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Novo jogo de terror Cyberpunk anunciado para PS5 e Xbox Series X

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Hoje, um novo jogo de terror para PS5 e Xbox Series X foi anunciado. Mais especificamente, hoje a Bloober Team – a desenvolvedora polonesa mais conhecida por Blair Witch e Layers of Fear – anunciou Observer: System Redux. De acordo com a equipe Bloober, o Observer: System Redux é uma versão reconstruída do Observer, um premiado jogo de terror cyberpunk de 2017. Além de ter sido reconstruído para a próxima geração de consoles, apresenta uma jogabilidade expandida para atrair potenciais jogadores duplos.

Para acompanhar este anúncio, a Bloober Team também revelou um novo trailer do jogo, completo com a palavra que será lançada nesta temporada de férias, sugerindo que poderia ser um jogo de lançamento para PS5 e Xbox Series X ou pelo menos um jogo de janela de lançamento para os dois consoles.

De acordo com Bloober Team, System Redux é a visão definitiva do jogo de terror e é um dos últimos papéis de dublador que Rutger Hauer fez antes de sua morte infeliz. Para quem não sabe: Rutger Hauer interpreta o protagonista do jogo, um detetive envelhecido chamado Dan Lazarski. A equipe Bloober observa que vê o projeto como uma “homenagem à estrela de cinema tardia”.

“O ano é 2084. O futuro ficou muito mais sombrio do que qualquer um poderia imaginar”, diz um discurso oficial do jogo. “Primeiro, havia o Nanophage. Uma praga digital que matou milhares e milhares de pessoas que escolheram aumentar suas mentes e corpos. Então veio a Guerra, deixando o Ocidente e o Oriente dizimados e despedaçados. Sem mais ninguém para tomar o poder as empresas assumiram o controle e forjaram seus próprios impérios tortos. Você é uma ferramenta de opressão corporativa. Medo e desprezo, você invade os cantos mais sombrios da mente de seus suspeitos. Você rasteja nos sonhos deles, expõe seus medos e extrai o que quer que sua investigação pode exigir. Você é um observador. “

Além do novo conteúdo da história, a Bloober Team observa que haverá uma jogabilidade expandida, embora não esteja claro o que isso significa. Dito isto, o desenvolvedor polonês prometeu mais detalhes sobre esses vários aprimoramentos e adições nas próximas semanas e meses “que antecederam a estreia dos consoles da próxima geração”.

No momento da publicação, não há nenhuma palavra de plataformas adicionais além dos próximos consoles da próxima geração.

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Sony se manifesta sobre feedback negativo de atualização do PS4

A ultima atualização gerou criticas a Sony.

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Sony

Como noticiamos há alguns dias, a atualização 8.00 do PS4 não foi muito bem recebida pelos usuários do console.

A atualização gerou problemas no sistema de Party, na lista de amigos, instabilidade na PSN, e uma confusão relacionada a mensagens de que o áudio estariam sendo gravadas, fazendo as pessoas questionarem sua privacidade, e desagradou com a retirada de recursos de criação de comunidades privadas e eventos, a atualização teve mais destaques pelos seus problemas do que por melhorias.

A partir disso, a PlayStation se manifestou no Twitter dizendo:
“Ei pessoal – Só queremos deixá-los informados de que estamos vendo o feedback de vocês sobre as recententes mudanças nas Parties do PS4. Obrigado por falarem – vamos manter vocês atualizados”

Recentemente, Catherine Jensen, vice diretora da Experiência de Consumidor da Sony, já havia dado explicações sobre algumas controversas, como a questão das mensagens de voz sendo gravadas.

Na atualização 8.00, tornou-se possível outros jogadores gravarem clips do chat de voz de até 40 segundos daqueles com quem estão conversando para poder enviar a gravação como denúncia aos moderadores em casos de comportamento tóxico. A empresa afirmou que esse recurso também estará disponível no PS5, mas que ele não vai ativamente escutar ou monitorar as conversas dos jogadores, e que ele será exclusivamente para a denúncia de assédio ou abuso online. 

Dessa forma, apesar de o recurso ser destinado para a defesa dos usuários, muitos sentiram ter sua privacidade sendo invadida quando mensagens de que o áudio estaria sendo gravado começaram a pipocar nas telas, acreditando que o console poderia estar gravando em momentos que não foi solicitado para fazer isso.

