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Robert Downey Jr., Michael Shannon e outros atores QUE FORAM SALVOS em filmes de super-heróis

Edi

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* Os textos desta seção não representam necessariamente a opinião deste veículo e são de responsabilidade exclusiva de seu autor.

A vida de ator não é fácil, mesmo quando são muito talentosos. Um dia após estarem sendo premiados com o Globo de Ouro e outros prêmios tão importantes como o Oscar (pois não é a única premiação que existe), podem ir em direção a filmes com pouco público e dirigidos a pessoas com déficit de atenção ou com problemas de arrogância.

Neste último quesito, os filmes clássicos como muitos vem dizendo, estão se tornando mais escassos e fazendo a vida de alguns críticos difíceis. A industria vive de dinheiro e os filmes clássicos monopolizados por críticos fajutos vem perdendo espaço para filmes de super-heróis.

De nomes renomados como Jared Leto e Michael Shannon a atores consagrados como Robert Redford e Ledger. Você confere 12 desses atores e seus papeis eternizados em FILMES DE QUADRINHOS.

Robert Downey Jr. – Homem de Ferro

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O ator icônico, teve problemas com drogas. Até que a Marvel lhe deu uma chance de voltar a brilhar. Ele é incrível, não tem o que se discutir. E desde então tem valorizado os fãs da Marvel, entregando sempre uma atuação sincera e carismática, trazendo o ator novamente ao ápice de Hollywood, sendo um dos mais bem pagos e disputados do cinema de todos os tempos.

Benedict Cumberbatch – Doutor Estranho

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O britânico é um dos atores mais importantes e imponentes da sua geração, na série “Sherlock” ele se mostrou ainda mais incrível. Depois de concorrer ao Oscar,  se aventou como Doutor Estranho. Todo esse talento para quê? Para ser um dos heróis mais icônicos da Marvel.

Halle Berry – X-Men

 

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Existe uma coisa boa que atinge alguns ganhadores do Oscar. Em 2001, a atriz ganhou o Oscar por “A Última Ceia”. Três anos depois, tentou ser a “Mulher Gato”. De lá pra cá ainda fez parte da franquia X-Men, que é um sucesso de bilheteria, e em 2017 estará em mais um filme baseado em quadrinhos, Kingsman: The Golden Circle

Jared Leto – Esquadrão Suicida

 

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Antes de ser um travesti ganhador do Oscar em “Clube de Compras Dallas”, Jared Leto já mostrava do que era capaz. Depois de ser mencionado que ele viveria o Coringa os fãs ficaram muito empolgados. Sabotado pela própria Warner, tendo muita parte do seu material original simplesmente cortado, esperamos que a Warner ajude o menino Leto a mostrar do que é capaz, como no vídeo que podemos ver abaixo:

 

Jeremy Irons – Batman vs Superman

 

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Jeremy Irons, Alfred definitivo. Mostrando classe e elegância, é um ator completo. De filmes únicos, “O Reverso da Fortuna”, “Perdas e Danos” e “Gêmeos, Mórbida Semelhança”, Vimos ele brilhar como a muito tempo não se via (pois um dos seus últimos filmes foi 16 Luas), como Alfred em Batman vs Superman: A Origem da Justiça, se tornando um dos personagens mais reverenciados do filme.

Michael Shannon – Homem de Aço / Batman vs Superman

Michael Shannon em "Man of Steel"

Michael Shannon em “Man of Steel”

Shannon, indicado ao Oscar em “Foi Apenas um Sonho”, ainda é um talento em ascensão na grande Hollywood. Fez um dos personagens mais bem desenvolvidos da história do cinema em filme de HQs, General Zod, com sua força e motivações claras, foi um dos personagens mais marcantes no cinema, principalmente para quem é fã de quadrinhos. Shannon recentemente disse que dormiu assistindo “Batman vs Superman” pois estava muito cansado das viagens, sem falar que declarou “Eu fiz Zod porque acreditei na história e percebi que o personagem era interessante.”

Robert Redford – Capitão América 2: o Soldado Invernal

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Ator de filmes maravilhosos como “Golpe de Mestre”, “Butch Cassidy” e “Todos os Homens do Presidente”. Produtor, diretor e ator de qualidade impecável, estava meio esquecido do cinema como o todo, fazendo poucas produções, até que brilhou em Soldado Invernal. Este foi o catalizador para voltar a brilhar, em 2015 (um ano depois de O Soldado Invernal) estava em Truth, que foi bem recebido no Festival Internacional de Cinema de Toronto, onde o The Hollywood Reporter  nomeou como o melhor filme do festival.

