Durante a Gamescom 2026, desenvolvedores demonstraram forte insatisfação com a decisão da Sony de remover mídias físicas do PlayStation. A mudança radical pegou o mercado de surpresa e tornou-se um dos assuntos mais comentados nos bastidores do evento internacional.
Segundo o jornalista John Linneman, do Digital Foundry, o descontentamento correu em conversas privadas entre estúdios. Embora poucas empresas tenham se manifestado publicamente por medo de atritos comerciais, a preocupação financeira é generalizada no setor.

A transição forçada afeta as produtoras de formas distintas no mercado. Enquanto grandes produções lucram bilhões no formato virtual, editoras de pequeno e médio porte ainda dependem do comércio tradicional de varejo para garantir a viabilidade dos seus projetos.
Como alternativa para conter a queda no faturamento, estúdios menores avaliam direcionar seus lançamentos ao Nintendo Switch 2. A migração para o novo console surge como uma forma de manter vivas as vendas de jogos em discos e cartuchos de mídias físicas.

A forte insatisfação contra a gestão do ecossistema PlayStation acends alertas sobre retaliações futuras no mercado. A dúvida dos analistas é se produtoras independentes podem atrasar ou até mesmo cancelar o lançamento de novos títulos na plataforma da empresa.
Em contrapartida, a Microsoft adota uma postura diferente em comparação ao ecossistema PlayStation. A divisão Xbox registrou patentes para validar discos físicos e convertê-los em licenças digitais, oferecendo uma transição mais suave aos jogadores.











