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Livros

Conheça Sofia Silva, autora de “Sorrisos Quebrados”, uma portuguesa que encanta as brasileiras

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A autora portuguesa Sofia Silva esteve na Bienal do Livro praticamente todos os dias do evento dando palestra, conhecendo os fãs, autografando os livros e até mesmo distribuindo brindes. Um amor! E aproveitando essa simpatia, o Cabana do Leitor conversou com exclusividade com a autora de “Sorrisos Quebrados”.

Sofia começou a escrever ficção em 2014 através da plataforma Wattpad com a Série Quebrados que lhe rendeu mais de 1 milhão de leitores, e a partir desse apoio das leitoras, em sua maioria brasileiras, Sofia publicou seu primeiro livro na Amazon.

“Sorrisos Quebrados” é o primeiro da série e é um romance de cores entre duas pessoas quebradas por relacionamentos passados. Uma história de superação dos próprios medos e de promessas. O livro atingiu o top 10 de vendas de ebook no Brasil e agora, ela veio ao país para lança-lo na versão física publicado pela editora Valentina.

Confira abaixo a entrevista:

Como veio a ideia de começar a escrever no Wattpad?
Na realidade eu queria escrever e queria um lugar em que eu pudesse escrever. Não pensei muito nas pessoas que iriam ler. Eu sempre escrevi, sempre, mas queria também essa prova para saber se as pessoas iriam gostar do que eu escrevo. Eu tinha essa vontade. Eu nem imaginava que o Wattpad poderia mandar para onde estou. Foi mais “escrever para ver se minha escrita era boa”.

Você escreve sobre assuntos como violência doméstica, deficiência física e abusos. Por que resolveu dar voz a esses temas?
Primeiramente porque se fala muito sobre violência doméstica, mas ainda se culpa muito a vítima. Então eu queria mostrar um pouco da minha visão do que é violência doméstica. A minha visão e de uma amiga que me ajudou a escrever, que também é psicóloga. Eu pesquiso muito antes de escrever, mas no final coloquei a minha visão sobre violência doméstica e eu quis contar não o que acontece durante a violência com as pessoas, queria mostrar o depois, nunca ninguém fala do depois. E todos os meus livros são o depois do acontecimento.

Sobre “Sorrisos Quebrados”, como surgiu a história?
A ideia surgiu a partir de muitos fatores, coisas que assisti na televisão, os boatos que eu ouvia, e foi aqui no Brasil no dia dos namorados, dia 12 de junho, que eu comecei a ver muitas mensagens que nunca tinha visto de mulheres para os maridos, dos namorados para as namoradas, e aí pensei, quanto disto é verdade? Quanto disto não é só para mostrar? E surgiu a ideia de pensar do outro lado das relações, aparentar ser uma coisa que não é, e me surgiu a violência doméstica. É isso, foi inspiração.

Como foi o processo para escrever “Sorrisos Quebrados”?
Eu escrevi no Wattpad e o prólogo foi a primeira coisa que me veio à cabeça. O prólogo é muito forte, é cruel e verdadeiro. Na verdade, era para ser um conto porque eu estava escrevendo outro livro, mas as minhas leitoras gostaram tanto dos personagens, e eu também me apaixonei, que eles ganharam vida e pensei que não poderia escrever apenas um conto. Tem muito para contar, eu preciso mesmo contar uma história sobre eles.  E foi isso, o processo não foi igual aos outros livros, era para ser só um conto e de repente me vi apaixonada por esses personagens. Fui fazendo até achar que tinha contado a história deles.

Como foi escrever as cenas de violência entre a Paola e Roberto. Como se sentiu?
Eu podia dizer que demorei muitos dias, mas não demorei, eu tenho muita facilidade em fazer cenas cruéis, porque elas são muito reais e a realidade é muito mais fácil de contar. Agora o que me assustou foi quando eu reli que caiu o sofrimento, a Paola sofre muito, e aí me assustou, porque eu imagino quando escrevo e imaginei a dor, o sofrimento e aí sim me doeu imaginar toda a situação.

