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Em breve o Snyder Cut de Liga da Justiça chegará ao HBO Max, mas enquanto isso alguns detalhes de sua produção são reveladas aos poucos pelo próprio diretor, Zack Snyder.

Em entrevista ao Beyond the Trailer, o cineasta falou sobre o tempo de duração do longa. Segundo Zack o filme teria 214 minutos inicialmente, mas com o passar da produção a versão de Zack Snyder da Liga da Justiça terá um pouco mais do que 3h30 de filme.

O próprio diretor em entrevista falou sobre como ele acha que sua versão se encaixará num atual momento dos outros filmes da DC.

“Ele está meio separado agora do que eu diria ser o universo cinematográfico da DC que está em continuidade. Eu acho que é divergente dessa maneira, e acho que é uma coisa boa. O poder de DC, e um de seus pontos fortes, é o tipo de conceito de multiverso…”

O cineasta acabou saindo da produção do filme, dando assim espaço para Joss Whedon, que acabou não dando continuidade no projeto de Snyder e destruiu com o longa.

Liga da Justiça estreou em 2017 e ainda obteve uma boa bilheteria apesar de ter sido massacrado pela crítica.

Liga da Justiça versão Snyder Cut tem sua estreia para algum momento em 2021.

Publicitário, nerd, apaixonado pelo mundo dos games, fascinado pelo mundo do cinema. “Ou se morre como herói, ou vive-se o bastante para se tornar o vilão.”

cinema

Joss Whedon nega que tenha embranquecido personagem da Liga da Justiça

O diretor culpou o colorista do filme pela mudança de tonalidade de pele dos atores negros.

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Em uma entrevista a revista Forbes, Ray Fisher acusou entre executivos da Warner e o diretor Joss Whedon de racismo, e ainda disse que o diretor embranqueceu uma personagem do filme pois ouviu dizer que ele não gostava de pessoas negras.

O diretor agora pouco respondeu (através de um porta-voz ao site EW) as acusações do ator que interpretou Cyborg no filme da Liga da Justiça, dizendo que não existe qualquer prova sobre o ocorrido e negou que tenha feito embranquecimento de personagem do filme.

“O indivíduo que ofereceu esta declaração reconheceu que era apenas algo que ele tinha ouvido de outra pessoa e aceitou como verdade, quando na verdade uma simples pesquisa provaria que era falso. Como é padrão em quase todos os filmes, havia várias pessoas envolvidas na mixagem do produto final, incluindo o editor, o responsável pelos efeitos especiais, o compositor, etc., com o colorista sênior responsável pelo tom, cores e clima da versão final. Esse processo foi ainda mais complicado neste projeto pelo fato que [o diretor original] Zack [Snyder] filmou, enquanto Joss refilmou, o que exigiu que a equipe, liderada pelo mesmo colorista sênior que trabalhou em filmes anteriores para Zack, reconciliasse os dois.

Fisher também disse à Forbes : “Antes do processo de refilmagem da Liga da Justiça, conversas abertamente racistas foram mantidas e entretidas – em várias ocasiões – por ex e atuais executivos de alto escalão da Warner Bros. Pictures. Os tomadores de decisão que participaram dessas conversas racistas foram Geoff Johns, Jon Berg e o atual presidente do Warner Bros. Pictures Group, Toby Emmerich”

A declaração do porta-voz de Whedon não nega categoricamente que tal mudança foi feita, mas empurra a culpa potencial para mais partes, como o colorista do filme.

A Warner Bros. se recusou a comentar as últimas declarações de Fisher ao EW.

Zack Snyder’s Justice League estreia em 2021 na HBO Max.

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cinema

Amazon anuncia próximos filmes do WELCOME TO THE BLUMHOUSE

Os thrillers arrepiantes serão lançados em 2021 na plataforma em mais de 200 países e territórios.

