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Críticas

O TÃO AGUARDADO EMBATE COMEÇARÁ- Review Doomsday Clock #11

A penúltima edição do aclamado arco de Geoff Johns nos deixa de boca aberta com o encontro dos seres mais poderosos de seus respectivos universos

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!!!SPOILERS DA TRAMA DE DOOMSDAY CLOCK A SEGUIR, LEIA POR SUA CONTA E RISCO!!!

Já não era novidade que as consequências da “visita” de Ozymandias e sua equipe ao universo DC seriam terríveis. Porém, novamente, colocar todo o planeta em uma catástrofe nuclear, parece estar virando um hábito de Adrian Veidt.

Variante da Edição #11 mostra Batman detendo um suposto ataque nuclear

Estando sempre três passos à frente dos demais personagens, Veidt trama mais um de seus planos para “salvar” os dois mundos. Manipulando fortemente todos a seu redor(novidade?).

Conseguindo até mesmo colocar a população mundial contra o Superman, e levando toda a “defesa heróica” do globo a uma tentativa(inútil, diga-se de passagem) de deter o Dr. Manhattan. Enquanto isso, vemos as descobertas de Lex Luthor em relação a contribuição do Dr. Manhattan para a criação do universo Rebirth da DC. Finalmente o filho de Kripton acorda do coma causado pela explosão de Bubatis, e procura entender o que está acontecendo. Logo descobre sobre o ataque de Adão Negro e seus seguidores de Kahndaq a casa Branca e tenta intervir. Vemos então, nas últimas páginas da edição, o tão aguardado encontro, que Geoff Johns tanto nos preparou.


Podemos ver claramente que a próxima edição nos trará um embate tanto marcante quanto destrutivo, e a dúvida fica cara vez maior: o Superman Destruirá o Dr. Manhattan? Ou o Dr. Manhattan destruirá todo o universo?

Deixe nos comentários o que você acha que vai acontecer!

Carioca amante da mitologia Tolkien, Fã N°1 do Batman, Inimigo N°1 da Warner. Marvel ou DC? Pra que escolher só uma? u.u

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cinema

Crítica – O Chamado da Floresta “O cachorro de CGI agrada”

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O longa é uma adaptação de um homônimo clássico literário norte americano, uma obra que conta a história de Buck, um grande São Bernardo que foi levado de sua casa na Califórnia e vendido para puxar trenós em Yukon, no extremo-oeste do Canadá durante a corrida do ouro no Alasca.

Um ponto interessante foi a escolha da direção por fazer Buck e os outros cachorros serem CGI, o que nos dá uma segurança que nenhum animal foi ferido ou abusado durante as filmagens. Outro ponto é que o Harrison Ford, apesar de estar no trailer e no cartaz do filme, só entra na história de fato na segunda metade da película.

O filme retrata a jornada do cachorro que era mimado e vivia na família rica do Juiz Miller (Bradley Whitford), sendo sequestrado, levado para longe de casa, tendo que puxar trenós durante o inverno, aprendendo a lidar com outros cachorros e seus companheiros de viagem, o carteiro Perrault (Omar Sy) e sua parceira Mercedes (Karen Gillian).

Ele aprende a se impor, a lutar pelo que acredita e defender sua matilha até que o carteiro precisa ir embora e todos os cachorros são vendidos. Quando seu terceiro dono tenta abusar da força é quando John Thornton (Harrison Ford) entra em cena e fica com o cachorro para si. A jornada final de John e Buck mostra o quanto o cachorro amadureceu e está mais próximo de sua verdadeira natureza, ser um cão livre e viver com sua matilha.

Com um visual incrível ao retratar a paisagem e a natureza do Alasca dentre o inverno e a primavera. Atuação muito consistente de Harrison Ford e ótimas participações de Omar Sy e Karen Gillian. O roteiro é muito bem desenvolvido ao acompanharmos Buck superando todos os desafios de sua jornada como um verdadeiro herói.

Quem gosta de aventuras emocionantes e filmes sobre cachorros é uma ótima pedida. Um longa que nos faz sair do cinema com um quentinho no coração.

O Chamado da Floresta estreia nos cinemas dia 20 de fevereiro.

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cinema

Crítica | Sonic: O Filme “Jim Carrey como nos anos 90… Já sabe né?”

Fernanda De Paula

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O adiamento do filme para devidas modificações no visual do ouriço, para que entrasse nas graças do público valeu a pena? Sim, o novo (na verdade antigo) visual de Sonic definitivamente funciona no filme.

Mas diferente de Detetive Pikachu, o filme não apela muito para o lado nostálgico, acredito que a intenção é conquistar o publico infantil não familiarizado com o personagem. O filme explica sua origem e por que Sonic carrega uma grande responsabilidade com seus poderes, fazendo-o sair de sua ilha para o planeta terra.

