Connect with us

Fandom

Pretty Little Liars | TEORIA: Ezra Fitz é A.D

Avatar

Published

on

Pretty Little Liars exibirá seu último episódio hoje, depois de 7 anos no ar. E com isso, existem muitas teorias sobre quem é o grande vilão da temporada e a mente por trás das maldades. Nesta, a qual eu também acredito, falaremos da possibilidade de Ezra Fitz ser A.D.

  • Ezra é alguém pra se desconfiar desde o episódio piloto

No primeiro episódio, quando Ezra conhece Aria todos nós achamos lindo, mas não podemos negar que foi estranho ele não perceber que ela tinha 16 anos. E, mais tarde, descobrimos que um ano antes ele já havia namorado a Alison, mas não disse nada para Aria.

  • As pesquisar de Ezra para seu livro

Além de sua preferência por meninas menores de idade já ser algo inapropriado, vocês se lembram do livro que ele planejava escrever sobre elas. Ezra namorou Aria para poder se aproximar das outras meninas e tinha um sistema de vigilância extremamente elaborado. Quantos autores fazem isso mesmo?

  • Ezria” nunca sofreu nas mãos de –A

Parando pra analisar, o casal Ezria nunca foi ameaçado por –A. Nem mesmo quando os dois estavam em um romance ilegal e seria muito fácil para –A denunciar Ezra, pois existiam evidências claras do crime.

  • Ezra levou um tiro, mas não morreu

O que me leva a crer ainda mais nessa teoria é esse tópico. Comparando com a temporada recente de Prison Break, o fato de ele ter sido baleado e não morrer me faz pensar que ele é quem está comandando tudo e foi machucado propositalmente no final da 4ª temporada para evitar suspeitas. É um clássico.

  • Ezra é violento

Ao mesmo tempo em que o Sr. Fitz é bastante pacifico, nós já vimos ele se descontrolar diversas vezes ao longo das temporadas. Inclusive quando ele pesquisava sobre as meninas e mais recentemente.

  • As Liars ficaram 5 anos sem receber mensagens de –A, até que:

A imagem fala por si só, mas Ezra estava “adormecido” até o momento em que ele vê a Aria. Mais tarde, as mensagens voltam. Além disso, no episódio da semana passada vimos que a Charlotte não tinha se redimido e planejava continuar com o jogo. Ezra e Charlotte se conheciam.

  • As meninas receberam o jogo de tabuleiro no mesmo dia que Ezra voltou para a cidade

Enquanto as mensagens voltaram na 6ª temporada, agora na 7ª A.D quer saber quem matou a Charlotte. E se o Ezra já conhecia Cece, não é muita coincidência que elas recebam o jogo no mesmo dia que ele volta para cidade? Ezra está sempre viajando com com desculpas ruins quando coisas importantes acontecem. Desta vez, ele pode ter saído para construir um jogo de tabuleiro super elaborado.

  • A Projeto-de-Alison acusando Emily de ser inapropriada na escola

Como nada em PLL é sem propósito, eu não acredito que tenham colocado esse plot na temporada por nada. Afinal, não levou ninguém a lugar algum. Então, eu encarei como uma clara referência ao nosso professor namorador de meninas menores de idade.

  • A gravação que A.D enviou para Emily de Addison

Addison estava acusando Emily de ser inapropriada enquanto faltava aulas para se encontrar com o namorado. E na gravação que A.D enviou para Emily, a menina estava nos fundos do Brew, que pertence ao Ezra.

  • A.D escolhe dentre todas as meninas Aria para ajudar

Não é surpresa para ninguém que -A sempre pegou leve com a Aria, exceto quando o jogo estava nas mãos da Cece. E, dessa vez, dentre as 5, A.D escolheu justamente Aria para trair as amigas e, talvez, para testar sua lealdade.

  • A.D tenta separar as meninas e Ezra pede para Aria fugir com ele

O tópico já é autoexplicativo e altamente incriminador.

  • A.D elogia a roupa de Aria

“Você fica bem de uniforme!”

