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BGS 2019 – Manager da Red Canids fala sobre o futuro do time

O manager da Red Canids bateu um papo com a gente durante a Brasil Game Show e falou sobre os futuros projetos do time.

Hueber Silva

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O time de League of Legends a Red Canids marcou presença nessa última edição da Brasil Game Show com o caminhão da HyperX que aconteceu em São Paulo neste último final de semana. Tivemos o prazer de entrevistar o Manager do time Vicenzzo Mandetta onde ele contou pra gente quais são os projetos para o futuro, o que ele espera para a Red Canids para o próximo ano.

Como começou a Red Canids, a quanto tempo e como surgiu a ideia?

Ela começou no final de 2015 e início de 2016, quando o Felipe, que é sócio e fundador da Red teve a oportunidade de comprar um time que estava no CBLOL, o Felipe sempre mexeu com esporte eletrônico, ele era dono da BRMA  e XMA que eram feiras de games e a ideia era ter um time para estar dentro dos eventos dele, isso porque, quando ele tinha um evento ele tinha que trazer um time de fora pra jogar, então ele pensou: “ Vou ter meu próprio time e trazer ele para o evento, então a ideia inicial começou assim e desde 2016 ela começou a crescer bastante.  

Quando ele vendeu a BRMA, ele pensou “ vendi o evento e tenho uma grana pra investir , ai ele começou a viver 100% Red Canids, então investiu em contratações, Brtt e outros e nisso foi criando tudo que a Red é hoje, foi criando fã page e uma torcida apaixonada que felizmente abraça tudo que a gente se propõe a fazer, e hoje a Red é uma da maiores organizações do Brasil.

E de onde surgiu o nome Red Canids?

Tá a inspiração mesmo é dos canídeos, tanto que o símbolo é uma raposa, que acabou virando um lobo, então a Red canids a ideia não tem o porque, é só um símbolo que a gente acabou abraçando e hoje é o que é. 

Porque Legue of Legends? 

Bom dispensa apresentações, é o jogo mais jogado no mundo e surgiu a oportunidade de mercado de ter um time no principal campeonato brasileiro, por um preço acessível, então ele foi uma grande oportunidade de mercado que acabou dando muito certo, tanto pela legião de fãs que o jogo têm, tanto por tudo que o jogo traz, desde competição, até um cenário profissional que hoje as outras mobilidades estão começando a ter, e que o League of Legends já tinha.

Vocês tem planos para lines femininas?

Então temos alguns streams nosso, mas sobre o cenário feminino a gente vê com bons olhos é claro, mas precisamos sentir um apoio maior não só das organizações, mas também das grandes empresas, no sentido de investir num campeonato, de fomentar um cenário,  porque por exemplo como a organização não consegue ter um time feminino sem ter um apoio porque de todo números que a gente vê, não vemos ainda uma audiência tão consolidada nos campeonatos femininos, o que acho uma pena porque hoje as meninas tem um potencial enorme, tem grandes jogadores que com certeza conseguem jogar entre os homens e acho que com uma profissionalização um pouco maior, não só o cenário feminino, mas as empresas olharem com bons olhos, a partir daí, não só a Red, mas muitas outras organizações terão uma live feminina, mas está no radar com certeza.

  Me fala um pouco sobre sua carreira e como você começou?

De formação eu sou jornalista, me formei em 2010 e eu sempre fui gamer. Tentei ser jogador na época de DOTA, cheguei a jogar a SWC que era um campeonato muito importante em 2016, só que eu não tinha tanto talento, eu era um bom jogador mas não me destacava, e comecei a fazer faculdade e deixando isso só como um hobby, só que como eu sempre gostei muito eu falei “ Bom, agora q to fazendo faculdade eu vou aliar minha faculdade com aquilo que eu realmente gosto” e comecei  a escrever sobre esses campeonatos e tudo que acontecia com esses segmentos, daí eu tive a oportunidade de ser convidado para ser editor chefe do Mais Esports, que é um dos principais site de esporte do Brasil e acabei vindo pra São Paulo por conta do site, fiquei dois anos como editor chefe, até que a Red Canids me fez o convite para me tornar manager e assessor de imprensa deles na época, aceitei o convite e estou há dois anos na Red trabalhando mais esse lado de pessoas, de estar gerenciando pessoas, gerenciando as lines, vendo alguma line-up para acabar trazendo pra Red, como uma oportunidade de mercado de entrar numa modalidade nova e é tudo isso que eu acabo fazendo. Agora como me vejo no futuro, é uma pergunta meio complicada mas espero que a Red tenha sucesso em todos campeonatos que eu estou chefiando no momento, a Red já tem um sucesso absurdo, a partir do momento que ela começa ser campeão em tudo que ela faz, todos os profissionais da organização crescem juntos, então pra mim meu trabalho na rede é uma paixão que eu tenho que é estar no esporte eletrônico, e espero que eu consiga colher muitos frutos disso ainda.

