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Na noite do último domingo (09) foi realizada a cerimônia de premiação do Oscar 2020, com destaque para o longa sul-coreano Parasita, que se tornou o primeiro não falado em língua inglesa a vencer como Melhor Filme. Além do principal prêmio, o filme do cineasta Bong Joon Ho também ganhou como Roteiro Original, Diretor e Filme Internacional.

Democracia em Vertigem, documentário brasileiro que estava entre os indicados na categoria, não levou o prêmio. Já nas categorias de atuação, Joaquin Phoenix, Renée Zellweger, Brad Pitt e Laura Dern foram premiados. Confira a lista completa (os vencedores estão em negrito):

MELHOR FILME

Ford vs Ferrari
O Irlandês
JoJo Rabbit
Coringa
Adoráveis Mulheres
História de um Casamento
1917
Era Uma Vez Em… Hollywood
Parasita

MELHOR ATOR

Antonio Banderas – Dor e Glória
Leonardo DiCaprio – Era Uma Vez Em… Hollywood
Adam Driver – História de um Casamento
Joaquin Phoenix – Coringa
Jonathan Price – Dois Papas

MELHOR ATRIZ

Cythia Erivo – Harriet
Scarlett Johansson – História de um Casamento
Saoirse Ronan – Adoráveis Mulheres
Charlize Theron – O Escândalo
Renée Zellweger – Judy: Muito Além do Arco-Íris

MELHOR ATOR COADJUVANTE

Tom Hanks – Um Lindo Dia na Vizinhança
Anthony Hopkins – Dois Papas
Al Pacino – O Irlandês
Joe Pesci – O Irlandês
Brad Pitt – Era Uma Vez Em… Hollywood

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

Kathy Bathes – O Caso Richard Jewell
Laura Dern – História de um Casamento
Scarlett Johansson – JoJo Rabbit
Florence Pugh – Adoráveis Mulheres
Margot Robbie – O Escândalo

MELHOR ANIMAÇÃO

Como Treinar Seu Dragão 3
Perdi Meu Corpo
Klaus
Link Perdido
Toy Story 4

MELHOR FIGURINO

O Irlandês
JoJo Rabbit
Coringa
Adoráveis Mulheres
Era Uma Vez Em… Hollywood

MELHOR FOTOGRAFIA

O Irlandês
Coringa
O Farol
1917
Era Uma Vez Em… Hollywood

MELHOR DIREÇÃO

Martin Scorsese – O Irlandês
Todd Phillips – Coringa
Sam Mendes – 1917
Quentin Tarantino – Era Uma Vez Em… Hollywood
Bong Joon Ho – Parasita

MELHOR DOCUMENTÁRIO

Indústria Americana
The Cave
Democracia em Vertigem
For Sama
Honeyland

MELHOR DOCUMENTÁRIO EM CURTA-METRAGEM

In The Absence
Learning to Skateboard In a Warzone (If You’re A Girl)
Life Overtakes Me
St. Louis Superman
Walk Run Cha-Cha

MELHOR MONTAGEM

Ford vs Ferrari
O Irlandês
JoJo Rabbit
Coringa
Parasita

MELHOR FILME INTERNACIONAL

Corpus Christi
Honeyland
Os Miseráveis
Dor e Glória
Parasita

MELHOR CABELO E MAQUIAGEM

O Escândalo
Coringa
Judy – Muito Além do Arco-Íris
Malévola – Dona do Mal
1917

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL

Coringa
Adoráveis Mulheres
História de um Casamento
1917
Star Wars: A Ascensão Skywalker

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL

Toy Story 4 – “I Can’t Let You Throw Yourself Away”
Rocketman – “(I’m Gonna) Love Me Again”
Superação: O Milagre da Fé – “I’m Standing With You”
Frozen II – “Into The Unknown”
Harriet – “Stand Up”

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO

O Irlandês
JoJo Rabbit
1917
Era Uma Vez Em… Hollywood
Parasita

MELHOR CURTA ANIMADO

DCERA (Daughter)
Hair Love
Kitbull
Memorable
Sister

MELHOR CURTA-METRAGEM

Brotherhood
Nefta Football Club
The Neighbors’ Window
Saria
A Sister

MELHOR EDIÇÃO DE SOM

Ford vs Ferrari
Coringa
1917
Era Uma Vez Em… Hollywood
Star Wars: A Ascensão Skywalker