James Franco – Trilogia Homem Aranha

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Franco que fez Harry Osborn, na trilogia de Homem Aranha, até então não era muito conhecido. Porém, após sua interpretação em Homem-Aranha, ele interpretou o lindo e maravilhoso 127 horas, que teve 6 indicações ao Oscar. E este ano fez o querido,  A Festa da Salsicha.

Tilda Swinton – Doutor Estranho

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A atriz britânica, vencedora do Oscar de atriz coadjuvante por “Conduta de Risco”, fez diversos filmes aclamados, como Precisamos Falar Sobre o Kevin. Ao interpretar o Ancião em Doutor Estranho, a atriz ficou tão feliz com o papel que resolveu sugerir ao todo poderoso Kevin Feige, que ele fizesse um spin-off do seu personagem.

Ben Kingsley – Homem de Ferro 3

 

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Ben Kingsley, apareceu pouco como Mandarim, vilão fodão no filme do Homem de Ferro 3, mesmo subutilizado, o ator conseguiu até certo ponto entregar um personagem muito legal e diferente, porém já foi falado que o verdadeiro Mandarim não foi mostrado, ou seja pode vir mais dele por aí.

Samuel L. Jackson

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Nick Fury não foi utilizado em “A Guerra Civil” pois os fãs de quadrinhos sabem que ele não aparece na história original do mesmo, mas vai aparecer em Guerra Infinita, ainda mais porque sabemos que ele tem feito grandes filmes como Oito Odiados e  Django, filme que ganhou o Oscar melhor roteiro original.

Heath Ledger – Trilogia Batman

Apesar do papel ter sido o seu último, Ledger deixou um legado, sendo um dos filmes mais penetrantes da história do cinema, resultando na premiação do Oscar de melhor ator coadjuvante. Pessoas passaram mal e se sentiram incomodadas com a sua interpretação tão perfeita como Coringa.

Revisado por: Bruna Vieira.

Edi

Produtor, escritor nas horas vagas, administrador, editor e fundador do site CDL.

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Warner, confie na DC como a Disney confia na Marvel

A Warner Bros. poderia comemorar muito mais a bilheteria do Coringa (atualmente de US $ 934M) se confiasse mais nos seus próprios diretores e personagens.

Edi

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Estamos vendo um fato incrível, Coringa deve ser um filme muito mais lucrativo do que Ultimato em toda a sua glória de mais de US 2B de dólares em bilheteria.

Um enorme feito desse deveria ser muito comemorado pela principal empresa envolvida na produção do filme, afinal, o personagem pertence a DC Comics, cuja a dona titular é a Warner Bros. mas tem um detalhe. A Warner Bros. poderia comemorar muito mais a bilheteria do Coringa (atualmente de US $ 934M) se confiasse nos seus próprios diretores e personagens.

Como bem colocado por Felipe Fasanella do canal Triplo F, a Warner Bros. não vai arrecadar este dinheiro sozinha, como a Disney com seus filmes da Marvel e a Fox com seu Deadpool. Como não acreditava muito na bilheteria do filme a Warner decidiu dividir o pequeno investimento do Coringa.

O filme custou US 60 milhões, e foi divido com duas outras produtoras que deram 50% do valor, o que significa que na bilheteria a Warner deve somente ficar com 50% do que foi arrecadado

Claro que a Warner vai explorar outras formas de ganhar dinheiro com o filme cuja estas produtoras não vão poder participar, porém essa informação nos mostra o quanto a Warner ainda não confia tanto assim na DC Comics como uma das fontes da sua renda. Mesmo com o enorme sucesso que foi Mulher-Maravilha.

Outra coisa também são os constantes intromissões do estúdio na era do ex CEO Kevin Tsujihara, que chegou a dizer que “determinou” que o filme Liga da Justiça tivesse apenas 2 horas de duração, que Batman vs Superman fosse cortado em 30 minutos, que Esquadrão Suicida depois de pronto fosse totalmente refilmado. Decisões que desmantelaram todo o Universo DC nos cinemas. Hoje vemos uma série de retalhos, tudo porque os executivos deram voz aos críticos e não aos fãs da DC.

A intromissão do estúdio foi tanta que fez James Wan, diretor das franquias Invocação do Mal, chegou a dizer que só faria Aquaman se o filme fosse totalmente dele. O que mais espanta é que os filmes como Mulher-Maravilha, Aquaman e Coringa são filmes com 0 intromissão do estúdio e foram justamente as 3 maiores bilheterias do Universo DC nos cinemas.