Quais são as novidades para o futuro da Red Canids?

Sobre a Red a gente agora nesse final de ano tá meio parado pelo LOL, porque não tem mais calendário, competição oficial, a gente tá analisando o que vai fazer pra jogar o primeiro split desafiante 2020 pra tentar subir. Sobre novidade com a BGS ainda não conseguimos sentar e ver o que vai ser feito, se vamos ter mudança no time ou campeonato, mas estamos sempre pensando no melhor e com objetivo de ser campeão e 2020 vai ser assim.

A Red já conquistou a vaga para o 1º Split de 2020.

Essa matéria foi transcrita por Wendy Stefani e conduzida por Janaina Franhan que estiveram presentes na BGS 2019.

Publicitário, nerd, apaixonado pelo mundo dos games, fascinado pelo mundo do cinema. “Ou se morre como herói, ou vive-se o bastante para se tornar o vilão.”

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BGS 2019 – Ed Boon veio prestigiar a etapa brasileira da Pro Kompetition

Tekken Master agora segue em terceiro lugar no top 16 da kompetição para tentar garantir sua vaga na final.

Edi

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 Durante o final de semana da Brasil Game Show 2019 (BGS), a WB Games realizou a etapa brasileira da Pro Kompetition, torneio oficial de Mortal Kombat 11, que contou com a narração de Victor Hugo Buiu e Jean Aluhandri do Kombat Klub e a presença de Ed Boon, co-criador da franquia, para prestigiar os jogadores durante os dois dias de competição.

No sábado (12), foram realizadas as fases qualificatórias – em disputas de melhor de três – que envolveram vários jogadores de alto nível, incluindo nomes conhecidos do cenário internacional. Mais de 160 kompetidores lutaram, mas somente 16 tiveram a honra de serem parabenizados no palco do estande da WB Games por Ed Boon.

Já no Domingo (13), diretamente do palco principal da BGS, os jogadores disputaram partidas – melhor de cinco – acirradas do início ao fim. Não demorou muito para o público comparecer em massa para acompanhar cada luta.

Próximo ao final, o único brasileiro sobrevivente na competição, Bruno “KillerXinok” Henrique, estava na loosers bracket dando tudo de si para chegar à final e não ser eliminado. Porém, Tyrese “DizzyTT” Carl acabou levando a melhor contra o Baraka e em seguida enfrentou Sayed “Tekken Master” Hashim que, apesar de seu nick,seconsagrou vencedor da Pro Kompetition na BGS 2019 em uma mirror match de Sonya por 3 a 0.

A premiação foi separada da seguinte maneira:

  • U$5,000 para o primeiro;
  • U$3,000 para o segundo;
  • U$2,000 para o terceiro;
  • U$1,500 para o quarto;
  • U$600 para o quinto.

Tekken Master agora segue em terceiro lugar no top 16 da kompetição para tentar garantir sua vaga na final. O Final Kombat, previsto para março de 2020 acontecerá em Chicago, Illinois.

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BGS 2019 – Entrevistamos Diana Zambrozuski durante o evento

Diana Zambrozuski destaca a importância das mulheres no mundo dos games e deixa um recado muito legal para todas que estão iniciando no mundo de streamer.

Hueber Silva

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Durante a Brasil Game Show desse ano tivemos a honra de entrevistar Diana Zambrozuski, ela que é gaucha e é uma das maiores streamers do Brasil. Sua pagina no Facebook tem cerca de 1,3 milhões de curtidas e suas diversas lives durante o dia anima a galera e diverte muito seu publico com alguns jogos.

Me fala um pouco da sua história. Como você começou no mundo Games e se alguém te influenciou?

Meu nome é Diana, e eu faço Live jogando já faz uns 5 anos e hoje eu vivo só disso. As Lives são minha principal profissão. Eu trabalho com todo esse meio de influencer e games, mas principalmente as Lives. 

