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O Rei Leão – Mais um grito no coro da representatividade no cinema

Qual é a importância da representatividade trazida à tona pelo live-action de O Rei Leão?

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A parte de colunistas é destinada a opinião especifica do seu autor. Não reflete necessariamente a opinião do Cabana do Leitor – CDL e nem dos seus membros.

Qual é a importância da representatividade trazida à tona pelo live-action de O Rei Leão? Vamos confabular sobre o mérito de um filme tão influente para ávidos fãs do longa-metragem.

Em 1994, o filme foi dirigido por Roger Allers e Rob Minkoff, que deram vida às personagens mais emblemáticas como Simba, Nala, Mufasa e Scar. A História é ambientada no continente africano e utiliza dialeto zulu em sua trilha sonora. Porém, apesar do enredo, o elenco protagonista era majoritariamente branco, com Matthew Broderick como Simba, Moira Kelly como Nala e Jeremy Irons como Scar. Os diretores criaram uma película excepcional e que marcou o cinema daquele ano.

Entretanto, as figuras que deram o balanço divertido ao filme, pouco se destacaram. Na década de noventa, Hans Zimmer e Elton John também ganharam prêmios e notoriedade através de sua trilha sonora.

Para a porcentagem negra da geração Y, aqueles nascidos a partir de 1990, faltou a representatividade dessa magnitude. Num passado remoto, ainda não era claro a seriedade reprodutiva da cultura africana de maneira faraônica. Principalmente se o público alvo da magia do cinema era o infantil.

Crianças negras sempre lidaram com injúrias raciais desde o governo escravocrata, então a ausência da representatividade não as permitia um pensamento, por menor que pareça, autocrítico.

Alcançar o patamar grandioso retratado soa praticamente impossível. Para alguém estar apto a se defender de quaisquer maledicências, a obrigação do autoconhecimento é absoluta. Com pouquíssimos símbolos de força e garra que conversem com a linguagem ingênua dos pequenos, as mesmas crescem sem parâmetros artísticos parecidos com elas.

Hoje, a obra cinematográfica O Rei Leão, de 2019, está em cartaz para contribuir em mais uma revolução social. Lebo M foi o principal responsável pela singularidade musical de “The Circle of Life”, música indicada ao Oscar de Melhor Canção Original em 1995. Mas você o conhecia tanto quanto a Elton John? Não? Isso demonstra que, erroneamente, a popularidade concedeu à artista brancos a maior parte da competência. Lebo M deveria ser mundialmente famoso, tal qual a seus colegas de profissão. Foi ele o responsável por imprimir suas características musicais à canção original.

Atualmente, depois de muitas batalhas ideológicas travadas pela comunidade negra, a geração y que antes, pouco reconhecida, demandava de expressão, hoje assiste à uma revolução social. A população afro americana, e isso inclui a comunidade negra latina, está finalmente ganhando o devido protagonismo.

Na nova versão de O Rei Leão, dirigida por Jon Favreau, as maiores influências artísticas negras como Beyoncé Knowles-Carter como Nala, Donald Glover, conhecido pelo single “This is America”, como Simba e Chiwetel Ejiofor como Scar, estão cativando todos os fãs mirins e adultos.

A trilha sonora executada pelo cantor Elton John “Never Too Late” é claramente uma espécie de redenção. Uma possível retração por seu protagonismo branco da década de 90 e o devido reconhecimento ao trabalho dos artistas mais jovens. 

Vale a pena conferir essa obra que reúne talentos cinematográficos, musicais e literários. Uma produção muito poderosa para influenciar o progresso da igualdade.

O Rei Leão ainda está em cartaz em todos os cinemas brasileiros.

Formada em Licenciatura em História pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro; Fotógrafa; Redatora; Modelo Fotográfica e Fashionista. Juliana sempre foi aficionada por cinema! Desde a infância, assistia à clássicos como "E O Vente Levou", "Ensina-me a Viver", entre outros. Hoje, acredita no poder do cinema na influencia do pensamento moderno.

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cinema

Veremos um Liga da Justiça 2 algum dia?

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É tudo o que os fãs da DC se perguntam há mais de 1 ano, desde que a data fixada por Zack Snyder – então grande chefão do universo dos quadrinhos da Warner – chegou e nem mesmo um trailer do filme foi divulgado. Até mesmo o polêmico diretor não conseguiu resistir no cargo e segue afastado dos filmes de herói.