Sobre a capa do livro, como foi a escolha? Ela é linda!
A capa fui eu que escolhi quando publiquei na Amazon e eu disse que queria uma capa que representa a história, e nós trabalhamos muito nela, porque eu sou daquelas leitoras que compra livro pela capa e o que mais odeio é quando compro um livro e a capa não representa a história, e que a capa é feita apenas para vender. Eu queria que a minha capa também desse para vender e que as pessoas olhassem para a capa e depois que lessem a história dissessem: Gente, a história é a capa e a capa é a história e tudo se complementa! Então foi isso, eu fui procurar uma capa que tivesse a ver com a história. Só que a editora Valentina acrescentou mais detalhes e ficou mais bonita com toda essa textura maravilhosa.

As suas histórias fizeram muito sucesso entre os brasileiros, imagina o motivo?
Eu não sei, essa é a pergunta que mais me fazem e eu digo sempre que tem que perguntar aos meus leitores. As pessoas perguntam qual é a formula e eu não sei. Bastou três/quatro leitoras brasileiras gostarem, porque o leitor brasileiro quando gosta ele compartilha com meio mundo. E quando três/quatro gostaram, elas foram compartilhando. Eu também tenho uma leitora portuguesa que me ajudou muito, compartilhou muito. Então foi um trabalho muito grande das leitoras.

Depois da história viralizar, você recebe muitas mensagens?
As minhas leitoras passaram a me mandar como o livro ajudou. O livro ajuda as pessoas a verem o que elas viveram e ter curado, sabe? É muito, muito bom!

Tem novos projetos a caminho?
A editora Valentina já vai lançar o segundo. Apesar de serem todos livros únicos eles têm uma ligação. Ou acontecem em algum momento da história ou acontecem na mesma clínica que a Paola vive. A clínica na verdade é como se fosse um personagem. Então são quatro casais que tem ligações na clínica, são quatro histórias de casais traumatizados. O segundo deverá ser lançado no próximo ano e se chama “Corações Quebrados”, ele é português e ela brasileira, foi o meu livro mais lido no Wattpad.

Teria alguma mensagem ou frase do livro para pessoas que passam pela mesma situação que a Paola?
Eu tenho frases do livro que gosto muito, mas acho que prefiro deixar uma mensagem. As pessoas que vivem essas situações de violência, tanto mulheres como os homens também, porque eles também têm vergonha, não tenham vergonha. Procurem ajuda, procurem ajuda de um profissional, primeiros amigos, família, mas procure algum profissional que poderá ajudar. Eu acho isso fundamental! Não posso dizer muito mais porque cada caso é um caso, não sabemos a realidade das pessoas.

A Bienal do livro vai até hoje, 10/10, então corra para o Riocentro que ainda dá tempo!

Apaixonada por histórias de época e com o sonho de viver em cada página que lê. Uma jornalista fascinada no mundo da literatura.

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Resenha

Resenha | Recursão

Livro propõe uma ivestigação sobre as memórias e como elas moldam a realidade.

Gustavo Carvalho Cardoso

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Recursão foi publicado em 10 de janeiro de 2020 pela editora Intrínseca, escrito pelo autor do best-seller Matéria Escura. Blake Crouch é escritor de ficções cientificas investigativas e suspenses. Sua trilogia de maior sucesso foi Wayward Pines que foi adaptada para uma série de TV com o mesmo nome em 2015. Outro trabalho que virou série foi Good Behavior, que estreou na TV em 2016.

“O tempo não passa de memórias sendo escritas”

A história mostra um fato incontestável: As memórias constroem nossa realidade. O investigador Barry Sutton descobre esse fato ao investigar um fenômeno chamado de Síndrome da Falsa Memória, uma doença misteriosa que enlouquece a mente humana ao plantar memórias de vidas que as vítimas nunca viveram. Na busca pela verdade, o investigador se depara com um oponente mais assustador que a própria doença, uma força tão poderosa que pode mudar a própria realidade do todo. Sua única chance de impedir o caos que se forma está nas mãos da neurocientista Helena Smith, uma mulher assolada pela maldição de sua invenção, a criadora de uma tecnologia que deveria salvar vidas, mas que acabou esfacelando a realidade. Barry e Helena terão de trabalhar juntos se quiserem sobreviver e salvar a todos da ruína.

