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cinema

“Muito CGI mas pouca utilidade” Malévola

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Maleficent

Dirigido: Robert Stromberg

Com: Angelina Jolie, Elle Fanning, Sharlto Copley

Gênero: Fantasia

Nacionalidade: EUA

 

 

Malévola vai seduzi-lo com a nostalgia da Bela Adormecida, mas o que ainda assim é incrivelmente distorcido.

Em um nível intelectual, Malévola é um filme ofensivo. Ele não tem fé em sua bilheteria e ele nem sequer tenta esconder isso. Isso começa com uma narração que nos diz que podemos lembrar da historia da Bela Adormecida, mas que estamos errados. Não muito tempo depois disso, a narração horrível continua. Desta vez, ele está expressando exatamente o que o diretor Robert Stromberg tinha a intenção de retratar. Ele realmente fez o visual igualar a sua intenção soberba, mas a narração mostra que ele não tem fé que seu público vai conseguir entende-lá.

Malévola muda a perspectiva da historia da Bela Adormecida. Infelizmente essa ideia não é bem executada. Malévola não só muda a perspectiva da história, mas muitos elementos da história em si. No vácuo, isso ainda não seria ruim. Se Malévola estava simplesmente tentando ser uma adaptação da A Bela Adormecida que existia independente da animação de 1959, o filme teria se saído mais genuíno. Mas a narração é implacável em assegurar que esta é exatamente a mesma história, quando não é. Malévola é nada mais do que a nostalgia em manipulação desonesta.

Muitas das mudanças que são feitas, não fazem muito sentido.  Suas ações andam entre o bem e o mal mas sem muito nexo. Qualquer coisa que possa nós surpreender passam despercebidas ao público.

Mais uma vez, isso é algo que poderia, teoricamente, fazer mais sentido. Mas como como os Star Wars que se seguiram não contribuíram para o caráter de Darth Vader, Malévola não mostra por que contar a sua historia seria necessário. Ela é uma vilã tão mal resolvida, pura e fascinante, porque ela é apenas má. Não há realmente nada de bom sobre ela. Ela é temida por todos, não há nada de bom para nenhuma de suas ações e ela nem sequer ganhar muito por ser assim; ela é aparentemente apenas dessa forma por diversão. Se não fosse a Bela Adormecida, Malévola não seria tão interessante.

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Como muitos blockbusters atuais, Malévola é cheia de CGI. É engraçado que esta seja considerada a versão live action da adaptação anteriormente animada do conto clássico. Apesar de agora podermos misturar os humanos e a animação mais facilmente do que como na época de Space Jam e Uma Cilada Para Roger Rabbit , Malévola não é uma boa animação. Para alguns o filme é bem feito, mas há momentos em que parece horrível.

Seria fácil reescrever o filme completamente, mas o desempenho de Angelina Jolie faz com que alguma coisa aconteça. Ela é absolutamente surpreendente no papel principal e faz o filme ser assistível. A melhor cena do filme é a recriação da cena da maldição da Bela Adormecida. Se o resto do filme seguisse o tom da cena, o que se mostrou mais predominantemente em trailers e spots de TV, o filme teria sido muito melhor e a experiência mais comovente.

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EXCLUSIVO | Disney+ terá conteúdo da 20th Century Studios no Brasil

Confirmamos que terá sim conteúdo da Fox na Disney+ Brasil.

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A Disney+, serviço de streaming que chega ao Brasil no dia 17 de novembro, tem sofrido com especulações a respeito do seu lançamento, e um deles foi a respeito se o conteúdo dos estúdios FOX, (adquirido pela Disney que o renomeou para 20th Century Studios) estariam disponíveis no Brasil.

Ao contrario do relatado anteriormente pela imprensa, o Cabana do Leitor recebeu a confirmação diretamente da Disney, que o conteúdo da 20th Century Studios vão estar disponíveis no Brasil, porém nem tudo.

Os Simpsons, como anteriormente dito, vão ter alguns episodios disponibilizados na plataforma, porém não todos, alguns filmes produzidos pela antiga Fox Filmes (20th Century Studios) vão estar também disponíveis. Nada foi dito sobre as séries da Fox, que não devem mesmo integrar a plataforma.

A Disney também divulgou que dias antes do lançamento da plataforma, os canais Fox Channel, FX, Disney Channel, Disney XD, Disney Junior e National Geographic exibirão uma seleção de episódios das séries originais do Disney+: The Mandalorian, Star Wars: A Guerra dos Clones, High School Musical: A Série: O Musical, Diário de uma Futura Presidente e A História do Imagineering; além da produção original do Disney Junior para o Disney+: Il Ristorantino de Arnoldo.

A História do Imagineering. No dia 11 de novembro, às 21h, o National Geographic exibirá o primeiro episódio da série documental que leva o espectador em uma viagem pelos bastidores do Walt Disney Imagineering, o pouco conhecido centro de design e desenvolvimento da The Walt Disney Company.

Diário de uma Futura Presidente. No dia 12 de novembro, às 21h, no Disney Channel, o público poderá assistir ao primeiro episódio da história de Elena Cañero-Reed, uma garota cubano-americana de 12 anos que, um dia, será presidente dos Estados Unidos.

Ristorantino de Arnoldo. No dia 13 de novembro, os canais Disney Junior (20h) e Disney Channel (21h), convidam a família a assistir ao primeiro episódio da produção original para o Disney+, totalmente produzida na América Latina e protagonizada por Diego Topa (Junior Express).

