começou com Liga da Justiça: Guerra Apokolips e agora no filme Exterminador: Cavaleiros e Dragões.

A Warner Bros. então se manifestou e disse que entre outras coisas, a troca dos dubladores ocorreu por conta das prevenções em tempos de coronavirus. Briggs respondeu então no Twitter a declaração da Warner Bros. dizendo desconhecer tais motivos:

Sinopse de Exterminador: Cavaleiros e Dragões: O legado do Exterminador como você nunca viu antes. Com sua alma despedaçada e seu filho preso, O mercenário e mestre assassino Slade Wilson terá que redimir os pecados do seu passado para alimentar as batalhas do seu futuro!

Exterminador: Cavaleiros e Dragões não tem uma data de lançamento oficial.

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Infiltrado na Klan e a responsabilidade branca a respeito do racismo

Descubra as metáforas da realidade trazidas no filme de Spike Lee.

Fernanda Fernandes

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É notável como o filme de Spike Lee retrata através de uma história real, os
diversos comportamentos das pessoas perante o racismo e a diversidade. Por conta
disso, neste texto – assim como feito ao usar um personagem de “Uma Mulher
Fantástica”
para identificar o meu lugar de fala dentro de uma realidade que não vivo –
acho válido ressaltar que é uma análise a partir do ponto de vista de uma mulher branca,
que se ofende com todos os ideais de supremacia pregados pela Ku Klux Klan, mas não
conhece na vivência as situações principais abordadas pelo longa-metragem.

Em “Infiltrado na Klan”, baseado no livro de mesmo nome e escrito pelo próprio
Ron Stallworth, mergulhamos na história do policial, vivido por John David
Washington, que, além de ter sido o primeiro policial negro da polícia de Colorado
Springs, se infiltrou na organização supremacista branca KKK no final dos anos 70. É
essencial perceber como o filme retrata a dualidade de Ron, não só como negro e
americano, mas como negro e policial e as situações de racismo velado vividas por ele.

Stallworth é movido de departamento em departamento, sabendo que o que ele
realmente queria era ser um detetive infiltrado, o que consegue ao ser escolhido para
cobrir um evento da União Estudantil Negra. Mais tarde, ao ser realocado para o
departamento de inteligência, Ron liga para um telefone de um anúncio da KKK e se
passa por uma pessoa branca com um discurso racista. Ao lado de Flip Zimmerman
(Adam Driver), que é judeu, se infiltra na Klan em busca de saber qual era o nível de
ameaça da organização. No final, Ron chega a ‘fazer amizade’ com David Duke
(Topher Grace), líder da KKK na época e descobre até mesmo soldados do exército dos
Estados Unidos que faziam parte da organização.

Um dos personagens mais incômodos é o Chefe Bridges (Robert John Burke)
justamente por como ele reproduz o racismo velado em alguns momentos, podemos
reparar que em aspectos mais explícitos e cruéis o personagem já carrega uma
desconstrução. No entanto, em momentos como quando ele critica Ron por não
conseguir se controlar perto de um policial extremamente racista e ao mandar Stallworth para ser o guarda-costas de David Duke, arriscando a operação dele e de Flip como
policiais infiltrados, Bridges mostra que todos somos racistas e, mesmo repudiando os
atos mais explícitos e as falas mais ofensivas, temos muito para aprender.

Agora, falando de Patrice (Laura Harrier), a presidente da União Estudantil
Negra, e Ron, os dois personagens trazem duas formas bastante válidas de ativismo e
luta pela igualdade. Patrice, através das manifestações, da união e do conhecimento e
Ron, por meio da quebra de barreiras e da ação. Uma lição a ser ouvida, a partir da
relação destes personagens, e que serve para todos os movimentos que lutam por
igualdade, é que ambos os tipos de ativismo precisam estar unidos e fazer a diferença
juntos.

“Power to all the people” é com toda certeza o lema deste filme e da nossa realidade para combater a brutalidade policial e o genocídio negro que é retratado diversas vezes no filme, trazido na figura do policial Landers (Frederick Weller), ao assediar Patrice enquanto levava Kwame Ture (Corey Hawkins), que tinha sido convidado para falar com a União Estudantil Negra, para o hotel.

