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Coringa faz historia e Marvel fica apagada no Oscar 2020

A DC Comics abriu um patamar importante… Bilheteria não quer dizer Oscar e muito menos cinema.

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O que falar de Coringa… O filme que alguns criticos tentaram marginalizar, dizendo que poderia gerar brigas e morte em salas de cinema, o filme que os fãs da DC no inicio diziam ser “desnecessário”, o filme do gênero que muitos diziam estar acabando com o cinema.

Coringa, um sucesso de público classificado como R, liderou a lista de indicações ao Oscar, tornando-se o raro filme de quadrinhos a ser um sucesso entre os eleitores do prêmio, e o maior filme de quadrinhos da historia do Oscar. O candidato a melhor filme ganhou 11 indicações.

Vingadores: Ultimato foi o filme de maior sucesso da Marvel Estúdios, e a maior bilheteria da historia do cinema e teve apenas uma indicação. Apesar das bilheterias entre os dois filmes terem um abismo de diferença, Coringa se tornou o filme mais lucrativo de todos os tempos e isso com uma classificação elevada, 16 anos no Brasil, 18 nos EUA.

Parece que a formula Marvel já não é mais suficiente para manter os bons números do estúdio daqui pra frente, o sucesso de Coringa deixa claro que cinema pode ser muito bem casado com um filme de quadrinhos (LOGAN FOI UM BOM EXEMPLO). Porém a DC abriu um patamar importante… Bilheteria não quer dizer Oscar e muito menos cinema.

Apesar de toda a pompa para o encerramento de um série de filmes iguais durante 10 anos, a Marvel mostrou um roteiro raso para Vingadores: Ultimato.

Mesmo com as enormes diferenças entre concepção de produto, podemos determinar que a DC e a Warner Bros. foram muito corajosas de permitir que o diretor Todd Phillips usasse um dos personagens mais importantes dos quadrinhos e fizessem um filme independente, isso não apaga os erros do passado, mas mostra que estão no caminho certo.

Do outro lado, temos um estúdio que recentemente demitiu o diretor de Doutor Estranho 2 por diferenças criativas. Estúdio com diferenças criativas com o diretor do filme, Marvel.

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As curtas histórias tocantes de Otsuichi com a arte impecável de “Another”

Mai Inoue

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Uma oportunidade perfeita para explorar contos com temas sobrenaturais são as obras adaptadas de Otsuichi pelo artista de “Another”, Hiro Kiyohara, que marcou ao ilustrar a obra de Yukito Ayatsuji na revista japonesa Young Ace que deu a base para o lançamento do anime em 2012.

Kiyohara e Oitsuichi se mantém em uma incrível sincronia nos dois dramas Só você pode ouvir (Kimi ni shika kikoenai) e Feridas (Kizu). Apesar de serem contos do início da carreira de escritor de Otsuichi, conseguem realmente conquistar e comover com sua arte expressiva e detalhada.

Em Só você pode ouvir, acompanhamos a vida bem monótoma de Ryo Aihara, uma das, se não a única de sua escola que não possúi um telefone celular. Tímida e sem amigos, ela quase não é notada pelas colegas, já que não tem um meio de se comunicar e interagir com outros estudantes e não leva jeito pessoalmente.

Ryo passa a imaginar como seria ter seu próprio celular e o mantém em sua mente sempre, até que um dia ela recebe uma chamada misteriosa em seu celular imaginário, conhecendo uma jovem adulta e um rapaz de sua idade chamado Shinya com o mesmo telefone imaginário, podendo se comunicar com eles, se desenrolando em uma bela amizade. Segundo o autor, ele mesmo tem um pouco de vergonha dessa história por ser uma das primeiras que escreveu, porém a arte de Hiro Kiyohara o deixou apaixonado pelos próprios personagens. Mudando um pouco de realidade, em Feridas conhecemos o problemático Keigo, que devido a brigas com outras crianças que zombam de suas cicatrizes, acaba parando na turma de alunos especiais, onde se reúnem crianças de diversas idades com problemas semelhantes de socalização e/ou aprendizado.

Quando ele se familiariza com a classe e se mostra um menino cuidadoso com os menores, um novo aluno chamado Asato é apresentado a turma. Apesar de ser um garoto bonito, Asato era estranhamente mais quieto que os outros e, vendo que isso estava começando a incomodar os adultos, Keigo simpatiza com o novato. No final de uma aula, Keigo acaba se machucando na presença apenas de Asato, que se aproxima pela primeira vez de alguém, tocando o braço ferido de Keigo, passando a ter uma ferida menor, porém com Asato desenvolvendo o mesmo machucado. Logo, ele nota o porque de Asato ser um garoto especial: ele pode tomar para si, a ferida de outras pessoas com apenas contato físico.

Os dois passam a ser mais próximos e ajudar os colegas menores com pequenos machucados, enquanto ainda lidam com seus respectivos lares abusivos, a evolução do poder de Asato e como ele passa a usá-lo mantendo segredo de Keigo. Otsuichi comenta que a ideia surgiu ao ler sem compromisso um livro de uma psicóloga infantil americana e se apaixonar com a forma que ela tratava e contava a história de crianças especiais e devorar todos os livros da autora.

Não são as únicas obras adaptadas de Otsuichi, que inclusive, foram publicadas no Brasil pela JBC dando a oportunidade de adicioná-las a sua estante com 4 páginas iniciais coloridas.

Hiro Kiyohara é uma grande inspiração pra mim e foi ótimo escrever um pouco dessas obras pra vocês.

