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Resenha | Sob a luz do Arco-Íris

Regina Vieira
Por
Regina Vieira
Biomédica que calhou de ser editora e redatora da área de HQs do CDL.

Em tempos onde cada vez mais está sendo debatido e ensinado sobre temas envolvendo a comunidade LGBTQI+, a editora Skript desenvolveu, junto aos quadrinistas, a HQ chamada Sob a luz do Arco-Íris.

O quadrinho é uma coletânea de histórias produzidas por autores da comunidade, onde são abordados situações de preconceito com diversos temas.

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“Sempre digo que nós, como leitores de quadrinhos (ou mesmo consumidores de cultura em geral), temos a responsabilidade de furar nossas próprias bolhas e ativamente ir atrás de novos autores e autoras para ampliar nossas referências e visões de mundo.”, disse Gabriela Borges, do site Mina de HQ, no prefácio do quadrinho.

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Assim, começamos a leitura dos dez contos, que por muitas vezes, levaram o tema do preconceito com bastante humor. O suficiente para divertir o leitor, com sua crítica entranhada ao cômico. Por exemplo, ter um fantasma Drag Queen te assombrando e, dentro disso, notar que a falta da auto aceitação que muitas pessoas da comunidade encaram ao longo da vida, traz a leveza em um assunto que tem sua bagagem pesada. Ou até mesmo, ter alunos que decidem escrever na lousa “Prof. Arthur viado”, como no conto Gameplay, nos mostra o preconceito exalante que as crianças adquirem, por muitas vezes, de seus pais e que, na verdade, o aprendizado da diversidade é necessário para todos.

O quadrinho tornou-se o que Gabriela Borges citou no prefácio, a ampliação das vivências de outras visões de mundo. A experiência do outro, que pode ou não se assemelhar a nós mesmos, nos tornará seres humanos mais tolerantes e é isso que o quadrinho Sob a Luz do Arco-Íris se propõe a fazer, mostrando o outro lado da moeda.

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