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Terceira temporada de Titãs deve apresentar os TEEN Titans

Daiane de Mário

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Se você ainda não assistiu a segunda temporada de Titãs, tome cuidado com spoilers!

Os Titãs do DC Universe começaram com um elenco principal de quatro personagens: Dick Grayson, Ravena, Estelar e Mutano. Mas rapidamente, à medida que a série prosseguia, as fileiras da super equipe titular começaram a crescer. De fato, Rapina e Columba se juntaram às fileiras, assim como um segundo Robin, Jason Todd. Então, a equipe continuou a se expandir na segunda temporada, com a adição de Connor Kent (que também acompanha seu companheiro canino Krypto), Donna Troy, Jericho e Devastadora. Os fãs até viram a estréia de Aqualad, que morreu antes dos eventos da 1ª temporada.

Portanto, embora a equipe tenha começado com quatro membros na primeira temporada, o grupo era muito, muito maior quando a segunda temporada chegou ao fim. E agora, parece que a terceira temporada fará mais acréscimos, com Barbara Gordon e o obscuro Danny Chase, também conhecido como Phantasm, programados para aparecer no programa. Com tantos jovens super-heróis agora fazendo parte da série, os Titãs podem se dividir o grupo em dois e apresentar os Jovens Titãs.

No final da segunda temporada de Titãs, a equipe titular de super-heróis sofreu uma grande perda quando Donna Troy sacrificou sua vida. Apesar de sua morte, os Titãs a honraram e se uniram para continuar lutando como um time que agora incluía Asa Noturna, Superboy, Estelar, Rapina, Columba e Mutano. Quanto a Jason Todd, depois de tudo o que aconteceu na segunda temporada, ele deixou Dick e a equipe, optando por sair por conta própria. Ainda é um mistério o que Jason fará agora, mas há definitivamente uma opção interessante.

Nos quadrinhos, os Titãs adultos se reuniram como uma equipe durante a era do Renascimento da DC. A equipe, que incluía Asa Noturna, Wally West, Donna Troy e Aqualada, entre outros, se reconectou e lutou um com o outro novamente. Com os Titãs mais velhos formando seu próprio time, o filho de Bruce Wayne, Damian, também conhecido como o mais recente Robin, decidiu montar uma nova versão dos Jovens Titãs, composta por super-heróis mais jovens como ele, como Ravena, Mutano, Estelar, o Novo Wally West e o novo Aqualad. Portanto, havia agora duas equipes de Titãs pelo Universo DC, um dos adultos e outro de adolescentes.

Como o elenco de Titãs já é grande e inclui duas gerações de super-heróis, uma adulta e outra mais jovem, a série de televisão poderia se beneficiar da divisão do grupo em dois. Enquanto os fãs não deveriam esperar que Damian Wayne aparecesse na terceira temporada, Jason Todd poderia ocupar seu papel como fundador dos Jovens Titãs. Na verdade, isso se encaixaria no desenvolvimento de Jason, que poderia tentar montar seu próprio time para rivalizar com o de Dick. Como o jovem Robin, ele poderia recrutar os recém-chegados Barbara Gordon e Phantasm, bem como Ravena e Devastora, que partiram para Themyscira no final da segunda temporada.

Existem Titãs mais do que suficientes para criar um segundo time. Melhor ainda, isso não apenas permitiria que a série dedicasse mais tempo às equipes que realmente trabalham juntas (algo que não vimos muito nas temporadas 1 e 2), mas também seria uma oportunidade de dar justiça a todos os os personagens do show. Em vez de deixar todo mundo sozinho, a série poderia simplesmente ser dividida, e cada um permitiria que seus respectivos membros brilhassem.

