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Mês do Horror | A Origem do Halloween

Como as fantasias, decorações, bailes, “gostosuras ou travessuras” e as abóboras surgiram?

Rodrigo Roddick

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Cuidado! Chegou o Halloween! E neste dia as almas dos mortos podem caminhar pelo mundo dos vivos! A festa como hoje é conhecida compreende em se fantasiar de criaturas sombrias e sair de porta em porta caçando doces – em países de colonização inglesa. Aqui no Brasil a tradição, chamada de Dia das Bruxas, não se estabeleceu dessa forma devido ao processo histórico que formou o país. 

A Celebração da Morte ganhou um contorno bastante lúdico nos dias de hoje, porém nasceu de diversas origens europeias. As mais conhecidas delas se remetem à cultura celta e aos costumes cristãos. O que o Halloween tem a ver com o cristianismo? Tudo. Na verdade, até mesmo o nome “halloween” se origina desta vertente.

Nesta matéria, o leitor vai conhecer essas duas origens, a relação do festejo com as bruxas, a origem do nome e das fantasias, até mesmo da expressão “gostosuras ou travessuras”

Halloween: o Dia das Bruxas?

A palavra Halloween é o resultado do processo por qual passou a expressão “All Hallows’ Eve”, que significa véspera do Dia de Todos os Santos. O termo compreende uma das datas programadas pela igreja católica do cortejo aos mortos que se encerra no Dia de Finados (2 de novembro). Ele passou pelas formas  “All Hallowed Eve” e “All Hallow Een”, antes de chegar ao nome que conhecemos hoje. Pela contração, a expressão utilizada para definir a véspera se transformou em “halloween”, aparecendo pela primeira vez em cerca de 1745.

O outro nome do Halloween é Dia das Bruxas, mas não tem muito a ver com bruxas. O mesmo preconceito difundido pelo olhar cristão sobre as tradições célticas – um dos povos que eles suprimiram – acerca do nome “bruxa” envolve a razão de chamar esta data dessa forma. Bruxa, de acordo com o cristianismo, era toda e qualquer mulher que se deitava com o diabo, e como a igreja – principalmente a protestante – demonizava tudo que não era cristão, passou a traduzir a data como Dia das Bruxas.

Origem Celta

Quando a Europa era dividida por povoados e não por fronteiras de países, os povos não tinham terras definidas e, por vezes, mudavam de território. Embora a cultura celta tenha percorrido grande parte do continente, eles foram sendo reduzidos e passaram a se concentrar nas ilhas do Reino Unido – o que já aponta como as tradições de Halloween foram parar nos Estados Unidos

Os celtas comemoravam a passagem do verão para o inverno com um festival chamado Samhain – que significa literalmente “fim do verão”, ou como os celtas gostavam de chamar “morte do verão”. Ele era celebrado entre 30 de outubro e o início de novembro, podendo ocorrer até o dia 5 ou 7, quando era comemorada a passagem de ano deles (os anos na época era marcados pela mudança cíclica). 

O Samhain também tinha o objetivo de cultuar os mortos e a deusa YuuByeol, que era o símbolo da perfeição celta. Em cada dia acontecia uma festa específica. A “festa dos mortos” era uma das mais importante porque celebrava a comunhão entre o céu e a terra. ⠀

Nas tradições celtas originais não existiam os conceitos de céu, terra e inferno; eles chegaram mediante às invasões romanas. Para os celtas, os mortos viviam em um lugar de felicidade perfeita, onde não havia sofrimento. Os druidas presidiam as festas como médiuns, realizando a comunicação entre os mortos e seus entes queridos. Inclusive, em tempos imemoriais – que formaram as civilizações no início dos tempos – a palavra “bruxa” significava “aquela que fala com espíritos”, tal como os médiuns. 