MELHOR MIXAGEM DE SOM

Ad Astra – Rumo às Estrelas
Ford vs Ferrari
Coringa
1917
Era Uma Vez Em… Hollywood

MELHORES EFEITOS VISUAIS

Vingadores: Ultimato
O Irlandês
O Rei Leão
1917
Star Wars: A Ascensão Skywalker

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO

Steven Zaillian – O Irlandês
Taika Waititi – JoJo Rabbit
Todd Phillips e Scott Silver – Coringa
Greta Gerwig – Adoráveis Mulheres
Anthony McCarten – Dois Papas

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL

Rian Johnson – Entre Facas e Segredos
Noah Baumbach – História de um Casamento
Sam Mendes e Krysty Wilson-Cairns – 1917
Quentin Tarantino – Era Uma Vez Em… Hollywood
Bong Joon Ho e Han Jin Won – Parasita

Publicitário, designer gráfico e nas horas vagas um entusiasta de filmes, séries, animes, tokusatsus e HQ's desde os anos 90... Sem essa de Marvete ou DCnauta: o esquema é ter histórias boas para serem contadas! #FicaDica

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cinema

Mulan pode ter arrecadado US$ 260 milhões com lançamento no Disney+

Dados de analistas apontam que 29% dos assinantes da plataforma adquiriram o longa.

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Apesar das críticas recentes, algumas informações dão conta de que o Disney+ pode ter arrecadado uma bela quantia com a ida de Mulan para a plataforma via on-demand. Analistas relataram para o Yahoo! que cerca de 29% dos assinantes – no momento, por volta de 9 milhões de lares – adquiriram o longa no valor de 30 dólares. Assim, o remake poderia ter arrecadado US$ 261 milhões somente nos EUA.

Em comparação com filmes que entraram somente no circuito de cinemas tradicionais, a estratégia parece ter sido a mais acertada para a empresa: Tenet, o novo filme de Christopher Nolan, obteve US$ 29,5 milhões no mesmo período de tempo, por exemplo. Entretanto, a nova produção da Disney está com dificuldades em arrecadar uma boa bilheteria na China – um dos principais mercados para o lançamento. Na estreia em território chinês, onde os cinemas foram reabertos, o live-action somou somente US$23,2 milhões.

Roteirizado por Rick Jaffa, Amanda Silver, Elizabeth Martin e Lauren Hynek, a produção comandado pela diretora Niki Caro (Encantadora de Baleias) tem a atriz chinesa Liu Yifei na versão em carne e osso da protagonista. Jet Li (Os Mercenários) é o Imperador da China, enquanto que Donnie Yen (Rogue One) interpreta Tung – um mentor e professor da heroína – e Gong Li (Memórias de Uma Gueixa) encarna uma nova vilã feiticeira. Utkarsh Ambudkar, de A Escolha Perfeita, e Ron Yuan (Marco Polo) também estão no elenco.

Assim como no original, o épico irá mostrar a jornada da jovem destemida que se disfarça de homem para combater (no lugar de seu pai) os guerreiros vindos da Mongólia, que invadiram o norte da China. Entretanto, esta adaptação seguirá um tom mais sóbrio e ‘realista’ do que a animação, fugindo de elementos cômicos e musicais vistos neste último, o que despertou a ira de alguns fãs do desenho.

Mulan está disponível no Disney+ via on-demand.

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cinema

Filmagens de Batman foram retomadas no Reino Unido

Não há notícias, no entanto, de que Robert Pattinson voltou ao set.

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Ao que tudo indica, as gravações de Batman foram retomadas no Reino, de acordo com informações obtidas pelo Deadline. As filmagens haviam sido interrompidas há 15 dias, quando Robert Pattinson – que protagoniza o longa – foi diagnosticado com o coronavírus. Não há, até o momento, notícias de que o ator se recuperou e está de volta ao set.

O novo filme, dirigido pelo cineasta Matt Reeves (Planeta dos Macacos), mostra o mascarado em seu segundo ano como vigilante e está tentando resolver uma série de assassinatos misteriosos. O elenco de Batman terá Pattinson no papel-título, Zoë Kravitz  (Big Little Lies) como a Mulher-Gato, John Turturro (de O Grande Lebowski e Transformers) como o mafioso Carmine Falcone e Paul Dano (Sangue Negro) como o vilão Charada. Jeffrey Wright, o Bernard de Westworld, será o Comissário James Gordon, Colin Farrell (Dumbo; Animais Fantásticos) como Pinguim e Andy Serkis (Pantera Negra) viverá Alfred Pennyworth, mordomo e tutor do bilionário Bruce Wayne.