Agora, no DC Universe, Titans Season 2 conta com Brenton Thwaites como Dick Grayson, Anna Diop como Kory Anders, Teagan Croft como Rachel Roth, Ryan Potter como Garfield Logan, Curran Walters como Jason Todd e Conor Leslie como Donna Troy, com Minka Kelly como Dawn Granger, Alan Ritchson como Hank Hall, Joshua Orpin como Superboy, Chelsea Zhang como Rose Wilson, Chella Man como Jericho, Drew Van Acker como Aqualad, Esai Morales como Exterminador e Iain Glen como Bruce Wayne.

Titãs – segunda temporada está disponível na Netlix.

professora de História, mãe em tempo integral e amante de tudo que envolve super heróis, desde chaveiros até filosofia! Fã incondicional da Mulher Maravilha e Sandman, mesmo sendo DcNauta criou um filho Marvete.

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Analises

Pequenos Incêndios por Toda Parte “Tensões raciais por toda a parte”

Pequenos Incêndios por Toda Parte | Uma das séries mais relevantes em anos.

Michele Alves

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Eu vim para encontrar o estrago / e os tesouros que perduram”* Os versos do poema de Adrianne Rich aparecem no primeiro episódio de Pequenos Incêndios por Toda Parte bordados na camiseta da jovem Pearl Warren e ilustram a primeira cena da série, quando vemos a casa dos Richardsons em chamas e o olhar devastado de Elena Richardson. O espectador logo é convidado a se perguntar: “Quem colocou fogo na casa?”, “O que explodiu nessa história para que tudo chegasse a esse ponto?”

Baseada no romance de Celeste Ng, publicado em 2017, Pequenos Incêndios por Toda Parte é uma minissérie de drama, de 8 episódios, protagonizada por Kerry Washington e Reese Witherspoon. Distribuída pelo Hulu em Março de 2020, chegou ao Brasil pelo Amazon Prime Video e dá sequência ao projeto de Reese Witherspoon de produzir séries protagonizadas por mulheres, depois dos sucessos de Big Little Lies e The Morning Show.

A trama tem como narrativa central o conflito entre Mia Warren (Kerry Washington) e Elena Richardson (Reese Witherspoon), duas mulheres, duas mães, cujas histórias se chocam e trazem à superfície os segredos, traumas e os sacrifícios que cada uma fez para seguirem suas vidas.

Ambientada no final dos anos 90, Pequenos Incêndios por Toda Parte se passa na comunidade de Shaker Heights, Ohio. A comunidade planejada foi uma das primeiras cidades dos Estados Unidos a integrar brancos e negros. Coisa que alguns personagens não deixam de mencionar, quando confrontados com o racismo velado que permeia nas relações entre os personagens. A medida que a história se desenvolve, percebemos que a integração da comunidade é superficial e quando nos aprofundamos na vida de cada personagem, percebemos que é apenas um mito.

A tensão racial é um dos assuntos que aparecem logo no primeiro episódio. Elena (Reese Witherspoon) é uma mulher branca, rica, mãe de quatro filhos cujo altruísmo é motivado pelo desejo de se sentir bem consigo mesma. Com uma interpretação incrível de Reese Witherspoon, Elena demonstra em vários momentos o que é a culpa branca, a condescendência da personagem ao se notar superior àqueles considerados por ela, menos favorecidos. O racismo da personagem se mostra em pequenos momentos, por exemplo, quando ela menciona que sua mãe marchou com Martin Luther King toda vez que o namorado da filha Lexie (Jade Pettyjohn), Brian ( SteVonté Hart), vai jantar em sua casa.

Mia (Kerry Washington) é uma artista que não tem endereço fixo, viaja de cidade em cidade com a filha, Pearl (Lexi Underwood), usando cada lugar por onde passam, como um objeto a ser explorado por sua arte. Mia é uma personagem misteriosa, guarda muito para si. Kerry Washington está brilhante e se destaca ao viver essa personagem que carrega segredos e dores, muitas vezes traduzidas no silêncio, nos olhares carregados de trauma, medo, raiva e sua postura crítica em relação a nova cidade e seus moradores. 