Davi Alencar

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Após o lançamento global de Welcome to the Blumhouse, o Amazon Prime Video anunciou hoje a lista das próximas quatro produções desta coleção de oito filmes. Os thrillers arrepiantes serão lançados em 2021 na plataforma em mais de 200 países e territórios. 

O programa Welcome to the Blumhouse dá continuidade ao legado de uma narrativa de gênero original e de alta qualidade, que é a assinatura da produtora. Centrados em temas perturbadores de horrores institucionais e fobias pessoais, os filmes exploram os medos mais profundos das pessoas. Esses thrillers sociais apresentam uma visão distinta e uma perspectiva única.

Semelhante aos primeiros filmes, a lista segue temas de mesma linha, tornando a série o primeiro programa de filmes Originais Amazon no Prime Video que são tematicamente conectados. As produções continuam a apresentar cineastas promissores, ao lado de atores consagrados em papéis excepcionais e chocantes

“Vindo do lançamento bem-sucedido dos quatro primeiros filmes do programa, que superou nossas expectativas, estamos empolgados em revelar o próximo capítulo, que chegará em 2021”, disse Jennifer Salke, Head do Amazon Studios. “O formigamento na espinha e a sensação de arrepiar continuam nesta próxima coleção de títulos que, certamente, irão entreter, surpreender e chocar nossos clientes globais.” 

“Estamos entusiasmados em ver como o público em todo o mundo respondeu aos filmes da lista de Welcome to the Blumhouse. Não poderíamos estar mais orgulhosos do trabalho desses cineastas, elenco e equipe talentosos de todos os filmes “, disse Jeremy Gold, presidente da Blumhouse Television. “E estamos animados em apresentar a próxima onda de filmes e os incríveis cineastas em seu comando.” 

Se liga só na nova lista de filmes:

The Manor é escrito e dirigido por Axelle Carolyn e estrelado por Barbara Hershey, Bruce Davison, Nicholas Alexander, Jill Larsen, Fran Bennett e Katie Amanda Keane. Depois de sofrer um derrame, Judith Albright se muda para uma casa de repouso histórica, onde começa a suspeitar que algo sobrenatural está atacando os residentes. Para escapar, ela precisará convencer todos ao seu redor de que, afinal, ela não pertence àquele lugar.

Black as Night tem direção de Maritte Lee Go e roteiro de Sherman Payne. O elenco é estrelado por Asjha Cooper, Fabrizio Guido, Craig Tate, Keith David, Mason Beauchamp, Abbie Gayle e Frankie Smith. Uma adolescente com problemas de autoestima encontra confiança da maneira mais improvável: passando o verão lutando contra vampiros que se aproveitam dos desprivilegiados de Nova Orleans com a ajuda de seu melhor amigo, do garoto que ela sempre desejou e de uma peculiar garota rica.

Madres é dirigido pelo estreante Ryan Zaragoza e tem roteiro de Marcella Ochoa e Mario Miscione. O longa é estrelado por Tenoch Huerta, Ariana Guerra, Evelyn Gonzalez, Kerry Cahill e Elpidia Carrillo. Um casal mexicano-americano que espera seu primeiro filho se muda para uma comunidade agrícola migrante na Califórnia dos anos 1970. Quando a esposa começa a sentir sintomas estranhos e visões aterrorizantes, ela tenta identificar se isso está relacionado a uma maldição lendária ou algo mais nefasto.

Bingo conta com direção de Gigi Saul Guerrero e roteiro de Shane McKenzie, Gigi Saul Guerrero e Perry Blackshear. No bairro de Oak Springs vive um grupo forte e teimoso de amigos idosos que se recusam que o lugar seja gentrificado. Sua líder, Lupita, os mantém unidos como uma família. Porém, pouco sabiam eles que a amada sala de bingo está prestes a ser vendida a uma força muito mais poderosa do que o próprio dinheiro.

A primeira lista de filmes lançados no início deste mês e disponível exclusivamente no Prime Video contempla os títulos: The Lie, Black Box, Evil Eye e Nocturne.

