A divisão entre público e crítica começou a aparecer também nas bilheterias de Supergirl. O novo filme da DC Studios arrecadou R$ 6,9 milhões em seu primeiro fim de semana no Brasil e registrou a segunda pior estreia de um longa de heróis no país.
O resultado coloca Supergirl abaixo de Shazam! Fúria dos Deuses, que abriu com R$ 7 milhões, e representa menos da metade dos R$ 14,5 milhões alcançados por Flash em seu primeiro final de semana.

A diferença fica ainda maior na comparação com Superman, primeiro longa do novo Universo DC, que estreou com R$ 25 milhões. O valor obtido pelo filme de Milly Alcock corresponde a pouco mais de um quarto desse desempenho.
O longa também ficou atrás de Besouro Azul, com R$ 10,6 milhões, The Marvels, com R$ 9,1 milhões, e Mulher-Maravilha 1984, que arrecadou R$ 8,7 milhões mesmo chegando aos cinemas durante o período da pandemia.
Entre os títulos comparados, Supergirl ficou à frente apenas de Madame Teia, que abriu com R$ 5,9 milhões e permanece com a pior estreia do gênero no Brasil. O resultado marca o primeiro grande fracasso de James Gunn à frente da DC Studios.

Inspirado na HQ Supergirl: A Mulher do Amanhã, o longa acompanha Kara Zor-El após a destruição de Krypton. Ao conhecer Ruthye, uma jovem em busca de vingança, a heroína parte em uma jornada cósmica contra o mercenário Krem.
O elenco reúne Milly Alcock como Kara, Eve Ridley como Ruthye, Matthias Schoenaerts como Krem e Jason Momoa como Lobo. David Corenswet também participa como Superman, conectando a produção ao novo universo cinematográfico da DC.








