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Por que os filmes da DC são sempre bombardeados por notícias desestimulantes?

Edi

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* Os textos desta seção não representam necessariamente a opinião deste veículo e são de responsabilidade exclusiva de seu autor.

Grande pergunta não é? Aristóteles já se debruçava sobre esta questão há séculos rs. Brincadeiras á parte, vemos os filmes da DC sempre sendo massacrados por notícias ruins, sejam no caso de refilmagens como recentemente foi noticiado pelo site sem expressão, Flickreel ou por notícias que até mesmo se confirmaram como verdadeiras, como o caso do site HitFix que havia alertado que o filme Batman vs Superman: A Origem da Justiça causaria grande controvérsia. Mas por que os filmes da DC sempre são o alvo preferido destes sites? Vamos a alguns pontos.

Público

Impossível não fazermos um contra peso com a Marvel, a empresa mal sofre com isso, na verdade não lembro de ter sofrido em nenhum momento, porém existe uma diferença de público gritante entre Marvel e DC nos cinemas, se você for fazer qualquer tipo de pesquisa em sites neutros, que tratam tanto da Marvel quanto da DC, verá que estes veículos possuem mais fãs da DC do que da Marvel. Isso para mim mostra que o público da Marvel é muito mais mainstream do que fãs necessariamente assíduos de HQ. A Disney percebendo isso, vende um filme para todos, com poucas referências fora do que já foi apresentado nos filmes do MCU, do que a DC que se desdobra através das folhas das HQs. Eu não estou dizendo que a Marvel não possui fãs de quadrinhos, ela possui muitos, milhares, mas o público que ver seus filmes e da dinheiro ao mesmo, não necessariamente estes fãs.

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Um exemplo disso é Vingadores: Era de Ultron, que foi classificado como mediano e péssimo pelos fãs, mas o público geral gostou, se fosse o caso do estúdio apenas ter pensado em agradar o público de HQs, ele naufragaria,  mas não foi o caso, Era de Ultron conquistou o público geral e levou mais de 1B ao estúdio novamente, notícias negativas do longa pouco influenciaram a bilheteria, porque o público do filme pouco se importou com elas.

Infelizmente ou felizmente, a DC é dominada majoritariamente por fãs de quadrinhos, um público mais sisudo, mais chato. Batman vs Superman: A Origem da Justiça foi a última tentativa da DC de fazer algo para os fãs, naufragou miseravelmente ao tentar agrada-los e por fim tivemos Esquadrão Suicida que simplesmente jogou para o alto a coerência e com isso agradou o público geral, resultado: Batman vs Superman: A Origem da Justiça não chegou a 1B como muitos pensavam e Esquadrão Suicida fez mais do que imaginaram. Filmes mais simples tendem a vender mais no boca a boca, filmes que tentam fazer um agrado para os fãs se perdem. Se Resident Evil tivesse tentando agradar fãs, acredito que nem a parte 2 teria.

Para minha tristeza, acredito que os filmes da DC não vão mais tentar essa profundidade de narrativa, onde um elo entre mães ficou como um ponto negativo em mundo em que os fãs de quadrinhos não se importam com o amor materno, não é mesmo?

Mídia

Para a mídia especializada no Brasil ou até mesmo sites de pequeno porte falarem mal de algo que está na boca do povo gera views, cliques, e alguém precisa pagar pelo leite das crianças, é claro leitor, que será você. 🙂 Entenda uma coisa: essas propagandas no CDL geram uma pequena remuneração para nós, seria mais simples para a gente pegar qualquer coisa da vida (de sites que lembram um tabloide carioca Meia Hora) e transformar em notícia, e para que eu fuja de qualquer problema colocar a palavra RUMOR. Isso é um código que diz “Não tenho nada com isso, estão dizendo por aí…”. Brincadeiras á parte, se deve filtrar o que você le, para que depois não venha projetar culpados por aí.

Nunca vou esquecer de um exemplo de um certo site muito POP... Eles noticiaram que Liga da Justiça Parte 2 tinha sido cancelado, para justificar a ideia atribuíram uma frase da Deborah Snyder ao Zack Snyder e uma do jornalista ao diretor, embolaram tudo para trazer a ideia de que o filme havia sido cancelado, mas como bem sabemos, a Liga da Justiça não será mais um filme dividido, mas um único filme, mas obviamente teremos Liga da Justiça, Liga da Justiça 2 etc…

Em outras palavras, caso queira parar de propagar spans deixe de seguir páginas que insultem a inteligência de vocês, eu indico duas páginas aqui O Mestre da HQ e Deposito Nerd e uma página de fãs da DC que é a DCnautas.

