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Star Wars vs Star Trek | Mark Hamill e Patrick Stewart falam sobre rivalidade entre as franquias

Star Wars e Star Trek são, sem sombra de dúvidas, duas das maiores franquias nerds de Hollywood.

Davi Alencar

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Star Wars e Star Trek são, sem sombra de dúvidas, duas das maiores franquias nerds de Hollywood. Ambas contam com milhões de fãs e é muito comum vermos alguém falando que acha uma melhor que a outra. Acirrando um certo tipo de rivalidade.

Em contraponto a isso, recentemente duas das maiores estrelas dessas franquias, Mark Hamill (Luke Skywalker) e Patrick Stewart (Capitão Picard) afirmaram que não há inimizade alguma e que os fãs devem gostar do que bem entenderem.

Star Wars e Star Trek colidem na nova campanha da Uber Eats que vai contar com os dois atores. A proposta é justamente brincar com essa rivalidade entre as franquias.

Em uma entrevista para o Men’s Journal, Hamill afirmou que, enquanto vê Star Trek como ficção científica, encara Star Wars como uma obra de fantasia. Por isso, não há motivo para brigas.

“Em diversas ocasiões me perguntaram sobre uma rivalidade entre Star Wars e Star Trek, mas eu tenho que dizer que é não há como comparar coisas diferentes. Você pode gostar tanto das duas quanto de nenhuma. Por isso a campanha foi engraçada para mim. Eu sabia que eles estavam nos colocando um contra o outro.”

Dentre as milhares de especulações dos fãs, normalmente alguns confrontos são traçados. Como quem ganharia em um combate espacial? Um Star Destroyer ou a Enterprise?

Para Patrick Stewart, as duas franquias são similares o suficiente para gerar um crossover (e ele diz que adoraria ver algo assim).

“Eu vou ter que admitir que nós, o pessoal de Star Trek, estamos sempre fantasiando sobre um universo compartilhado com Star Wars. Já houveram diversas ideias para juntar esses dois mundos icônicos e colocar todos esses personagens incríveis em contato. Eu iria me divertir muito com isso.” Uma proposta como essas é bem ousada e difícil de acontecer. Enquanto alguns fãs comprariam fácil, os mais puristas, contrariando Stewart, dizem que as franquias são diferentes o suficiente para não se sobreporem.

Certamente uma junção das duas soa bem estranho, por enquanto nós teremos de ficar apenas com o comercial que já é bem engraçado.

Estudante de rádio, tv e internet completamente apaixonado por cinema, literatura e qualquer outra forma de arte. Gosta de contar histórias e tem sérias dificuldades de falar sobre si mesmo em terceira pessoa.

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Zack Snyder’s Justice League | Joe Manganiello está filmando novas cenas como Exterminador

Joe Manganiello repetirá seu papel como Exterminador na Zack Snyder’s Justice League.

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Joe Manganiello repetirá seu papel como Exterminador na Zack Snyder’s Justice League, quem traz a noticia é o Collider.

No início desta semana, o Cabana do Leitor informou que as refilmagens estão em andamento, com  Ben Affleck,  Ray Fisher e  Amber Heard de volta como Batman, Cyborg e Mera, e Jared Leto programado para retornar como Coringa do Esquadrão Suicida

Enquanto isso, o Superman de Henry Cavill e a Mulher Maravilha de Gal Gadot estavam visivelmente ausentes na postagem, e Cavill disse explicitamente a Collider que não gravará nada novo para a série de quatro horas da HBO Max.

Porém Manganiello tem uma história diferente. Exterminador, também conhecido como Slade Wilson, apareceu em uma cena pós-crédito na Liga da Justiça de 2017, que o viu recrutado por Lex Luthor de Jesse Eisenberg. Em maio, quando o chamado “corte de Snyder” foi anunciado oficialmente pela primeira vez, Manganiello prometeu a seus fãs no Instagram que incluiria “a cena original de pós-crédito”. O Collider afirma de forma explicita que o ator vai voltar ao set para filmar cenas adicionais.

Enquanto isso, Zack Snyder’s Justice League será composta de episódios de quatro horas de duraçã , então não só irá incorporar filmagens não utilizadas, mas Snyder está gravando novas filmagens estritamente para a série HBO Max.

Zack Snyder’s Justice League estreia em 2021.

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Crítica | Borat 2 “incomoda e testa ao máximo a sociedade mais egocêntrica do planeta”

Depois de 15 anos, a sequência de Borat finalmente chegou.

Davi Alencar

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Depois de 15 anos, a sequência de Borat finalmente chegou. Dessa vez sendo lançado diretamente no streaming da Amazon, o filme revive a temática de seu predecessor com uma nova roupagem. Ainda focado em explorar o cidadão norte americano padrão, ele atualiza alguns de seus temas esbarrando na modernidade, avanço tecnológico e social e desinformação como um problema viral. Com o constrangimento como sua principal força, Borat 2, ou Fita de Cinema Seguinte de Borat, é facilmente uma das melhores comédias do ano.

