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Supernatural | Episódio 13×13 “Devil’s Bargain” – Danneel Ackles fala sobre sua personagem

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O episódio 13×13 “Devil’s Bargain” de Supernatural vai ao ar hoje (08) e conta com a presença de Danneel Ackles no elenco, que falou sobre sua personagem para a Entertainment Weekly.

Sinopse: Sam (Jared Padalecki), Dean (Jensen Ackles) e Castiel (Misha Collins) procuram por Lucifer (Mark Pellegrino) que, entretanto, atinge um acordo improvável com uma curadora de fé local chamada Irmã Jo (estrela convidada Danneel Ackles). Asmodeus (estrela convidada Jeffrey Vincent Parise) fica mais perto de encontrar Jack (Alexander Calvert). Eduardo Sanchez dirigiu o episódio escrito por Eugenie Ross-Leming e Brad Buckner.

Divulgação/CW.

Confira a entrevista feita pela EW por telefone com Danneel Ackles:

EW: Depois de 13 anos, o que fez você finalmente se juntar à diversão?
Danneel Ackles: Principalmente a personagem. Eu não tenho atuado há alguns anos e Eugene [Ross-Leming], que é a esposa do Bob Singer e uma das produtoras executivas e escritora da série, escreveu essa personagem com seu parceiro, Brad [Buckner], e me ligou. Sister Jo é tão durona. Eu pensei “É, isso é o que eu quero fazer.” Eu não queria entrar em Supernatural e ser o interesse amoroso da semana ou que os meninos me matassem de um jeito horroroso. Mas essa personagem, ela é simplesmente durona. E onde mais você pode ir e levar seus filhos para o trabalho e deixá-los com o câmera enquanto você grava? Então, nem precisei pensar.

EW: Eles escreveram a personagem pensando em você?
Danneel Ackles: Foi o que me falaram. Eles disseram “Ela é basicamente você, então se divirta.”

EW: Tudo o que sabemos sobre Jo até agora é que ela é uma curadora de fé. Como você a descreveria como pessoa em geral?
DA: Ela é uma mulher de negócios. Ela é uma curadora de fé legítima e muito poderosa, e ela ama o que ela faz. Mas é uma mulher de negócios primeiro. Então ela está sempre procurando: “Quanto dinheiro eu posso cobrar dessa pessoa nesta cidade?” É tudo sobre negócios para ela.

EW: Nós sabemos que ela se encontra em um trato com Lucifer. Isso é algo que ela entra de bom grado?
DA: Ela é atraída pelo poder, e ela é muito poderosa, tem grande personalidade. Então, inicialmente ela está bastante atraída por ele por isso. Tipo “O.k., eu sou uma pessoa poderosa, você é poderoso, vamos ver se podemos trabalhar em algo que beneficie nós dois. Não como se ela fosse a boa garota ou a garota má, é sobre o que vai ser melhor para a Sister Jo.

EW: Quais são os pensamentos dela sobre os Winchesters?
DA: Voltamos à ela não ser realmente boa ou má. Ela simplesmente vai fazer o que funciona melhor para ela. Ela é abordada por Lucifer e então os Winchesters são atraídos por ele – obviamente, eles estão procurando por ele -, então eles cruzam caminho com a Sister Jo, e ela é o tipo de pessoa que pode fazer muitos tratos ao mesmo tempo. Eles são procurando por Lucifer, então ela pensa “Bem, eu posso ajudar com isso.” Ela não é leal a ninguém em particular, a não ser ela mesma.

Divulgação/CW.

EW: Esse é obviamente um set e equipe que você esteve por perto por muitos anos, mas essa é sua primeira vez atuando no set. Alguma coisa te surpreendeu nessa experiência?
DA: Minha primeira cena que gravei – nós filmamos fora de ordem -, a primeira cena foi com Jared [Padalecki], Jensen [Ackles] e Misha [Collins]. Eu não tinha trabalhado em 4 anos e a primeira coisa que tive que fazer foi entrar em cena com esses bobões, que estavam encarando tudo como se fosse a coisa mais surreal. Nos quatro estávamos lá parados, olhando uns para os outros e pensando “Isso é um sonho estranho”. Tiveram muitas risadas, o que foi ótimo. Eu estava nervosa que era minha primeira cena, mas olhando para trás agora, foi um ótimo jeito de quebrar o gelo. E 40 tomadas depois, nós superamos o fato de que éramos nós quatro e conseguimos. [Risos]. Mas foi muito divertido.