Sonic (Ben Schwartz) in SONIC THE HEDGEHOG from Paramount Pictures and Sega. Photo Credit: Courtesy Paramount Pictures and Sega of America.

Sonic é bem trabalhado no filme deixando claro seu protagonismo, é fofo, divertido, hiperativo, determinado e um pouquinho inconsequente mas isso é compreensível pela idade do personagem no filme. Durante sua jornada vem o amadurecimento gradual junto com o peso da responsabilidade de seus poderes.

Sua interação com o ator é muito boa, dinâmica e engraçada. Acredito que o fato do ator já estar acostumado a fazer filmes desse gênero tenha colaborado com isso, James Marsden veio do elogiado Encantada, ao qual interagia com um Castor.

Jim Carrey é a melhor coisa do filme, e protagoniza uma das melhores cenas. Muitos tinham medo do que poderia sair dele como Robotnik, mas sem dúvida foi um dos maiores acertos da produção. Toda a vilania do personagem está icônica e caricata na medida certa, o que me fez lembrar muito em seus papéis nos anos 90.

A direção simplesmente quer te entregar um filme divertido, e é isso que você espera e isso que ela entrega.

Neal McDonough and Jim Carrey in SONIC THE HEDGEHOG from Paramount Pictures and Sega. Photo Credit: Courtesy Paramount Pictures and Sega of America.

O filme é dinâmico, divertido e engraçado, mas para isso você, precisa assistir o filme de mente aberta, o filme é mais voltado para o público infantil, mesmo assim, definitivamente é capaz de entreter os pais e você nerdão fã do jogo/desenho.

Durante o filme percebe-se uma intenção de se criar uma franquia, e no final isso é confirmado.

Sonic estreia hoje nos cinemas.

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cinema

Crítica – Para Todos os Garotos que Já Amei: PS Ainda Amo Você

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A tão aguardada sequência de Para Todos os Garotos que Já Amei finalmente estreou no catálogo da Netflix nesta quarta (12), e o Cabana já viu e conta tudo do filme pra você.

No primeiro filme Lara Jean (Lana Condor) e Peter Kavinsk (Noah Centineo) decidem fingir que estão namorando para fazer ciúmes em outras pessoas, porém eles não contavam que iriam se apaixonar um pelo outro de verdade.

Agora na continuação de sua história os dois vão ter que lidar com os prós e contras de estar em um relacionamento de verdade, e é aí que as inseguranças normais da adolescência começam a aparecer. O filme todo é permeado por essas dúvidas e incertezas.

Nos minutos iniciais é claro como os dois são felizes no seu relacionamento. Peter é o namorado “perfeito “, carinhoso, gentil, respeitoso, e Lara faz de tudo para corresponder da mesma forma, mas como é o seu primeiro namoro, a garota começa a se comparar com a ex namorada de Peter, o que não ajuda na relação dos dois.

E as coisas só pioram quando John Ambrose (Jordan Fisher) reaparece na vida de Lara Jean. John foi um dos destinatários das cartas de amor que foram enviadas no primeiro filme. Lara e John se reencontram ao descobrirem ser voluntários no mesmo lar para idosos e ficam cada vez mais próximos ao longo do filme.

No novo longa vemos um grande aprofundamento dos personagens que já conhecemos, como o pai de Lara Jean Dan (John Carbett), que se vê atraído por sua vizinha, ou Kitty (Anna Cathcart), a caçula que amadurece, mas continua querendo bancar o cupido e, além disso, podemos ver mais do passado da família da Lara, incluindo sua mãe.

Os amigos de Lara Jean ganham mais tempo de tela, como Lucas e Chris, que fortalecem a amizade com Lara. E até mesmo Gen, que no primeiro filme ficamos sabendo ser muito amiga de Lara, e na sequência vemos um pouco dessa amizade e conhecemos mais da história de Gen.

Os novos personagens são cativantes e conseguem rapidamente o carinho do público. Jonh é charmoso, na dele e inteligente, apesar de ser bem diferente de Peter, ele mexe com o coração e a cabeça de Lara. Stoormy (Holland Taylor), que reside no lar de idosos, é uma grande figura materna que ouve e aconselha a protagonista durante toda a história.

O enredo é muito bem construído, acontecimentos plantados no início são colhidos no fim. Nada é jogado sem ter um propósito, o que se deve muito ao roteiro assertivo, sem enrolação. A trilha sonora, assim como no primeiro, é recheadas de referências de filmes e músicas dos anos 80 e 90, e tem função narrativa mudando conforme a situação.

PS. Ainda Amo Você tem o mesmo clima do primeiro longa, mas traz um amadurecimento claro da história e de seus personagens, além de deixar ganchos para o terceiro filme.

Para Todos os Garotos Que Já Amei: PS. Ainda Amo Você, está disponível na Netflix.

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