Supergirl, o segundo longa do novo Universo DC, abriu abaixo das expectativas da indústria e dividiu a recepção do público. Mesmo diante do resultado, Peter Safran afirmou que pretende seguir com o plano do estúdio e recuperar a confiança dos fãs.
Em entrevista à BBC, o copresidente da DC Studios reconheceu que a marca perdeu credibilidade após anos de lançamentos irregulares. “Quero reconstruir a confiança do público, que acho que a DC perdeu ao longo dos anos”, declarou.

Ele e James Gunn assumiram o comando com a proposta de reunir filmes, séries e animações sob uma única visão criativa. O projeto começou nos cinemas com Superman, que apresentou os primeiros passos da nova continuidade e recebeu uma resposta mais favorável.
A fase anterior da DC alternou grandes bilheterias e forte divisão entre os espectadores. Batman vs Superman, Esquadrão Suicida, Mulher-Maravilha e Aquaman tiveram impacto, mas Liga da Justiça, Mulher-Maravilha 1984 e Flash aprofundaram a perda de confiança.

Supergirl trouxe uma nova instabilidade ao projeto. O filme abriu com US$ 38 milhões nos Estados Unidos e Canadá e mais US$ 30 milhões no mercado internacional, ficando abaixo das projeções iniciais para sua estreia.
Mesmo assim, Peter Safran não indicou mudanças imediatas no planejamento. A intenção é permitir que cada produção tenha identidade própria, enquanto personagens e acontecimentos permanecem conectados dentro do universo comandado ao lado de James Gunn.
Os próximos lançamentos serão decisivos para essa reconstrução. Cara de Barro aposta no body horror e chega ainda em 2026, enquanto Superman: Homem do Amanhã dará continuidade ao novo universo no ano seguinte.








