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Na manhã desta segunda (18) a FOX liberou o trailer de seu próximo lançamento, o longa Um Espião Animal.

O longa que tem Will Smith e Tom Holland no elenco de dubladores conta a história de Lance Sterling (Will Smith) um espião experiente e habilidoso que tem como tarefa diária proteger o mundo.

Já Tom Holland da voz a Walter Beckett, um cientista com incrível capacidade de construir e inventar acessórios para Lance usar em suas missões, porém o que lhe sobra em inteligência falta na hora de se socializar e interagir com pessoas.

E quando um experimento de Walter transforma Lance em um pombo eles deverão confiar nas habilidades um do outro para que juntos possam impedir que o mundo acabe.

O longa é inspirado em um curta chamado Piper e conta com a direção de Nick Bruno e Troy Quane. O elenco tem estrelas como Will Smith, Tom Holland, Ben Mendelsohn, Karen Gillan, Rashida Jones, DJ Khaled e Masi Oka e terá Lázaro Ramos e Tais Araújo na dublagem brasileira.

Um Espião Animal tem estreia prevista para 23 de janeiro de 2020

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cinema

Mank, novo filme de David Fincher, ganha novo trailer

Filme estrelado por Gary Oldman chega em dezembro na Netflix.

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A Netflix divulgou nesta quarta (21) um novo trailer de Mank, filme comandado por David Fincher (O Curioso Caso de Benjamin Button) e protagonizado por Gary Oldman (O Destino de uma Nação). Assista:

O filme – baseado na história real dos bastidores de Cidadão Kane, obra de 1941 por Orson Welles – tem um elenco estelar com nomes como Amanda Seyfried (Mamma Mia), Tom Burke (Coração de Dragão: Um Novo Começo), Lily Collins (Ted Bundy: A Irrsistível Face do Mal) e Charles Dance (Game of Thrones).

Eric Roth, parceiro de longa data de Fincher, assina o roteiro a partir de um argumento desenvolvido por Jack Fincher, pai do diretor. Assim como outras produções da plataforma que almejam participar de premiações, o filme deverá ser exibido em uma série de cinemas nos Estados Unidos antes de chegar ao serviço de streaming.

Mank estreia na Netflix em 4 de dezembro.

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cinema

Raya e o Último Dragão tem primeiro teaser revelado

Nova animação da Disney chega aos cinemas em março de 2021.

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A Disney liberou nesta quarta (21) o primeiro teaser de Raya e o Último Dragão, novo longa animado do estúdio e que chega em 2021 aos cinemas. Confira a prévia:

A trama do filme acompanha a personagem-título (que terá no original a voz de Kelly Marie Tran, a Rose de Star Wars: Os Últimos Jedi), que é uma jovem guerreira do reino fictício de Lumandra e está em busca do último dragão vivo para salvar a sua civilização dos ataques dos terríveis Druun. A comediante Awkwafina (A Despedida) também está no elenco da produção, emprestando sua voz ao tal último dragão.

Com roteiro de Adele Lim (Podres de Ricos) e Qui Nguyen (The Society), o filme tem na direção a dupla Don Hall (Operação Big Hero) e Carlos López Estrada (Ponto Cego).

Raya e o Último Dragão estreia em março de 2021 nos cinemas.

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cinema

Crítica | Os 7 de Chicago “falha em transportar o roteiro para a tela”

O recorte de Sorkin soa muito mais como um apelo por empatia sem justificativa e nem razão narrativa para existir.

Davi Alencar

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O ano é 1968 e os Estados Unidos fervilham com o ritmo da sangrenta Guerra do Vietnã. Em meio a esse ambiente, movimentações estudantis começam a agir contra o recrutamento de jovens para o campo de batalha. Os 7 de Chicago, novo lançamento de Aaron Sorkin pela Netflix, conta a história de sete réus acusados de conspiração, formação de quadrilha e incitação de revolta pelo governo estadunidense ao organizar uma manifestação que não acabou nada bem.

O filme marca a segunda tentativa de Sorkin na direção e visivelmente pega emprestado muito da estrutura de A Rede Social (David Fincher, 2010), filme no qual ele é roteirista. A tática de se apoiar em um julgamento para desenrolar fatos passados é interessante, mas ele não consegue obter o mesmo êxito de Fincher e falha em trazer para a tela a complexidade e o ritmo que seu roteiro inspira.

Infelizmente, essa parece ser a sina do diretor. Enquanto sua habilidade de escrita é impecável, principalmente o modo que ele usa os diálogos para arquitetar o desenrolar de uma cena, sua proficiência em coordenar a estética e a linguagem do filme são bem rasas. Seu trunfo é sempre a fala e a impressão que fica é de que suas histórias só funcionam efetivamente como cinema quando tem alguém para “controlá-lo”. Em suma, sua dificuldade é transformar o roteiro em fotografia.

Essa conclusão é bem frustrante já que tanto o cenário quanto a história que escolheu contar são fascinantes. O Vietnã foi um período muito marcante dentro do imaginário popular dos EUA e usar isso para evidenciar como a força policial pode ser ainda mais nociva quando defende os interesses do estado tem um significado bem rico. O filme não passa nenhum sinal dessa opressão a não ser quando efetivamente cumpre o clichê.

Inserir algumas imagens reais dos protestos de 68 é o máximo de personalidade que aspira ter. Spike Lee faz algo bem parecido em Destacamento Blood (2020) e, enquanto a sua versão é uma pausa no filme para honrar a imagem e os nomes de negros que morreram em decorrência dessa guerra sangrenta, o recorte de Sorkin soa muito mais como um apelo por empatia sem justificativa e nem razão narrativa para existir.

O final é tão clássico quanto pode. Uma cena com um teor altamente inspirador encerra a obra com uma série de letreiros para indicar o que aconteceu depois. Uma mesma versão disso ocorre no começo, quando cada personagem recebe uma breve descrição em tela com seu nome e função. Isso é uma prova de que nem o roteiro é tão irretocável e, mesmo com sua verborragia, não consegue desenvolver o básico desses seres sem apelar para um recurso gráfico.

Pode-se dizer que um dos seus pouco acertos é na figura do antagonista. O juíz Julius Hoffman é tão odioso quanto alguém que personifica os interesses do estado deve ser. Ele é uma peça chave onde o filme funciona melhor e sabe criar no tribunal esse senso de causa perdida. De uma maneira muito superficial dá para lembrar de Filadélfia (Jonathan Demme, 1993) no embate entre duas forças tão diametralmente opostas.

Os 7 de Chicago é uma grande isca pro Oscar e marca a tentativa da Netflix em vencer mais prêmios. Infelizmente, por mais que a história seja boa, ele não sabe utilizar a cinematografia para criar um resultado favorável e acaba atingindo uma superficialidade decepcionante. Em um paralelo com outro grande lançamento da plataforma, Estou Pensando Em Acabar Com Tudo (Charlie Kaufman, 2020), falta transformar esse amontoado de ideias legais em um filme propriamente dito.

Os 7 de Chicago esta disponível na Netflix.

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