Supergirl, que chega aos cinemas em 26 de junho, é mais um dos muitos filmes de super-heroínas que sofrem ataques misóginos nas redes sociais.
A atriz Milly Alcock mal consegue respirar ou comentar algo sobre o filme sem que uma enxurrada de contas falsas e anônimas ataque a protagonista do longa, que é o segundo filme do DCU de James Gunn na DC Studios.

Hoje, recebi no X (antigo Twitter) dezenas de posts promovidos por essa rede social atacando Alcock, seja por sua aparência ou afirmando que o filme será um fracasso antes mesmo da estreia. Não me lembro de ter visto tantos ataques assim, nem mesmo em filmes do Superman, por exemplo.
Filmes que vão estrear este ano, estrelados por homens como Cara de Barro e Homem-Aranha: Um Novo Dia, não são atacados por homens, pois são justamente protagonizados por eles.

No ano passado, o As Marvels, também protagonizado por três mulheres, sofreu ataques de um mesmo grupo pequeno, mas barulhento nas redes sociais, que não aceita nada além de filmes de heróis baseados em seus arquétipos de masculinidade.








