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Um novo trailer de quase dois minutos para Star Wars: O Despertar da Força atingiu a internet, o trailer internacional do filme.  Acrescenta novas imagens, especialmente centrado em torno do conflito principal no filme.

Novo Trailer Internacional Star Wars: O Despertar da ForçaNovo Trailer Internacional Star Wars: O Despertar da ForçaAssista >>> https://goo.gl/ypRmw1

Posted by Cabana do Leitor on Sexta, 6 de novembro de 2015

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cinema

Ray Fisher diz que exclusão de personagens negros da Liga da Justiça foi proposital

Ray Fisher acusa abertamente Geoff Johns, Jon Berg e o atual presidente do Warner Bros. Pictures Group, Toby Emmerich de racismo.

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Ray Fisher, ator que interpretou o Cyborg no filme Liga da Justiça conversou com a Forbes em uma entrevista na sua versão digital.

O ator deixou claro o que muita gente já suspeitava, na pós produção, atores negros foram excluídos do corte final de Joss Whedon.

“A retirada de pessoas negras da versão de cinema da Liga da Justiça de 2017, não foi um acidente nem uma coincidência”, disse Ray Fisher com calma, mas com firmeza. 

O ator também disse que conversas abertamente racistas foram mantidas no set de gravação do filme protagonizadas por grandes executivos da Warner Bros.

“Antes do processo de refilmagem da Liga da Justiça, conversas flagrantemente racistas foram mantidas e entretidas – em várias ocasiões – por ex e atuais executivos de alto nível da Warner Bros. Pictures”, afirmou Fisher“Os tomadores de decisão que participaram dessas conversas racistas foram Geoff Johns, Jon Berg e o atual presidente do Warner Bros. Pictures Group, Toby Emmerich.”

“Percebi que as anotações que acabei recebendo de Johns durante as refilmagens eram apenas uma versão codificada das coisas racistas que ele dizia a portas fechadas com os outros executivos.. Muito do que esses caras estavam fazendo era um esforço para evitar serem despedidos durante a fusão da AT&T com a Time Warner. Pretendo ser muito mais específico sobre cada um desses caras depois que a investigação terminar – esta entrevista é apenas uma versão resumida”, esclareceu.

O ator também explicou quando que decidiu expor todos os problemas e situações da Liga da Justiça:

“O que deixou minha alma em chamas e me forçou a falar sobre Joss Whedon foi o fato de eu ter sido informado de que Joss ordenou que a aparência de um ator negro fosse mudada na pós-produção porque ele não gostava daquele tom de pele… Cara, com tudo que 2020 foi, esse foi o ponto de inflexão para mim.” O ator também deixou claro que o RH da Warner Bros. sabe de tudo isso.

Além de Fisher, vários atores negros tiveram seus papéis completamente removidos ou fortemente reduzidos na Liga da Justiça

O papel de Ryan Choi, interpretado por Zheng Kai, foi cortado. Joe Morton, que interpretou o pai de Cyborg, Silas, teve seu papel principalmente cortado e refirmado. Embora Zack Snyder incluísse um elenco diversificado de personagens, muitos deles tiveram seus papéis significativamente alterados ou desapareceram completamente do filme antes de chegar aos cinemas. Karen Bryson, que interpretou a mãe de Cyborg, Ellinore, também teve seu papel cortado. Além disso, Kiersey Clemons, que interpretou Iris West, foi removida do filme. Todos eles aparecerão na Liga da Justiça de Zack Snyder.

Zack Snyder’s Justice League estreia em 2021 na HBO Max.

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cinema

Crítica | A Caminho da Lua “concilia mitologia e ciência como lição para seguir em frente”

A Caminho Da Lua é uma animação bem marcante e, por mais que siga os moldes clássico Disney/Pixar, sabe se expandir e abraçar a representatividade sem um teor panfletário gritante.

Davi Alencar

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Depois de uma árdua jornada com seus originais de 2020, em uma proposta despretensiosa, imaginativa e revigorante, a Netflix acertou em cheio com seu novo lançamento animado. A Caminho Da Lua é um drama espacial que concilia mitologia e ciência para ensinar a importância de seguir adiante. Um longa que, por mais que sofra em achar sua personalidade, pode ser o início de uma rede de animações da plataforma.