Com o fracasso de bilheteria de diversos filmes do então Universo DC – principalmente comparado com as expectativas criadas por causada comparação com os longas da Marvel e com o dinheiro investido na confecção das obras – muita coisa mudou no estúdio e as incertezas são maiores que as novidades.

Patty Jenkins, toda poderosa na DC desde o sucesso de sua adaptação de Mulher Maravilha, já afirmou em várias oportunidades que não quer nenhum filme da franquia, por enquanto. Ela vê maior importância nos filmes solo dos super heróis, que estão indo muito bem de bilheteria, como Aquaman e Shazam, além da esperada estréia de The Flash.

“Eu acho os filmes como Liga da Justiça extremamente desafiadores. Eles são fantásticos e muito bem feitos. Eu torço para que não aconteça outro filme da Liga da Justiça por um tempo porque eu estou animada para ver todos os filmes solo”, afirmou, fazendo questão de dizer que não é um nunca, na verdade.

Com orçamento de cerca de 300 milhões de dólares, ficando entre os maiores de todos os tempos, o primeiro longa da franquia só conseguiu arrecadar 657 milhões nas bilheterias, o que até pode parecer muito, mas se os custos de divulgação e publicidade forem inclusos, é possível dizer que o filme deu prejuízo aos seus produtores.

Cálculos matemáticos de gente da indústria costumam assegurar que, para um filme começar a render grana aos produtores e ao estúdio que investiu em sua produção, ele precisa arrecadar – somente na bilheteria – quase o triplo do valor investido. Abaixo disso, é prejuízo na certa.

Seria esse o motivo do adiamento infinito da continuação da produção? Muitas coisas já mudaram no Universo da DC Comics. Além da saída do próprio Snyder, Ben Affleck não encarna mais o Homem Morcego, papel que foi incorporado por Robert Pattinson – cujos primeiros passos foram vistos como animadores, em suas primeiras imagens.

Outra novidade, o novo Coringa faria parte desta nova saga? Estaria o Oscarizado Joaquin Phoenix disposto a reviver o papel do Palhaço do Crime em uma nova aventura? Chamariam Jaret Leto novamente? Ou teria que escolher outro ator para reviver o icônico vilão? São muitas as perguntas e absolutamente nenhuma resposta até agora.

Aves de Rapina, que congregou – mais uma vez – personagens de diversos núcleos da DC estreou e, apesar das inúmeras críticas positivas, elogios vindos tanto da imprensa especializada quanto de público amante dos quadrinhos, não apresentou a bilheteria sonhada pela empresa, para espanto de todos.

Até o título da obra foi alterado, estando o filme em cartaz, com o acréscimo do nome da personagem principal, se tornando “Arlequina em Aves de Rapina”, opção criticada por quase todo mundo. Um “não-sucesso” como esse (já que não se pode falar em fracasso) deve frear ainda mais a intenção de iniciar a produção da Liga.

O público, que ama os quadrinhos, anseia em ver a produção, mas realmente não há ainda nenhum indício de que ele venha a ser produzido, pelo menos nos próximos anos. O sucesso de Shazam e Aquaman ajudou a diminuir a saudade dos DC Lovers. Resta aguardar a estréia do novo Mulher Maravilha, o 1984, em junho deste ano.

O que vocês acham?

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Confira 8 sites e redes sociais que deixaram de existir em 2019

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Diversos aplicativos e redes sociais foram encerradas em 2019, aumentando o cemitério digital de serviços online. A empresa líder em cancelamentos foi a Google, tendo finalizado quatro dos seus serviços. Microsoft, Facebook e Apple também contribuem com a lista com, pelo menos, um produto encerrado cada.

Naturalmente, são diversas as razões que levam ao fim de uma rede social, site ou aplicativo. Como o tempo, é comum que estes serviços se tornem obsoletos e percam seu público, existindo também casos em que eles sequer conseguem engajar uma base expressiva de usuários.

Além disso, o fortalecimento de novos sites e redes sociais acaba resultando em um aumento de concorrência e, não raramente, na perda de influência de alguns desses aplicativos. Aqui, é possível citar o TikTok, aplicativo de mídia para criar e compartilhar vídeos curtos, e os melhores sites de apostas para quem joga no Brasil como exemplos de serviços que cresceram expressivamente nos últimos anos.