Na cultura celta acreditava-se que no Halloween os mortos podiam caminhar pela terra, voltar aos seus lares antigos, visitar parentes e guiar os que morreram recentemente ao lugar perfeito onde “vivem”.

Por isso, muitas pessoas deixavam espaços em suas mesas para serem ocupadas pela alma dos familiares que morreram. Justamente por eles acreditarem em um além-morte de perfeição, o Samhain não tinha uma conotação sombria. Isso só aconteceu com o choque de culturas devido aos romanos invadirem as terras célticas e introduzirem o cristianismo.

Origem Cristã

Apesar do encontro entre as duas culturas, o catolicismo, desde o século IV, tinha seu próprio dia para celebrar “Todos os Mártires” da igreja. Uma data dedicada a comemorar e lembrar das pessoas que tiveram a vida transformadas pela fé, mas ela até então não era celebrada no dia 31 de outubro, e sim no dia 13 de maio.  

31 de outubro foi estabelecido como principal data do Halloween devido às atividades de três importantes papas. 

Primeiro, o papa Bonifácio IV assumiu um dos templos em honra a todos os deuses pagãos e o transformou, dedicando a “Todos os Santos” da igreja católica e escolhendo o 1º de novembro para homenagear à capela. 

Posteriormente, o papa Gregório III conciliou a comemoração de Todos os Mártires (13 de maio) com a homenagem da Capela de Todos os Santos (1 de novembro), fechando esta última como data oficial. Contudo a comemoração ainda era algo isolado naquela região. Somente em 840, o papa Gregório IV ordenou que a data fosse comemorada universalmente. Mas o que tudo isso tema ver com dia 31 de outubro do Halloween?⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Como o Dia de Todos os Santos era uma data muito importante para a igreja, o cortejo ganhou mais duas festas – uma de véspera e outra posterior – e ficou organizada da seguinte forma:

  • 31 de outubroAllhallowtide, a Noite de Todos os Santos; nesta noite de véspera, os fiéis rezavam por todos os mortos, sem distinção. (Nota: All Hallow’s Eve = Halloween; pelo sincretismo religioso, algumas tradições celtas foram mantidas). 
  • 1 de novembroHallowtide, Dia de Todos os Santos; este era dedicado apenas aos santos da igreja católica.
  • 2 de novembroAllsaintstide, Dia de Todas as Almas; já este era dedicado a todos os cristãos fiéis e parentes convertidos na hora da morte.

Com a invasão romana nas ilhas da Grã-Bretanha, as tradições católicas e célticas de celebração dos mortos se misturaram. Como os celtas transmitiam sua cultura oralmente, ela passou a ser esquecida e modificada pela igreja. Muito do que se conhece hoje sobre o Halloween, inclusive, sobreviveu graças à absorção da cultura celta pela cristã, que desenvolveu o costume de documentar tudo o que aprendia.

O Halloween no século XXI

Como nasceu o costume de usar fantasias sombras, decorar a casa e sair por aí recolhendo doces gritando “gostosuras ou travessuras”? Tudo isso foi se estabelecendo como celebração do Halloween através do passar dos anos devido às comemorações particulares de cada povo.

Por exemplo, de acordo com a origem celta, o véu entre os dois mundos estava frágil, por isso os mortos podiam caminhar no mundo dos vivos na época do Halloween – os católicos também acreditavam nisso – entretanto os cristãos achavam que não apenas os bons espíritos caminhariam pela terra (os protestantes os encaravam como demônios) então, para assustá-los e impedir que um espírito reconhecesse um vivo, costumava-se usar máscaras ou pintar o rosto, ocultando assim sua identidade. 

De acordo com os celtas, os espíritos quando reconheciam seus familiares ficavam acompanhando-os e não queriam voltar para o mundo perfeito da morte.

