Supergirl

Supergirl não leva “terra arrasada” a DC Studios

O novo filme Supergirl decepcionou nas bilheterias mundiais, mas Peter Safran mantém a confiança no futuro da DC Studios.

Ed Rezende
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Ed Rezende
Produtor, escritor nas horas vagas, administrador, editor e fundador do site CDL.

Supergirl, o segundo longa-metragem da DC Studios, está caminhando para um resultado considerado negativo nas bilheterias mundiais. Mesmo diante deste cenário, o executivo Peter Safran, copresidente da empresa, mantém o otimismo sobre o futuro da marca no mercado cinematográfico atual hoje.

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Em uma ligação para o New York Times, Safran falou sobre a recepção da obra. Ele afirmou: “Embora Supergirl não tenha alcançado nossas expectativas de bilheteria, ela é apenas parte de uma estratégia mais ampla e de longo prazo da DC Studios, na qual seguimos confiantes” neste setor agora.

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O executivo garantiu que não pretende adotar uma postura de terra arrasada na empresa, já que o estúdio possui uma visão definida. Ao contrário da era de Zack Snyder, quando a Warner fazia mudanças pela crítica, os novos chefes da DC possuem uma postura mais realista perante os resultados.

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O longa arrecadou US$ 38 milhões nos Estados Unidos e estreou globalmente com US$ 68 milhões. O grande problema para a Warner é que a produção do filme custou US$ 170 milhões, o que coloca o título em uma situação financeira complicada diante do alto investimento feito pelo estúdio.

O aclamado filme Supergirl é baseado na obra de Tom King e estreou oficialmente nos cinemas brasileiros no dia 25 de junho de 2026.

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