Em resposta ao twiiter, diversos usuários pedem para que a empresa reverta a atualização e conserte o sistema de Parties.

Então, apesar de ainda não anunciar quais ações serão tomadas pela empresa, podemos esperar que venha alguma atualização em breve que traga novas mudanças nesses sistemas.

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Cyberpunk 2077 | As origens do jogo mais aguardado de todos os tempos

O Gênero do Steampunk foi um fenômeno difundido, principalmente, por Julio Verne com o livro “Vinte mil léguas submarinas”

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O tema futurista sempre foi muito explorado em todas as formas de entretenimento, é fato que o futuro sempre foi visto como fascinante ou assustador pelos autores que falam sobre o assunto. Porém, o futuro sempre teve muitas formas nas obras, algumas foram positivistas focando no desenvolvimento da ciência e da exploração, como Star Trek fez por muito tempo.

O Gênero do Steampunk foi um fenômeno difundido, principalmente, por Julio Verne com o livro “Vinte mil léguas submarinas”. O fenômeno do Steampunk foi muito mais difundido em obras cinematográficas e em video games. Pode-se dizer que Steampunk muitas vezes é um futuro difícil. Mas não tão difícil quanto em Cyberpunk.

Sim, Cyberpunk não é apenas o nome do tão aguardado jogo de 2020, mas também é um gênero de ficção. O estilo Cyberpunk é caracterizado por um futuro distópico, muito longe da evolução humana, distante da segurança para os civis que vivem neste mundo.

Este gênero é marcado pela sujeira das cidades que se misturam com carros voadores, androids e tecnologias de ponta. O poder é exercido pelas grandes corporações, gangues dominando e causando o terror pelas ruas, e a corrupção é tão presente que as pessoas nem se incomodam mais. Alguns especialistas diriam que o presente em que vivemos hoje está muito próximo e parecido com este tipo de ficção.

É impossível definir apenas uma influência para Cyberpunk 2077, afinal são anos de obras que definiram o estilo. Isaac Asimov foi um grande expoente do estilo, seus livros em 1950 não só previram muita coisa, como também ditaram “regras” de como passaria a ser o futuro distópicos.

Para o leitor curioso, recomendo os livros da série “Fundação”. Orwell escreveu o Livro “1984” que também já serviu de inspiração posterior para várias obras. Para os fãs de mangá, existe “Ghost in The Shell”, uma obra muito bem escrita e desenhada que não pode faltar na coleção de um amante do gênero Cyberpunk.

Uma outra forte influência pode ser encontrada em Blade Runner, Filme Dirigido por Ridley Scott, baseado no livro “Androids sonham com Ovelhas Eletricas?” de Phillip K. Dick. Além de ser um ótimo filme, o mesmo é uma referência visual perfeita para quem deseja vislumbrar esteticamente o que é uma obra Cyberpunk.

O fato é que não só dos filmes e livros que Cyberpunk 2077 tirou inspiração, mas também de jogos, e falarei aqui sobre um em especial, Shadowrun. 

Shadowrun é um RPG de mesa que atualmente encontra-se na quinta edição, além disso ele foi bem adaptado em seu conceito para jogo eletrônico. Em Shadowrun os jogadores são colocados na pele de um Incursor das Sombras, algo como um atravessador que luta neste futuro distópico em busca de riqueza e reconhecimento das ruas. 

A experiência como um RPG coloca o jogador na pele do que é viver este futuro distópico. Cada incursão, cada aventura, cada vez que você sai de sua casa ou seu esconderijo, você corre risco de vida. Como não é tão fácil conseguir um grupo para jogar RPG de mesa, a experiência com o jogo eletrônico pode ser uma boa opção.

A verdade é que nunca vimos a grandiosidade que o gênero poderia oferecer como Cyberpunk 2077 está fazendo, muita coisa ainda será falada sobre o jogo, e muita coisa a ser apreciada. Mas garanto ao leitor que se procurar as obras citadas na matéria, você não só estará preparado para o universo a ser desbravado em Cyberpunk 2077, como também irá se deparar com ótimas obras de ficção.

