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cinema

O Poderoso Chefinho – “Um filme adorável”

Juliana Revoredo

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Nesta animação adorável produzida pela Fox, a história é contada na visão de Tim, um menino de 7 anos com uma imaginação fértil, que vê toda a atenção voltada pra ele mudar com a chegada de um irmãozinho. O espectador, que tem irmão mais novo, se identifica com o menino em algumas partes do filme, em que há uma disputa entre os dois. De início, o enredo não foca muito, exibindo cenas bem explicativas, como de onde vêm os bebês, lembrando características de outros filmes, como a esteira rolante em Cegonhas.

Baseado no livro, Baby Boss, da escritora infantil Marla Frazee, a animação traz a luta para vencer o mal em um conflito sobre bebes e cachorros, movimentando a vida dos irmãos, onde fica claro que não se gostam muito. Além de mostrar o valor e a importância da família em nossas vidas. As cenas cheias de aventuras e de “terror” exageradas na visão das crianças do filme, expõe como a imaginação infantil é ilimitada. O roteiro também ajuda, quando se trata de Michael McCullers, que é voltado para comédia dando aos personagens frases com “efeito gargalhada” no público, onde apresenta um texto com piadas tanto para crianças quanto para adultos, mas nada difícil de entender ou restrito a menores.

O Poderoso Chefinho é dirigido por Tom McGrath, o mesmo de famosas animações como Madagascar e Megamente, que nos prepara para uma animação recheada de referência de diversos filmes. O Poderoso Chefão, que já se esperava ter relação no filme, dá personalidade ao chefinho, nos fazendo esquecer as vezes que se trata de um bebê falante e mandão. Além de Matrix, que ao invés da pílula, a chupeta faz a travessia a uma outra dimensão. Para quem curte O Senhor dos Anéis, o despertador do Tim, que é um mago semelhante ao Gandalf, diverte o público, porém, quem não é fã ou nunca assistiu a saga vai rir na primeira vez, mas depois se torna algo repetitivo.

No elenco original quem se destaca é Alec Baldwin, que faz a voz do chefinho, se encaixando a um personagem cheio de atitude, o que torna cômico um bebe com a voz de adulto. No Brasil, Giovanna Antonelli dá voz a mãe do líder mirim, onde não se percebe muito, já que a mãe não está presente em muitas cenas, mas acabou dando certo por não ser uma protagonista, já que uma voz com rosto conhecido as vezes acaba tirando, um pouco, a atenção do personagem no filme, como o caso de Enrolados com a voz do Luciano Huck em um dos personagens principais. O destaque na trilha sonora do filme é Blackbird, The Beatles, que gera até piada em certa parte do filme acompanhando a trama.

O Poderoso Chefinho é uma animação divertida para todas as idades e tem tudo para se destacar esse ano, com a mensagem de que o amor da nossa família é fundamental em nossas vidas.

O Poderoso Chefinho esta em exibição nos cinemas.

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Crítica – Um Espião Animal “uma paródia dos filmes de espionagem”

Com referências interessantes para o público pré-adolescente o longa deve agradar o seu público alvo.

Daiane de Mário

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O novo longa Um Espião Animal Nick Bruno e Troy Quane é baseado no curta metragem Pigeon: Impossible que mostra um pombo que após ir atrás de uma rosquinha acaba ficando preso em uma mala super armada que leva o pombo e um agente especial a brigarem por comida.

Em Um Espião Animal teremos a chance de conferir a história de amizade entre dois personagens que são o completo contrário um do outro, Lance Sterling (Will Smith) e Walter (Tom Holland). Lance Sterling é o típico agente secreto no maior estilo 007, super famoso dentro da agência, resolve tudo na base da porrada e é praticamente infalível em suas missões. Já Walter, é um gênio das engenhocas e acredita que pode sim fazer a diferença salvando o mundo sem necessariamente partir para a violência.

A trama do filme gira em torno da construção do relacionamento dos dois a partir do momento em que Lance é acusado de ter cometido um crime e após demitir Walter acaba indo bater na casa do “esquisito” para que ele o ajude a se tornar invisível, no entanto, Lance acaba tomando uma solução misteriosa e se torna um pombo.

A partir dessa premissa os dois são perseguidos por várias partes do mundo tentando provar a inocência de Lance enquanto protagonizam várias cenas de ação no maior estilo dos grandes filmes de espionagem como Missão Impossível e 007, o que pode ser um pouco demais para o público abaixo dos 10 anos.