Outro fator que contribuiu para o imaginário acerca do Halloween foi a peste negra (XIV e XV). Ela matou metade da população europeia, criando nos católicos um grande temor da morte e consequentemente o aumento dos cultos religiosos. Estes eram seguidos por encenações e danças com pessoas fantasiadas, inclusive da personagem Morte, a quem todos um dia chegaria. Alguns fiéis, na data, enfeitavam cemitérios com diabos puxando uma série de criaturas para o inferno; papas, reis, padres, leprosos, damas, camponeses etc.

Possivelmente, a evolução destes costumes originou os bailes de máscaras, a tendência de se fantasiar e decorar as casas. Mas e quanto aos doces?

Na idade média, o dia de finados era conhecido como o Souling (“soul” = “alma”). As crianças iam às casas alheias pedindo um “bolo das almas” em troca de uma oração pela alma dos parentes mortos da pessoa. A tradição se manteve durante a idade moderna, quando a expressão “trick or treat” (“gostosuras ou travessuras”) surgiu. Ela teve origem na Inglaterra entre 1500 e 1700 em meio ao protestantismo e teve um marco icônico retratado pela DC Comics nas novelas gráficas “V de Vingança”: o 5 de novembro de Guy Fawkes.

A Gunpowder Plot (Conspiração da Pólvora) era o plano de Guy para explodir o Parlamento inglês e matar o rei protestante Jorge I, restituindo a glória dos católicos oprimidos. Mas o plano foi descoberto no dia 5 de novembro de 1605, quando encontraram pólvora na casa de Guy Fawkes, culminando em seu enforcamento logo em seguida. 

Devido ao seu heroísmo – como é considerado pelos católicos – a data de sua morte passou a ser celebrada e existe até hoje, mas muitos protestantes a usavam na época para visitar a casa de católicos e exigir cerveja e pastéis sob a alegação de provocar travessuras; assim nasceu o “trick or treat”. Quando os ingleses chegaram na América do Norte, eles levaram a celebração de Guy Fawkes, mas como os irlandeses já tinha introduzido o Dia de Todos os Santos, os colonos conciliaram a data – já que era próxima – com o Halloween, incorporando a expressão “gostosuras ou travessuras” à festa.

Abóbora: o Símbolo do Halloween

O adereço conhecido como Jack’s Lantern, que é uma abóbora caricata com interior iluminado por uma vela, surgiu da lenda de Jack O’ Lantern (Lanterna de Jack), por isso o nome Jack.

A lenda também fazia parte dos festejos de Samhain na Irlanda – provavelmente pós sincretismo com o cristianismo – e versava sobre Jack, um alcoólatra que em seus porres cruzava com o Diabo, geralmente no dia 31 de outubro, que vinha recolher sua alma ao inferno. Mas Jack era esperto e sempre enganava o Diabo e voltava a viver por mais tempo. 

A princípio ele tentava levar uma vida correta para ir ao Céu quando morresse, mas sua determinação falhava e ele voltava a ser o incorrigível cachaceiro e espertalhão. Por isso sua alma foi recusada no Céu. Como estava morto, seu único caminho era o inferno, mas o Diabo, sentindo-se muito humilhado por suas peripécias, o expulsou de lá, porém lhe presenteou com uma brasa capaz de iluminar o limbo, o caminho para fora do inferno. Para que o fogo durasse mais tempo, o Diabo aprisionou a brasa em uma raiz. 

Portanto em todo dia 31 de outubro, Jack O’ Lantern passeia entre mundos guiando as almas perdidas com sua lanterna. 

Na Irlanda, o costume era usar nabos e beterrabas (que são raízes) com uma luz dentro. Mas com a chegada dos imigrantes na América, eles perceberam que havia muito mais abóboras lá que as raízes tradicionalmente utilizadas, então passaram a usá-las, construindo assim o símbolo do Halloween.

Essas tradições foram difundidas pelo mundo com a colonização e a descoberta das Américas, resultando em uma festa multicultural atendendo pelo nome popular Halloween, ou como é conhecido no Brasil, Dia das Bruxas.