Batman chega aos cinemas em 2021.

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cinema

Crítica | Tenet “Nolan vai explodir sua mente”

Em Tenet sair de um relacionamento abusivo é tão complicado quanto salvar o mundo.

Gabriele Bitencourt

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Com a estreia adiada várias vezes por causa da pandemia de Covid-19, Tenet, que já foi lançado nos Estados Unidos e na Europa, está com estreia indefinida no Brasil. O filme é dirigido por Christopher Nolan e estrelado por John David Washington, Robert Pattinson, Elizabeth Debicki, Dimple Kapadia, Michael Caine, e Kenneth Branagh.

Nolan, assim como em Amnésia, A Origem, Interstellar explora os conceitos e significados do tempo. Cada um desses filmes aborda a temática temporal de uma forma diferente, entretanto Tenet não foge da fórmula de Nolan: ainda é um quebra cabeça audiovisual, apenas com mais peças (talvez mais do que deveria).

Tenet é um filme de espionagem nos moldes de 007 com dilemas temporais. Devido à isso, parece ter sido idealizado para ser assistido duas vezes pois a experiência só parece estar completa se “voltarmos no tempo” para reassistir o primeiro ato do filme. Ao fim da sessão tem-se a impressão de que algumas informações faltam para se montar a imagem geral. Pois o filme começa a fazer sentido para o espectador somente quando o mecanismo temporal passa a ser inteiramente compreendido pelo Protagonista.

Nolan decidiu pontuar com rimas as metáforas a respeito do livre-arbítrio, do determinismo e da vontade. As cenas conversam umas com as outras até além daquilo que é esperado pelo espectador a partir do que é estabelecido sobre a estrutura da trama. O protagonista é o Protagonista (John David Washington) que se determina e se afirma na história, na sua história. A terceira guerra mundial precisa ser evitada por ele através de uma “guerra fria” (entre… americanos e russos) temporal.

É no vilão Andrei Sator (Kenneth Branagh), que encontramos o maior ponto negativo do filme. O roteiro deixa sua motivação muito rasa, tentando deixar suas ações apenas satisfazerem seu ego, ou somente serem malignas por si. Além disso, o ator irlandês que o interpreta, não convence nem como russo, nem como alguém capaz de arquitetar e colocar em prática seu plano (que em um roteiro relativamente complexo, parece não ter havido um esforço em encaixá-lo devidamente na trama), mas por outro lado, convence bem no papel de um homem possessivo que torna miserável a vida de sua parceira.

Um dos pontos fortes, apesar dos diálogos resmungados, é a parceria entre o protagonista e Neil, personagem de Robert Pattinson. Em uma primeira vez que assistimos criamos facilmente um vínculo com eles, muito provavelmente pelas atuações carismáticas de Robert e John, assim como eles facilmente criaram vínculo um com o outro. Em uma segunda vez, percebemos que essa relação vai além do que percebemos em um primeiro momento e também o quão vital é o papel dessa amizade para o desenrolar dos fatos.

O segundo ponto forte também é uma amizade, entre o protagonista e a personagem Kat (Elizabeth Debicki), a personagem que está completamente em um relacionamento com o vilão. É através dessa amizade que eles apoiam e encorajam um ao outro para vencer os desafios, desafios tão grandes quanto salvar o mundo ou sair de um relacionamento abusivo.

Essa obra está longe de ser morna, o ritmo mantém o espectador atento e interessado desde os primeiros momentos. A fotografia em alguns momentos é utilizada para servir ao propósito didático com cenas ora mais azuladas, avermelhadas ou amareladas, ao mesmo estilo das cenas recorrentes, que são marca registrada do diretor.

As cenas de ação são dinâmicas e inteiramente críveis, mesmo não fazendo parte da nossa realidade. Os personagens se desenvolvem de maneira fluida e cada segundo do filme é extremamente essencial para a trama.

Tenet ainda não tem uma data de estreia definitiva no Brasil.

*A autora do texto reside na Polônia, país que o filme já foi lançado, em uma sala de cinema higienizada, respeitando o distanciamento social, devidamente protegida com mascara e com sistema de ventilação especial.

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