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Por que você deve jogar: Bioshock

Pedro Lopes

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LOJA DC 4

 

Fiel leitor, vivemos hoje numa era de variedades. Independente do gênero, o mercado de games conta com vários e vários títulos. E isso pode ser um problema, já que diante de tantos títulos, ficamos na dúvida do que realmente é bom, o que consegue se destacar dos demais.

Hoje, eu trago a vocês um jogo que se destaca dos demais no gênero de FPS. Hoje, eu lhes trago Bioshock!

Bioshock te coloca na pele de Jack, sobrevivente de uma queda de avião (que é a intro do jogo). Após, alcançar uma ilha, um lance de escadas o leva para uma espécie de submarino, que o leva para a cidade subaquática de Rapture. Nesta cidade, descobrimos que a descoberta de um plasmídeo chamado ADAM levou a população à loucura, inclusive deformando-os.

O maior detalhe do jogo é a ambientação. Se passando em 1960, o clima Steampunk domina a maior parte de todos os cenários, desde máquinas de música e gramofones até as próprias armas de Jack. O figurino, as propagandas espalhadas pela cidade… Tudo remete ao que seria o “futuro” idealizado pelos anos 60.

A trilha sonora também não deixa o clima escapar. Misturando músicas da época com trilhas que realçam ainda mais o clima de suspense do jogo, é um MUST jogar com fones de ouvido, luzes apagadas, absorvendo toda a tensão que é passada.

Em relação aos personagens, a maior parte deles passam o jogo inteiro invisíveis, tendo sua comunicação através de um rádio, adquirido no começo do jogo. Com este mesmo rádio, conseguimos ouvir diálogos e gravações que achamos ao longo do Gameplay, contribuindo ainda mais para o aprendizado da história MAGNÍFICA do jogo.

Outro ponto interessante é a mistura de armamento com poderes, oferecidos através das máquinas de ADAM que achamos pelos cenários. Quer estender as mãos e lançar raios pelos dedos? Ou que tal estalar os dedos e seus inimigos entrarem em combustão instantânea? Ou até mesmo segurar projéteis no ar e rebatê-los usando a força da sua mente. Tudo isso (e muito mais), pode ser feito.

Além disso, Bioshock permite que o protagonista “hackeie” as máquinas e robôs espalhados pelo cenário, recebendo descontos (no caso das máquinas de vendas) e controlando a seu bel prazer (no caso de câmeras e robôs). O processo é feito através de um minigame onde você deve conectar pequenos tubos, ligando uma extremidade à outra, antes que o líquido que flui através delas escape.

Destaco, também, os inimigos. Temos os antigos moradores de Rapture, perturbados e desfigurados, usando até mesmo máscaras. Além disso, um inimigo memorável nos é apresentado: O Big Daddy. Usando roupas de mergulho e armados de rifles ou brocas, eles não hesitarão em avançar ao menor ataque contra as Little Sisters, crianças afetadas pelo ADAM que recolhem a substância de cidadãos mortos.

Em relação à história, o jogo possui um sistema de escolhas morais, que influencia no final do título (o game possui dos finais). Enquanto Jack se vê tentando escapar da cidade, vamos sabendo mais sobre a vida do fundador de Rapture, tanto pelos áudios que recolhemos quanto pelas visões de fantasmas, que remetem a acontecimentos passados naquele mesmo ambiente. Ao passar do jogo, é revelado um plot twist sensacional, mas estragá-lo seria privar você, leitor, de uma experiência única, tal qual O Sexto Sentido, dando vontade de rejogar com outra perspectiva.

Por mais que tenha sido lançado há algum tempo (2009), Bioshock continua sensacional, se destacando no gênero e possuindo sequências igualmente incríveis. É uma experiência que vai te fazer grudar na cadeira, e jogar cada segundo com medo de terminar. Gostou e se interessou pelo jogo? Que tal compartilhar a matéria com os amigos? Would you kindly? 😉

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