Basta a Warner confiar nos seus artistas contratados e produtores que os filmes vão sair, o sucesso vai vir e no final poderá arrecadar com a vida total da bilheteria de filmes como Coringa, sem precisar dividir isso com mais ninguém.

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Nós – Um ótimo filme para se conferir no Halloween

Nós” é um ótimo filme para o Halloween e ainda passar os próximos dias pensando sobre a obra. Um suspense com diversos conceitos interessantes e reflexivos

Ígor Howtelaire

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ESSE ARTIGO CONTEM SPOILER. LEIA POR SUA CONTA E RISCO 😉

“Portanto assim diz o Senhor: Eis que trarei mal sobre eles, de que não poderão escapar; e clamarão a mim, mas eu não os ouvirei.” – Jeremias 11:11, essa é a passagem bíblica presente no longa do diretor Jordan Peele, Nós, um filme que se trata da vingança contra a
humanidade; um mal cuja as pessoas jamais conseguirão fugir, e quando implorarem por misericórdia, essas trevas vingativas não os atenderam.

“Nós” tem Lupita Nyong’o como Adelaide e Red protagonizando uma estoria que fala sobre como ela e seu marido, Gabe (Winston Duke) levaram seus filhos, Zora (Shahadi Wright Joseph) e Jason (Evan Alex), para passar o fim de semana na praia e descansar. Eles
começam a aproveitar o ensolarado local, mas a chegada de um grupo misterioso muda tudo e a família se torna refém de seres com aparências iguais às suas.

Assim como “Corra!”, que é a anterior obra do cineasta Jordan Peele, “Nós” também está recheado de simbolismo e uma dura crítica social. Mas vamos pelo começo…

Na minha percepção, “Nós” tem dois inícios. O primeiro é quando vemos a jovem Adelaide assistindo a um comercial na TV (que será de extrema importância no final do filme); e depois, no momento em que ela e seus pais estão no parque, mas a Adelaide se distancia
deles e termina encontrando sua cópia na casa de espelhos. O segundo é com os créditos iniciais e um close no olho de um coelho, à medida que a câmera se distancia, vários coelhos enjaulados são revelados – nesse momento já temos o nosso primeiro simbolismo.

Os coelhos, na cultura popular, representam o recomeço, ressureição, redenção; isso porque eles têm uma famosa capacidade de reprodução. No filme os coelhos retratam as sombras, as cópias dos verdadeiros – sendo assim na primeira cena, de todos aqueles coelhos que vemos, apenas três são negros. Eu acredito que os coelhos brancos representam as duplicatas e os negros, os originais. Por isso existe apenas três animais escuros no plano, porque apesar da família protagonista ser formada por quatro membros, só o pai, o filho e a filha são os originais.

Como eu disse, este é um longa cheio de signos e interpretações, então vamos destrincha-los em tópicos.

Vermelho
“O que vocês são?”
“Somos Americanos” – essa é a resposta de Red para pergunta feita por Gabe. Os EUA é uma figura relembrada durante todo o filme, e não só nas cores de vários objetos e cenários, mas também nas roupas dos doppelgangers (duplicatas), nesse caso, é especificamente o vermelho, que não só denota a violência e a cor do sangue, mas também uma das três cores da América.

O trecho seguinte foi retirado de um dos sites que foram minha fonte de pesquisa, o site “plano aberto”. O que é levantado é muito interessante para o debate sobre a obra, então achei bom trazer para vocês.

O nome original do filme (“Us”) é um acrônimo de United States. O próprio Jordan Peele brincou com o tema em seu Twitter. Isso permite interpretar o filme como uma metáfora sobre os Estados Unidos e sua histórica luta de classes, com um grupo “superior” e outro “inferior”.

Quando os pais de Adelaide a levam à psicóloga, perguntam como fazer a filha voltar a falar. A profissional responde que eles devem estimular a filha a desenhar, dançar, “qualquer coisa que nos ajude a saber a história dela” (“anything that help us to know her story”). Admitindo que “us” é “U.S.”, Peele diz nas entrelinhas que a arte para uma criança negra, independente da forma, é uma ferramenta identitária. “Qualquer coisa que ajude os Estados Unidos a saber
a história dela”.