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cinema

Coringa | Sites chamam The Hollywood Reporter de “mentiroso”

A jornalista Tatiana Siegel, do THR, disse no Twitter que não vai voltar atrás sobre a informação publicada por ela.

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As notícias sobre a sequencia do filme Coringa vieram inicialmente do site The Hollywood Reporter, porém dois grandes sites de cinema dos EUA chamaram o site de promover click baits “noticias falsas baseadas em fatos que aconteceram” para promover o conteúdo.

O Deadline alega que o THR – que uma semana após a abertura do Coringa, Phillips se encontrou com Toby Emmerich, chefe da Warner Bros para apresentar um portfólio de histórias de origem de personagens da DC, o Deadline afirma que a historia é tão falsa quanto as histórias anteriores de Martin Scorsese sobre a direção do primeiro filme Coringa.

Scorsese originalmente seria um produtor, mas desistiu por causa de sua agenda lotada. Várias fontes disseram que não houve uma reunião entre Phillips e Emmerich no dia 7 de outubro, e que Phillips não quer supervisionar outros filmes de personagens da DC. O que ele falou em entrevistas é que, quando Coringa estava no início, houve discussões sobre uma iniciativa da DC Black. 

Em vez disso, ele se concentrou no Coringa. Isso foi há muito tempo atrás. Phillips tem um histórico de ser seletivo: depois que The Hangover começou a bater recordes em filmes classificados como R, ele não procurou transformar sua empresa em uma fábrica de comédia.

O site The Wrap afirma que ouvindo outra fonte, confirma a informação do Deadline, que não houve reunião e que Phillips não apresentou planos para outras histórias de origem de vilões da DC. Outro indivíduo diz que qualquer conversa é preliminar, na melhor das hipóteses, sem nada concreto.

A jornalista Tatiana Siegel, do THR disse no Twitter que não vai voltar atrás nas suas informações publicadas por ela no site.

Segundo estes sites o site The Hollywood Reporter inventou a noticia como bait clique, termo para pescar pessoas, mas com conteúdo geralmente falso.

Coringa segue sem sequencia definida e Phillips não sera o arquiteto de filmes da DC Comics.

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cinema

Todo o amante de cinema deveria lutar pela Snyder Cut

O movimento não é sobre um filme de quadrinhos, mas sim de liberdade no cinema.

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Já se passaram alguns anos desde que a versão desmantelada da Liga da Justiça foi lançada nos cinemas – um filme que teve inicialmente nas mãos de Zack Snyder e depois, devido o suicídio de sua filha, foi substituído por Joss Whedon.

Depois disso, o longa foi refilmado com acréscimos de cenas mas, no geral, o trabalho original de Snyder foi destruído.

E independente do quanto você possa amar ou odiar o cineasta, uma coisa é fato: o movimento na web pela “Snyder Cut” da Liga da Justiça está atingindo patamares incríveis.

Recentemente, o ator Ryan Reynolds (Deadpool) curtiu um post sobre o pedido pela versão do diretor. A atriz indiana Huma Qureshi também manifestou seu apoio.

Jason Momoa (Aquaman) disse que viu a versão de Zack Snyder da Liga da Justiça. Isso nos leva a crer que o filme de certa maneira está pronto, porém pode ser que não esteja totalmente finalizado. O movimento nas entrelinhas é muito mais do que um grupo de fãs birrentos: Um filme para ser feito precisa de muitas aprovações e isso envolve produtores, executivos e investidores. O que na prática torna os filmes muitas vezes um não-retrato puramente artístico do diretor e do roteirista.

Nos filmes do Marvel Studios – como já bem sabemos – Kevin Feige é o homem que põe dedo em todas produções, o que tira um pouco da liberdade artística dos diretores e roteiristas… Na Disney então, nem se fala! Enquanto isso, a DC teve clássicos casos de interferência em Batman v Superman, Esquadrão Suicida e na Liga da Justiça. Consequentemente, todos estes filmes que a Warner mexeu foram mal de desempenho nas bilheterias.

É verdade que Christopher Nolan e alguns diretores tiveram carta branca para fazerem o filme que quiserem com os personagens da editora, porém essa liberdade artística se limita a seleto grupo. Assim, o movimento ‘Snyder Cut’ não sobre um filme de quadrinhos, mas sobre a liberdade no cinema.

Para meu espanto, já vi críticos de cinema de nome no Brasil, desconsiderando este movimento. Na minha cabeça não entra a ideia de que amantes de cinema são os maiores defensores de censura, justamente na área que atuam.

Em recente debate no Twitter com o jornalista Thiago Romariz, disse que por mais que Batman v Superman tenha sido um filme que não tenha tido a aceitação esperada, ele ao menos foi uma tentativa de fazer algo diferente do que a Marvel vinha fazendo (que nas palavras do cineasta Martin Scorsese “não é cinema”).

E atualmente – com excessão recente de Coringa – temos “duas Marvel” no cinema uma vez que, por mais que Aquaman tenha feito seu bilhão, isso se deve graças à fórmula desenvolvida por Feige, do qual o longa dirigido por James Wan bebeu bem.

Não importa qual a sua editora favorita. O importante é entender que todo o artista precisa de liberdade criativa e é disso que o movimento ‘Snyder Cut’ se trata. Todo o artista deveria ter direito de promover e exibir sua obra conforme ele imaginou.

A visão de Zack talvez nem melhore o filme… talvez seja uma versão pior do que a exibida nos cinemas (o que duvido muito), mas as pessoas precisam entender que o movimento vai além disso.

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