Um elogio de A.D nunca é boa coisa, mas quem viu Aria saindo do apartamento com o capuz preto? Ezra. Além disso, a conta oficial de PLL no Twitter postou algo realmente suspeito.

“Aquele momento em que você é pega roubando o casaco do seu namorado”

  • Ezra não fica surpreso com o arquivo da polícia que Aria preencheu

Quando você é professor e namora sua aluna menor de idade, seria normal viver apreensivo, afinal é possível ir para a cadeia a qualquer momento. Mas quando Aria conta sobre o arquivo que preencheu dizendo que ele havia abusado dela na época do livro, ele não ficou nem um pouco surpreso. E levou tudo numa boa.

  • A.D convida Mona para comer torta e quem sempre adorou torta?

Quantas vezes Ezra já não demostrou seu amor por torta durante a série? E, apesar de Caleb ter agido de maneira estranha mencionando a torta do Mona, o foco ainda está no Ezra. Ou estariam eles se ajudando?

  • As peças da Aria e o novo telefone estavam no Brew

E não apenas isso, justamente quando Ezra estava no aeroporto e desiste de viajar, encontrando Spencer e agindo de forma suspeita ao redor da Liar.

  • Aria sonha com Ezra sendo preso

Não é a primeira vez que isso acontece, na época em que ele ainda dava aulas, ela sonhou uma vez. Porém, agora, ela sonhou também com Mona. E quem estava em contato com A.D para tentar finalizar o jogo?

  • As letras no nome de Ezra

Sabemos que Ezra mudou seu nome, ele dizia que era para se distanciar da família, mas que professor de inglês não gostaria de ter o nome de um escritor famoso? E, da mesma forma que fizeram a hashtag com o nome da Cece, tudo nos leva a crer que A.D é EzrA FitzgeralD.

  • “Till Death Do Us Apart”

Por último e não menos importante, o título do episódio final. “Até que a morte nos separe”. Quem nas fotos promocionais está vestida de noiva e no trailer diz que não pode se casar com Ezra? Ela mesma, Aria.

Além de todas essas provas, temos no trailer final a Spencer recitando a icônica frase que chocou os fãs na quarta temporada: “He’s freaking -A!” Poderia não ser nada, pois todos os outros -As foram mostrados no vídeo, mas não seria a primeira vez que uma promo revela os mistérios. No episódio passado, tivemos Mona com a Charlotte no sino da igreja e no fim das contas ela havia realmente matado a Cece.

O que vocês acham da teoria? Quais suas apostas?

O EPISÓDIO FINAL DE PRETTY LITTLE LIARS ESTRÉIA EM MENOS DE MEIA HORA NO CANAL AMERICANO FREEFORM.

 

 

Estudante de Jornalismo, apaixonada por escrever, maratonar séries e ouvir música. Caçadora de monstros com Sam e Dean nas horas vagas.

Advertisement
Comments

Analises

Pequenos Incêndios por Toda Parte “Tensões raciais por toda a parte”

Pequenos Incêndios por Toda Parte | Uma das séries mais relevantes em anos.

Michele Alves

Published

on

Eu vim para encontrar o estrago / e os tesouros que perduram”* Os versos do poema de Adrianne Rich aparecem no primeiro episódio de Pequenos Incêndios por Toda Parte bordados na camiseta da jovem Pearl Warren e ilustram a primeira cena da série, quando vemos a casa dos Richardsons em chamas e o olhar devastado de Elena Richardson. O espectador logo é convidado a se perguntar: “Quem colocou fogo na casa?”, “O que explodiu nessa história para que tudo chegasse a esse ponto?”

Baseada no romance de Celeste Ng, publicado em 2017, Pequenos Incêndios por Toda Parte é uma minissérie de drama, de 8 episódios, protagonizada por Kerry Washington e Reese Witherspoon. Distribuída pelo Hulu em Março de 2020, chegou ao Brasil pelo Amazon Prime Video e dá sequência ao projeto de Reese Witherspoon de produzir séries protagonizadas por mulheres, depois dos sucessos de Big Little Lies e The Morning Show.