EW: Então os fãs podem esperar ansiosos pelos erros de gravação?
DA:
Ah, tem um momento lá – um realmente muito boa, cortesia minha, terceira tomada. Pode ter tido alguma queda. Uma coisa pra aguardar. [Risos].

O episódio 13×13 “Devil’s Bargain” vai ao ar hoje (08), nos Estados Unidos. No Brasil, a 13ª temporada é exibida pela Warner às terças-feiras, às 21:40.

 

Estudante de Jornalismo, apaixonada por escrever, maratonar séries e ouvir música. Caçadora de monstros com Sam e Dean nas horas vagas.

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“Eu Nunca” é renovada para a segunda temporada na Netflix

A primeira temporada está disponível na Netflix.

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A Netflix renovou oficialmente a série “Eu Nunca” (Never Have I Ever) para seu segundo ano. A série fez bastante sucesso desde a sua estréia por retratar a jornada de uma adolescente indiana-americana se descobrindo no Ensino Médio.

A história gira em torno de Devi Vishwakumar (Maitreyi Ramakrishnan), uma menina de 15 anos de Sherman Oaks, Califórnia. Depois de um horrível ano de calouro, Devi quer mudar seu status social, mas amigos, família e sentimentos não facilitam as coisas para ela.

Depois que o pai de Devi, Mohan (Sendhil Ramamurthy) morre, Devi perde o uso das pernas por três meses. No ano seguinte, ela tenta lidar com sua dor, identidade indiana e vida escolar, também lutando com seu relacionamento com sua mãe, Nalini (Poorna Jagannathan), sua linda prima Kamala (Richa Moorjani), suas 2 melhores amigas, Eleanor (Ramona Young) e Fabiola (Lee Rodriguez), sua paixão pela escola, Paxton (Darren Barnet) e seu inimigo, Ben (Jaren Lewison).

A série é narrada principalmente pelo tenista profissional John McEnroe, com um dos episódios narrados por Andy Samberg.

A primeira temporada de “Eu Nunca” está disponível na Netflix.

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Cursed, série baseada na obra de Frank Miller, ganha trailer oficial

Produção da Netflix é estrelada por Katherine Langford, de 13 Reasons Why

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A Netflix liberou nesta semana o trailer oficial de Cursed – A Lenda do Lago, série baseada na obra criada por Frank Miller e protagonizada por Katherine Langford (13 Reasons Why). Assista:

A trama do seriado, assim como o livro original, acompanha os passos da poderosa jovem Nimue (Langford) que, no futuro, se tornará a Dama do Lago da Lenda Arturiana, responsável por entregar a espada sagrada Excalibur ao rei. Após a morte da mãe, a garota encontra um parceiro inesperado no mercenário Arthur (Devon Terrell) e sai em missão para entregar uma espada ancestral a um mago chamado Merlin (Gustaf Skarsgård). Ao longo de sua história, ela acaba se tornando um símbolo de coragem e rebelião contra os terríveis Paladinos Vermelhos e o Rei Uther (Sebastian Armesto). 

O projeto é uma adaptação do livro ilustrado para jovens-adultos de Tom Wheeler (O Gato de Botas), em que Miller cuida das ilustrações. Trata-se de uma história sobre amadurecimento, com temas conhecidos de nosso tempo: destruição da natureza, terror religioso, guerras sem sentido e a coragem de assumir a liderança quando tudo parece impossível. 

Cursed estreia em 17 de julho na Netflix.

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Love, Victor | 1ª temporada é “apaixonante”

Série é derivada do filme ‘Com Amor, Simon’.

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Mudanças nunca são fáceis. Muitas vezes feitas por nossas escolhas e muitas outras por imposição do destino, sempre chega um momento em que temos tomar as rédeas da nossa vida e seguir um caminho que, quase sempre, nunca foi aquele que desejamos mas que se apresenta como o necessário… Até mesmo para que, num futuro, se possa desfrutar do mundo com mais paixão e leveza.

E quando se está no auge da adolescência, onde a pessoa descobre todo um universo fora do âmbito familiar (e com hormônios bombardeando seu corpo e mente), as mudanças se tornam ainda mais intensas e inevitáveis. A confusão de pensamentos e sentimentos nesta fase faz com que o jovem passe por uma jornada quase que épica em busca de autoconhecimento e aceitação, ainda que tenha percalços ao longo do caminho.