O filme narra a volta de Borat (Sacha Baron Cohen) aos Estados Unidos na tentativa de se redimir com o país ao entregar o Ministro da Cultura do Cazaquistão, o chimpanzé Johnny, para o vice-presidente Mike Pence. Como é de se esperar, tudo dá errado e ele acaba envolvendo sua filha em uma tentativa de casamento com o advogado de Donald Trump, Rudy Giuliani. Caótico como sempre, o filme faz questão de usar o humor mais besta é ácido possível para tirar o que há de pior do estadunidense.

Enquanto no primeiro, lançado em 2005, o simpático repórter da TV Cazaquistanesa embarca em uma jornada quase que inocente pelo interior dos EUA, aqui ele encontra um sonho americano completamente diferente. O personagem é colocado no epicentro do retrocesso social dos últimos anos e a pandemia é a cereja do bolo para explorar esse ambiente.

O formato de falso documentário não encontra um caminho na sequência. Ao invés disso, o filme insere a filha de Borat, Tutar (Maria Bakalova), para gerar novas situações e adicionar uma certa dramaticidade na narrativa. Além dessa mudança ocasionar uma transferência de humor, ainda confere uma preocupação maior com a formação de sentido e, mesmo sem mudar a piada, encontra uma nova maneira de entregá-la. Dessa vez, o filme constrói um arco bem mais sólido para as personagens.

Todavia, a proposta continua a mesma: incomodar e testar ao máximo a sociedade mais egocêntrica do planeta. Dá até para dizer que ele é um grande experimento para ver até onde as pessoas embarcam no absurdo. Em diversos momentos, como quando Borat oferece sua filha menor de idade para o médico, compra uma jaula para ela ou pede para a vendedora escrever uma mensagem antissemita no bolo, ele não recebe repulsa e sim incentivo. Um retrato bem fiel de um país que, em prol do interesse financeiro e “liberdade de expressão”, aceita de tudo.

Ainda assim, dá para dizer que, da sua própria e exclusiva maneira, o filme consegue passar uma imagem positiva. As únicas pessoas reais que rebatem de alguma forma o que é estabelecido pelas personagens são parte das minorias mais atacadas. Mesmo sem nenhum crivo para piadas incômodas (que vez ou outra esbarram em problemáticas bem sérias), de algum jeito essa característica consegue dar um ar reconfortante para a narrativa. Isso mostra que, independente do amontoado de besteiras despejado nas falas, existe um discurso bem evidente na obra.

Agora, sobrepondo os dois filmes da “franquia” pode-se reparar algo bem significativo. Enquanto o ideal patriótico ronda ambos, na versão de 2020 parece não haver o mesmo sussurrar de outrora. O radicalismo de uma extrema direita ensandecida pipoca com uma facilidade assustadora e não é preciso mais do que uma faísca para que saudações nazistas surjam nas multidões. Sujeira facilmente vista em como o governo estadunidense se mostra aqui: um antro de desinformação, crendices e ódio contra o diferente.

Borat 2 acerta em cheio quando testa membros do alto escalão político como Giuliani. Revelando sem receio algum o quanto esses poderosos estão apenas a uma oportunidade de distância de abandonar seu ideal pró-família para cometer qualquer imoralidade que esteja ao seu alcance, ele deixa bem claro que um povo é o reflexo de seus governantes e vice-versa.

Por fim, ao retirar o protagonista da sua bolha de preconceito, o filme deixa bem claro que abdica um pouco da comicidade focalizada no absurdo para dar espaço a um pensamento mais humanizado. Da mesma forma que a Turma da Mônica fez com que o Cascão lavasse as mãos, Borat abraça um raciocínio mais progressista em prol de um bem maior. Mesmo assim, ele deixa claro sua personalidade com uma reviravolta espalhafatosa o suficiente para terminar essa segunda odisséia com um final que é, ao mesmo tempo, clássico e reinventado.

Borat: Fita de Cinema Seguinte já está disponível no Amazon Prime Video.

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Uncharted | Tom Holland é Nathan Drake nas primeiras imagens do filme

Depois de uma árdua jornada o tão esperado filme de Uncharted está cada vez mais próximo.

Davi Alencar

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Depois de uma árdua jornada o tão esperado filme de Uncharted está cada vez mais próximo. Com Tom Holland no papel principal, o longa ganhou algumas imagens oficiais nesta quinta-feira (22).

A adaptação da famosa série de jogos da Naughty Dog promete trazer, em uma história nunca antes vista, os primeiros dias do aventureiro Nathan Drake. Como a maioria dos projetos, o filme havia sido adiado em decorrência da pandemia, mas ao que tudo indica já voltou com gás total para os trabalho e, segundo a Sony, está em “desenvolvimento avançado”.

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It’s nice to meet you, I’m Nate. #uncharted

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Com direção de Ruben Fleischer (Zumbilândia 2 e Venom) o filme ainda conta com Mark Wahlberg, Antonio Bandeiras, Tati Gabrielle e Sophia Ali. As gravações, que começaram ainda em julho de 2020, não parecem tão longe de terminar.

O avanço do filme é um deleite para os fãs que, durante muito tempo, vivenciaram um vai e vem tremendo com constantes mudanças na direção e no elenco. Felizmente, assim como no jogo, pode-se esperar do longa uma jornada na pegada Indiana Jones, com aventuras, mistérios e muita arqueologia!

Sem data específica, o filme está marcado para chegar aos cinemas em julho de 2021.

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