Connect with us

cinema

Morram, civis!

Agustin Castro

Published

on

Vendo dia desses o site babaca do Omelete e diversos seguidores em fóruns  que ao  comentarem sobre o sucesso Vingadores Era de Ultron não se restringem somente a qualidade do filme, que é boa. Insistem em vir atacar a Warner DC dizendo que os Vingadores, os heróis mais poderosos da terra são tão heróicos que salvaram todos os habitantes de uma cidade ao contrário do Superman de Man of Steel que detonou um monte de canto durante a luta Superman vs Zod.

Quem estiver lendo essa postagem, eu detesto o fator “tô nem aí” do Man of Steel, foi algo péssimo que qualquer herói poderia fazer( de não se tocar pra destruição deixada por onde passasse) mas não o herói que inspira todos os demais. PQP!!! O Kal-el foi um escroto naquele filme em não ter se preocupado com a segurança do povo de Metropolis , tudo pro filme não ficar babaca demais, escoteiro demais. pecou pelo excesso.

ucb003

Mas também não venham me dizer que os Vingadores são exemplo  de preocupação não. Até parece. Na batalha de NY lá no Avenegers de 2012,com certeza os Chitauri fizeram vítimas, a série do Demolidor  mostra claramente isso. Ou vocês acham que aqueles prédios todos estavam evacuados? Claro  que não.

bny

Mas Avengers Age of Ultron mostra uma cidade inteira sendo salva e aí fica tudo bem né?

Não mesmo.

ucb005

Sabe por que a cidade foi salva inteira? Pelos seguintes motivos:

1º) queriam mesmo cutucar a Warner. e alguns fãs retardados da Marvel servem para fazer o que a Disney/Marvel quer;

2º) No contexto da história, o Homem de Ferro seria o culpado por todas as mortes que ocorressem pois Ultron foi de certa forma, criação do Tony. Muita coisa que o Tony fez naquele filme, num mundo real daria uma dor de cabeça danada após a batalha de Sokóvia. Mas no filme, o Stark se aposenta e sai de boa. O Hulk é citado no filme, estava sendo tomada alguma atitude para prende-lo após a zona em Wakanda. Por que o Hulk ia responder sim. Aí o danado fugiu no fim do filme.

Se os sokovianos morressem em grande escala ia ser culpa do Tony sim.

Na hq que inspirou a cena da batalha de Sokóvia, a Ultron Ilimitado, O Ultron ataca um país pequeno. A Eslorênia é atacada por Ultron, sua população dizimada e transformada em necrociborgues. isso seria foda(sim, cadáveres reanimados ciberneticamente como tropa pessoal do Ultron), mas aí a censura dos cinemas não permitiria né? Mas seria melhor sem dúvidas!

Veja abaixo, as imagens da zona que o Ultron faz e os corpos a seus pés. Épico.

 

ucb002 ucb001

 

Então deixem de ir na onda do Omelete ou da própria Marvel em acreditar que  civis são prioridade. Na verdade quanto mais civis morrem (na ficção), melhor. Vide Independence Day, Guerra Mundial Z, Guerra dos Mundos e claro, Man of Steel.

Para não ver ninguém morrer, bora ver filme da Barbie mesmo.

Físico, nerd, quadrinheiro e dono do Enquadrinhados - enquadrinhados.blogspot.com.br Sua frase preferida é “Só pode haver um”. Qualquer dia desses ele perde a cabeça.

cinema

Chilenos usam Coringa como símbolo dos protestos no país

Os protestos gerados pelo aumento do preço da passagem do metro em Santiago no Chile deixaram 308 pessoas feridas e 167 presos.

Edi

Published

on

By

Os protestos gerados pelo aumento do preço da passagem do metro em Santiago no Chile deixaram 308 pessoas feridas e 167 presos.

Manifestantes adotaram uma série de slogans para reforçar e unificar as causas, uma delas é “evade”, referindo-se aos pagamento de passagem como ‘evasões maciças’, ou seja entre sem pagar.

No entanto, o vídeo de um dos protestantes começou a circular usando uma máscara do Coringa e as redes aproveitaram a oportunidade para criar memes ligando o filme do Coringa e as manifestações. 