Eu comecei porque eu me identifiquei muito com a personagem Catarina de League of Legends  eu era muito fã e todo mundo me dizia que era muito parecida com a personagem, como o cabelo vermelho, e ela tem uma personagem forte e é muito legal aquela mulher de faca na bota. Então eu já gostava muito de desenhar e fiz trabalhos artísticos, então pensei: ‘Nossa, seria muito louco fazer um trabalho cosplay, nunca fiz isso antes, mas decidi experimentar e deu certo. Comecei a ir nos eventos cosplay, e foi maravilhosa. Eu era uma pessoa super tímida, muito fechada, e achava até estranho eu ser aquela pessoa que gostava de cosplay, nesse meio todo de animes, jogos, etc. Na minha turma isso ainda era meio a parte, mas nesses eventos eu consegui me abrir, quando eu me vestia de alguma personagem eu me sentia a vontade para fazer o que eu quisesse, eu podia dançar, podia fazer coisas que eu normalmente eu não veria por vergonha ou timidez. Então, foi muito libertador e eu gostei bastante e continuei fazendo e melhorando meu cosplay, até que um dia resolvi criar uma página no Facebook, e comecei a ir em eventos e ter seguidores e a ser chamada para os eventos. Até que um dia me perguntaram por que eu não fazia uma Live para unir essas coisas que eu já gostava que é comunicar, é jogar, é estar ali na comunidade. Então decidi fazer um Live e já de cara adorei e comecei a fazer Lives e foi um grande processo né. No início eu fazia mais por amor, mais como um Hobby secundário e não dava retorno, mas de uns tempos pra cá começamos a colher frutos, e começamos colocar isso como primeiro plano na vida e estamos aí até hoje. 

Antes do mundo de cosplay de LOL você teve alguma influencia para entrar no mundo dos games?

Meu pai sempre foi muito ligado a tecnologia e ele sempre quis ter um computador sempre gostou de jogar, eu vivi a vida inteira vendo ele jogar Battlefield 2 em casa bem viciado, olhando para a tela girando a cabeça conforme os movimentos do game, então ele sempre gostou muito e sempre nos proporcionou esse acesso a tecnologia. Eu morava numa zona rural bem afastada e mesmo assim fazia de tudo pra ter um computador e internet, ele traçou um fio de 100 metros no sitio pra conseguir pegar internet de uma CPU lá em cima até lá em baixo, mas ele fez o possível e conseguiu nos dar internet e nos dar esse acesso, porque ele achava importante e sempre valorizou muito isso. Eu acho que essa foi a maior influencia que eu tive, porque as minhas amigas e todas as pessoas em minha volta ninguém tinha um video-game, ninguém costumava jogar, ou até mesmo a gente escutava que isso não era coisa de menina, então maioria das meninas que eu conheço que jogam e porque tinham primo, irmão, um pai ou uma figura masculina que trouxeram um console ou um computador pra dentro de casa, é muito difícil uma menina da minha geração ter vindo por conta, ter tido uma mãe alguém assim ou até mesmo por conta ter tido um video-game, então graças ao meu pai que eu tenho essa bagagem gamer desde pequena.

Sabemos que o machismo ainda infelizmente ainda é presente dentro das lives femininas, queríamos saber de você como você conseguiu lidar com isso?

Eu comecei a fazer lives por que eu já fazia muito parte dos grupos do Facebook, da minha pagina e tal, então eu já convivia numa comunidade e eu  já sabia que era bem arisco o ambiente, naquela época ainda era pior do que hoje, por que hoje mudou um pouquinho, as pessoas tem um pouco mais de cuidado né, o assunto está mais a tona, mas naquela época era bem mais arisco e eu via que as meninas que divulgavam as lives sempre sofriam um grande hate, mas eu quis fazer minhas lives mesmo assim e comecei divulgando em grupos, ouvindo muito a ponto de 7 a cada 10 comentários se referindo ao por que a gente ta divulgando uma foto pra promover a nossa live, sendo que todo mundo faz isso, mas por que a gente é mulher parece que ta usando nossa aparência, para se promover, chamar atenção, dos nerds.

Muitas mulheres usam um nick masculino ou unissex para fugirem do rage e da toxicidade, queríamos saber de você Diana se em algum momento você usou um nick diferente ou sempre deu cara a tapa?

Eu sempre dei a cara a tapa e usei meu nome, mas a gente acaba vivendo o 8 ou 80, sendo paparicada e assediada até demais com frases “ Ah gatinha, manda mensagem”, eles ficam pedindo seu contato e dando muito atenção e às vezes você não quer, você só quer jogar ali, ou o oposto, quando eles falam “ Seu lugar não é aqui, vai para o fogão” então estamos sempre vivendo os extremos, uma atenção exagerada ou um ódio só por você ser mulher. 

Sobre o nickname, o pessoal estava fortalecendo a campanha “ My Name, My Game” e eu achei isso super bacana, várias pessoas com influência começando a jogar com nome feminino só pra ver a diferença que isso causa e a diferença é surpreendente. Só por você ser mulher e ter seu nick feminino você vai ser super assedia ou xingada. 