Cyberpunk 2077 chega às lojas em 19 de novembro.

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Worlds 2020 | G2 arrasa Gen. G e classifica para enfrentar DAMWON

G2 joga fácil, atropela Gen. G por 3×0 e se classifica para as semi finais.

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Com a classificação da Top Esports em cima da Fnatic em uma série dramática no dia de ontem, nós chegamos a última série das quartas de final com Gen. G contra G2.

A G2 voltou ao mundial para tentar buscar o título que acabou deixando escapar no ano passado. A equipe veio como Seed 1 da Europa após vencer a Fnatic na final da LEC, e sem dúvidas é considerada a equipe europeia mais forte na competição. Na fase de grupos do Mundial, a equipe se classificou em segundo lugar no grupo A, perdendo o jogo de desempate pela primeira colocação contra a Suning.

A Gen. G se classificou para o mundial como Seed 3 da LCK, e apesar de isso não parecer muito, a equipe teve um ano bastante sólido sendo vice campeã do 1º Split e ficando na terceira colocação do 2º Split. Dentro do mundial, a equipe liderou seu grupo sem muitas dificuldades, perdendo apenas uma partida para a Fnatic, que como mostrou ontem, era uma equipe muito forte e bem organizada.

Se no papel a série era equilibrada, no jogo não vimos isso. Com apenas a primeira partida tendo algum momento de verdadeiro equilíbrio, a série toda foi um show da G2, que não teve dificuldades para varrer o chão do Rift com a equipe da Gen. G. Apesar de os placares não necessariamente apontarem stomps, era visível a diferença de força e qualidade na tomada de decisão das duas equipes. A G2 ainda demonstrou as suas famosas trolladas em todas as partidas, mas nem isso chegou a ameaçar suas vitórias. Confira abaixo como foram os jogos:

Jogo 1: Vitória da G2
Gen: Taric – Kalista – Azir – Lillia – Volibear
G2: Pantheon – Jhin – Twisted Fate – Nidalee – Camille
MVP da partida: Mikyx – Pantheon (3/0/10)

O First Blood aconteceu em gank de ambos os caçadores a Top Lane que foi seguido do teleporte dos mid laners. A equipe da Gen. G lutou melhor e garantiu 2 abates contra apenas 1 dos adversários.
A equipe da G2 procurou empatar o placar de abates logo em sequência com novo gank sobre o top da Gen. G. A equipe coreana aproveitou o espaço para fazer o primeiro dragão da partida.
A Gen. G estava com um controle de objetivos melhor, ficando com os dragões e arautos, enquanto a G2 mantinha a vantagem em ouro, buscando abates pontuais e mantendo o farm de seus jogadores.
Dessa forma, apesar da impressão de jogo dar a entender que a Gen. G estava melhor no mapa, a equipe da G2 usou a força da sua comp e conseguiu pegar 3 jogadores adversários sem dar chance a eles de se defender, abrindo espaço para fazer o barão em sequência. A equipe ainda aproveitou para fazer um dragão e não deixar a Gen. G conseguir sua alma.
Enquanto a Gen. G se preocupava em defender a mid lane, e o barão renascia, as equipes lutaram novamente no meio, e a G2 mostrou o quão a frente estava e passou por cima dos adversários garantindo um Ace sem perder jogadores.
Como a G2 ficou com vida baixo, o time recuou, e a Gen. G, que renascia, tentou rushar o barão. A equipe europeia retornou ao pit e praticamente repetiu a ultima luta. A Gen. G até conseguiu descontar com alguns abates, mas a G2 garantiu um novo Ace e levou a primeira partida da série.

