MeanBigDaddy

Por que você deve jogar: Bioshock

Pedro Lopes
Pedro Lopes
Gamer desde os 06, careca desde os 17. Totalmente viciado em livros de fantasia medieval, RPGs, MMOs e Pizza.

 

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Fiel leitor, vivemos hoje numa era de variedades. Independente do gênero, o mercado de games conta com vários e vários títulos. E isso pode ser um problema, já que diante de tantos títulos, ficamos na dúvida do que realmente é bom, o que consegue se destacar dos demais.

Hoje, eu trago a vocês um jogo que se destaca dos demais no gênero de FPS. Hoje, eu lhes trago Bioshock!

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Bioshock te coloca na pele de Jack, sobrevivente de uma queda de avião (que é a intro do jogo). Após, alcançar uma ilha, um lance de escadas o leva para uma espécie de submarino, que o leva para a cidade subaquática de Rapture. Nesta cidade, descobrimos que a descoberta de um plasmídeo chamado ADAM levou a população à loucura, inclusive deformando-os.

O maior detalhe do jogo é a ambientação. Se passando em 1960, o clima Steampunk domina a maior parte de todos os cenários, desde máquinas de música e gramofones até as próprias armas de Jack. O figurino, as propagandas espalhadas pela cidade… Tudo remete ao que seria o “futuro” idealizado pelos anos 60.

A trilha sonora também não deixa o clima escapar. Misturando músicas da época com trilhas que realçam ainda mais o clima de suspense do jogo, é um MUST jogar com fones de ouvido, luzes apagadas, absorvendo toda a tensão que é passada.

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Em relação aos personagens, a maior parte deles passam o jogo inteiro invisíveis, tendo sua comunicação através de um rádio, adquirido no começo do jogo. Com este mesmo rádio, conseguimos ouvir diálogos e gravações que achamos ao longo do Gameplay, contribuindo ainda mais para o aprendizado da história MAGNÍFICA do jogo.

Outro ponto interessante é a mistura de armamento com poderes, oferecidos através das máquinas de ADAM que achamos pelos cenários. Quer estender as mãos e lançar raios pelos dedos? Ou que tal estalar os dedos e seus inimigos entrarem em combustão instantânea? Ou até mesmo segurar projéteis no ar e rebatê-los usando a força da sua mente. Tudo isso (e muito mais), pode ser feito.

Além disso, Bioshock permite que o protagonista “hackeie” as máquinas e robôs espalhados pelo cenário, recebendo descontos (no caso das máquinas de vendas) e controlando a seu bel prazer (no caso de câmeras e robôs). O processo é feito através de um minigame onde você deve conectar pequenos tubos, ligando uma extremidade à outra, antes que o líquido que flui através delas escape.

Destaco, também, os inimigos. Temos os antigos moradores de Rapture, perturbados e desfigurados, usando até mesmo máscaras. Além disso, um inimigo memorável nos é apresentado: O Big Daddy. Usando roupas de mergulho e armados de rifles ou brocas, eles não hesitarão em avançar ao menor ataque contra as Little Sisters, crianças afetadas pelo ADAM que recolhem a substância de cidadãos mortos.

Em relação à história, o jogo possui um sistema de escolhas morais, que influencia no final do título (o game possui dos finais). Enquanto Jack se vê tentando escapar da cidade, vamos sabendo mais sobre a vida do fundador de Rapture, tanto pelos áudios que recolhemos quanto pelas visões de fantasmas, que remetem a acontecimentos passados naquele mesmo ambiente. Ao passar do jogo, é revelado um plot twist sensacional, mas estragá-lo seria privar você, leitor, de uma experiência única, tal qual O Sexto Sentido, dando vontade de rejogar com outra perspectiva.

Por mais que tenha sido lançado há algum tempo (2009), Bioshock continua sensacional, se destacando no gênero e possuindo sequências igualmente incríveis. É uma experiência que vai te fazer grudar na cadeira, e jogar cada segundo com medo de terminar. Gostou e se interessou pelo jogo? Que tal compartilhar a matéria com os amigos? Would you kindly? 😉