Embaixo de Nós

Uma das primeiras informações levantadas no filme é sobre onde os doppelgangers vivem. Os tuneis embaixo de nós, além disso ser uma clara referência histórica porque faz alusão a corrida do ouro que aconteceu no século XIX, quando as pessoas cavavam túneis em busca de ouro; também é um signo para a famosa frase “uma luz no fim do túnel”, que nesse caso é a luz (esperança) para libertação e para um novo mundo.

A Arma

A arma usada pelas sombras é uma tesoura, o símbolo aqui é exatamente que uma tesoura é como duas facas ligadas, duas partes de um todo, assim como nós e nossas sombras, mas ao se juntarem, cortam. Isso pode ser visto como uma batalha sangrenta entre as duas metades, ou como “cortar a povo da superfície para que os do subterrâneo dominem”. Muitas interpretações para um simples objeto, mas essa é a graça de uma boa obra cinematográfica.

Plot Twist

A reviravolta do longa surpreende a todos. Durante vários seguimentos vemos a Adelaide atingir um lado mais selvagem e agressivo, como se estivesse se tornando uma das sombras, mas então descobrimos que ela sempre foi a duplicata, porém não se lembrava, isso porque ela era muito pequena e conforme fosse crescendo e aprendendo novas coisas, como falar e se comportar como alguém da sociedade, ela esquecia sua verdadeira origem e ficou apenas com uma vaga lembrança de ter visto ela mesma na casa de espelhos, de resto seu cérebro construiu uma nova memória para que assim se tornasse mais fácil a adaptação.

Tanto a Adelaide quanto a Red se esqueceram de quem realmente eram. Dessa vez o significado nas entrelinhas é tão obvio que se torna um parágrafo inteiro. As duas partes de um todo sofreram um tipo de lavagem cerebral da sociedade, aprendendo novos costumes, se adaptando a um novo estilo de vida, e deixando de ser quem realmente era para se tornar o que a sociedade espera que ela fosse, pondo uma máscara em seu rosto e a colocando em uma peça de teatro, onde ela finge ser quem não é até se acostumar com a ideia e adotar essa nova identidade.

“Nós” é um ótimo filme para o Halloween e ainda passar os próximos dias pensando sobre a obra. Um suspense com diversos conceitos interessantes e reflexivos, apesar de ter seus problemas, como um humor fora de hora, ainda é um filmaço para se assistir e pensar sobre
como “nós somos os nossos maiores inimigos”.

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Fallout 1st é o novo sistema de assinatura para Falllout 76.

Fallout 1st é o mais novo serviço de assinatura para o “grandioso” Fallout 76.

Lucas Soares

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Fallout 76 vem sendo tópico de discussão na comunidade gamer desde o seu lançamento no ano passado, no entanto, não por bons motivos.

Bugs, promessas quebradas (talvez algumas mentiras mesmo) e a falta de história, não bastaram para a Bethesda e eles sentiram que o jogo precisava de um serviço de assinatura.

Chamado de Fallout 1st o serviço traz algumas coisas que os fãs tanto pediram a este “maravilhoso” jogo por um preço é claro.

Mundos privados para você e seus amigos, para até 7 players.

Uma Scrapbox com espaço ilimitado de materiais de crafting.

Uma tenda de sobrevivencia que age como ponto de Viagem-Rápida

1650 Atoms para voce gastar na loja do jogo

Um visual exclusivo de Ranger.

Ícones e emotes únicos

A polêmica parece não ter fim, depois do lançamento desastroso de um jogo que claramente não estava pronto, o que nos resta é a tentativa de lucrar ao máximo.

Enfim chegamos no mais baixo que poderia chegar e a Bethesda sabe disso, mas como Anthem a fanbase enorme e devota ainda dará uns trocados a companhia.

A princípio as coisas que a comunidade talvez esteja pedindo (visto que quem escreve essa matéria custa a acreditar que o jogo não está morto) estão chegando, no entanto com uma restrição monetária a mais além do preço cobrado.

Fallout 76 é aquele jogo que talvez seja melhor só esquecer que existe e se você é fâ, ótimo boa sorte e ótimas jogatinas.

Mas eu como jogador não consigo aceitar que uma empresa lance jogos no estado que ele estava e depois monetize conteúdo que os jogadores ainda pedem.

Fallout 76 para mim, é um exemplo de como não se lançar um jogo de Live Service, esperemos que a liçao tenha sido aprendida.

Á principio vocês ainda têm minha confiança, mas ela não é eterna e já está bem no fim.

Em síntese, os jogadores já não confiam como confiavam, cuidado não brinquem conosco.

No entanto tem um trailer legal que não representa o produto final.

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