E não é um xingamento com relação ao jogo, o que seria normal, ou com relação a alguma jogada errada que você fez, é xingar por você ter um nick feminino. Quando você é xingado por isso, acaba perdendo aquele seu momento de lazer e diversão e pensa o quanto é chato isso. Você só quer jogar e respeito como um ser humano normal. E justamente isso que acaba afastando muitas meninas desse meio.

As vezes, tivemos um dia cheio e vamos jogar e acabamos recebendo esses tipos de comentários completamente injusto, não tem condições e muitas meninas acabam se afastando do meio.

O que você mais gostou dessa BGS?

Eu já venho na BGS, há um tempo e é muito legal, vemos o evento crescer, enquanto crescemos junto. Esse ano estou com o Facebook Gaming é a primeira vez que eles estão na BGS e estou fazendo muita atividade com ele, estive no palco ontem e estou dando muitas entrevistas e acho muito bacana, porque além disso eles sempre buscam a representatividade e querem ter meninas no seu show, eles sempre gostam de colocar um porta voz feminino e não só deixar os meninos já que esse espaço já é deles. 

Com relação aos comentários tóxicos, geralmente eles são anônimos, mas o Facebook acaba diminuindo isso, porque a pessoa tem uma foto e um perfil então não esse anonimato e a toxicidade diminui bastante. 

Diana Zombrozuski ainda deixou um recado a todas as garotas que querem entrar no mundo do stream.

Em todas as áreas com relação a tecnologia, as mulheres são uma extrema minoria e nos games isso não é diferente, mais não pode ser assim, nós temos que mudar isso e é difícil mudar, porque a gente que está aqui tentando tem o dobro do trabalho, enquanto tentamos não se importar com o que está sendo dito, então dá muito mais trabalho do que deveria ser, mas vale muito a pena, porque a gente está fazendo uma mudança e se não nos mexermos vai continuar do jeito que está e isso é muito injusto, porque as meninas tem que ter o direito de jogar junto e se divertir junto. 

Jogos sempre foram presentes de todas as formas, desde antes da tecnologia, os jogos são os que nos fazem pensar, raciocinar, nos ajudam, porém, agora com essa avanço da tecnologia, os jogos viraram uma febre absurda e o mercado já mostra isso, ele aumentam a cada ano, então já está na hora de mudarmos isso e provar que esse espaço também é nosso e mudar esse jogo. Para isso precisamos do apoio de todas as meninas pra mudar esse cenário, dela tá ali assistindo, ouvindo, firme e forte e ter muito orgulho de você como menina estar ali, mesmo ouvindo e passando por essas coisas da galera que ainda não aprendeu a nos respeitar como um ser humano normal, temos que estar nesse espaço, sim e insistir!

Para receber as notificações das lives da Diana é só clicar aqui. Ela faz lives de alguns jogos como GTA V, Fornite e alguns outros, além disso ela é parceira do Facebook Gaming. Claramente as mulheres deveriam ganhar cada vez mais seu espaço no mundo dos games em geral.

Entrevista transcrita por Lucas Soares e Wendy Stefani, Conduzida por Janaina Franhan.

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BGS 2019 – Luigi’s Mansion 3 traz muita diversão e belos gráficos

Confira o que achamos da demo disponibilizada na BGS 2019.

Graziele Nanni

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Com um retorno grandioso á BGS 2019, a Nintendo nos trouxe a oportunidade de conferir em primeira mão o jogo Luigi’s Mansion 3. Em um stand bonito, muito disputado (com uma fila de espera de 4 horas para jogar!) e bem frequentado (Charles Martinet como estrela principal), nos foi dada a oportunidade de jogar a demo de aproximadamente 15 minutos.

Utilizando muito bem do cenário, mesclando uma jogabilidade fácil e inteligente, o jogo lembra bastante os antecessores mesmo assim atualizando-se como se faz necessário. Gooigi, uma versão do protagonista feito de plasma, nos ajuda em vários dos desafios mostrados no cenário. Com elementos já conhecidos da franquia, e muitos novos com a gama de movimentos agora possíveis com sua arma de plasma, o jogo é um passatempo á altura da empresa.

Com gráficos bonitos e cores chamativas, o jogo vem para agradar tanto adultos nintendistas quanto crianças que estão sendo introduzidas ao console híbrido.

Luigi’s Mansion 3 tem lançamento agendado para o dia 31 de outubro, o jogo já pode ser comprado em pré-venda na loja online da Nintendo.

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