Fãs

Infelizmente para um lado, a DC possui muitos fãs de quadrinhos, estes fãs quando não veem uma coisa muito legal em algum filme ou algo relacionado a este universo vão fazer de tudo para que a produção seja punida. Frases de efeito destes “fãs” que mais ouço por aí: “Superman do Reeve é melhor que o Superman do Henry…” muitos do que dizem isso nem viram os filmes do Reeve, mas só querem falar e repetir o que ouvem por aí. “Superman sem carisma….” Quando escrevi um texto sobre isso, os “fãs” de Reeve simplesmente comentaram “Lixo de artigo…” argumento que é bom… Estou esperando até hoje.

Conversando com o Olavo Lima do blog HQ Fan, percebemos que basta conversar, pois pessoas simplesmente pensam diferentes. “Fãs” da DC ressentidos são como amigos de trabalho de escola, se o grupo faz o trabalho, mas se ele não for como um dos membros planeja, ele irá fazer de tudo para este trabalho dar errado, para dizer no fim “Eu falei, eu falei…”, obviamente compartilhando notícias negativas, sem ao menos questionar a fonte. A verdade é simples: muitas vezes os próprios fãs da DC sabotam o próprio estúdio, o maior inimigo da DC pode ser a WB, mas o segundo maior com certeza são os fãs.

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A Warner infelizmente não respeita os fãs e se estes diretores lá presentes não tiverem o apoio necessário vamos ficar entregues ao simples poder capitalista do estúdio, nada errado de se pensar “Se os fãs não querem, o público em geral quer”. Tenha críticas, eu odiei Esquadrão Suicida pelo filme, mas pelo lado bom tinha personagens maravilhosos, razão da minha nota ao filme. Procure ver o que estiver ruim e questione, mas o que está bom exalte, não custa nada.

Assim, enquanto estes fatores estiveram atuando juntos, vamos ter mais notícias ruins relacionadas a DC, podendo até ter o fim dele ou a renovação do mesmo, infelizmente boa parte do que foi dito aqui, se ler com calma, vai perceber que é culpa dos próprios fãs.

Revisado por: Bruna Vieira.

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Especial de Natal: Cinco clássicos da telona pra você conferir

Confira nossa listinha mais do que especial para esse feriado que tanto amamos.

Wendy Stefani

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Para passar esse natal da melhor forma, nada mais emocionante do que escolher uma boa companhia, e para todos os fãs de clássicos, escolhemos 5 inesquecíveis filmes pra vocês: 

Anastasia (1997)

A Grande Duquesa Anastasia Nikolaevna da Rússia é uma das princesas mais famosas, conhecida por muitas pessoas que cresceram nos anos 90. A animação aparece pela primeira vez nos cinemas em 22 de Novembro de 1997,  lançada pela Fox Animation Studios.

A animação é cheia de magia, mas sua história real é baseada na tragédia que ocorreu na Rússia em 1918, particularmente com a família de Nicolau II, existem inúmeras adaptações baseada na história, “A Filha do Czar (1928)”, “Anastasia, a Falsa Filha do Tsar (1928)”, “Anastácia, A Princesa Esquecida (1956)”, “Anastácia – O Mistério de Ana (1986)” e, a mais conhecida e única animação “Anastasia (1997)”.

Na animação, começa na Rússia em 1916, e mostra a pequena e rica Anastasia, juntamente com a avó, tentando escapar de uma multidão revolucionária em guerra, e segue mostrando as aventuras da corajosa Anya, uma jovem órfã que com o desejo de reencontrar sua família, volta a São Petesburgo e lá conhece Dimitri e Vladímir, e descobre, quase sem querer, que é a herdeira de um rei russo. Além do belíssimo desenho, as músicas também chamaram a atenção dos fãs na época do lançamento do filme

Não aparece nenhum papai noel, mas a história é cheia de magia, e é tudo que precisamos nessa época, certo? 

Esqueceram de mim (1990)

Esqueceram de mim é um dos grandes e marcantes clássicos da época de Natal!!

é um filme de comédia de Natal estadunidense de 1990, escrito e produzido por John Hughes e dirigido por Chris Columbus. Inclusive a disney chegou a anunciar um remake do clássico dos anos 90.