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#AnneFrank – Vidas Paralelas | “Um documentário extremamente necessário”

O documentário está disponível na Netflix.

Isabela Gomes

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Mais uma vez a Netflix, famoso serviço de streaming, trás um documentário valioso com uma enorme qualidade em fotografia, fatos, vídeos e narrativa. A obra dirigida por Sabina Fedeli e Anna Migotto estreada no dia primeiro deste mês aborda a terrível tragédia do holocausto com base no diário de Anne Frank que foi e é até hoje uma grande porta voz da Segunda Guerra Mundial e se tornou um exemplo de coragem e força para diversas pessoas, além também de ser entrelaçada com as histórias de cinco outras sobreviventes do regime nazista (Helga, Andra, Tatiana, Sarah e Arianna).

No documentário de importância histórica e sociocultural, Helen Mirren (vencedora do Oscar) não possui um papel como uma atriz, mas sim tem a função de narradora do diário de Anne que também se tornou um livro, ela se encontra no antigo quarto da jovem onde lê e demonstra maravilhosamente as emoções que a vítima poderia estar sentindo ao escrever.

O foco no filme inteiro que possui a duração de 1h e 34 min não possui a objetividade de traduzir o contexto da Segunda Guerra Mundial em viés militar do conflito, a alma do projeto é encima do material, marcas humanas de 5 idosas sobreviventes compartilhado suas experiências junto com a narrativa de Mirren. Ao contrário de outros filmes documentados existentes, #AnneFrank – Vidas Paralelas é grandiosamente simples e extremamente necessário.

Também é trazido uma grande visão de como as famílias das vítimas agem e pensam tendo a consciência de que sua vó ou mãe foi alvo de tanta desumanidade. É mostrado também uma jovem nos tempos atuais, vivida pela atriz Martina Gatti que faz uma viagem nos campos de concentração, nos memoriais do holocausto, na casa onde a família Frank se escondia, a mesma usa também uma suposta rede social para expressar a sua indignação com tudo que descobre ao longo da jornada. Esta ideia de colocar a atuação desta moça com a narrativa de Helen e as vozes das 5 idosas pode ter ganhado um rumo moderno para o filme, porém, não foi algo essencial que os telespectadores sentiriam falta.

Por ser um filme de categoria de documentário, com a despreocupação de transmitir a real maldade criada pelo antissemitismo é possível que as pessoas sintam um respeito mútuo pela história, até por que existem outras diversas famílias com algum ser humano afetado pelo holocausto, ou simplesmente com essa mancha em sua geração.

Provavelmente, se algum não admirador de Anne tomar a decisão de assisti-lo sua opinião terá grandes chances de ser mudada, pois nas partes selecionadas do diário para a narrativa é visível os ideias, a moral, a inteligência política e emocional, a dificuldade de uma pré-adolescente no meio do conflito e a esperança da jovem que possui grande voz e propriedade para falar até hoje da tragédia por meio de sua escrita, mesmo não estando mais entre nós.

Contudo, este trabalho pode ser determinado como o próprio testemunho humano o que é nada mais justo, ou seja, dar voz para que algumas pessoas representem as diversas mortes e vidas sofridas por milhares de outros seres humanos. O documentário teve como ideia a exibição dos reais sofrimentos e de como isso reverbera até hoje até em gerações atuais de famílias com este passado. O discurso de Helen é indispensável, enquanto que a colocação da jovem poderia ser facilmente descartada pela qualidade maravilhosa das falas das sobreviventes.

Assista ao trailer:

O documentário está disponível na Netflix.

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Contrato impede que Ray Fisher denuncie com mais detalhes Joss Whedon

O astro da Liga da Justiça, Ray Fisher, se abriu sobre suas recentes acusações de Joss Whedon.

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O ator que interpretou Cyborg no filme da Liga da Justiça, Ray Fisher, deu mais detalhes sobre a situação atual dele sobre as acusações.

