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Resenha – A Guerra dos Fae– Chamado às armas, volume 2

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guerra_dos_fae-vol-2Título: A Guerra dos Fae – Chamado às armas, volume 2

Autora: Elle Casey

Editora: Geração Editorial

Número de páginas: 368

 

 

 

Chegou a hora da guerra no segundo volume da série “A Guerra dos Fae – Chamado às Armas”, os Fae da luz são convocados a fazer uma importante mudança e treinar seus dons mágicos para enfrentar os Fae das Trevas. JayneSparks e seus amigos Spike, Chase, Finn e Becky estão na iminência de uma guerra sangrenta e devem sofrer uma mudança, como crianças trocadas, para serem membros dos Faeda Luz com identidades mágicas. Poderão se transformar em elfos, ninfas, daemons, íncubos, anões e duendes verdes, querendo ou não aceitar suas novas identidades, desapontando-se com elas ou não. Como será resolvida a questão entre os Fae da Luz e os Fae das Trevas? Serão Jayne e seu grupo de amigos capazes de dar conta de uma missão tão espinhosa? Muitas respostas a estas perguntas, e outras tantas que foram provocadas pelo primeiro volume da série, serão respondidas aos leitores. E surgirão novos e fascinantes enigmas.

Juro que tentei fazer uma resenha com o mínimo de spoilers possíveis, mas me perdoem se não consegui. Primeiramente, esse é o segundo livro da série “A Guerra dos Fae”, da autora ElleCasey; como só recebi o segundo, não tenho muita noção do primeiro, todavia não tive muita dificuldade para entender mesmo sem ter lido o primeiro… porém, se quiserem se situar melhor sobre a resenha, aconselho que leiam essa resenha que encontrei do primeiro livro.

Pelo que andei pesquisando por aí, a maioria das pessoas – quase 100% – gostaram do primeiro volume do livro e estão empolgadas com a série. Vou confessar uma coisa: nunca tinha lido livros desse gênero, fiquei com muito receio de acabar odiando e nem chegando mais perto, porém tive que dar uma chance, e, nossa, confesso, foi demais! Claro que não morri de amores por ele, mas gostei, acabou superando minhas expectativas haha.

Jayne é uma garota Fae, como vocês podem perceber pela resenha que pedi (não os obriguei, embora quisesse, não, pera rsrs), que vocês lessem, Fae são seres que tem poderes (ok, isso ficou estranho), e, como o titulo do primeiro livro sugere, as “Crianças trocadas” são crianças – jovens – que eram humanos, porém com sangue fae nas veias, e por isso tiveram o direito de escolher se queriam ou não se tornar fae. Jayne e seu grupo de amigos acabam se tornando, e descobrem que “seres” são.

“(…) Descobri que eu e meu melhor amigo, Tony, somos membros de uma espécie de criaturas chamadas “fae”, e que temos a maior oportunidade de nossa vida de nos tornarmos alguém ou algo extraordinário. Podemos aceitar a mudança que despertará o sangue fae que corre em nossas veias, para nos transformarmos de humanos em fae, e nos tornarmos crianças trocadas.”

Tony, o melhor amigo de Jayne, acaba optando por não se tornar fae.

No começo achei Jayne bem chatinha, só falava palavrões e a achei bem oferecida para cima dos garotos, porém depois acabei gostando e me adaptando ao seu jeito. O livro inclui inúmeros palavrões – no começo pode ser assustador, mas depois acabamos nos acostumando, afinal, todo adolescente tem um vocabulário um tanto quanto diferente.

O livro é bem rápido de ser lido, porém muitas vezes ficamos esperando algumas explicações que acabam não vindo – como a tal guerra que a sinopse menciona.  A única coisa que consegui entender é que a guerra será entre os Fae da Luz e os Fae das Trevas, e que o grupo de Jayne pertence aos fae da Luz. Acredito que esse volume tenha narrado somente otreinamento das crianças trocadas, e a guerra talvez ocorra somente no próximo volume, ou no outro, ou no outro (não sei ao certo quantos são).

Posso citar que existem vários fae – pixies, anões, orcs, bruxas, ninfas, íncubos…, e elementais. Ah, elementais são faes que tem afinidade com algum elemento – terra, ar, fogo ou água e alguns com espíritos também. Todavia, não existe um elemental entre os Fae da Luz há centenas de anos, e acabamos descobrindo muita coisa a respeito desse elemental. (juro que queria falar mais, porém não posso :/ ).