A série também conta com um elenco adolescente muito bem escalado, além de Lexi Underwood, Megan Stott também se destaca como a jovem Izzy. Dentre os assuntos abordados, também estão presentes o machismo, LGBTfobia, bullying, relações interraciais e a aceitação que cada adolescente busca de seus pais, de seus amigos e de sua comunidade. Esses adolescentes rapidamente se percebem presos no conflito das duas mães, sentem as consequências da tensão crescente de tudo que uma desistiu e do que a outra se negou a abandonar. 

A trilha sonora é recheada de músicas que marcaram a década, e vão moldando a sensação de tensão que temos ao assistir a história. Um destaque da trilha sonora são os covers gravados para a trilha sonora original, contando com uma versão lindíssima de Uninvited, música de Alanis Morissette, cantada por BELLSAINT. 

Pequenos Incêndios por Toda Parte é uma série extremamente relevante em 2020. Aborda a questão da  maternidade de forma crua, questiona sobre o que é ser mãe: desistir de tudo ou se recusar a desistir de qualquer coisa? Quais sacrifícios uma mãe precisa fazer? Quando não resolvemos o passado, ele eventualmente nos alcança, afetando a todos a nossa volta. 

A história também fala sobre como mulheres nem sempre são iguais perante à sociedade, a vida das personagens é definida por suas raças e classes. Essas diferenças sociais são exploradas pouco a pouco. Todas as mulheres na série sofrem com machismo, mas nenhuma delas vivenciam situações iguais, o contexto de suas vidas, a classe, a cor da pele têm um peso fundamental ao influenciarem as escolhas de vida de cada uma delas. As dificuldades de uma, difere da outra e o privilégio e a desigualdade nunca deixa de permear as relações entre a família dos Richardsons e Warrens, além dos personagens secundários. A série acerta ao retratar mulheres complexas, multidimensionais que carregam consigo o peso de uma vida cheia de escolhas difíceis.

Cada explosão evidencia as violências sofridas pelas personagens, todo segredo é uma faísca ao ponto de cada narrativa ser um combustível a mais para a tensão que se alastra como fogo e explode na vida dos personagens. Pequenos Incêndios por Toda Parte é uma história sobre os desastres inevitáveis e o que resiste em meio aos destroços.

Pequenos Incêndios por Toda Parte esta disponível no Amazon Prime.

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13 Reasons Why e sua importância sobre a violência escolar

Entenda como a vivência escolar é apresentada dentro da série da Netflix.

Fernanda Fernandes

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Inevitavelmente 13 Reasons Why não é uma série para pessoas que sofrem de algum transtorno mental. O foco é propor um diálogo com as pessoas que desmerecem e desprezam estes transtornos e é justamente nisso que a proposta crua e dolorosa apresentada pela série da Netfflix se encaixa.

Recentemente o ciclo de 13 Reasons Why foi encerrado com a quarta temporada, que, embora confusa, ainda cumpre bem a sua proposta. Para compreender a história como um todo, é preciso resgatar seis personagens que possuem uma importância crucial: Hannah Baker (Katherine Langford), Tyler Down (Devin Druid), Bryce Walker (Justin Prentice), Montgomery de la Cruz (Timothy Granaderos), Clay Jensen (Dylan Minnette) e Justin Foley (Brandon Flynn). Existe um fator em comum entre todos estes personagens.

Começando por Hannah Baker, ela é a protagonista, ao lado de Clay, na primeira temporada. O que se torna mais intrigante sobre a personagem é como a história dela, exceto pela peculiaridade das fitas, é bastante comum. Podemos reparar que após uma série de abusos psicológicos, até mesmo sexuais, ela desmorona. E mesmo ao buscar ajuda, Hannah é silenciada pela obrigação de dizer quem foi a pessoa que fez aquilo com ela. Cedo ou tarde, seria necessário que ela dissesse, mas, isso não significa que ela precisava dizer naquele momento. Clay permeia todos os arcos dos personagens que falarei, e neste aqui, é no qual ele começa a ficar lentamente doente ao se culpar por não ter conseguido impedir a Hannah de cometer suicídio.