Os usuários decidiram se juntar aos protestos, especialmente os incêndios na cidade, com partes do filme, já que ele foi acusado de “gerar violência” alguns dias após seu lançamento. 

Até mesmo o Cinemark Chile decidiu brincar com a situação.

Coringa esta em exibição nos cinemas.

Continue Reading

cinema

Crítica – Diminuta “Um drama diferenciado sobre buscas e recomeços”

O filme apresenta um excelente figurino, trilha sonora e montagem. Um enredo simples e uma trilha sonora que te faz querer investigar o filme

Jonatas Rocha

Published

on

Uma combinação perfeita, que une Brasil e Itália no cinema, e também na música, “Diminuta”, é um drama diferenciado que fala de solidão, buscas, recomeços, e apresenta a história de um corretor de seguros de vida e saxofonista, que cresceu em uma pequena cidade da Itália, mas vai morar no Brasil, após a morte do avô.

O filme que participou da mostra de cinema china brasil, no espaço itaú, lançado quarta-feira (25). O longa exibe a história de Cristiano, neto de Marco Aurélio Aquino (Giancarlo giannini), um músico que vive em uma pequena cidade da região de Vêneto, na Itália. Devido a morte do seu avô, que sempre influenciou no contato com a música, Cristiano vai morar com seu tio, no sul do Brasil. A música, o saxofone e a Itália ficam para trás. Passado o tempo, o personagem casado com Júlia, se vê com alguns questionamentos e frustações, ao lidar com a depressão da amada e o trabalho como corretor de seguros. Cristiano repensa o tipo de vida que gostaria de ter ao conhecer Mark Anderson, um professor de música que resgata a sua história de vida com o saxofone. Desde então, se inicia a saga do personagem para enfrentar o seu medo de viver do que ama, a música, e redescobrir na sua cidade de origem o que um dia deixou para trás.

Os atores veteranos Debora Evelyn e Reynaldo Gianecchini, que interpretam o casal Júlia e Cristiano, revelam a natural realidade da vida a dois, de marido e mulher nos dias atuais, as inúmeras divergências e impasses, mas com uma questão um pouco delicada entre superar a perda de um filho(vítima de um câncer), e seguir adiante, o remorso de não viver o luto e não prosseguir com as suas experiências de vida.

Bruno Saglia, veterano na direção, foi contemplado com o prêmio do 9º Festival de Cinema Italiano no Brasil, com o mesmo longa, traz um drama com inúmeras doses de conflitos, a começar pelas específicas discussões de casal, umas que não são tão importantes e outras que observam o assunto sério em conjunto “com o desgaste de uma relação”. Carlos Vereza (que interpreta o músico Mark Anderson), não deixa a desejar e rege muito bem o seu papel de forma autêntica.Vale ressaltar que, em quase todos os momentos, sua conexão com a música é percebida no personagem.Vereza para quem não sabe, fora das telas, toca flauta e muito bem.

Existem algumas surpresas na história que atraem o telespectador, como atuação de Rachel Jesuton, a cantora inglesa, que ficou conhecida por se apresentar nas ruas do Rio de Janeiro, na pele de Charlote.Ela vive uma jovem cantora inglesa de jazz que mora na Itália, com alguns conflitos internos em relação a bebida e drogas, em vários momentos empresta sua potente voz às cenas, o que enriquece a atuação.

Em momento algum não podemos esquecer de dar destaque a Daniela Escobar, que interpreta Anne, uma médica, que dá um sentido especial as cenas, e que infelizmente teve poucas aparições, ao mostrar o lado afetuoso de quem lida com um momento tão delicado, a perda de uma criança vítima de câncer.

Não podemos deixar de mencionar também, atuação de Janine Salles, que vive uma cantora proprietária de um pub, e faz jus ao papel escalado, que muitas vezes parece realmente estar soltando a voz.

A bela atuação e a sintonia dos veteranos que vivem os personagens principais devem ser comentados. O casal, que vive inúmeros conflitos no longa, não deixa desejar e prendem a atenção. Giachinni que aprendeu a tocar o instrumento para fazer o personagem, parece realmente estar a vontade em cena e se destaca como um musicista de primeira. Evelyn que dá vida uma mulher e mãe que ainda não se recuperou da perda, brilha em cena.