A história é interessante porque o lugar que as crianças estão não é bem num outro mundo, ta, pode até ser, mas não “num mundinho encantado com um nome bem estranho”, mas num lugar da Flórida mesmo.

Não posso deixar de falar da capa, que coisa mais linda! A edição está ótima, aliás, todos os livros da Geração Editorial têm uma ótima edição!

Espero, realmente, que tenham entendido algo da resenha, porque foi uma das mais difíceis que fiz, visto que nunca tinha lido um livro desse gênero. Aguardo ansiosamente pelos próximos volumes; obrigada Geração Editorial, por ter cedido o exemplar.

 P.S.: Tim é a coisa mais fofa do universo! Adoraria ter um pixie coladinho em mim rsrs.

QUOTE: “Você faz o que é certo para você. Ele faz o que é certo para ele. Às vezes, o que é certo os reúne. Às vezes, separa. A única coisa que você tem é a honestidade. Seja honesta consigo mesma agora. Qual é o seu desejo mais profundo?

17 anos, catarinense. Apaixonada por palavras, cachorros, música. Deus e minha família são a base de tudo. Adoro livros, flores e tenho obsessão pela cor azul. Adquiri manias estranhas durante a vida, dentre elas a mais deliciosa: cheirar livros.

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Livros

Quarentena Geek: 6 livros para o seu fim de semana

Dicas de leituras fantásticas para tirar de letra o isolamento social e que talvez você não conheça.

Mylla Martins de Lima

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Normalmente as listas de livros baseadas na cultura geek são compostas pelos mesmos livros e seus autores renomados. Outros títulos acabam não sendo explorados e, por isso, continuam sem merecido reconhecimento, mesmo carregados pela essência fantástica.

Esta lista contém ótimos livros, dotados de teorias, ciência, fantasia e múltiplas referências da cultura pop para dar um “up” nessa temporada tão difícil pela qual estamos passando.

Livros preferidos de executivos de grandes startups em 2019 - Startupi

1. Como uma luva de veludo moldada em ferro

Como Uma Luva De Veludo Moldada Em Ferro no Submarino.com

O quadrinho escrito e ilustrado por Daniel Clowes e Jim Anotsu, foi publicado aqui no Brasil pela editora NEMO. Ele é um compilado de 10 capítulos da mesma história escrita por Daniel na revista Einghtball.

Trata-se de uma investigação acerca de um snuff film — gênero em que as mortes filmadas são reais — cheia dos personagens mais bizarros. É uma verdadeira jornada pela loucura.

2. Descender: Estrela de lata

Humanos e máquinas estão em guerra em Descender, novo quadrinho de ...

Esta HQ é escrita por Jeff Lemire e ilustrada por Dustin Nguyen. No Brasil, ela foi lançada em 2019 pela editora Intrínseca.

A história por trás das ilustrações excepcionais conta a saga de um robô que luta por sua sobrevivência em um mundo onde existe uma perseguição às máquinas.

Confira a resenha de Descender clicando aqui.

3. Renegados

Livro - RENEGADOS nas americanas

A editora Rocco trouxe, neste ano, o primeiro volume da trilogia escrita por Marissa Meyer. A história de ficção-científica conta sobre um grupo de humanos com habilidades especiais que conseguem estabelecer a paz em uma cidade totalmente arruinada.

Esses são tratados como a esperança daquele povo, os verdadeiros heróis… mas nem todo mundo os enxerga desse modo. Um segundo grupo também participa da narrativa, mas buscando vingança.

4. Contos do tempo emaranhado

Contos do tempo emaranhado (Douglas Bock) - Editora Diário Macabro

Um livro 100% brasileiro com 14 histórias contadas por Douglas Bock em uma edição linda publicada pela editora Diário Macabro.

Os contos são divididos em 3 grupos: ” Cinco Paraísos”,que falam sobre a sociedade secreta no coração de São Paulo que oferece a possibilidade de vida pós-morte; “Histórias instáveis”, que possuem relatos de pessoas com vivência em outras dimensões, tempos ou lugares; e, por fim, “Sampaulo- Vetente 1641”, que é uma versão alternativa da selva de pedra com saltos no espaço tempo.