Durante uma live no Instagram, Fisher, respondeu a um seguidor porque ele não deu mais detalhes sobre as acusações de abuso que Joss Whedon supostamente praticou no set da Liga da Justiça, a informação é do site Heroic Hollywood.

“Ainda estou sob contrato de não divulgação. Então, eu tenho que ter muito cuidado com o que digo e como digo. Caso contrário, eu poderia ser processado e cair no esquecimento… Portanto, para as pessoas que procuravam mais detalhes, lamento não poder dar a você no momento. Apenas certifique-se de que todos os seus patos estejam em uma fileira, para que você possa seguir em frente e lidar com a situação de maneira apropriada, para não ficar fora da responsabilidade profissional, legalmente responsável por qualquer coisa que possa ser litigiosa ou o que quer que seja. Isso vai levar algum tempo… E eu poderei seguir em frente no mundo”

Até agora apenas Fisher se manifestou sobre estes abusos supostamente cometidos, um rumor antigo dava conta que a diretora de Mulher-Maravilha, Patty Jenkins, não queria mais que Gal Gadot trabalhasse com a personagem nos filmes que o diretor poderia se envolver no futuro da DC, Joss Whedon também foi muito criticado quando o seu roteiro de Mulher-Maravilha vazou, ao qual foi classificado como e machista.

Afastado do filme por conta do suicídio da sua filha, Zack e sua esposa Deborah Snyder – que também produziu o longa – não chegaram a finalizar totalmente o projeto.  Joss Wheldon, diretor de Vingadores e Vingadores: Era de Ultron, foi chamado pela Warner para refilmar boa parte da produção, mudando assim acontecimentos previstos no roteiro original do filme, assim como refazer cenas importantes da trama. Snyder revelou recentemente que jamais viu a versão que saiu para o cinema, sempre dando a entender que gostaria de exibir ao público a sua visão dos heróis.

Liga da Justiça recebeu críticas mistas da mídia especializada na época de seu lançamento, com destaque positivo às atuações de Gadot (Mulher-Maravilha) e Ezra Miller (Flash), as sequências de ação e os efeitos visuais, enquanto que o enredo, a narrativa, o ritmo, o vilão e o excessivo uso de efeitos especiais foram recebidos de forma negativa. 

Arrecadando mais de US$ 657 milhões mundialmente, sendo assim o décimo quarto longa-metragem de maior bilheteria daquele ano, ficou abaixo das expectativas do estúdio (com perdas estimadas entre US$ 50 e US$ 100 milhões) e é o título de menor receita do então universo estendido da DC Comics no cinema.

Liga da Justiça: Snyder Cut estreia em 2021 na HBO Max.

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#JuntosPeloCinema lança site e primeiro vídeo, enquanto as salas ainda estão fechadas

Profissionais se uniram para colaborar num projeto que apoia as empresas na preparação para o momento em que as salas de cinema vierem a reabrir.

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Pela primeira vez no mercado brasileiro, exibidores, distribuidores, produtores, criativos e parceiros da indústria estão envolvidos em um projeto único com o intuito de preparar e implementar a retomada do cinema no Brasil, num movimento chamado #JuntosPeloCinema.

É uma ação inédita que, respeitando a individualidade de cada empresa e mantendo a livre concorrência, busca ações para manter acesa a magia do cinema. Colaborando desde final de março, o grupo de profissionais voluntários envolvidos no projeto tem como meta retomar o diálogo entre a experiência da sala de cinema e o público, de agora até o momento de reabertura das salas pelas autoridades, respeitando os protocolos aplicáveis de segurança e bem-estar já determinados ou em elaboração pelos governos locais.