Já na segunda temporada, Tyler Down é o personagem que se torna o foco, mostrando uma reação diferente da apresentada pela personagem citada anteriormente. No caso, embora boa parte das situações vivenciadas por ele se assemelhem as situações da Hannah, ele pensa em vingança. Vale lembrar que Clay, já perturbado, é visto como uma das causas do personagem, justamente porque Jensen também queria vingar a Hannah e Tyler tinha feito algo ruim a ela. O personagem vivido por Devin Druid compra armas clandestinamente e ameaça abrir fogo no baile da escola, até que Clay o convence a não fazer isso.

Neste momento, chegamos ao personagem mais emblemático da série: Bryce Walker. Antes de comentar sobre ele, é essencial recordar-se de que Walker não é uma vítima de nenhum dos atos que cometeu, seja o estupro da Hannah, da Jessica Davis (Alisha Boe). Assim como, Montgomery de la Cruz, também não é vítima do que fez com o Tyler e sido um bully na Liberty High School. Eles são a representação do que pode haver de pior dentro de uma escola, mas algo em comum os une: o comportamento conservador e extremamente agressivo. Chegando ao nível em que Monty reprime e esconde a sua homossexualidade porque se sente em conflito com isso. No entanto, Bryce e Monty são a soma do que aprenderam em casa e do que o mundo prega como correto, a única coisa que os separa dos outros, fora os crimes que cometeram, é que eles acataram essa realidade como correta e saem impunes do que fizeram porque possuem suporte para isso.

Outro fator interessante do arco destes personagens é que eles desmistificam a ideia de que o estuprador é um desconhecido distante da vítima e não alguém que as pessoas gostam e veem todos os dias. Em cerca de 70% dos casos de estupro no Brasil, o agressor conhece a vítima, seja ele parente, namorado, amigo ou somente um conhecido, segundo uma pesquisa elaborada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em 2018.


Por fim, o último arco é o de Clay Jensen e Justin sobrenome, já vivendo como irmãos desde a terceira temporada. Durante toda a última temporada, Clay já tem diversas crises de pânico (advindas de todas as suas experiências na escola) e tenta incansavelmente ajudar todos os seus amigos. Enquanto Justin se esforça para se manter sóbrio e melhorar. Definitivamente Justin não era o personagem que merecia morrer nesta temporada. Mas o contexto em que ele vive junto de Clay e todos os amigos o leva a voltar as drogas. A sensação é de que Clay se sente importunado por perder o posto de ‘bom filho’ para Justin perante os pais que não sabem muito bem como o ajudar.

Qual o denominador comum entre todas estas histórias? A vivência escolar tóxica. Um ambiente que se tornou um laboratório experimental em menor escala do que fizemos da sociedade como um todo. Contudo, os efeitos colaterais de um lugar que deveria abrigar o aprendizado e ser refúgio, mas se tornou um pesadelo são inúmeros e um mais assustador que o outro.

13 Reasons Why acaba se tornando uma série sobre o ambiente tóxico da escola, e não só o suicídio.

Esse sistema está matando jovens todos os dias e é preciso começar um diálogo frequente sobre isso.

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Fallout ganhará série de TV na Amazon Prime

Criadores de Westworld farão a adaptação do game da Bethesda.

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Foi revelado esta semana que Fallout, famosa franquia de RPG de ação da Bethesda Game Studios, irá ganhar uma adaptação para a TV pela Amazon Prime Video. A plataforma liberou um teaser cheio de mistérios para anunciar a novidade. Confira:

A série será produzida pela dupla Jonathan Nolan e Lisa Joy, responsáveis por Westworld. Outros detalhes da produção ainda não foram divulgados. A história que cerca os jogos ocorre nos séculos 22 e 23 e tem (muita) influência da cultura americana da década de 50, após a segunda guerra mundial, com esperança de promessas de tecnologias e medo de aniquilação nuclear.

Fallout não tem data de estreia definida.

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