5. Metrópolis

Metrópolis | Editora Aleph - editoraaleph

A editora Aleph é famosa pela publicação de obras maravilhosas da ficção científica. Essa, por exemplo, foi escrita por Thea Von Harbou e já ganhou, inclusive, uma adaptação cinematográfica.

A obra é narrada em uma cidade futurística, onde a população é dividida em dois andares. O primeiro, uma elite, pessoas próspera que desfrutam de uma boa vida. No andar subterrâneo , trabalhadores lutam por sua sobrevivência. Em meio à essa barreira de classes, surge um romance.

6. VHS: Verdadeiras histórias de sangue

VHS: Verdadeiras Histórias de Sangue - Livros na Amazon Brasil ...

Cesar Bravo e DarkSide Books formam uma dupla perfeita e a prova veio com essa publicação sem defeito algum!

As histórias são passadas entre 1985 e 1995, cheias de esquisitices e muito sangue. Os contos partem de registros orais sobre mandingas macabras, crimes brutais, animais soturnos, além de notícias , jornais e anúncios sobre o imaginário da época.

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Livros

J. K. Rowling anuncia ‘The Ickabog’ como primeiro livro infantil após Harry Potter

Autora disponibiliza primeiros capítulos em plataforma online devido ao coronavírus.

Rodrigo Roddick

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Harry Potter não é o único romance infantojuvenil de J. K. Rowling. Não mais. Agora a autora está lançando o conto The Ickabog, uma história romanceada que está sendo disponibilizada em site próprio. Apesar de estar vindo a público agora, o livro já estava sendo escrito na época de Harry Potter, há mais ou menos uma década atrás.

A autora explica o motivo de ter deixado The Ickabog para trás e também comenta por que resolveu trazê-lo agora.

“Algumas semanas atrás, durante o jantar, discuti provisoriamente a ideia de tirar The Ickabog do sótão e publicá-lo gratuitamente, para crianças em confinamento. Meus agora adolescentes estavam emocionadamente entusiasmados, então lá embaixo veio a caixa muito empoeirada e, nas últimas semanas, estive imersa em um mundo fictício que pensei em nunca mais entrar”

Ela ainda ressalta que sua família já tinha conhecimento do livro e, por se lembrarem de como ele fora contado, participou da montagem desta história.

“Enquanto trabalhava para terminar o livro, comecei a ler capítulos todas as noites para a família novamente. Essa foi uma das experiências mais extraordinárias da minha vida de escritora, pois os dois primeiros leitores do The Ickabog me contaram do que se lembram quando eram pequenos e exigiram a reintegração de partes de que gostaram particularmente (eu obedeci)”

Joanne Rowling explica que The Ickabog é uma história sobre o abuso do poder e adianta que ela não se refere a nenhum regime atual em particular, lembrando que o livro foi escrito há mais de uma década.

The Ickabog é uma história sobre a verdade e o abuso de poder. Para evitar uma pergunta óbvia: a ideia me surgiu há mais de uma década, por isso não pretende ser lida como uma resposta a qualquer coisa que esteja acontecendo no mundo no momento. Os temas são atemporais e podem se aplicar a qualquer época ou país”

The Ickabog será publicado na íntegra exclusivamente online nas próximas semanas devido à pandemia do coronavírus, mas receberá uma versão em e-book e outra impressa em novembro. Rowling revelou que os direitos autorais angariados com a história serão destinados a grupos impactados pelo Covid-19.

J. K. Rowling chegou a brincar que escrevia um livro infantil em 2018, assim que terminou Animais Fantásticos 3, mas não ficou claro se este era The Ickabog.

Os dois primeiros capítulos da história estão disponíveis no site TheIckabog.com. Lá também é possível colorir as ilustrações.

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Resenha

Resenha | Guerras Secretas

Livro reúne X-men, Quarteto Fantástico, os Vingadores e os vilões em um mundo criado para eles se confrontarem.

Rodrigo Roddick

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E se você fosse transportado para um lugar em que seu maior desejo pudesse ser realizado? Só que para isso, você precisaria vencer seus concorrentes? É a partir deste cenário que nasceu Guerras Secretas. Apesar de o livro reunir distintos heróis Marvel, a premissa trabalha o conflito interno do ser humano.