O longa é recheado de referências ao mundo dos pré-adolescentes, em sua maioria meninos, como memes, gatinhos da internet e algumas frases que com certeza não passarão batido por eles, o que pode fazer com que o público menor fique meio que “boiando” na sala de cinema.

O grande problema de Um Espião Animal são seus vilões, que mesmo protagonizando boas cenas de ação, não convencem, são genéricos demais e sem um propósito maior.

Vale seu ingresso? Sim, numa tarde de férias para assistir com as crianças vale à pena.

Um Espião Animal chega aos cinemas dia 23 de janeiro.

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A Fox morreu; Disney muda o nome do estúdio para 20th Century Studios

Em um movimento adicional para garantir o domínio de sua marca a todo custo, a Disney removeu “Fox” de seus estúdios de cinema relacionados à Fox

Edi

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Em um movimento adicional para garantir o domínio de sua marca a todo custo, a Disney removeu “Fox” de seus estúdios de cinema relacionados à Fox. A 20th Century Fox e a Fox Searchlight Studios agora serão renomeadas como “20th Century Studios” e “Searchlight Pictures”.

Segundo a Variety, os logotipos “não serão dramaticamente alterados, apenas atualizados. A mudança mais notável é que a palavra “Fox” foi removida das marcas do logotipo. Caso contrário, os elementos de assinatura – luzes giratórias de klieg, monólito, alarde triunfal – permanecerão os mesmos” Ainda não há nenhuma palavra sobre o que acontecerá com o nome da Fox da televisão.

Talvez isso fosse inevitável com a aquisição da Disney, mas ainda dói. A 20th Century Fox foi formada após uma fusão entre a Twentieth Century Pictures e a Fox Film Corporation, em 1935. Mas essa história não era páreo para a ênfase da Disney no branding e para o sentimento de que a marca Fox não era propícia à ênfase do Rato. 

E, para ser sincero, a Fox era um estúdio disposto a fazer filmes para adultos, enquanto a Disney sempre terceirizava esse material para a Touchstone Pictures ou a Miramax. Presumivelmente, esse material adulto agora vai apenas para a Searchlight Pictures.

Para a Disney, é muito melhor apagar o nome “Fox” da história. Embora eu duvide que a Disney vá tão longe a ponto de alterar o logotipo de filmes mais antigos, a morte da Fox agora parece completa, e agora vai refazer o catálogo e, ocasionalmente, usá-lo para lançar um filme ocasional. 

Embora a perda do nome da Fox seja obviamente menor em comparação com todos os funcionários que perderam o emprego e como o mercado será afetado pela perda de um grande estúdio, a morte da 20th Century Fox e da Fox Searchlight dói para os fãs da história do cinema .

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Crítica – Parasita “Merece todos os seus ingressos”

Vencedor e indicado a diversos prêmios extremamente merecidos. Parasita é um dos melhores filmes dos últimos anos, praticamente perfeito em todos os quesitos.

Thalita Heiderich

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Uma família vivendo de um sub-emprego na Coréia encontra uma forma de melhorar de profissão através de um convite para que um de seus filhos dê aula de inglês para uma moça de família rica.

Dirigido por Bong Joon-ho (Expresso do Amanhã; Okja), Parasita é o provável vencedor do Oscar de filme estrangeiro desse ano e ainda pode levar a estatueta dourada de melhor filme também.

Contando uma história simples, mas extremamente poderosa em atuação e direção, a Bong Joon-ho conduz o expectador a perceber as diferenças entre as famílias sem que os personagens falem muito ou expliquem demais sua situação.

Com humor, fotografia e analogias visuais, o filme vai de sutil a surpreendente e desenrola plots que a gente não esperava e quando achamos que estamos entendendo tudo ele vai lá e nos surpreende ainda mais uma vez.

Apesar de boas atuações, os personagens não se destacam individualmente, e nem é esse o objetivo da história. Mas sim apresentar a família como um todo e como essa união pode criar o crime perfeito (ou quase).

Se que a crítica não está profunda em detalhes, mas Parasita é o tipo de filme que se deve assistir sem ter conhecimento nenhum, apenas a garantia de um ótimo tempo no cinema e uma boa conversa e debate pós filme.

Tem crítica social, tem incômodo, tem gargalhada e tem mais coisas que eu gosto mas que viram spoiler se eu colocar aqui.

Vencedor e indicado a diversos prêmios extremamente merecidos. Parasita é um dos melhores filmes dos últimos anos, praticamente perfeito em todos os quesitos.

Merece todos os seus ingressos ao cinema e suas indicações

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