“Os lugares que deixam mais saudade são aqueles em que nunca estivemos”

Recursão é uma ficção científica excepcional, com mistérios e um suspense bem empregado, misturada com ação pontual e reviravoltas que marcam as páginas de forma gradual até um desfecho fenomenal. A escrita é bem dinâmica e as páginas passam rápido, deixando a história imersiva e marcante, equilibrando bem os detalhes, pensamentos, teorias e a ação que os personagens empregam no ambiente e às vezes em suas próprias mentes.

Os personagens são bastante bem feitos de forma a torná-los realmente humanos, com traumas e histórias próprias que os aproximam bastante do leitor, fazendo-o se interessar muito mais com a história e se importar cada vez mais com o destino dos personagens. Destino esse que vai se mostrando a cada ação e a cada pensamento dos personagens, sejam eles principais ou secundários nesta trama arrebatadora.

“O tempo é o que impede que tudo aconteça de uma vez”

Falando em história, ela é uma junção de investigação com ficção cientifica, girando em torno da psique humana e em como enxergamos nossa própria realidade. Criando uma teoria de que só percebemos o tempo por que temos memórias do que vivemos, vendo ele passar linearmente, como uma reta, a obra nos faz indagar se o tempo não é uma ilusão imposta por nossa mente como uma falha evolutiva para nos privar de ver os fios que tecem a realidade verdadeira. Pois, se nossas memórias regem o que é tempo, então o presente não existe, por que só conseguimos registrar o que vemos e sentimos segundos depois do que aconteceu, de forma que o agora não é de fato o agora, e vivemos em um eterno passado, imaginando o futuro das coisas.

“Aquele que controla o passado controla o futuro.

Aquele que controla o presente controla o passado”

Pensando nessa teoria, o livro propõe que nossas memórias são um jeito de voltar no tempo, pois quando lembramos de algo, de fato estamos retornando ao passado, mas e se conseguíssemos burlar essa limitação do cérebro que nos faz apenas lembrar artificialmente de algo e conseguíssemos fazê-lo nos transportar realmente para a memória que queremos? Bom, é justamente isso que a história se propõe a contar, a quebra da limitação, uma viagem no tempo pelas memórias e uma evolução imensa em como vemos a realidade e em como nossa pisque entende as coisas.

“Quando uma pessoa morre, ela apenas parece estar morta. Mas continua bem viva no passado (…) Todos os momentos — passado, presente, futuro — Sempre existiram, sempre vão existir (…) É apenas ilusória a impressão que temos aqui na Terra de que um momento se segue do outro, como se fossem contas em um cordão, e, uma vez acabado o momento, está para sempre acabado”

Com a caminhada dos personagens, sentimos que nós também caminhamos rumo a um entendimento melhor do tempo e de nós mesmos, fazendo-nos criar memórias junto com eles, e nos transportando a nossas próprias memórias criadas. À cada página uma crítica de como vemos o mundo e o quanto podemos evoluir ainda. O tempo é um círculo e este livro é um ponto no círculo, existindo no passado e no futuro da nossa realidade, basta apenas lembrar.

Recursão é uma obra-prima de ficção-cientifica cumprindo o que propõe desde o início.

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Resenha

Resenha | A Ilha do Guardião da Tempestade

“Uma ilha que nunca se esquece. Uma história que você lembrará para sempre”

Mylla Martins de Lima

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A Ilha do Guardião da Tempestade foi lançado em Janeiro deste ano pela editora Rocco. O romance fantástico foi a estreia de Catherine Doyle, irlandesa, no universo literário.

A ilha do guardião da tempestade: Doyle, Catherine, Fonseca ...

O livro conta a história de Fionn, um menino muito medroso que vai visitar seu avô pela primeira vez na companhia de sua irmã mais velha, Tara. Só o fato de pegarem a balsa de Dublin para Arranmore já é motivo para que o garoto sinta-se desencorajado.