“O Mundo de Batalha era feito de desejos”

Guerras Secretas é uma adaptação de um quadrinho homônimo escrito por Alex Irvine e publicado pela primeira vez em 1984. Ele ganhou a versão literária pela editora Novo Século em 2015, que já publicou diversas narrativas oriundas de histórias em quadrinhos.

O livro se inicia com diferentes heróis sendo transportados para o Mundo de Batalha, um planeta peculiar que ninguém conhecia. X-men, Quarteto Fantástico e os Vingadores, bem como os vilões Magneto, Ultron, Galactus e Doutor Destino precisam guerrear entre eles para atingir o maior prêmio que poderiam almejar: a realização de seu maior desejo.

A princípio, o leitor pode começar a questionar sobre o que um super-herói poderiam querer, se ele já possui poder, o que qualquer pessoa ordinária desejaria ter. Mas Alex Irvine brilhantemente se concentra nas limitações desses personagens, encontrando no poder delas o motivo de suas frustrações. Um exemplo é quando o Charles Xavier, que é paraplégico, começa a andar; outro é quando o Coisa passa a controlar sua transformação em pedra. Ou seja, mesmo sendo pessoas superpoderosas, elas também são humanas e, por isso, acabam tendo limitações e desejos.

Depois de estabelecer a premissa da narrativa, discretamente, por debaixo da trama, surge uma pergunta: o que você estaria disposto a fazer para realizar o seu desejo? E assim, a narrativa impele os leitores a uma análise íntima sobre suas limitações e escrúpulos, convidando-os às suas próprias guerras secretas.

Em um determinado momento, os personagens descobrem que existe uma entidade naquele mundo. Ele é chamado de Beyonder e é encarado como o ser que os levou para o Mundo de Batalha. Ao inseri-lo na história como uma entidade cósmica onipotente, Alex Irvine está metaforizando Deus. Essa provocação do autor propõe uma reflexão mais profunda.

“A verdadeira beleza reside no espírito e nas ações, na combinação da perfeição física com os atos divinos”

É possível observar isso no panorama: Beyonder leva os super-heróis àquele mundo, onde são incitados a digladiarem entre si para que o vencedor seja contemplado com a realização de seu desejo. Essa estrutura pressupõe então que seja esta a finalidade de Deus ao criar nosso universo: entreter-se.

“Ele nos colocou em guerra uns contra os outros para seu próprio divertimento”

E não por acaso, Irvine concentrou na postura do Doutor Destino o constante questionamento humano para com seu criador: ninguém deve controlar o próprio destino senão ele mesmo.

Saindo do campo teológico, Guerras Secretas também permite uma inferência social, questionando a atitude que coletivamente tomamos. É possível ver uma clara crítica ao sistema, que impõe ao ser humano — desde o momento que ele nasce — que ele se municie de ferramentas para realizar seu sonho. Porém, o prêmio é destinado a poucos, e isso gera um conflito de interesses, uma vez que todos querem realizar seus desejos, mas apenas os vencedores são contemplados com este benefício. Que vença o melhor!

Sintetizando este conflito de interesses na criação do Mundo de Batalha, o autor propõe ao leitor que ele é um indivíduo superpoderoso inserido em um mecanismo criado para sabotá-lo. Esse pensamento predispõe um jogo, portanto existe uma tentativa de fazer o interlocutor enxergar sua vida cotidiana como um jogo que ele não precisa jogar. Ao mesmo tempo, ele esclarece que o indivíduo tem o poder de criar qualquer realidade que desejar.

“No Mundo de Batalha, a realidade pode mudar”

Alex Irvine também se preocupou com o pensamento altruísta, geralmente remetidos aos heróis. Charles Xavier é o símbolo dessa ideia, propondo aos demais que eles não lutem, não façam aquilo que o Beyonder tanto incitou a fazê-los. Ele reflete que ninguém queria se levado para lá, então por que não se empenham e sair dali, em vez de jogar o joguinho daquela entidade?

Após essa elucidação, Guerras Secretas faz o leitor compreender que ele deveria usar o jogo a seu favor e não se tornar um escravo dele; que essa conduta faz parte da natureza humana.

“O animal humano é extremamente adaptável. Mesmo algo caótico e imprevisível como o Mundo de Batalha logo se torna navegável, uma vez que a inteligência humana tem a oportunidade de se aclimatar”

Guerras Secretas então acaba sendo um ensaio fictício sobre nosso próprio Mundo de Batalha.

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