Flip Zimmerman é a representação de uma pessoa oprimida tomando consciência da opressão e se sentindo perdido sobre como entender esta lógica e lutar contra isso. Para ele, assim como para Ron, com toda a certeza verbalizar e escutar todo o preconceito reproduzido pela KKK foi doloroso. Então, após um tempo infiltrado na KKK, Flip começa a pensar sobre ser judeu e como as pessoas que participam daquela organização querem machucar pessoas como ele. Este ponto leva Zimmerman a entender que o perigo está mais perto do que ele imaginava e, pior, essas pessoas se julgam pessoas boas, pacíficas e completamente normais.

Definitivamente o momento mais interessante do filme é a sequência de cenas em que vemos a cerimônia de iniciação da Klan protagonizada por David Duke na qual todos assistem o filme Birth of a Nation que faz uma apologia clara ao racismo, e uma palestra de Jerome Turner (Harry Belafonte) contando sobre o momento em que viu um colega ser injustamente condenado por um estupro e torturado pela população de maneiras inimagináveis. Mostrando duas narrativas completamente diferentes uma da outra, havendo ‘duas’ verdades como se pedisse para o espectador escolher um lado. Acontece que, a narrativa da Klan é visivelmente fundada em ideias rasas e um completo discurso de ódio. Enquanto, a narrativa de Turner pede justiça.

Uma coisa que a sociedade precisa engolir é que o racismo é um problema de total responsabilidade dos brancos, e já está na hora de pessoas brancas tomarem seus devidos lugares de fala e de escuta para fazer a sua parte na resolução e reparação histórica do preconceito. Qualquer movimento que pede justiça, seja lá de que forma peça, como os movimentos negros, movimentos feministas, movimentos contra a homofobia, não devem ser colocados na mesma balança que movimentos como a KKK.

Esta verdade nos leva a falar sobre David Duke e a tentativa de legitimar a supremacia da KKK a partir da tentativa de desvencilhar a organização daquelas pessoas que são ignorantes a ponto de não serem mais aceitas na sociedade. Isto é uma tentativa de reviver os ideais Klan e conseguir que a organização chegue a política. Obviamente, com um discurso supremacista mais leve Duke alcança mais pessoas, como aconteceu em 2017 com as marchas na Virginia e o lema “White Lives Matter” para rebater o movimento Black Lives Matter.

Foi justamente este discurso mais leve que colocou pessoas como Donald Trump e Jair Bolsonaro na liderança de um país, afinal, quando o culpado da sua situação é um alvo claro e você quer destruí-lo ao invés de resolver o seu problema individual, o ódio se torna a resposta. É inacreditável como muitas pessoas brancas ainda sentem a necessidade de preservar a herança delas, que nunca foi destruída, e reafirmar privilégios que sempre tiveram. Acredito que já fizemos isso por tempo demais. Chega.

Infiltrado na Klan esta disponível no Telecine.

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Diretor de The Batman vai desenvolver série sobre Gotham na HBO Max

Matt Reeves desenvolverá série de Gotham na HBO Max.

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Parece que o filme de Robert Pattinson terá mais conteúdo na HBO Max.

O diretor do filme Matt Reeves assinou com o serviço da WarnerMedia de streaming para desenvolver uma série policial que terá lugar no mesmo universo do seu filme The Batman.

A série ainda não tem um título, embora alguns o tenham chamado de Gotham Central, remetendo aos quadrinhos de procedimentos policiais dos escritores Ed Brubaker e Greg Rucka, e GCPD. De qualquer maneira, lidaria com detetives da polícia trabalhando na sombra de um vigilante muito parecido com um morcego.

A série também terá Jeffrey Wright no papel do detetive ou comissário de polícia James Gordon.

A HBO Max diz que a série será “ambientada no mundo que Reeves está criando para o longa-metragem do Batman e se baseará no exame da anatomia da corrupção em Gotham City, lançando finalmente um novo universo do Batman em várias plataformas. A série fornece uma oportunidade sem precedentes de ampliar o mundo estabelecido no filme e explorar ainda mais a miríade de personagens atraentes e complexos de Gotham”.

Porém não está claro se Pattison vai aparecer na série como Batman.

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