A ideia nasceu dos profissionais que atuam no meio audiovisual visando auxiliar o segmento de mercado de exibição no Brasil a reencontrar seu público. As ações concretas são mediadas pela Flix Media, empresa especializada em comercialização de espaços publicitários no cinema. Conforme o time da Flix comunicava a ideia da campanha #JuntosPeloCinema, diferentes profissionais e mais players aderiam ao projeto. Neste momento, o que importa é uma coisa: relembrar a experiência incomparável da exibição nas salas de cinema. Esse esforço coletivo e pro bono de mais de 200 profissionais do mercado em prol do cinema é fundado no propósito de oferecer um ambiente de segurança e bem-estar para o público e de preservar milhares de empregos ligados à indústria cinematográfica, do set de filmagem à sala de exibição.

Como resultado, o movimento faz grandes entregas: uma campanha de comunicação que visa fortalecer o vínculo entre o cinema e o seu público. Um estudo sobre os protocolos de segurança e bem-estar desenvolvidos por governos e autoridades de saúde dá apoio, especialmente, aos pequenos e médios exibidores para que possam reabrir as salas com pleno atendimento às diretrizes de biossegurança que são determinadas pelos governos. E o Festival De Volta Para O Cinema, que dará as boas-vindas para o público quando as salas reabrirem.

Na primeira fase da campanha – ainda com as salas sem atividades de exibição -, mais de 300 veículos de mídia abrem espaço em suas programações para divulgar um vídeo que reforça os laços do público com o cinema, também um video e site foram lançados.

Na segunda fase, um pouco antes da data de reabertura das salas ao público – que é determinada pelas autoridades -, se inicia a comunicação sobre os novos procedimentos que acompanham toda a jornada do espectador dentro do cinema. Serão oferecidos aos exibidores materiais que explicam os protocolos elaborados pelos governos locais – eles variam de cidade para cidade ou de estado para estado. Para esta etapa, tem sido fundamental a participação de entidades do setor como a Federação Nacional das Empresas Exibidoras de Cinema (Feneec), os sindicatos estaduais, seus associados e a Associação Brasileira de Multiplex (Abraplex). Eles acompanham a divulgação das diretrizes das autoridades competentes e estão orientando a aplicação dos protocolos.

E quando as salas de cinemas abrirem? O movimento #JuntosPeloCinema ainda irá ajudar a esclarecer as possíveis dúvidas dos espectadores, comunicará os filmes em cartaz ou a estrear e oferecerá um conteúdo muito especial: o Festival De Volta para o Cinema, idealizado pelo crítico, curador e apresentador Érico Borgo em parceria com distribuidores e exibidores, um projeto único na história do nosso cinema.
O Festival está programado para estrear junto com a reabertura das salas. Distribuidores nacionais e estrangeiros conseguiram os direitos e as cópias digitais de filmes que emocionaram os brasileiros. São clássicos, sucessos de bilheteria e crítica que integrarão com as estreias a programação de filmes nas duas primeiras semanas após a abertura. Uma pesquisa de opinião realizada pelo movimento apontou o interesse do moviegoer em rever filmes que marcaram a história do cinema.

Entre os parceiros que estão abrindo espaço para a divulgação dos materiais estão AdoroCinema, Adsmovil, AXN, Buzzfeed, Canal Brasil, Canal Like, Cineclick, Cinepop, Elemídia, Eletromídia, Facebook, Flix Media, Folha de S.Paulo, FSign, Gameloft, Globo através da Globo Filmes, Google, Ingresso.com, JCDecaux, Megapix, MPV7, O Globo, Omelete, OTIMA, Portal Hugo Gloss, Preshow, PrimePass, Rádio JB FM, Rádio Metropolitana, Rede Mix de Rádio, RedeTV!, SBT, Seedtag, Sony Channel, Spotify, Tastemade, Telecine, TV BANDEIRANTES, UOL, Veja Rio, Veja São Paulo, Velox Tickets, Viacom/CBS, Waze, Webedia. Apoio Institucional: Academia Brasileira de Cinema, Ancine, Ministério do Turismo e RioFilme.
Depoimentos:

“#Juntospelocinema. Um movimento de união de todo mercado, inédito, colaborativo e fundamental para garantir a volta da magia do cinema às nossas vidas, de maneira organizada e segura. Acreditamos na experiência irreplicável e transformadora que vivemos nos cinemas, nos unimos em torno disto.”
Adriana Cacace, diretora geral da Flix Media Latam

“Cada ida ao cinema é um evento. A sala escura, a tela grande, o som fazendo estremecer a cadeira… No cinema, você não só assiste ao filme, você o vivencia. O movimento #JuntosPeloCinema quer garantir que essa experiência única retorne com conforto e segurança para a vida do público.”
André Sala, diretor geral da Sony Pictures Brasil e VP sênior de distribuição na América Latina

“No escurinho do cinema,
O coração dispara, quando pega na mão.
Quase explode, no primeiro beijo,
No escurinho do cinema.
Lágrimas rolam, emoção desenfreada.
Doces lembranças,
Do fundo do coração.
Volta cinema.”

Caio Silva, Diretor da Abraplex

“A Paramount Pictures acredita na experiência do cinema e orgulha-se em fazer parte desta iniciativa de todo o mercado para uma retomada de atividades segura e responsável. O cinema faz parte da nossa vida, tem um papel importante na nossa cultura e assim como nós vai se adaptar aos novos tempos, cumprindo o seu papel de trazer informação, emoção e esperança para seus espectadores.”
Cesar Silva, VP & Diretor Geral da Paramount Pictures Brasil

“O cinema sempre fez parte da minha vida – e no âmbito profissional foi graças a essa paixão que consegui muito do que conquistei. Fazer parte desse movimento único na história, o #JuntosPeloCinema, e auxiliar no retorno do público a essa experiência sem igual através do Festival De Volta Para o Cinema é uma honra que carregarei para sempre.”
Érico Borgo, crítico, curador e apresentador

“Acreditamos que a experiência do cinema é única e insuperável. Estamos vivendo um período único na História, mas acreditamos que o papel social dessa experiência será ainda mais relevante. Como empresa atuante principalmente na produção nacional, nossos projetos são desenvolvidos por centenas de mãos trabalhadoras e dedicadas em transmitir nossa cultura para as grandes telas do mundo inteiro. Essa campanha mostra a força e união do nosso setor e é um enorme orgulho fazer parte dela.”
Gabriel Gurman, CEO da Galeria Distribuidora

“Na Warner Bros. Pictures, nós acreditamos no poder das histórias, e não há lugar melhor para contá-las do que nos cinemas. Estamos muito orgulhosos em participar do projeto #JuntosPeloCinema, para que a magia do cinema finalmente retorne e continue a encantar todos os brasileiros, como fazemos há quase 100 anos.”
Hernán Viviano, Diretor Geral da Warner Bros. Pictures Brasil

“O Sindicato das Empresas Exibidoras Cinematográficas do Estado do Rio de Janeiro está empenhado em unir e fortalecer o mercado, de modo a concretizar um projeto de reabertura das salas que seja sólido, seguro e promissor. A experiência dentro de um cinema é única graças à tela grande e à magia proporcionada por filmes criados especialmente para este momento. Ele é e sempre será o local onde os sonhos se tornam realidade.” Gilberto Leal, Presidente do Sindicato das Empresas Exibidoras Cinematográficas do Estado do Rio de Janeiro

“A Paris Filmes estará sempre ao lado do cinema, com a qualidade da imagem nas telas grandes e o som imersivo e se orgulha em fazer parte desta iniciativa da união de todo o mercado cinematográfico em parceria com outros grandes profissionais, para uma retomada com segurança, a fim de receber muito bem nossos espectadores, e voltar a encantar, divertir e emocionar a todos com a experiência única do cinema”. Jorge Assumpção, diretor da Divisão de Cinema da Paris Filmes

