O filme Resident Evil, do aclamado diretor Zach Cregger, “A Hora do Mal”, parece ter conquistado o público de um jeito que agradou bastante, mesmo que os fãs da franquia estejam detestando o longa.
O filme, um reboot da franquia iniciada nos anos 90, faturou 60 milhões de dólares no fim de semana de estreia, superando as expectativas nos Estados Unidos e ultrapassando a marca de 100 milhões de dólares mundialmente. Até então, o recorde de abertura da série pertencia a “Resident Evil: Afterlife”, de 2010, estrelado por Milla Jovovich, que arrecadou 26 milhões de dólares na estreia.

O filme foi muito elogiado pela crítica especializada, conquistando a maior nota entre as adaptações de games no Rotten Tomatoes. No entanto, os fãs da franquia têm reclamado bastante da produção por deixar de fora vários elementos dos jogos, como o personagem Leon, que nunca foi representado de forma fiel nas adaptações da Sony para o cinema.
A Sony pagou 75 milhões de dólares por “Resident Evil”, cinco anos depois da última tentativa do estúdio de reiniciar a franquia. O longa “Resident Evil: Welcome to Raccoon City” de 2021, foi um fracasso tanto de crítica quanto de bilheteria, fazendo um pouco mais de 40 milhões em bilheteria.

Resident Evil (2026) é o novo reboot cinematográfico da famosa franquia da Capcom, dirigido por Zach Cregger (Barbarian) e produzido pela Sony Pictures, Constantin Film e PlayStation Productions. A trama acompanha Bryan, interpretado por Austin Abrams, um entregador médico que, durante uma simples missão em Raccoon City, acaba preso em meio a um surto de criaturas infectadas e precisa lutar para sobreviver a uma noite de puro terror.
O elenco principal inclui Austin Abrams, Zach Cherry, Kali Reis e Paul Walter Hauser, enquanto a produção aposta em uma abordagem mais sombria, focada no horror de sobrevivência que consagrou os jogos originais.