Star Wars: A Guerra dos Clones. No dia 14 de novembro, os canais Disney XD (21h) e FX (22h) exibirão os dois primeiros episódios da última edição dessa série de animação vencedora do Emmy que retorna para sua conclusão épica no Disney+.

High School Musical: A Série: O Musical. No dia 15 de novembro, às 21h, o Disney Channel exibirá o primeiro episódio desta inovadora série que conta a história de um grupo de alunos que espera ansiosamente pela primeira produção teatral de sua instituição.

The Mandalorian será exibida em 17 de novembro, às 22h30, no FOX Channel, apresentando à sua audiência THE MANDALORIAN e The Child, nos dois primeiros episódios da épica série live action da saga STAR WARS que venceu sete prêmios Emmy e tem Jon Favreau como showrunner e Pedro Pascal como o Mandalorian.

Também ainda não existe uma lista final de filmes da 20th Century Studios que vão estar disponíveis na plataforma.

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Crítica | Superman: O Homem do Amanhã

Sendo mais um acerto nas animações da DC, O Homem do Amanhã vem para mostrar que nunca é demais voltar a origem do herói.

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Depois dos contínuos lançamentos do universo compartilhado das animações da DC, Superman: O Homem do Amanhã veio para, de certa forma, reiniciar o que estávamos habituados a ver. Aqui não terá mais a Liga da Justiça unida para lutar contra o mal, e sim teremos o Clark Kent se descobrindo como herói.

O enredo começa com pequenas cenas de um Clark criança, onde seus pais o escondiam para que ele não revelasse a ninguém sobre os seus poderes, até a atualidade onde o Clark já é um jovem adulto, que ganha a vida como um estagiário do Planeta Diário. Porém, as coisas começam a mudar quando o caçador de recompensas intergaláctico, Lobo, encontra o kryptoniano e decide levá-lo consigo, seja vivo ou morto.

Metrópoles está de cara nova. Com a repaginada no visual, que agora abraça um lado mais tecnológico, a cidade tem o semblante mais novo e futurístico. Menos a casa dos pais humanos de Clark e, claro, o Planeta Diário, que sempre será o lugar onde a impressora só funciona dando aqueles leves tapinhas. E sem isso, o famoso casal não poderia ter se conhecido de maneira melhor.

O cara do café e Lois Lane, a mulher com o furo de reportagem que prendeu o famoso Lex Luthor, estão atrás de reportagens que tenham relevância o suficiente para o jornal. Para a infelicidade de Clark, Lois está interessada em um outro alguém. No Superman, com seu traje ainda iniciante. As roupas do Homem de Aço vão desde óculos de natação e gorro preto ao famoso vermelho e azul com semblante de esperança que estamos acostumado. Porém, não se deixe enganar, o pulo entre os uniformes não foi tão rápido. Deu até para ter um salvamento da cidade com o Clark pelado.

O tema entranhado nas dúvidas internas do Clark e nas conversas com o Marciano é a xenofobia: O medo (ou receio) pelos alienígenas, no caso explicito, e pelo outro, o diferente, no implícito. A necessidade de aceitação dos humanos, já que os alienígenas, aos seus olhos, é o mal, aquele que quer trazer o terror e destruir a civilização. Crescendo com essa visão que os demais tem, Clark cresceu sendo recluso, atrapalhado e escondendo suas habilidades. Uma crítica interessante, porém, já é de praxe da DC de trazer temas mais pesados em suas animações, a fim de fazer o telespectador refletir, independente da sua idade.

A arte difere bastante da arte apresentada na última animação da DC (Liga da Justiça Sombria: Guerra de Apokolips), tendo traços mais marcados ao redor da estrutura dos personagens e traços mais finos em estruturas internas. Em conjunto, é possível notar que as sombras estão bem destacadas e o design das lutas mais fluído, pecando apenas no uso do 3D para objetos que, por vezes, não são necessários para tal, como nos carros. O recurso, usado para baratear os custos da animação, deixa leves impressões negativas neste caso.

Também é possível notar a diferença entre a dublagem original e a brasileira, já que entre personagens o contraste das vozes é discrepante. Infelizmente, na dublagem brasileira alguns personagens ganharão tons que não combinam com eles, podendo ser até incomodo ao telespectador.

Superman: O Homem do Amanhã, que conta com o roteiro de Tim Sheridan e direção de Chris Palmer, foi uma excelente ideia da DC para tirar as animações da mesmice que acabam sendo apresentadas em universos compartilhados. Sendo uma boa pedida para fãs e não conhecedores do mundo.

A animação se encontra disponível nas plataformas Looke,

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O Céu da Meia-Noite, filme de George Clooney na Netflix, ganha trailer

Drama pós-apocalíptico chega à Netflix no final de dezembro

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A Netflix liberou nesta terça (27) o primeiro trailer de O Céu da Meia-Noite, drama pós-apocalíptico protagonizado e dirigido por George Clooney. Confira a prévia:

A trama é uma adaptação do livro Good Morning, Midnight, escrito por Lily Brooks-Dalton, e conta a saga de Augustine (Clooney), um cientista solitário no Ártico que corre para impedir Sully (Felicity Jones) e seus colegas astronautas de voltarem para casa em meio a uma misteriosa catástrofe global.

O longa, roteirizado por Mark L. Smith, ainda conta com nomes como David Oyelowo, Tiffany BooneDemián Bichir e Kyle Chandler no elenco e Alexandre Desplat na trilha sonora. 

O Céu da Meia-Noite estreia em 23 de dezembro na Netflix.

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