“Acreditamos desde o início na iniciativa. Apenas em uma sala de cinema se vive a experiência do cinema, é hora de começarmos a voltar com muita segurança e a Campanha e o Festival terão um papel importante nessa retomada.” Juliano Russo, diretor de Marketing, Comercial e A&B da Cinépolis

“A UCI Cinemas tem seus clientes como foco principal e, em primeiro lugar, preza por sua saúde. Em todo o país, estamos trabalhando para garantir a reabertura das nossas salas de cinema e voltar a proporcionar ao público a experiência única que é assistir aos filmes e as grandes estreias na tela gigante, com a maior segurança possível.” Monica Portella, diretora de marketing UCI Cinemas.

“O Kinoplex acredita no cinema há mais de cem anos e estamos seguros de que a união de nossa indústria, que constrói tantas histórias e ilumina a vida do seu público, vai nos permitir ultrapassar mais esse desafio. Com muita segurança e responsabilidade, estaremos prontos para receber nosso público, que de frente à tela gigante poderá viajar por universos repletos de aventura, magia e emoção, algo que só o cinema pode proporcionar.” Patrícia Cotta, Gerente Nacional de Marketing da Kinoplex

“O amor pelo cinema juntou pela primeira vez os protagonistas da distribuição, da exibição e de conteúdo, brilhantemente conectados pela Flix Media e agências que doaram seu tempo e talento para a concepção e planejamento do movimento e campanha para reabertura dos cinemas da melhor forma possível. Evoluímos como indústria, como profissionais e reafirmamos que o cinema é uma experiência única, inigualável e Universal!” Patricia Kamitsuji, Diretora Geral da Universal Pictures no Brasil

“Tão inédito quanto o momento que passamos, é o movimento de união e convergência dos agentes do setor, visando à retomada de suas atividades. O cinema é uma arte que encanta, emociona, diverte e educa há mais de cem anos, sendo imprescindível e insubstituível como prática social e de cidadania.” Paulo Celso Lui, Presidente do Sindicato das Empresas Exibidoras Cinematográficas no Estado de São Paulo

“É em momentos tão difíceis como o que estamos vivenciando que percebemos a força e a união do nosso setor para a superação dos grandes obstáculos. Estamos ansiosos para voltarmos a proporcionar a magia do cinema aos nossos espectadores, e estamos trabalhando para que isto ocorra com a maior brevidade possível. As pessoas estão querendo muito retornar aos pequenos prazeres da vida, à confraternização com os amigos, o barzinho de chope, o jogo do time do seu coração e aquele cineminha com uma gostosa pipoca. Curtir a vida como antes – Breve em um cinema perto de você.” Ricardo Difini Leite, Presidente da FENEEC (Federação Nacional das Empresas Exibidoras)

“Nós da Cinesystem, temos o maior orgulho de participar ativamente deste projeto de retomada, que será um marco no segmento de cinemas. Estamos vendo a sinergia, a riqueza de ideias e o trabalho altamente qualificado vindo de diversos profissionais do setor, de uma forma única e emocionante. Em breve, a magia do cinema vai voltar em grande estilo e o consumidor vai vivenciar a Experiência que só o cinema proporciona.” Sherlon Adley, Diretor Comercial & Marketing da Cinesystem

“Dá um enorme orgulho trabalhar ao lado de tantos colegas de indústria com um objetivo em comum, em um movimento único no mundo. Nem mesmo os melhores roteiristas poderiam escrever uma saída tão grandiosa para uma crise com tantos superlativos. O Festival De Volta Para o Cinema é o maior festival de cinema do mundo e coroa o trabalho de centenas de profissionais que amam o cinema. Assim como todo fã lembra da primeira vez que foi ao cinema, seguramente a primeira sessão da retomada será uma recordação pra toda vida.” Vinícius Pagin, diretor de Programação da Cinemark

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