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cinema

Crítica | Tenet “é uma grande desculpa para cenas de ação mirabolantes”

Tenet, o filme apenas aposta no visual com uma história sem profundidade.

Davi Alencar

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Tenet

Dentre as milhares de características que podem ser atreladas a um filme, o adjetivo “complicado” talvez seja a mais dúbia. Uma obra cinematográfica pode ser considerada como tal tanto quando instiga a audiência com uma narrativa complexa que conecta trama, linguagem e personagens de uma maneira inovadora quanto quando se perde na sua própria mitologia e não entrega para o espectador o nexo que promete. Para a infelicidade de uma legião de fãs ensandecidos, Tenet é um caso agudo do segundo exemplo.

O novo lançamento de Christopher Nolan gera polêmica desde sua distribuição, que começou no meio da pandemia, e com os aspectos ligados a trama ele não é menos alarmante. O filme narra a história de um agente especial que, depois de ser declarado como morto, entra em uma divisão especial do serviço secreto para desmascarar os planos por trás de uma tecnologia que reverte o curso do tempo. “O Protagonista”, como fica conhecido o personagem de John David Washington, acaba envolvido em uma operação que não se prende em amarras temporais.

É certo que o diretor é um dos mais ousados de sua geração. Afundando na ficção científica e em roteiros espalhafatosos, ele sempre cria uma atmosfera recheada de plot twists para enganar e brincar tanto com as personagens quanto com o espectador. Em filmes como Interestelar (2014) isso fica bem localizado dentro uma proposta que, se não for boa, é ao menos corajosa. Todavia, em Tenet, ele perde a mão, extrapola demais a “ciência” por trás da trama e, sempre se explicando muito, acaba deixando de lado a interconexão entre tema e narrativa.

O cineasta investe mais em um cinema que precisa ser entendido do que sentido. Isso fica bem visível na vontade de interconectar todos os pontos do roteiro, nem que para isso sacrifique sentido, ritmo, sentimento e significado. Durante os 150 minutos de filme você é jogado dentro de uma história que não consegue dar sequer um respiro de ambivalência. Nolan parece querer que o público recorra a outros meios para compreender a única alternativa possível do que aconteceu em tela.

Atualmente, uma das coisas que mais prejudica a análise fílmica é a tendência de se criar conteúdos com “final explicado”, essa prática consiste em achatar toda a pluralidade de interpretações em apenas uma única “explicação” absoluta e ele instiga isso. O conceito que movimenta o filme é tão super complicado e retorcido que prejudica a experiência como um todo, transformando-a em um quebra-cabeça massante e exaustivo cuja resposta não consegue ser tão empolgante assim.

Aplicando esse mesmo conceito na montagem e no roteiro, algumas outras obras do diretor trabalham muito melhor com o desdobramento do tempo. Enquanto A Origem (2010) usa da labiríntica mente humana para relativiza-lo, Dunkirk (2017) aposta em diversas marcações para unir três peões de um tabuleiro armado. Infelizmente, Tenet não acha uma maneira convincente de juntar a alternação de fluxo temporal com um propósito menos clichê que salvar o mundo.

Como se isso não bastasse, a personagem de Elizabeth Debicki só é vista como um atraso exclusivamente sentimental estritamente ligado ao plano de fundo familiar. Uma representação possessiva extremamente antiquada que, assim como o filme, parece ter retrocedido no tempo.

A impressão que fica é que tudo é um plano de fundo para o desenrolar mirabolante de um punhado de cenas de ação. De fato, o filme só existe no campo visual em que concilia bem as duas direções que as personagens se movem com uma primazia técnica. A grandeza e eloquência de Christopher Nolan entregam para o fã exatamente o que ele quer, um espetáculo de som e imagem que, mesmo com pouquíssima profundidade, foi feito sob medida para a telona.

Tenet já está em cartaz nos cinemas.

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