A trama tem como narrativa central o conflito entre Mia Warren (Kerry Washington) e Elena Richardson (Reese Witherspoon), duas mulheres, duas mães, cujas histórias se chocam e trazem à superfície os segredos, traumas e os sacrifícios que cada uma fez para seguirem suas vidas.

Ambientada no final dos anos 90, Pequenos Incêndios por Toda Parte se passa na comunidade de Shaker Heights, Ohio. A comunidade planejada foi uma das primeiras cidades dos Estados Unidos a integrar brancos e negros. Coisa que alguns personagens não deixam de mencionar, quando confrontados com o racismo velado que permeia nas relações entre os personagens. A medida que a história se desenvolve, percebemos que a integração da comunidade é superficial e quando nos aprofundamos na vida de cada personagem, percebemos que é apenas um mito.

A tensão racial é um dos assuntos que aparecem logo no primeiro episódio. Elena (Reese Witherspoon) é uma mulher branca, rica, mãe de quatro filhos cujo altruísmo é motivado pelo desejo de se sentir bem consigo mesma. Com uma interpretação incrível de Reese Witherspoon, Elena demonstra em vários momentos o que é a culpa branca, a condescendência da personagem ao se notar superior àqueles considerados por ela, menos favorecidos. O racismo da personagem se mostra em pequenos momentos, por exemplo, quando ela menciona que sua mãe marchou com Martin Luther King toda vez que o namorado da filha Lexie (Jade Pettyjohn), Brian ( SteVonté Hart), vai jantar em sua casa.

Mia (Kerry Washington) é uma artista que não tem endereço fixo, viaja de cidade em cidade com a filha, Pearl (Lexi Underwood), usando cada lugar por onde passam, como um objeto a ser explorado por sua arte. Mia é uma personagem misteriosa, guarda muito para si. Kerry Washington está brilhante e se destaca ao viver essa personagem que carrega segredos e dores, muitas vezes traduzidas no silêncio, nos olhares carregados de trauma, medo, raiva e sua postura crítica em relação a nova cidade e seus moradores. 

A série também conta com um elenco adolescente muito bem escalado, além de Lexi Underwood, Megan Stott também se destaca como a jovem Izzy. Dentre os assuntos abordados, também estão presentes o machismo, LGBTfobia, bullying, relações interraciais e a aceitação que cada adolescente busca de seus pais, de seus amigos e de sua comunidade. Esses adolescentes rapidamente se percebem presos no conflito das duas mães, sentem as consequências da tensão crescente de tudo que uma desistiu e do que a outra se negou a abandonar. 

A trilha sonora é recheada de músicas que marcaram a década, e vão moldando a sensação de tensão que temos ao assistir a história. Um destaque da trilha sonora são os covers gravados para a trilha sonora original, contando com uma versão lindíssima de Uninvited, música de Alanis Morissette, cantada por BELLSAINT. 

Pequenos Incêndios por Toda Parte é uma série extremamente relevante em 2020. Aborda a questão da  maternidade de forma crua, questiona sobre o que é ser mãe: desistir de tudo ou se recusar a desistir de qualquer coisa? Quais sacrifícios uma mãe precisa fazer? Quando não resolvemos o passado, ele eventualmente nos alcança, afetando a todos a nossa volta. 

A história também fala sobre como mulheres nem sempre são iguais perante à sociedade, a vida das personagens é definida por suas raças e classes. Essas diferenças sociais são exploradas pouco a pouco. Todas as mulheres na série sofrem com machismo, mas nenhuma delas vivenciam situações iguais, o contexto de suas vidas, a classe, a cor da pele têm um peso fundamental ao influenciarem as escolhas de vida de cada uma delas. As dificuldades de uma, difere da outra e o privilégio e a desigualdade nunca deixa de permear as relações entre a família dos Richardsons e Warrens, além dos personagens secundários. A série acerta ao retratar mulheres complexas, multidimensionais que carregam consigo o peso de uma vida cheia de escolhas difíceis.

Cada explosão evidencia as violências sofridas pelas personagens, todo segredo é uma faísca ao ponto de cada narrativa ser um combustível a mais para a tensão que se alastra como fogo e explode na vida dos personagens. Pequenos Incêndios por Toda Parte é uma história sobre os desastres inevitáveis e o que resiste em meio aos destroços.