Ao chegar na ilha, não demora muito para que Fionn descubra a importância local de seu avô, até então omitida por Tara e sua mãe. O velhinho nada mais é que o grande Guardião da Tempestade, responsável por guardar as memórias da ilha, além de mantê-la segura da feiticeira Morrigan, que trouxe muita dor e escuridão no passado. Toda a magia de Arranmore é secreta, só residentes podem saber de sua existência.

A aventura começa quando o jovem neto de Malachy descobre que consegue manusear a magia de forma que nem o próprio avô, guardião, consegue. O futuro da ilha depende do inesperado dom curioso de Fionn.

” — Por que acha que todo mundo em Arranmore respeita tanto o Malachy? — disse Bartley, cuspindo gotas de água da chuva. — Acha mesmo que é porque ele passa o tempo todo fazendo velas arcaicas com um monte de temporais inúteis e pores do Sol idiotas? — Fionn sequer teve tempo de responder. — Malachy ajuda os habitantes da ilha com as colheitas. Ele mantém os animais saudáveis. Ele acalma a maré para os pescadores. — Bartley deu um sorriso malicioso. — Mas essa tempestade ele não vai poder impedir”

Esse é o primeiro livro de uma série que deixa um gancho para fãs apreensivos. Toda narrativa é feita de forma a provocar o leitor de construir o grande final mentalmente e ficar aguardando por ele, mas isso não acontece. Tomado pela ansiedade, é difícil não implorar pelo segundo volume.

A autora representa a magia através de velas confeccionadas pelo guardião da magia. Elas permitem que ele guarde histórias e as visite ao queimá-las. Cada viagem no tempo é uma surpresa diferente, uma nova peça para o quebra-cabeça gigante que é a ilha.

” — Você é a história dele, Fionn. Você e Tara. E sua mãe. E eu. Enquanto houver alguém que se lembre de você, você continuará vivo, assim como sua história. Essa é uma das maravilhas de Arranmore. A ilha nunca esquece”

Nem só de surpresas e segredos vivem os personagens dessa história, que só está começando. O maior sonho de Fionn é encontrar seu pai, mesmo que isso seja impossível pois, quando sequer havia nascido, Cormac morreu em um acidente inexplicável durante uma tempestade. Sua mãe não fala sobre e, desde então, nunca mais pisou na ilha também.

Além de perdas, a obra trata também de assuntos como amizade, medo, amor de família, auto-conhecimento, confiança e muito mais!

O livro transmite, de maneira clara, toda emoção que Catherine quis passar. O modo como Fionn se aproxima do avô e o laço que ambos criam, não é de todo mera ficção. Essa história é especial por ser uma homenagem ao avô da autora, que realmente mora Arranmore e sofre de Alzheimer. A moça juntou todo seu amor por lendas locais mais as memórias de seus entes queridos e transformou em um livro encantador, emocionante e interessante da primeira à ultima página.

A Ilha do Guardião da Tempestade é um livro instigante, ótimo para presentear quem está no início da jornada literária (a partir de 10 anos), mas não se anula à quem já tem o hábito de leitura. Catherine traz sentimento à obra, o que agrega ainda mais valor.

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Livros

Mês das mulheres | Personalidades que contribuíram para a literatura

Mulheres literatas e revolucionárias de todos os tempos.

Mylla Martins de Lima

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A literatura sempre foi um espaço ocupado majoritariamente pelo sexo masculino. Mas, apesar de toda essa pressão social em cima das moças, com seus papéis designados a partir do seu nascimento, muitas deram a volta por cima e mostraram seu valor, tendo seus livros atravessado gerações sem sair das livrarias.

Essa lista possui dez mulheres na literatura que resistiram a diversas épocas, provando que seu lugar é onde elas quiserem.

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1. Agatha Christie (1890 – 1976)

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Agatha Mary Clarissa Christie foi escritora, romancista, contista, dramaturga e poetisa britânica, destacando-se no subgênero romance policial.

Segundo o Guiness Book, a autora é a mais bem sucedida dentro do universo literário mundial, com cerca de 4 bilhões de cópias vendidas ao longo dos séculos XX e XXI. Seus números de venda só perdem para Shakespeare e para a Bíblia.

