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cinema

Crítica do filme Independence Day: O Ressurgimento

Daniele Soares

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Independence Day: o Ressurgimento é a continuação da história que já conhecemos de 1996, estrelada por Will Smith, Bill Pullman, Jeff Goldblum e Mary McDonnell, Independence Day marcou a geração dos anos 90 e foi considerado inovador por conta dos efeitos especiais bem trabalhados e avançados para a época, levando o Oscar na categoria de efeitos e escrevendo seu nome na história do cinema.

A trama se passa 20 anos após o primeiro ataque alienígena a Terra. O planeta se encontra reconstruído e a humanidade unida, usando as tecnologias que vieram com os visitantes para aprimorar e facilitar a vida na nova Terra. Tudo parece bem, até que novamente as ondas e sinais alienígenas começam a ser detectados, só que dessa vez em escala maior e trazem consigo problemas maiores ainda, que põem em risco a raça humana.

A película não foge do que costumamos ver em filmes do gênero, apesar de utilizar humor para quebrar a seriedade e ação, o filme reforça o American Pride (orgulho americano) não apenas no titulo como também no desenrolar da trama, mais uma vez os EUA são as vítimas e também os que detém o poder de salvar toda a humanidade, seguindo os passos do primeiro longa, também é reforçada a importância dos laços de família, de amizade e de união e como elas podem até mesmo, salvar o mundo (clichê).

Apesar de manter personagens do primeiro filme (e dar desfechos inteligentes para outros como, por exemplo, o personagem do Will Smith), a sequência vem com novos personagens que possuem potencial para cativar o público, como Charlie, interpretado por Travis Trope, apesar de um dos protagonistas Liam Hemsworth, que faz o piloto americano Jake Morrison, não convencer como ator sério, conseguindo se sair bem apenas nos alívios cômicos. Outros dois personagens que continuam encantando são o Dr. Brackish Okun (Brent Spiner) e Julius Levinson (Judd Hirsch), que são responsáveis por grande parte das gargalhadas.

Independence day: O Ressurgimento tem algumas falhas no roteiro, há uma tentativa de apresentar os conflitos de todos os personagens, o que acaba por confundir e dificultar que laços sejam gerados com os mesmos, e impossibilitando que saibamos de quem é o protagonismo da história, para os cinéfilos mais exigentes esse pode ser um ponto crítico, Independence 2 é composto por bons efeitos visuais, mas ainda assim não inova em nada, um ponto positivo é a sensação de nostalgia que a atmosfera do filme traz, não se pode esperar grandes sacadas cientificas, regadas a profundidade, mas sim um blockbuster para todos os públicos, que se comunica o tempo todo com o enredo já contado.

Essa crítica foi feita em colaboração com a estudante Mariana Mota

Revisado por: Bruna Vieira.

Daniele Soares
Estudante de jornalismo. Viciada em séries, filmes, boa comida e conversa fiada em mesa de bar. Nas horas vagas escreve, produz curtas e sonha acordada.
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