Pequenos Incêndios por Toda Parte esta disponível no Amazon Prime.

Continue Reading

cinema

Liga da Justiça | Versão do Snyder NÃO É PRA SALVAR VERSÃO DO CINEMA

Esta versão nunca se tratou de salvar um filme fracassado nos cinemas.

Avatar

Published

on

By

Parece óbvio falar isso e parece que muitos gostam de ignorar, mas a versão de Zack Snyder nunca se tratou de salvar o filme da Liga da Justiça que foi para os cinemas.

O movimento #ReleaseTheSnyderCut nunca se tratou de SALVAR uma versão do filme, fracassada, liderada por Joss Wheldon, mas sim (como praticamente todos os fãs já sabem) saciar o desejo de muitos fãs de verem qual era a proposta de Snyder.

Alguns jornalistas porém insistem em sentenciar a liberação do filme como mero objeto de fãs birrentos que não aceitam a versão que foi para o cinema, quando ninguém, absolutamente ninguém que participou do movimento se baseou nisso.

David Ayer, diretor de Esquadrão Suicida, admitiu que a Warner mexeu sim na montagem do filme original. Rumores também aconteceram sobre o filme Mulher-Maravilha: segundo disseram alguns insiders, o estúdio queria remover a cena Terra de Ninguém, porém a diretora Patty Jenkins conseguiu mudar a visão do estúdio sobre o conceito. Ou seja, intervenções absurdas mas que aparentemente jornalistas e alguns fãs inconformados com a alegria de outras pessoas (milhares) se sentem no direito de legitimar.

A versão do Snyder da Liga da Justiça, como dito à exaustão em um artigo que escrevi no ano passado, não se trata apenas de um mero capricho – TRATA-SE da liberdade artística, a mesma liberdade que críticos de cinema, jornalistas, influencers e etc… adoram desfrutar, mas entendem que nem todos deveriam ter.

Uma vez uma jornalista de um grande veículo de comunicação, em uma crítica em vídeo do filme Dunkirk, disse o seguinte: “Se você achou este filme uma obra de arte, então você não sabe o que é uma obra de arte…”. Com todo o respeito e carinho, foi dito a ela que uma obra de arte não é o que ela define. Conceitos artísticos mudam a todo o momento, muitos artistas foram só reconhecidos décadas após a sua morte, no cinema o próprio Laranja Mecânica foi banido no Reino Unido para depois se tornar uma das obras mais aclamadas do cinema. Conceitos artísticos mudam conforme o tempo, mas se vamos dizer que conceitos artísticos mudam conforme vão ficando envelhecidos, não devemos aplicar este conceito apenas a coisas que gostamos ou artísticas que valorizamos, o conceito de arte é amplo e vai além da sua análise.

Zack Snyder (você querendo ou não, e pode espernear a vontade) é um artista e deve ser valorizado como qualquer outro, a mesma valorização que que damos aos diretores da Marvel e qualquer outro no meio do entretenimento deve ser dada ao cineasta. Partindo disso, porque faria sentido jornalistas que analisam arte e vivem muitas vezes dela, fariam artigos deslegitimando um movimento que chegou a ajudar uma campanha de prevenção ao suicídio, sem qualquer motivo aparente?

Pior… Sentenciando um trabalho que nem foi finalizado? Ou você é jornalista ou fez aula de adivinhação com a professora Sibila Trelawney?

Quando pessoas enchem o peito para falar que devemos valorizar a nossa cultura (brasileira) alguns destes gostariam de silenciar artistas… Disse um amigo meu: “isso não é censura”. Não chega a ser censura, mas deslegitimar qualquer tipo de arte é uma especie de ‘censura’, até mesmo aquela arte que você desconsidera.

A Snyder Cut da Liga da Justiça na HBO Max chega em 2021 para sentenciar dois pontos que incomodam demais certas pessoas: Primeiro, o de valorizar os fãs e, segundo, porque valoriza o artista Zack Snyder e isso pode ser uma mudança de paradigma no cinema.