Mas como o assunto aqui são os serviços que chegaram ao fim, é possível conferir abaixo a lista com os 8 principais sites ou aplicativos que deixaram de existir em 2019.

iTunes

Após revolucionar a indústria da música, o iTunes chegou ao fim. O app de mídia foi substituído por aplicativos dedicados para TV, Música e Podcasts no sistema operacional de computadores da Apple. A proposta faz parte da estratégia da Apple em investir cada vez mais na criação de conteúdos, o que inclui séries e filmes para o seu canal de streaming, o Apple TV+, lançado no segundo semestre de 2019.

Google+

Outro aplicativo que chegou ao fim em 2019 foi o Google+. A decisão foi tomada com base nas sucessivas polêmicas envolvendo a exposição de dados de seus usuários. Criada em 2011, a rede social nunca conseguiu atrair um grande engajamento, mesmo possuindo uma base expressiva de membros. Dados da própria empresa mostram que 90% dos logins na plataforma não costumavam ultrapassar a marca de cinco segundos online.

Google Allo

O Google Allo foi anunciado em 2016 para competir com aplicativos como o WhatsApp, Facebook Messenger e Telegram. A aposta consistia em um app de chat com o Google Assistente embutido, mas nunca se popularizou entre os usuários, encontrando seu fim em 2019.

Google Inbox

A Google Inbox foi, talvez, a maior perda da gigante em tecnologia e comunicação em 2019. O aplicativo funcionava como uma espécie de laboratório de experimentos para funções de e-mail, com opções avançadas e visual mais minimalista que o Gmail. Após o fim do Inbox, inclusive, o principal serviço de webmail da Google recebeu uma atualização contendo diversas funções vindas do aplicativo cancelado, como as opções de adiar e fixar mensagens (estrela).

Google Trips

Sem dar muitas explicações sobre as razões que a levaram a isso, a Google encerrou o Trips, seu aplicativo voltado para facilitar viagens. Com ele, era possível que os usuários organizassem suas passagens, hotéis e ainda os ajudava a montar seus roteiros, com dicas de restaurantes e pontos turísticos. Algumas das funções do Google Trips ainda estão disponíveis no endereço google.com/trip.

Facebook Moments

O Facebook Moments, aplicativo de armazenamento de fotos similar ao Google Fotos, foi mais um dos serviços encerrados em 2019. Não foram dados maiores esclarecimentos sobre as razões que levaram ao cancelamento, mas especula-se que um dos motivos tenha sido as dificuldades encontradas pelos usuários em utilizar a plataforma.

Microsoft Health e Band Companion

A Microsoft Band, primeira pulseira inteligente lançado pela empresa, foi descontinuada em 2017. Em maio de 2019, foi a vez dos serviços relacionados à pulseira chegarem ao fim: o aplicativo Band Companion e a plataforma de saúde Microsoft Health. O produto não foi comercializado no Brasil.

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cinema

Especial de Natal: Cinco clássicos da telona pra você conferir

Confira nossa listinha mais do que especial para esse feriado que tanto amamos.

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Para passar esse natal da melhor forma, nada mais emocionante do que escolher uma boa companhia, e para todos os fãs de clássicos, escolhemos 5 inesquecíveis filmes pra vocês: 

Anastasia (1997)

A Grande Duquesa Anastasia Nikolaevna da Rússia é uma das princesas mais famosas, conhecida por muitas pessoas que cresceram nos anos 90. A animação aparece pela primeira vez nos cinemas em 22 de Novembro de 1997,  lançada pela Fox Animation Studios.

https://youtu.be/EJn_NORTB3M

A animação é cheia de magia, mas sua história real é baseada na tragédia que ocorreu na Rússia em 1918, particularmente com a família de Nicolau II, existem inúmeras adaptações baseada na história, “A Filha do Czar (1928)”, “Anastasia, a Falsa Filha do Tsar (1928)”, “Anastácia, A Princesa Esquecida (1956)”, “Anastácia – O Mistério de Ana (1986)” e, a mais conhecida e única animação “Anastasia (1997)”.

Na animação, começa na Rússia em 1916, e mostra a pequena e rica Anastasia, juntamente com a avó, tentando escapar de uma multidão revolucionária em guerra, e segue mostrando as aventuras da corajosa Anya, uma jovem órfã que com o desejo de reencontrar sua família, volta a São Petesburgo e lá conhece Dimitri e Vladímir, e descobre, quase sem querer, que é a herdeira de um rei russo. Além do belíssimo desenho, as músicas também chamaram a atenção dos fãs na época do lançamento do filme

Não aparece nenhum papai noel, mas a história é cheia de magia, e é tudo que precisamos nessa época, certo? 