Jogo 2: Vitória da G2
Gen: Leona – Ashe – Twisted Fate – Nidalee – Camille
G2: Tahn Kench – Jhin – Sylas – Lillia – Shen
MVP da partida: Caps – Sylas (11/0/11)

A G2 conseguiu tirar o flash de Life com um early invade, e, dessa forma, o primeiro gank de Jankos foi na bot lane quando seus dois adversários estavam com a vida baixa. Porém, de forma inexplicada, Ruler garantiu o double kill em favor da Gen G. antes de cair para o gank.
As equipes demonstravam que queriam sangue no early game, e com 7 minutos de jogo já haviam acontecido 12 abates, com vantagem de 1k de ouro para a G2.
Tal qual o jogo anterior, a equipe da Gen G. tinha o controle inicial de objetivos neutos, mas a G2 lutava melhor e pegava mais abates. Mas vale reforçar que o controle era apenas inicial, pq a G2 começou a aproveitar a vantagem que tinha para garantir o segundo arauto e o segundo dragão para si.
Apesar de não ter nenhum objetivo disponível, as duas equipes fizeram uma teamfight na mid lane, e tal qual no jogo anterior, só dava G2 na tf, conseguindo dois abates e botando os sobreviventes da Gen. G para correr por suas vidas. De forma completamente inexplicável, Rascal, que havia fugido com pouco vida da luta anterior, se recuperou na base e deu um teleporte no meio do time adversário apenas para ser abatido.
A Gen. G não conseguia achar nada no mapa, enquanto a G2 estava gigantes, principalmente com o Sylas de Caps, que tinha um Mejai completamente stackada, e que com frequência roubava o ultimate dos adversários para usar melhor que eles.
Com o barão disponível, a Gen. G tentou iniciar em cima de Mikyx aproveitando que a G2 estava separada, mas o jogador segurou todo o dano até sua equipe chegar e coletar 3 abates nos adversários e o barão na sequência. A G2 dominava fácil a partida.
Mesmo quando a G2 deu a sua famosa trollada, perdendo dois jogadores antes de uma team fight, a sua equipe lutou um 3×5 e venceu.
Pouco tempo depois, as duas equipes fizeram nova team fight na base da Gen. G, e com um show lindo de Caps que não era abatido nem por decreto, a equipe varreu o mapa com a Gen. G e fez 2×0 na série.

Jogo 3: Vitória da G2
Gen: Tahm Kench – Ezreal – Twited Fate – Kindred – Volibear
G2: Rakan – Jhin – Sylas – Graves – Renekton
MVP da partida: Mikyx – Rakan (1/1/17)

A G2 conseguiu o first blood na partida com um TP cedo de Caps na bot lane para abaterem Life.
Quando Caps pegou nível 6, a equipe da G2 mandou diversos membros para a top lane, e o jogador roubou a ult do Volibear para desativar a torre e sua equipe conseguir mais um abate. Na resposta, a Gen. G conseguiu descontar uma kill em Wunder.
O Mid laner da G2 não parava, e roubando o Destino de Bdd, o jogador gankou a bot lane garantindo mais duas kills para seu time. Na terceira partida, a G2 acelerava e passava fácil pela Gen. G. A sorte dos coreanos era que as Kills não estavam ficando na mão de Caps, o que poderia ser um boost de ouro gigantesco para o jogador.
A Gen G. conseguiu diminuir a vantagem adversária ao comprar um 3v3 e lutar muito melhor que seus adversários para coletar os 3 abates.
Em nova luta na mid lane, a G2 mais uma vez foi superior aos adversários, conseguiu 3 abates, a primeira torre do jogo e o segundo dragão. Uma curiosidade interessante, pelo terceiro jogo seguido o dragão de stack e alma seria o infernal.
O jogo desandava cada vez mais para o lado da Gen. G, que nunca vi suas jogadas dando certo, mas frequentemente perdia jogadores par as jogadas da G2. E foi justamente quando menos parecia ser possível, a Gen. G achou uma luta perfeita, eliminando 4 oponentes, com seus membros todos saindo vivos no limite com uma ult sensacional de Clid e uma atuação heroica de Rascal, emendando o bônus do barão na sequência.
Mas o barão foi o único momento da Gen. G. Quando o bônus acabou, as duas equipes lutaram novamente, dessa vez pelo dragão, e a equipe da G2 não só garantiu a alma como limpou 3 adversários, voltando a assumir a vantagem no jogo.
Pouco tempo depois, a G2 emplacou uma nova luta para atropelar a Gen. G, e vencer a terceira partida, garantindo a série com facilidade.

Agora teremos uma pausa de uma semana no mundial, e ele retorna no próximo sábado (24) às 7:00 para a primeira série das Semi Finais, realizada entre DAMWON Gaming e G2.

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