Muitos disseram que isso era uma jogada da Warner para ganhar mais dinheiro dos fãs. Mesmo se for, qual seria o problema ? A Disney ganha milhões colocando Baby Yoda em série de Star Wars e não lembro de apenas ela está autorizada a fazer isso.

No final das contas, podemos escrever uma tese de doutorado sobre a Snyder Cut (não duvido que tem gente que vai fazer) que algumas pessoas não vão querer entender.

A verdade é que os fãs ganharam, a Warner e Zack Snyder também e os perdedores nesta história são apenas os que querem se sentir assim.

Continue Reading

Fandom

As curtas histórias tocantes de Otsuichi com a arte impecável de “Another”

Mai Inoue

Published

on

Uma oportunidade perfeita para explorar contos com temas sobrenaturais são as obras adaptadas de Otsuichi pelo artista de “Another”, Hiro Kiyohara, que marcou ao ilustrar a obra de Yukito Ayatsuji na revista japonesa Young Ace que deu a base para o lançamento do anime em 2012.

Kiyohara e Oitsuichi se mantém em uma incrível sincronia nos dois dramas Só você pode ouvir (Kimi ni shika kikoenai) e Feridas (Kizu). Apesar de serem contos do início da carreira de escritor de Otsuichi, conseguem realmente conquistar e comover com sua arte expressiva e detalhada.

Em Só você pode ouvir, acompanhamos a vida bem monótoma de Ryo Aihara, uma das, se não a única de sua escola que não possúi um telefone celular. Tímida e sem amigos, ela quase não é notada pelas colegas, já que não tem um meio de se comunicar e interagir com outros estudantes e não leva jeito pessoalmente.

Ryo passa a imaginar como seria ter seu próprio celular e o mantém em sua mente sempre, até que um dia ela recebe uma chamada misteriosa em seu celular imaginário, conhecendo uma jovem adulta e um rapaz de sua idade chamado Shinya com o mesmo telefone imaginário, podendo se comunicar com eles, se desenrolando em uma bela amizade. Segundo o autor, ele mesmo tem um pouco de vergonha dessa história por ser uma das primeiras que escreveu, porém a arte de Hiro Kiyohara o deixou apaixonado pelos próprios personagens. Mudando um pouco de realidade, em Feridas conhecemos o problemático Keigo, que devido a brigas com outras crianças que zombam de suas cicatrizes, acaba parando na turma de alunos especiais, onde se reúnem crianças de diversas idades com problemas semelhantes de socalização e/ou aprendizado.

Quando ele se familiariza com a classe e se mostra um menino cuidadoso com os menores, um novo aluno chamado Asato é apresentado a turma. Apesar de ser um garoto bonito, Asato era estranhamente mais quieto que os outros e, vendo que isso estava começando a incomodar os adultos, Keigo simpatiza com o novato. No final de uma aula, Keigo acaba se machucando na presença apenas de Asato, que se aproxima pela primeira vez de alguém, tocando o braço ferido de Keigo, passando a ter uma ferida menor, porém com Asato desenvolvendo o mesmo machucado. Logo, ele nota o porque de Asato ser um garoto especial: ele pode tomar para si, a ferida de outras pessoas com apenas contato físico.

Os dois passam a ser mais próximos e ajudar os colegas menores com pequenos machucados, enquanto ainda lidam com seus respectivos lares abusivos, a evolução do poder de Asato e como ele passa a usá-lo mantendo segredo de Keigo. Otsuichi comenta que a ideia surgiu ao ler sem compromisso um livro de uma psicóloga infantil americana e se apaixonar com a forma que ela tratava e contava a história de crianças especiais e devorar todos os livros da autora.

Não são as únicas obras adaptadas de Otsuichi, que inclusive, foram publicadas no Brasil pela JBC dando a oportunidade de adicioná-las a sua estante com 4 páginas iniciais coloridas.

Hiro Kiyohara é uma grande inspiração pra mim e foi ótimo escrever um pouco dessas obras pra vocês.

Continue Reading

Parceiros Editorias