Depois de uma corrida ao Oscar que movimentou Hollywood em 2026, Wagner Moura pode estar a caminho de uma das franquias mais longevas do cinema. Segundo o site RadarOnline, o ator brasileiro está entre os favoritos para viver o vilão do 26º filme da saga James Bond, cuja estreia está prevista para 2028.
O longa será dirigido por Denis Villeneuve, responsável pela aclamada trilogia Duna e por títulos como Sicario e Blade Runner 2049. O roteiro ficará a cargo de Steven Knight, criador da série Peaky Blinders, e a produção agora está nas mãos da Amazon MGM Studios, que assumiu o controle criativo da franquia após anos de negociações com a família Broccoli.
Além de Wagner Moura, os atores Jean Dujardin e Christian Friedel também estão sendo considerados para o papel de antagonista. A aposta nos três nomes segue uma lógica clara dos estúdios: buscar atores com forte currículo crítico que o público reconhece, mas ainda não conhece completamente — o perfil ideal para um vilão de Bond.

O histórico de Moura fala por si. Além da indicação ao Oscar pelo papel em O Agente Secreto, o ator ganhou projeção internacional com Narcos, onde viveu Pablo Escobar, e integrou o elenco do remake de Sr. & Sra. Smith, interpretando justamente o vilão do casal de assassinos. São exatamente esse tipo de papéis que colocam seu nome como candidato natural para enfrentar o próximo 007.
Um executivo de elenco consultado resumiu bem o apelo do brasileiro: “O que faz Wagner Moura se destacar é que ele consegue dominar uma cena sem precisar levantar a voz. Ele tem carisma e charme naturais que cativam o público, mas há sempre uma tensão subjacente que sugere que o personagem pode se tornar perigoso a qualquer momento.”

A franquia Bond é conhecida por seus antagonistas marcantes, e os filmes mais recentes apostaram em astros consagrados como Javier Bardem e Rami Malek para o papel. Para o posto do novo James Bond em si, os nomes mais citados são Jacob Elordi, Callum Turner e Aaron Taylor-Johnson, mas nenhuma decisão foi oficializada até o momento.