2. Jane Austen (1775 – 1817)

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A inglesa Jane Austen tem seus livros como centro de vários estudos acadêmicos por sua diversidade nas interpretações até hoje. A autora sempre utilizava seu contexto social da nobreza agrária na escrita de seus romances, que normalmente são descritos como inocentes, mas não se enganem!

Ná época, Jane publicava seus textos com pseudônimos masculinos, pois mulheres não podiam ser escritoras, era uma profissão exclusiva dos homens. Isso suscitou muitos debates posteriores, pois os homens consideravam a mulher como intelecto inferior a eles. Chegaram a afirmar que as mulheres possuíam menos neurônios que os homens, quando a ciência atual provou justamente o contrário.

3. Clarice Lispector (1920 – 1977)

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Clarice foi uma escritora e jornalista ucraniana naturalizada brasileira. Autora de contos, romances e ensaios, carrega diversos títulos, como o de personalidade importante do séculos XX e maior escritora judia desde Franz Kafka.

4. J. K. Rowling (1965 – ?)

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Joane “Jo” Rowling, é uma escritora, roteirista e produtora cinematográfica britânica. J.K. é detentora de uma infinidade de prêmios como o Prêmio Hugo de Melhor Romance e Bram Stoker Awards na categoria de Melhor Livro para Leitores Jovens. Ela vendeu mais de 500 milhões de cópias graças ao seu universo mágico!

Hoje, Jo é a escritora mais lida do mundo! Saiba como Harry Potter mudou sua vida e confira a biografia dela clicando aqui.

5. Anne Rice (1941 – ? )

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Howard Allen O’Brien, mais conhecida como Anne Rice, é uma escritora norte-americana que aborda a literatura gótica utilizando o seu melhor ícone da cultura sombria em sua primeira obra-prima, o Vampiro.

O livro Entrevista com o Vampiro fez tanto sucesso que ganhou duas versões cinematográficas, sendo uma delas a continuação, dando origem à um clássico não só literário. A editora Rocco vai relançar este maravilhoso título agora em abril.

6. Cecília Meireles (1901 – 1964)

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Cecília Benevides de Carvalho Meireles foi jornalista, pintora, poetisa, escritora e professora brasileira. Por muitos é intitulada a maior poetisa do Brasil, ganhando prêmios tanto pela Academia Brasileira de Letras, o Jabuti de poesia e até o Prêmio Machado de Assis.

7. Nora Roberts (1950 – ?)

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Eleanor Marie Robertson, escritora norte-americana, tem mais de 200 best-sellers românticos. Nora também publica pelos pseudônimos J. D. Robb, Jil March e Sarah Hardesty.

A autora foi a primeira mulher a entrar no Romance Writers of America Hall of Fame. Ela teve seus romances, combinados, somando 861 semanas na lista e best-sellers pela The New York Times, com 176 semanas em primeiro lugar.

8. Marry Shelley (1797 – 1851)

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A autora britânica é dona de uma das mais importantes histórias do gênero terror, Frankenstein. Não é à toa que esse ano a obra completa 202 anos desde sua primeira publicação e não existe uma pessoa que não a conheça. Afinal, sua obra despertou o interesse do público para o gênero e ainda promoveu o surgimento de outras narrativas como Drácula de Bram Stoker, O Médico e o Monstro, entre outros.

Além de romancista, Marry também foi dramaturga e editora, tendo escrito peças de teatro, biografias, relatos de viagem e ajudado no primeiro livro de poemas de seu marido, Perry Shelley.

9. Rachel de Queiroz (1910-2003)

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Jornalista, tradutora, romancista, escritora, cronista e dramaturga brasileira, Rachel de Queiroz foi a primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras, além da primeira mulher a receber o Prêmio de Camões…sem dúvida uma personalidade em tanto!

10. Simone de Beauvior (1908 – 1986)

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Simone Lucie-Ernestine-Marie de Bertrand Beauvoir foi uma francesa escritora, intelectual, filósofa existencialista, ativista e feminista.

Sua fama veio através do movimento existencialista francês mediante às suas teorias acerca do feminismo moderno. Um dos ícones femininos lembrado tanto por suas obras, quanto por suas frases de essência revolucionária.

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