O filme apresenta um excelente figurino, trilha sonora e montagem. Um enredo simples e uma trilha sonora que te faz querer investigar a história ao ser mostrada pelo diretor. O longa foge do drama pesado e busca um narrativa mais leve, com a proposta principal de mostrar o lado dos encontros e recomeços, após a perda, através da música, e como a arte se torna a mola propulsora para cicatrizar feridas.Em diversas cenas corriqueiras do filme é perceptível a busca pelo encontro do que se perdeu.

Diminuta não teve lançamento ainda para o publico nos cinemas.

Diminuta
8 Nota
PONTOS POSITIVOS
Ótimas atuações. Direção. Figurino.
RESUMO
O saxofonnista Cristiano (Reynaldo Gianecchini) cresceu em uma pequena cidade da Itália, com seu pai, Marco Aurélio (Giancarlo Giannini), que sempre incentivou o talento musical do filho. Depois da morte do pai, Cristiano vem para o Brasil para morar com o tio. Ele se casa com Júlia (Deborah Evelyn), constrói uma família e se torna um corretor de seguros, mas ele segue tenso uma forte ligação com a música. Porém, por conta de uma série de acontecimentos, Cristiano acaba retornando a Itália e se apaixona por Clarice (Clarice Alves), alguém que vai motivá-lo a superar todos os obstáculos pelo seu sonho.
Direção8
Fotografia8
Roteiro8
Continue Reading

cinema

Crítica – Zumbilândia: Atire Duas Vezes “Pode entregar seu dinheiro”

Zumbilândia – Atire Duas Vezes estreia dia 24 de outubro nos cinemas.

Edi

Published

on

By

Zumbilândia – Atire Duas Vezes, traz o elenco do filme original, Woody Harrelson, Jesse Eisenberg, Emma Stone, Abigail Breslin. Depois de 10 anos (sim, se passou 10 anos lá também). O filme tentar repetir o sucesso do original.

Fiquem tranquilos, o filme é muito feliz em tentar nos fazer rir, na maior parte das vezes ele consegue, principalmente com o elenco principal, Luke Wilson, bom… Não teve a mesma sorte. Porém mesmo que o elenco à parte do principal (com excessão de Rosario Dawson que faz a personagem Nevada e a “burra e gostosa” personagem de Zoey Deutch) muitas vezes não seja tão divertido, Zumbilândia – Atire Duas Vezes, é um dos melhores filmes da temporada.

A direção zombada de Ruben Fleischer, que dirigiu o sucesso de público e odiado pela crítica Venom, (até porque o filme do vilão do Aranha não teve lá um grande roteiro e muito menos uma boa direção), mas logo tudo aquilo que o diretor foi criticado neste filme, ele pode fazer em Zumbilândia – Atire Duas Vezes, duas vezes pior, até porque faz sentido dentro do propósito do filme.

As atuações de todos os atores principais esta ótima, mas Woody Harrelson esta fantástico como sempre e louco como nunca na pele de Tallahassee (minha sócia disse que só foi na pré-estreia a convite da Sony por causa do Woody). Porém Jesse Eisenberg, Emma Stone, Abigail Breslin mandam muito bem, igualmente. Menção honrosa para Zoey Deutch, que esta maravilhosa como a “entupida” mas divertida patricinha em pleno apocalipse Zumbi.

Zumbilândia – Atire Duas Vezes é um filme divertido, alegre, feliz e com Bill Murray mais legal deste final de ano (se tem o Bill nem precisava dizer o resto).

Zumbilândia – Atire Duas Vezes estreia dia 24 de outubro nos cinemas.

Zumbilândia - Atire Duas Vezes
75 Nota
PONTOS POSITIVOS
Roteiro de doido. As piadas funcionam.
PONTOS NEGATIVOS
Luke Wilson.
RESUMO
O enredo do longa, dirigido por Ruben Fleischer, reúne um grupo de quatro integrantes que buscam por sobrevivência em um mundo pós-apocalíptico infestado de zumbis famintos e situações improváveis. Jesse Eisenberg, Emma Stone, Woody Harrelson e Abigail Breslin continuarão vivendo as principais personagens da trama.
Direção7.5
Fotografia7.5
Roteiro7.5
Continue Reading

Parceiros Editorias

error: Conteúdo Protegido