O filme gira em torno de Fei Fei, uma menina que, após a morte de sua mãe, tem dificuldades em aceitar seu pai se relacionando com outra pessoa. Por isso, ela decide partir em uma jornada à Lua para provar a existência de Chang’e, deusa presente nas histórias que sua mãe contava, e convencer seu pai de não se casar com outra mulher.

O primeiro longa metragem de Glen Keane, animador experiente da Disney (A Pequena Sereia, A Bela e A Fera e Enrolados), é bem preciso na forma que ambienta a história e não se apoia exclusivamente na representatividade para desenvolver a narrativa. Ele sabe abordar temas complexos que vão desde as lições clássicas de amizade, até a aceitação de um modelo familiar diferente para criar um cenário que integra muito bem todos os seus recursos cinematográficos.

Por mais que aspectos da cultura chinesa estejam intimamente ligados à trama, eles conseguem se unir de uma forma bem honesta com o resto. Um baita mérito, já que, por diversas vezes, esse tipo de homenagem acaba roubando a cena. De quebra, o filme ainda consegue interligá-los perfeitamente com a ciência que instiga, criando uma narrativa mista e muito interessante que reflete o misticismo dentro da exatidão.

Da mesma forma, sabe muito bem traduzir o seu conceito em algo visual. A ideia de uma deusa ancestral presa na Lua se interliga muito bem com a proposta de ficção científica e o resultado é um show de luzes e cores único. Atualizar o caráter lendário de uma história para algo mais contemporâneo não só ajuda a criar um elo com o espectador como também corrobora para aproximar o mito das personagens, humanizando uma figura que sofre de algo tão mundano quanto saudade.

Devido a um caráter mais tecnicista, transportar essas ideias para a tela é claramente uma dificuldade. Por mais que uma boa porcentagem do resultado final seja belo, no teor mais bruto, vide animação de personagens, movimentos, roupas e tecidos, o filme engasga. Parece faltar um certo polimento e atenção para as cenas que ele próprio considera “menos relevante” e isso faz com que a experiência só seja interessante e bem feita quando aposta na eloquência ou no sentimentalismo de momentos pontuais.

De todo jeito, o filme sabe muito bem dobrar sua narrativa para refletir os temas que quer abordar. A história de Fei Fei é um paralelo da história de Chang’e e isso é muito bem estabelecido e construído. Ele também é bem assertivo no que externaliza na fala e no que deixa restrito ao entendimento particular, sendo assim, ao mesmo tempo que passa uma mensagem final clara para os públicos infantis, usa da sutileza imagética para potenciar os sentimentos da audiência geral. Dois exemplos disso são, respectivamente, quando Chang’e diz que Fei Fei é o seu verdadeiro presente e quando a menina deixa a imagem com a deusa queimar. Usos precisos de palavra e imagem.

A Caminho Da Lua é uma animação bem marcante e, por mais que siga os moldes clássico Disney/Pixar, sabe se expandir e abraçar a representatividade sem um teor panfletário gritante. Um “pipocão” como deve ser, amplo e sensível.

A Caminho Da Lua já está disponível na Netflix.

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cinema

Stardust, cinebiografia sobre David Bowie, tem 1º trailer revelado

Produção mostra astro nos anos 70, quando criou a persona Ziggy Stardust.

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A IFC Films liberou nesta quarta (28) o trailer de Stardust, filme que irá mostrar como David Bowie criou a persona de Ziggy Stardust em uma viagem pelos EUA no início dos anos 70. Confira a prévia:

O longa dirigido por Gabriel Range (I Am Slave) tem Johnny Flynn (Genius) no papel do astro e ainda conta com Marc Maron (Glow) como o único executivo de gravadora que apostou no sucesso de Bowie; e Jena Malone (Jogos Vorazes), na pele de Angela Bowie, mulher do roqueiro na época.

Com algumas salas de cinemas ainda fechados por causa da pandemia, o lançamento de Stardust nos EUA será via on-demand em algumas locadoras virtuais. O longa não tem previsão de chegar ao Brasil.

Stardust será lançado nos EUA em 25 de novembro.

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