Esqueceram de mim (1990)

Esqueceram de mim é um dos grandes e marcantes clássicos da época de Natal!!

é um filme de comédia de Natal estadunidense de 1990, escrito e produzido por John Hughes e dirigido por Chris Columbus. Inclusive a disney chegou a anunciar um remake do clássico dos anos 90.

O longa norte americano movimentou mais de US$ 285 milhões nos Estados Unidos e que desde sua estréia já completou mais de 25 anos! O ator e protagonista Macaulay Culkin consegue encantar e virar um verdadeiro comediante daquela época quando mostra as aventuras de Kevin McCallister, um menino de 8 anos que é erroneamente deixado para trás quando sua família voa para Paris para suas férias de Natal. A partir disso é mostrado as inúmeras confusões de Kevin para se virar sozinho e defender a casa de dois insistentes ladrões.

Duro de Matar (1988)

Com Certeza esse é um dos mais diferentes filmes ao entrar nessa lista, mas quem se importa? Afinal, é um filmaço e se passa no natal.

O longa conta a estória de John McClane (Bruce Willis), um policial de Nova York que está passando por um difícil divórcio. No natal vai visitar sua família, onde acaba participando de uma confraternização de fim de ano na sede da empresa japonesa em que sua ex-esposa trabalha. A festa é interrompida por terroristas que invadem o edifício de luxo. McClane não demora a perceber que não há ninguém para salvá-los, a não ser ele próprio.

Esse não é conhecido por ser um filme de natal, e sim por ser a obra que mudou para sempre o gênero de ação. Na época todos estavam acostumados com brucutus como Arnold Schwarzenegger e Sylvester Stallone, mas aí vem um magrelo de filmes de comédia romântica, Bruce Willis, e mostra que você não precisa ser o Conan ou o Rambo para ser completamente badass. Estou falando de um cara que luta contra o crime descalço, com a camisa podre, faz piadas de humor negro sempre que pode e é um simples policial, ou seja, gente como a gente. 

Além dos méritos da direção, roteiro e atuação do protagonista, o filme também merece palmas pelo vilão interpretado pelo falecido Alan Rickman, que ficou bastante conhecido pelo papel de Snape na franquia Harry Potter.

O Estranho Mundo de Jack (1993)

Uma das mais famosas animações de stop-motion. O filme que conta a estória de Jack Skellington, o Rei das Abóboras, que um dia se cansa de fazer o hallooween todos os anos e deixa os limites da cidade. Por acaso, acaba atravessando o portal do Natal, onde vê a alegria do espírito natalino. Ao retornar para a Cidade do Halloween, sem ter compreendido o que viu, ele começa a convencer os cidadãos a sequestrarem o Papai Noel e fazerem seu próprio Natal. Apesar de sua leal namorada Sally ser contra, o Papai Noel é capturado e o Rei Esqueleto inicia seus planos para ser o novo bom velhinho.

Fruto da obscura imaginação de Tim Burton (que já fez grandes coisas, mas agora parece não acertar a mão em mais nenhuma obra) e dirigido por Henry Selick – O Estranho Mundo de Jack é um filme de aventura, de terror, musical, de natal e de romance, fazendo uma mistura que poderia dar muito errado, mas graças a boa direção e desenvolvimento de roteiro, se tornou um inesquecível e mágico filme para se ver no natal, no halloween, ou em qualquer dia do ano.

A Felicidade Não se Compra (1947)

O último item dessa lista é também um dos mais importantes filmes da história do cinema. Sua importância é tamanha, que várias pessoas que sofreram de depressão e pensavam em suicídio mudaram completamente de ideia ao assistir essa incrível obra do gênio Frank Capra.

No longa conhecemos Clarence, um espírito candidato a anjo que recebe a missão de ajudar um homem muito valoroso, porém desiludido. George Bailey está à beira do suicídio quando é salvo por Clarence, que lhe mostra como ele é importante na vida de muitas pessoas.

A Felicidade Não se Compra nos ensina muitas lições, mas a principal delas é que cada um de nós é importante, não importa as nossas diferenças. Todos nós podemos atingir a vida das pessoas ao nosso redor de uma maneira positiva.

Artigo feito em conjunto por Wendy Stefani e Ígor Howtelaire

Agora nos despedimos de vocês desejando um Feliz Natal e uma ótima sessão de cinema!

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