E assim pode ser encarada a mais nova série da plataforma Hulu: Love, Victor. Apesar de se passar no mesmo universo do longa Com Amor, Simon – lançado em 2018 – não se trata aqui de uma continuação mas sim de um derivado. A história se concentra em Victor Salazar (Michael Cimino), um jovem de origem latina que se passa a estudar na Creekwood High School, mesma escola do filme original, e que está lutando com sua orientação sexual e se adaptando a uma nova cidade.

Ao longo dos episódios, se descobre que a história de Simon (Nick Robinson, agora um dos produtores e narrador da série) se tornou uma verdadeira lenda na escola, o que estimula ainda mais Victor a se questionar e entrar em contato com ele em algumas ocasiões. Isso rende as participações especiais de alguns personagens vistos no longa, o que alegra os fãs de Simon e seus amigos, mas não tira o foco da trama central, sendo assim um ponto positivo para a produção.

Outro fator que joga a favor da série é que a história não tem a intenção de emular os acontecimentos vistos no filme: ao contrário de Simon, que teve o suporte da família e amigos quase que instantâneo ao se revelar como gay, Victor não tem essa mesma sorte. O personagem vive em uma família tradicional enraizada nas diretrizes dos “padrões” da sociedade. Fora isso, ele precisa se deparar com as brigas constantes de seus pais, que vivem um relacionamento balançado, e as confusões causadas pela sua irmã mais nova, que não aceita a ida da família para uma nova cidade e, assim, ficando longe do namorado. São situações adversas que podem num primeiro momento parecer cair para o clichê dramático de séries desse gênero, mas no fim se apresentam de uma forma equilibrada com as outras temáticas abordadas a um roteiro bem trabalhado.

Somado a isso, o núcleo escolar de Love, Victor também se mostra interessante, mesmo com alguns mais trabalhados que outros. A começar por Felix (Anthony Turpel), o vizinho de Victor e o pária de Creekwood High School. Mesmo sendo o alívio cômico da série, vemos com o passar dos episódios que ele carrega uma mágoa devido o jeito como é encarado pelos outros alunos, entretanto sua jornada mostra a importância de ser quem você realmente é, sem se importar com o que as pessoas falam. Sua amizade com Victor o faz se aproximar de Lake (Bebe Wood), uma das garotas populares e viciada em rede sociais, sempre tentando estar perfeita e com status inabalável.

O convívio com Felix a faz abrir os olhos para o que é realmente importante quando se trata de se apaixonar, uma vez que sua vida amorosa passa por dificuldades nesse campo ao ter uma queda por Andrew (Mason Gooding), membro do time de basquete da escola e que é interessado em sua amiga, a inteligente e descolada Mia (Rachel Hilson). Essa, no entanto, é apaixonada por Victor e inicia um relacionamento com ele. Essa ciranda ganha um tempero a mais quando Victor se vê dividido em seus sentimentos pela garota e por Benji (George Sear), gay assumido e também aluno da Creekwood.

Com elenco competente (com destaque para Cimino, que entrega um protagonista extremamente amável e humano), a série se envereda por temas importantes dentro da sociedade atualmente, principalmente dentro dos núcleos familiares. As mudanças e os questionamentos feitos por Victor e seus amigos são o que muitos jovens passam no seu cotidiano e, assim como o personagem principal, não tem a abertura em casa para se abrirem e o suporte para enfrentar seus dilemas. Muitos irão se identificar com algumas situações apresentadas na trama, fazendo dela uma história que deve ser vista por toda a família (de preferência, todos juntos na sala).

Com somente dez episódios em sua primeira temporada – com cerca de vinte minutos de duração cada – Love, Victor vai muito além de uma série teen com temática LGBTQIA+… Como dito no início, ela se trata de mudanças.

É uma pena que não tenha previsão de lançamento aqui no Brasil (até o momento, o Hulu só está disponível nos EUA e Japão), pois é uma série promissora e com um texto deliciosamente carinhoso, que expõe problemas reais de uma parcela da sociedade que geralmente não se vê representada na cultura de massa. Histórias que nos fazem refletir sobre escolhas, que moldam personalidades e nos ajudam a passar pelos momentos difíceis, merecem todo o apoio e suporte por parte do público. Com amor, assistam.

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