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Review | Pokémon Shining Pearl

Os tão aguardados remakes de Pokémon Shining Pearl finalmente saíram!

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Como boa amante dos monstrinhos de bolso que sou, não poderia deixar passar a oportunidade de jogar novamente uma das gerações que mais visitei durante toda a vida. E para quem está se perguntando ‘se você gosta tanto de Pokémon, qual seu inicial?’, entenda que aqui eu tive um dos grandes dilemas da minha infância/adolescência.

Até esse ponto da minha jornada gamer, todos os meus iniciais eram de fogo. Mas quando bati o olho naquela tartaruguinha fofa e descobri que ela se transformava em um dos pokémons que acho mais parrudos e invocados do game, eu tive que fazer uma escolha diferente (alguém ainda discorda que Turtwig é o melhor inicial da quarta geração?).

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O remake, que é feito pela ILCA Inc. com supervisão da Nintendo, foi lançado dia 19 de novembro apenas para Switch. Como parte da comemoração de 25 anos da franquia, o jogo vem para celebrar as gerações anteriores e apresentar histórias já consagradas para os novos fãs de Pokémon. Baseado grandemente na nostalgia de quem pôde jogar essa maravilha no DS, é uma ótima porta de entrada para quem quer se aventurar no universo criado pela empresa japonesa.

Em questões estruturais, o jogo continua o mesmo. Mesma história, mesmo tipo de narrativa e mesmo gameplay (apesar das adições que comentarei logo mais). Será necessário completar a pokédex nos dada pelo professor Rowan, derrotar ginásios para coletar insígnias e se tornar o campeão da região de Sinnoh.

O visual agrada, em grande parte, por manter a essência de personagens chibi conforme o clássico. A remodelação em 3D é muito bem feita, deixando o jogo fluído e sem bugs aparentes. O personagem ainda varia para uma versão parecida com os da oitava geração assim que entramos em batalha.

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O mapa foi mantido com todos os caminhos já conhecidos e um dos pontos altos do jogo foi a expansão do Underground. Ele consiste em basicamente uma área nova, com adições de pokémons e onde é possível até mesmo construir uma base secreta. Lá você pode encontrar fósseis (fiquem atentos, o Skull Fossil se encontra lá), e até mesmo criar sua própria estátua para decorar seu mais novo esconderijo. Ali também se encontram cavernas temáticas, e se você é daqueles que gosta de montar o time perfeito, é pra lá que você deverá ir. Tudo é muito bem feito e bonito, faz sentido com a jogabilidade e história contada, e faz parecer que a equipe de desenvolvimento sabia que os jogadores passariam horas e horas explorando os caminhos expandidos nessa versão.

Temos também o retorno do Pokétch, o smartwatch extremamente funcional da campanha original. Ela pode não ter sido adaptado da melhor maneira para a tela única do Switch, mas é uma ajuda valiosa na sua aventura. Ele localiza itens escondidos em cavernas, conta passos e mostra a saúde e status do seu time. Apesar da funcionalidade, ele perde um pouco da magia que era usá-lo na segunda tela.

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Apesar de corrigir alguns problemas das versões originais, ainda se persiste o problema dos pokémon de fogo. Como disse, meu inicial ainda continua sendo o de grama, e durante toda a minha jornada não foi possível encontrar sequer um monstrinho que cuspisse fogo para aumentar o poder de dano da minha equipe principal. Com a caverna temática de lava, é possível capturar Houndoom e Magby, mas a falta de diversidade ainda é uma pulga atrás da minha orelha.

Como tradição da franquia, os exclusivos são determinantes na hora da escolha da sua versão do jogo. Além dos lendários Palkia e Dialga, alguns pokémon de outras gerações compõem a lista de monstrinhos que se pode pegar apenas em uma das versões.

Exclusivos Brilliant Diamond: Caterpie, Metapod, Butterfree, Ekans, Arbok, Growlithe, Arcanine, Seel, Dewgong, Scyther, Electabuzz, Murkrow, Gligar, Scizor, Elekid, Raikou, Entei, Suicune, Larvitar, Pupitar, Tyranitar, Ho-Oh, Seedot, Nuzleaf, Shiftry, Mawile, Zangoose, Solrock, Kecleon, Cranidos, Rampardos, Honchkrow, Stunky, Skuntank, Electivire, Gliscor, Dialga.

Pokémon Shining Pearl
80 Nota

Exclusivos Shining Pearl: Weedle, Kakuna, Beedrill, Sandshrew, Sandslash, Vulpix, Ninetales, Slowpoke, Slowbro, Magmar, Pinsir, Articuno, Zapdos, Moltres, Slowking, Misdreavus, Teddiursa, Ursaring, Stantler, Magby, Lugia, Lotad, Lombre, Ludicolo, Sableye, Seviper, Lunatone, Bagon, Shelgon, Salamence, Shieldon, Bastiodon, Mismagius, Glameow, Purugly, Magmortar, Palkia.

Pokémon Brilliant Diamond e Shining Pearl são uma ótima porta de entrada para os jogos principais da franquia, e principalmente para quem migrou de Pokémon Go para Pokémon Let’s Go Eevee e Pikachu. Mantendo a consistência da história e melhorando a qualidade gráfica e jogabilidade, é e ainda vai continuar sendo um dos jogos mais amados pelos fãs da franquia.

Os remakes Pokémon Brilliant Diamond e Shining Pearl já estão disponíveis no Switch.

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