O longa norte americano movimentou mais de US$ 285 milhões nos Estados Unidos e que desde sua estréia já completou mais de 25 anos! O ator e protagonista Macaulay Culkin consegue encantar e virar um verdadeiro comediante daquela época quando mostra as aventuras de Kevin McCallister, um menino de 8 anos que é erroneamente deixado para trás quando sua família voa para Paris para suas férias de Natal. A partir disso é mostrado as inúmeras confusões de Kevin para se virar sozinho e defender a casa de dois insistentes ladrões.

Duro de Matar (1988)

Com Certeza esse é um dos mais diferentes filmes ao entrar nessa lista, mas quem se importa? Afinal, é um filmaço e se passa no natal.

O longa conta a estória de John McClane (Bruce Willis), um policial de Nova York que está passando por um difícil divórcio. No natal vai visitar sua família, onde acaba participando de uma confraternização de fim de ano na sede da empresa japonesa em que sua ex-esposa trabalha. A festa é interrompida por terroristas que invadem o edifício de luxo. McClane não demora a perceber que não há ninguém para salvá-los, a não ser ele próprio.

Esse não é conhecido por ser um filme de natal, e sim por ser a obra que mudou para sempre o gênero de ação. Na época todos estavam acostumados com brucutus como Arnold Schwarzenegger e Sylvester Stallone, mas aí vem um magrelo de filmes de comédia romântica, Bruce Willis, e mostra que você não precisa ser o Conan ou o Rambo para ser completamente badass. Estou falando de um cara que luta contra o crime descalço, com a camisa podre, faz piadas de humor negro sempre que pode e é um simples policial, ou seja, gente como a gente. 

Além dos méritos da direção, roteiro e atuação do protagonista, o filme também merece palmas pelo vilão interpretado pelo falecido Alan Rickman, que ficou bastante conhecido pelo papel de Snape na franquia Harry Potter.

O Estranho Mundo de Jack (1993)

Uma das mais famosas animações de stop-motion. O filme que conta a estória de Jack Skellington, o Rei das Abóboras, que um dia se cansa de fazer o hallooween todos os anos e deixa os limites da cidade. Por acaso, acaba atravessando o portal do Natal, onde vê a alegria do espírito natalino. Ao retornar para a Cidade do Halloween, sem ter compreendido o que viu, ele começa a convencer os cidadãos a sequestrarem o Papai Noel e fazerem seu próprio Natal. Apesar de sua leal namorada Sally ser contra, o Papai Noel é capturado e o Rei Esqueleto inicia seus planos para ser o novo bom velhinho.

Fruto da obscura imaginação de Tim Burton (que já fez grandes coisas, mas agora parece não acertar a mão em mais nenhuma obra) e dirigido por Henry Selick – O Estranho Mundo de Jack é um filme de aventura, de terror, musical, de natal e de romance, fazendo uma mistura que poderia dar muito errado, mas graças a boa direção e desenvolvimento de roteiro, se tornou um inesquecível e mágico filme para se ver no natal, no halloween, ou em qualquer dia do ano.

A Felicidade Não se Compra (1947)

O último item dessa lista é também um dos mais importantes filmes da história do cinema. Sua importância é tamanha, que várias pessoas que sofreram de depressão e pensavam em suicídio mudaram completamente de ideia ao assistir essa incrível obra do gênio Frank Capra.

No longa conhecemos Clarence, um espírito candidato a anjo que recebe a missão de ajudar um homem muito valoroso, porém desiludido. George Bailey está à beira do suicídio quando é salvo por Clarence, que lhe mostra como ele é importante na vida de muitas pessoas.

A Felicidade Não se Compra nos ensina muitas lições, mas a principal delas é que cada um de nós é importante, não importa as nossas diferenças. Todos nós podemos atingir a vida das pessoas ao nosso redor de uma maneira positiva.

Artigo feito em conjunto por Wendy Stefani e Ígor Howtelaire

Agora nos despedimos de vocês desejando um Feliz Natal e uma ótima sessão de cinema!

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Mano Brown canta Free Fire e o “Playboy forgado” prova ser um “trouxa”

Edi

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Tive a oportunidade cobrir o evento do Campeonato Mundial de Free Fire realizado no Rio, a algumas semanas atrás. Confesso, não conhecia bem o jogo além do básico, por isso levei uma amiga formada em jornalismo, mas jogadora profissional.

Porém uma coisa que me chamou a atenção sempre neste jogo, é a capacidade de entrada na periferia. Todos os meus irmãos jogam o jogo, para quem não sabe eu moro em comunidade no Rio, moro em uma casa com um quarto para sete pessoas. Mesmo com a vida dura que levamos, meus irmãos conseguiram jogar Free Fire em celulares de entrada ou com capacidade de processamento baixa.

Para não dormir em casa (pois não tem espaço), eu tenho que ir para uma outra casa no final da mesma rua. Sempre quando passo pela rua por volta das duas ou três da manhã vejo um garoto jogando Free Fire. Não sei aonde ele mora. Mas acredito que ele fica no sereno e até mesmo em dias chuvosos parado de frente em um portão jogando o jogo porque não deve ter internet em casa, e a opção é roubar wi-fi do vizinho.

Free Fire é um jogo que abrange todas as classes sociais. Eu jogo League of Legends, mas sei que meu computador não é bom o suficiente para rodar o jogo com toda a grandeza, o que pode dificultar meu rendimento nas partidas. Um PC Gamer não custa menos que R $ 1700 reais. Um celular Samsung, intermediário custa R$ 300 reais.

A verdade é que a favela joga Free Fire, além de ser um jogo acessível, ele é grande, tem ligas organizadas a nível mundial. Quando o Corinthians foi campeão mundial, eu percebi uma coisa, os meninos eram muito humildes.

Não existia toda a polpa que muitos jogadores de LOL exibem em simples campeonatos regionais, mas eu pensei “os caras são campeões mundiais” e se comportavam como quem parecia ter ganho um jogo entre amigos.

Mesmo diante disso, pessoas foram ao Twitter criticar Mano Brown, cantando uma musica alusiva a um dos poucos objetos de lazer de quem ganha até um salário mínimo. Mas sempre terá um “Playboy forgado de brinco, um trouxa” par determinar o que as negros devem fazer.

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Warner, confie na DC como a Disney confia na Marvel

A Warner Bros. poderia comemorar muito mais a bilheteria do Coringa (atualmente de US $ 934M) se confiasse mais nos seus próprios diretores e personagens.

Edi

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Estamos vendo um fato incrível, Coringa deve ser um filme muito mais lucrativo do que Ultimato em toda a sua glória de mais de US 2B de dólares em bilheteria.

Um enorme feito desse deveria ser muito comemorado pela principal empresa envolvida na produção do filme, afinal, o personagem pertence a DC Comics, cuja a dona titular é a Warner Bros. mas tem um detalhe. A Warner Bros. poderia comemorar muito mais a bilheteria do Coringa (atualmente de US $ 934M) se confiasse nos seus próprios diretores e personagens.

Como bem colocado por Felipe Fasanella do canal Triplo F, a Warner Bros. não vai arrecadar este dinheiro sozinha, como a Disney com seus filmes da Marvel e a Fox com seu Deadpool. Como não acreditava muito na bilheteria do filme a Warner decidiu dividir o pequeno investimento do Coringa.

O filme custou US 60 milhões, e foi divido com duas outras produtoras que deram 50% do valor, o que significa que na bilheteria a Warner deve somente ficar com 50% do que foi arrecadado

Claro que a Warner vai explorar outras formas de ganhar dinheiro com o filme cuja estas produtoras não vão poder participar, porém essa informação nos mostra o quanto a Warner ainda não confia tanto assim na DC Comics como uma das fontes da sua renda. Mesmo com o enorme sucesso que foi Mulher-Maravilha.

Outra coisa também são os constantes intromissões do estúdio na era do ex CEO Kevin Tsujihara, que chegou a dizer que “determinou” que o filme Liga da Justiça tivesse apenas 2 horas de duração, que Batman vs Superman fosse cortado em 30 minutos, que Esquadrão Suicida depois de pronto fosse totalmente refilmado. Decisões que desmantelaram todo o Universo DC nos cinemas. Hoje vemos uma série de retalhos, tudo porque os executivos deram voz aos críticos e não aos fãs da DC.

A intromissão do estúdio foi tanta que fez James Wan, diretor das franquias Invocação do Mal, chegou a dizer que só faria Aquaman se o filme fosse totalmente dele. O que mais espanta é que os filmes como Mulher-Maravilha, Aquaman e Coringa são filmes com 0 intromissão do estúdio e foram justamente as 3 maiores bilheterias do Universo DC nos cinemas.

Basta a Warner confiar nos seus artistas contratados e produtores que os filmes vão sair, o sucesso vai vir e no final poderá arrecadar com a vida total da bilheteria de filmes como Coringa, sem precisar dividir isso com mais ninguém.

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